Descubra como a pesquisa por voz impacta no seu SEO

Quando você não sabe fazer alguma coisa ou quer saber o porquê de algo, faz o quê? Geralmente, joga no Google, certo? E, hoje, para fazer uma pesquisa não é mais necessário digitar os termos no campo de busca, basta simplesmente dizer qual é a sua dúvida para receber uma resposta prontamente. Ou seja, fazer uma pesquisa por voz. Desde que o celular ultrapassou os computadores e se tornou o principal meio de acesso à internet, a pesquisa por voz tem crescido e é uma tendência para os próximos anos. Isso porque ela permite que o usuário faça uma busca apenas ao falar no microfone do dispositivo (smartphone, tablet ou notebook). Além disso, a maioria dos smartphones possuem assistentes pessoais — Siri (iOS), Cortana (Windows), Google Assistant (Android) e outras — que nos ajudam nessa busca e compreendem comandos por voz. Mas, com esse novo formato de pesquisa, como os conteúdos são encontrados na web? Como a pesquisa por voz impacta nas ações de SEO? Acompanhe! Como funciona a pesquisa por voz? Todos os anos o Google — maior site de buscas no mundo — faz atualizações no seu algoritmo de ranqueamento com o propósito de melhorar seus resultados e apresentar os mais relevantes para os usuários. E foi a partir de algumas melhorias feitas em 2013, com a atualização Hummingbird, que a plataforma passou a compreender melhor as consultas dos usuários. O foco principal deste novo algoritmo foi aumentar a compreensão da semântica nas buscas. Ou seja, ao invés de se preocupar com palavras exatas, o Google mudou o seu foco para a intenção do usuário. Por exemplo, quando pergunto “qual é o cinema mais próximo de mim?”, ele imediatamente me apresenta uma lista de opções localizados na região. Enquanto outros mecanismos de pesquisas tendem a ler apenas as palavras-chave do seu termo de pesquisa, como “cinema”. O Google leva em consideração toda a declaração, o que ajuda a “entender” melhor os objetivos dos usuários. Desta maneira, o bom e velho SEO (Search Engine Optimization) precisa se adaptar a crescente adesão das pesquisas por voz. Assim, é necessário parar de nos comportar de acordo com a máquina, que trabalhava somente com palavras-chave exatas. E nos concentrar em compreender a mente humana e as reais necessidades que os usuários possuem. Como adaptar minha estratégia de SEO? A busca está cada vez mais falada que escrita. E se você quer manter o seu posicionamento na web e ser encontrado pelos usuários, adaptar o seu conteúdo ou as informações do site da sua empresa é fundamental. Quer saber como você pode começar? Confira! Faça mais perguntas Você já notou que ao fazer uma pesquisa por voz, fazemos mais perguntas do que em relação a busca digitada? Por exemplo, ao invés de apenas falar “previsão do tempo”, questionamos “vai chover amanhã?”. Ao desenvolver o conteúdo da sua empresa é importante levar esse fator em consideração. Crie títulos em formato de perguntas ou que sejam capazes de responder as dúvidas dos usuários. Desta maneira, após identificar qual é a dúvida do usuário, o algoritmo irá direcioná-lo para o seu conteúdo. Ao longo desse conteúdo, por exemplo, você obtém mais informações sobre a pesquisa por voz devido as perguntas que separam as sessões. Cadastre-se no Google Meu Negócio O Google Meu Negócio é uma plataforma onde empreendedores podem cadastrar informações sobre seus negócios, como endereço, telefone, imagens e horário de funcionamento. Desta maneira, quando fazemos uma pesquisa por voz sobre algum estabelecimento, ele é facilmente encontrado devido aos dados que foram registrados. Além disso, a pesquisa por voz é fundamental no contexto da localização. Assim, cadastrar o negócio nessa plataforma aumenta as possibilidades dele aparecer nos primeiros resultados de acordo com a região. É muito importante também manter o perfil do seu negócio atualizado para favorecer o seu posicionamento na internet. Para saber mais sobre esse recurso e como ele funciona, clique aqui e confira nosso conteúdo sobre o tema. Otimize para os featured snippets Os featured snippets são as primeiras respostas que o Google apresenta, ficam logo no topo da página. Por isso também são chamados de “posição 0 no Google”. Se fizermos uma busca por “qual é o tamanho da Torre Eiffel”, por exemplo, veremos como primeiro resultado uma caixa com a informação “300 m” e outras pesquisas relacionadas. Se você acha que esse fator não tem nada a ver com as pesquisas por voz, saiba que está equivocado. Algumas assistentes pessoais e outras soluções que fazem o uso da voz na busca, leem justamente o featured snippet ou mostram esse conteúdo na tela quando o usuário faz uma determinada pergunta. Desta maneira, invista na produção de conteúdos completos e informativos sobre a sua empresa, sua área de atuação ou outros assuntos relacionados. Crie introduções claras que expliquem o tema e sejam convidativas. Certamente as pesquisas digitadas ainda vão perdurar por muito tempo. Mas a pesquisa por voz tem crescido a cada ano e se tornado cada vez mais comum. Dessa maneira, as empresas que começarem a adaptar seus conteúdos e ações de marketing digital, logo terão melhores resultados. Gostou do nosso conteúdo? Receba artigos como esse diretamente na sua caixa de entrada, cadastre-se na nossa newsletter! 💖 Receba conteúdos exclusivos!
Como posso conciliar maternidade e trabalho? Confira nossas dicas!

Maternidade e trabalho são duas palavras que quando são colocadas juntas, tendem a ser um desafio. Isso porque saber conciliar essas duas tarefas não é nada fácil, tanto que algumas mulheres começam a pensar ainda na gravidez como será o momento de voltar ao trabalho, com quem os filhos irão ficar e se vai ser possível dar conta de tudo. Infelizmente ainda vivemos em uma sociedade que considera o cuidado e a criação dos filhos uma responsabilidade exclusiva da mulher. Assim, é extremamente desgastante trabalhar o dia inteiro, cuidar das tarefas domésticas, educar os pequenos e ainda ter disposição para brincar no fim do dia, não é mesmo? Se você já tem filhos ou tem planos para engravidar, saiba que esse é um dilema que irá surgir. No entanto, preparamos algumas dicas para te ajudar a enfrentar esse problema e, consequentemente, se sair bem nas duas funções. Vamos lá? Dicas para conciliar maternidade e trabalho É importante destacar que cada mulher vive a maternidade de uma maneira diferente. Então, dicas, rotinas e organizações que funcionam para uma, podem não dar certo para outra. Por isso não se culpe quando algo parecer fora dos “eixos”. Lembre-se que não existe uma fórmula exata para conseguir adaptar o cuidado com seus filhos e o trabalho. A única regra é: foque no que funciona para você e a sua família. Organize sua rotina Quando se tem filhos, organização é um ponto crucial para que as coisas funcionem da maneira esperada. Sem uma rotina bem definida, você vai acabar dando mais atenção pra um do que pra outro. Para começar a organizar sua rotina, converse com o seu parceiro para sincronizar os compromissos de ambos para darem conta dos cuidados com o bebê. Se for mãe solo, peça ajuda de pessoas próximas ou de profissionais (cuidadores ou creches) para ter um tempo de trabalho bem definido. Além disso, uma ideia é recorrer a ferramentas que podem ajudar a gerenciar melhor o seu tempo, como: Uma agenda (seja a clássica de papel ou a eletrônica) para anotar seus compromissos, datas e tarefas importantes a serem feitas no dia; Notas autoadesivas espalhadas pela casa são uma ótima forma de lembretes “visuais”, assim fica mais fácil de lembrar determinados afazeres; Por fim, estabeleça metas a cada semana, mas é muito importante que elas sejam alcançáveis. Considere o modelo home office Algumas empresas já estão adotando esse modelo de trabalho, onde os funcionários tem a opção de trabalhar alguns dias em casa. Certamente trabalhar em casa é uma das melhores opções para as mães que querem dar continuidade a sua carreira profissional e ainda assim cuidar da família. Dessa forma é possível economizar o tempo de deslocamento, continuar amamentando sem restrições de horário, não precisar faltar caso o filho fique doente e, principalmente, não ficar com o corpo no trabalho e a cabeça na criança. Caso a empresa que você esteja atualmente não seja aberta a essa possibilidade, talvez seja a hora de considerar uma mudança no seu currículo ou até mesmo investir em um negócio próprio. A Echosis, por exemplo, é uma franquia de marketing digital focada no modelo home office. Ao optar por se tornar empreendedora, você terá liberdade para definir seus horários, poderá trabalhar de casa e ainda ficar de olhos nos filhos. Pratique o desapego Além de ser uma excelente profissional, agora você é mãe. É preciso entender que a sua rotina nunca mais vai ser como era antes da gravidez. A partir de agora você precisa se dividir para dar atenção a sua carreira profissional e também a sua família. Não seja aquela mãe que está no trabalho, mas que liga a cada meia hora para casa ou escola para saber como o filho está. Claro que a separação da mãe e do filho é um momento muito delicado, porém, você precisa demostrar que também está interessada no trabalho. E a melhor forma de fazer isso é manter o foco nas suas atividades, como fazia anteriormente. “Desapegar” do seu filho não significa deixá-lo de lado e não estar presente quando necessário. Quando precisar participar de reuniões ou eventos na escolinha, informe seu superior com antecedência que você precisa ou chegar mais tarde ou sair mais cedo. Essa é outra maneira simples de conciliar a maternidade com o seu trabalho. Agora que você descobriu as nossas dicas, conciliar a maternidade e o trabalho não parece mais uma missão impossível, né? Se você gostou desse conteúdo, aproveite e se inscreva na nossa newsletter e receba nossos artigos diretamente na sua caixa de entrada! 📬 Receba conteúdos exclusivos!
Como a psicologia pode ajudar na sua estratégia de marketing digital?

Já se foi o tempo em que para realizar uma venda a loja só precisava expor seus produtos e, devido às poucas opções no mercado, os clientes vinham correndo para adquirir. Agora, com um mercado cada vez mais dinâmico e competitivo, as empresas precisam apostar em novas técnicas que atraiam e fidelizem um público cada vez maior, como a psicologia aplicada ao marketing. Através dela conseguimos entender as emoções e os comportamentos dos consumidores, e assim, desenvolver ações de marketing digital que provoquem nos clientes diferentes sensações, principalmente de necessidade sobre determinado produto ou serviço. Mas de que maneira a psicologia pode ser usada? Respondemos a essa pergunta nas informações a seguir, confira! 5 conceitos da psicologia que podem ser usados no marketing Preparação Você já jogou Adedanha (ou Stop como é conhecido em alguns lugares), onde precisou lembrar de várias palavras de acordo com a letra escolhida? Basicamente, é assim que funciona a preparação. Você está sujeito a um estímulo e isso afeta como você responde a ele. Apesar de não parecer, esse fator está muito ligado ao marketing. Ao usar determinadas técnicas de preparação, você pode incentivar os visitantes do seu site a lembrar de informações importantes sobre sua marca e talvez até mesmo influenciar seu comportamento de compra. Reciprocidade De acordo com o “pai da persuasão”, Robert Cialdini, o conceito de reciprocidade é simples: quando alguém faz algo por você, naturalmente você vai querer fazer algo em troca. No marketing, aproveitar essa teoria pode te ajudar a fortalecer seu relacionamento com os clientes e incentivá-los a propagar seu negócio para amigos e familiares. Não pense que para a reciprocidade funcionar é preciso envolver dinheiro, você pode oferecer qualquer coisa. Desde um material rico (como um e-book) até uma série de vídeos que realmente contribuam para a vida ou cotidiano do usuário. Algo mais simples como um bilhete escrito à mão pode contribuir muito para estabelecer a reciprocidade. Prova social Como o nome sugere, essa teoria baseia-se no princípio de que algo só é bom se houver aceitação social. Para isso, a validação pode vir de uma multidão ou de uma comunidade de indivíduos com ideias semelhantes. Tem se tornado cada vez mais comum as empresas apostarem em influenciadores digitais para propagar a prova social. Afinal, acredita-se que se alguém conhecido está recomendando determinado produto ou marca, ela é realmente boa. Na sua empresa, você pode aproveitar essa ideia ao apresentar depoimentos ou análises de produtos em seu site, blog ou canais sociais. Instalar botões que exibem o número de seguidores que suas contas têm ou o número de compartilhamentos que um conteúdo possui, também é uma forma de demonstrar a aceitação social do seu negócio. Escassez Em poucos minutos na internet, com certeza você irá se deparar com várias ofertas com as clássicas frases “somente hoje!” ou “apenas 1 restante no estoque!”. Esse é o conceito de escassez, ou seja, aquela sensação de que você está prestes a perder uma ótima oportunidade. Ao usar essa teoria, você provoca uma resposta emocional e urgente entre seus clientes em potencial. Geralmente os usuários pensam que as promoções por tempo limitado oferecem a melhor oportunidade e, assim, são impulsionados a comprar logo. No entanto, alguns clientes ainda não estão prontos para comprar, então eles podem abandonar seu carrinho de compras. Nesse caso o ideal é investir em e-mails que reforcem ao consumidor a oportunidade que ele deixou pra trás e o façam retornar para o processo de compra. Ancoragem Quantas vezes você recebeu ofertas ou e-mails com promoções da sua loja favorita e não conseguiu resistir? Esse é o efeito ancoragem! Isso acontece quando as pessoas baseiam suas decisões na primeira informação que recebem. Assim, se a loja em que você costuma calças por 50 reais, começam a vender as mesmas por 30 reais, você vai se sentir impulsionado a comprar. No marketing, esse princípio é muito bem-vindo durante uma promoção ou liquidação. Para funcionar é fundamental destacar o preço inicial do produto (isso é definir a âncora) e, em seguida, exibir o preço promocional. Se preferir, seja mais específico e informe a porcentagem que seus clientes estarão economizando na compra. Agora que você já sabe como unir a psicologia ao marketing, vale a pena considerar esses conceitos no momento de desenvolver suas próximas ações. Além desses tópicos destacados aqui, você pode investir em gatilhos mentais para atrair e prender a atenção dos usuários. Gostou do nosso conteúdo? Receba artigos como esse diretamente na sua caixa de entrada, cadastre-se na nossa newsletter! 💖 Receba conteúdos exclusivos!
O que é independência financeira? Como posso conquistar a minha?

O termo independência financeira pode ter um significado diferente para cada pessoa. Para alguns pode representar a liberdade de fazer o que quiser, como viajar para qualquer lugar ou comprar um imóvel. Para outros, esse termo corresponde a ter dinheiro suficiente para não precisar trabalhar mais ou finalmente poder investir no seu próprio negócio. Seja qual for o objetivo que você busca, para que possa alcançar a sua independência financeira é fundamental se planejar, manter as suas contas no azul e focar na realização dos seus sonhos. Se você não sabe por onde começar, fica ligado nas nossas dicas a seguir: O que é? A independência financeira consiste na capacidade de conseguir sobreviver por meses ou pelo resto da vida apenas com seus rendimentos financeiros, sem a necessidade de continuar em um emprego fixo. Ou seja, a partir do momento que você consegue boas reservas financeiras, aplicadas para que deem os retornos necessários, é possível viver da maneira que você sempre sonhou. Como conquistar a independência financeira? Não é surpresa pra ninguém que a educação no Brasil é um tanto quanto fraca. Afinal, não temos aulas sobre educação financeira, o que explica muitas pessoas endividadas e a falta de organização no orçamento para que possam ter um estilo de vida mais tranquilo. Assim, alcançar a independência financeira é um sonho de muitos brasileiros, pois significa não ter problemas com dinheiro e, melhor ainda, poder realizar os seus sonhos e conquistar objetivos como casamento, criar bem os filhos, viajar pelo mundo ou qualquer outro que queira. Que tal algumas dicas para te ajudar a chegar lá? Faça um planejamento financeiro O primeiro passo a ser dado em direção a independência financeira é organizar as suas contas. De acordo com o Serasa Experian, o número de pessoas inadimplentes alcançou o recorde de 63 milhões em março deste ano. Isso acontece porque muitos não fazem planejamento financeiro e acabam contraindo dívidas que ultrapassam o valor do salário. Para resolver essa questão, o ideal é que você coloque todas as suas dívidas no papel. Como vivemos em um mundo moderno, você também pode optar por aplicativos de finanças, como Organizze ou GuiaBolso, que te ajudam a conhecer os seus custos mensais e a manter-se dentro do seu orçamento. Defina metas Quais são seus planos para os próximos anos? Viajar pelo mundo? Comprar a casa própria? Seja qual for a sua prioridade no momento, para que você possa chegar até onde deseja, é fundamental ter uma direção e preparar as suas finanças para isso. Ao definir metas, você terá mais controle sobre as suas despesas e começará a pensar no futuro. É aqui que começa a sua independência financeira! Onde você consegue gastar menos do que ganha e, assim, planejar um futuro com um orçamento maior. Tenha uma reserva financeira Para conquistar a sua independência financeira é essencial que você tenha uma reserva para emergências. Mais da metade dos brasileiros não tem o costume de guardar dinheiro pensando que eventualidades podem acontecer. No entanto, isso faz com que eles fiquem cada vez mais distantes da liberdade financeira. Assim, comece hoje mesmo a se preparar para construir uma reserva para emergências. O ideal é que ela possua valor equivalente a seis meses das suas despesas mensais e seja guardado em uma poupança ou em uma aplicação financeira. Invista seu dinheiro O termo “investir” causa calafrios em muitas pessoas, isso porque elas o enxergam como um bicho de sete cabeças. Na verdade, investir o seu dinheiro é fácil, descomplicado e o melhor de tudo: não precisa ser um valor absurdo. Um exemplo é o Tesouro Direto, que é seguro e exige uma aplicação inicial de apenas R$30. Ao começar a aplicar o seu dinheiro em algum investimento, logo você terá um patrimônio e poderá receber um “salário” sem grandes esforços. Que maravilha, né? Obviamente nos primeiros meses é mais difícil conseguir separar um valor para investir, mas com o tempo e organização os resultados começam a surgir. Agora você já está pronto para alcançar a sua independência financeira! E se você gostou do nosso conteúdo, que tal inscrever-se na nossa newsletter e receber novos conteúdos todos os meses? Receba conteúdos exclusivos!