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Instagram e Snapchat se firmam como as redes mais usadas pelos jovens

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Desde a febre do Orkut, na primeira década do século XXI, quantas redes sociais você viu nascer e morrer? A migração de rede para rede, geralmente comandada pelo público mais jovem, exige das plataformas de mídias sociais um movimento de constante reinvenção para manter seu espaço.

Quando o Facebook ultrapassou o Orkut em número de usuários, bem no início de 2012, a maioria dos jovens já tinha migrado para lá. Atualmente, esse mesmo público está em debandada, priorizando outros serviços de mídia social. Por isso, queremos saber: quais são as redes sociais mais usadas pelos jovens de hoje?

As redes sociais mais usadas pelos jovens

Facebook, Twitter, Instagram, Snapchat e por aí vai. O que essas redes têm em comum é que deixaram de ser meros sites de relacionamento para se tornarem grandes ferramentas de marketing digital.

Sabendo disso, compreender a demografia do público de cada uma é fundamental para qualquer profissional do ramo de marketing. A seguir, vamos falar sobre as duas redes com maior preferência entre os representantes da juventude.

Instagram

Um estudo conduzido em outubro de 2018 concluiu que o número de jovens que utilizam o Instagram pelo menos uma vez ao mês aumentou 8% em um período de dois anos. Realizada em 48 estados americanos, a pesquisa consultou um total de 8,600 adolescentes.

O mesmo estudo aponta que 32% dos entrevistados têm o Instagram como sua rede social preferida. Isso representa um crescimento percentual de 9 pontos em relação a 2016. O vencedor da categoria segue sendo o Snapchat.

Quando questionados sobre a melhor plataforma para saber sobre novos produtos e promoções, os entrevistados foram sólidos. Cerca de 68% indicam que o Instagram é o melhor canal para esse uso específico. Logo atrás, vem novamente o Snapchat, ferramenta que vamos nos aprofundar a seguir.

Snapchat

Quem tiver um olhar apenas financeiro, pode argumentar que o Snapchat (cujo nome na bolsa de valores é SNAP) está em decadência. Isso se justifica pela queda brusca do valor de suas ações no último ano. Avaliadas em 20 dólares no início de 2018, cada fatia custa, hoje, meros 6.43 dólares.

Contudo, as questões financeiras não parecem ter reflexo na opinião e adesão do público jovem. De acordo com o estudo da Piper Jaffray, o aplicativo segue como líder na preferência dos adolescentes. Do total de 8,600 entrevistados, 46% indicaram o Snapchat como sua rede favorita.

Além da preferência, o Snap conta também com a adesão em massa da juventude. Em média, 80% dos adolescentes entre 14 e 18 anos são usuários ativos da rede. Além disso, o crescimento do número de usuários nos últimos dois anos é de aproximadamente 10%.

O declínio do Facebook

Nesse ponto você pode estar se perguntando: e o Facebook? A rede social criada por Mark Zuckerberg segue sendo uma das empresas mais valiosas do mundo. Porém, nem tudo são flores. Envolvida em escândalos de vazamento de dados, a companhia vem perdendo força e prestígio entre os usuários.

Mesmo com o número de cadastrados sendo equivalente a 1/3 da população mundial, o Facebook viu 42% de seu público diminuir o engajamento diário. É o que indica uma recente pesquisa do Pew Research Center. Mais alarmante: 26% dos usuários declaram ter apagado o app de seus celulares.

Além dos escândalos e de acusações de interferência nas eleições americanas de 2016, o Facebook está enfrentando um problema grave. As novas gerações simplesmente estão deixando de usá-lo. Estudos indicam um declínio médio de 10% no engajamento de pessoas entre 14 e 18 anos.

Para tentar sanar o problema, a equipe de Zuckerberg vem tentando replicar ferramentas que fizeram sucesso em outras redes. O resultado, porém, é negativo. Basta notar o baixo índice do uso de stories na plataforma. Parece que, prioritariamente, a companhia precisa recuperar sua imagem.

As redes sociais mais usadas pelos jovens servem como UM bom parâmetro para entender as tendências que estão por vir. Em seu livro “Marketing 4.0”, Philip Kotler resume o tema ao explicar que os consumidores jovens são os primeiros a adotar novas ideias, mas inspiram os mais velhos a fazerem o mesmo.

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