Como abrir uma franquia em Portugal? O que é necessário?

Nos últimos anos Portugal tem sido o principal destino dos brasileiros que buscam se aventurar em um novo país, recomeçar a vida em um local com mais segurança ou encontrar novas oportunidades no mercado de trabalho. Hoje, os brasileiros formam a maior comunidade estrangeira no país, são 85 mil pessoas, o que equivale a 20,3% dos 421.711 imigrantes que vivem por lá. E para quem avalia a possibilidade de se mudar, mas se sente inseguro em relação a emprego, as franquias podem ser a solução ideal. Durante a Expo Franchising ABF Rio 2018, a Associação Portuguesa de Franchising (APF), ressaltou que esse é o momento ideal para o brasileiro abrir uma franquia no país. Isso porque Portugal promove incentivos ao empreendedorismo, os portugueses possuem poder de compra e são receptivos aos empreendedores brasileiros. Entretanto, o que é necessário para abrir uma franquia em Portugal? Quais são as exigências? Para entender todos os detalhes, confira as informações que listamos abaixo ou assista ao vídeo do nosso canal sobre este mesmo assunto: Como abrir uma franquia em Portugal? Você pretende abrir uma franquia de Portugal ou levar uma marca brasileira para a região? Antes de investir é necessário levar em consideração alguns pontos importantes para não cair no erro: Você conhece bem o tipo de negócio que está pensando em abrir? Já possui um plano de negócios? Quais os pontos positivos e negativos em relação ao negócio que você deseja abrir? Qual o seu fôlego financeiro caso as coisas não saiam como o esperado? A marca que você vai trabalhar é reconhecida? Qual o apoio que você vai receber da empresa franqueadora? Possui informações claras da lei que regula seu negócio? Utilize essas perguntas para se orientar em relação ao investimento, responda a todas elas para que possa entender o seu perfil e verificar em qual modelo de negócio ele mais se encaixa. Além disso, elas podem te ajudar a não tomar uma decisão precipitada e que possa te levar ao arrependimento. Para quem está indo morar em Portugal e deseja abrir um negócio na região, é necessário possuir o visto de empreendedor – D2! Esse visto tem como objetivo fornecer autorização de residência a estrangeiros que queiram constituir uma atividade empresarial no país. É importante ressaltar que o processo do visto demora em torno de 90 dias e é preciso um investimento mínimo de até 5 mil euros. Estude a cultural local antes de investir Apesar de serem países parecidos em alguns aspectos, o Brasil e Portugal possuem suas diferenças em relação a cultura. E para que o seu negócio funcione na região é preciso levar em consideração esse aspecto. Afinal, seus clientes serão os portugueses e entendê-los é fundamental para que possa conquistá-los e potencializar seus resultados em vendas. Por exemplo, os portugueses tem um processo de compra diferente dos brasileiros, eles preferem analisar e não comprar nada por impulso. Também adoram um bom café e bater papo com os amigos, então você pode optar por uma franquia de cafeteria ou até sorveteria, caso tenha interesse em outro segmento lembre-se de preparar um espaço para servir café e com algumas mesas e cadeiras para que eles possam se sentir confortáveis. Busque por auxílio Assim como no lance do cafezinho, em Portugal a legislação para abertura de um negócio, bem como os impostos e custos a serem pagos são diferentes do Brasil. Por este motivo, conte com o suporte de um contador para que sua empresa funcione de forma regularizada e dentro dos parâmetros exigidos no país. Além disso, a era em que o contador auxiliava somente com a parte burocrática já passou. Hoje ele é fundamental para garantir o sucesso da sua empresa ao criar diferenciais para superar a concorrência e atrair mais clientes. Agora você já está preparado para abrir uma franquia em Portugal! Venha fazer parte do time da Echosis, entre em contato conosco e marque uma reunião com um dos nossos consultores e torne-se um franqueado!

SEO on page x SEO off page: domine as diferenças na prática

Como é a presença digital da sua marca? É comum que empresas limitem sua participação online ao uso de redes sociais como Facebook e Instagram. Isso tem seu valor, mas está longe de ser o principal atrativo do marketing digital. Para realmente ser notado na internet é preciso aplicar o conceito de Search Engine Optimization (SEO). Existem dois tipos: SEO on page e SEO off page. Neste texto vamos explicar as diferenças entre as duas formas e apresentar as suas principais características. Acompanhe! SEO on page Trata-se da otimização de conteúdo que ocorre especificamente no site da empresa. O processo tem como objetivo fazer com que os mecanismos de busca percebam o seu site como relevante. Para isso, existem diversos fatores que devem ser considerados na otimização do site, incluindo uma boa escaneabilidade, escolha de títulos e palavras-chave. Vamos conferir alguns a seguir? Títulos e subtítulos O  objetivo da otimização de conteúdo é fazer com que a mensagem seja passada ao leitor com maior facilidade. Títulos e subtítulos precisam ser claros, trazer as palavras-chave e obedecer a hierarquia de organização. Simplificando, o título deve estar formatado como header 1, o subtítulo como header 2 e assim por diante. Essa formatação contribui para que o texto fique visualmente mais agradável e de fácil leitura. Além disso, contribui para que os algoritmos de sites de busca entendam a ordem de relevância de cada tópico dentro do texto. Meta descrição Nada mais é do que o resumo da página. Quando você realiza uma busca no Google, você se depara com o nome do site, sua URL e uma breve introdução ao conteúdo. Essa última é a chamada meta descrição e para otimizar o SEO on page, ela deve ser instigante e convincente, atraindo o leitor para o site. Mas não se esqueça, é importante que o texto contenha menos do que 160 caracteres. URLs amigáveis Esse é outro elemento visível na busca pelo navegador. Uma URL amigável é aquela que, na medida do possível, descreve o conteúdo da página de forma clara. Portanto, ao criar um site novo, verifique o endereço gerado automaticamente. Na maioria dos casos ele virá cheio de letras e números aleatórios, o que é bem menos interessante do que uma breve descrição. SEO off page É a estratégia de otimização utilizada especificamente fora da página da empresa. Essa estratégia é tão importante quanto a primeira, pois aumenta o seu alcance e possibilita um melhor ranqueamento nos sites de busca. Off page e o on page são estratégias diferentes, mas que se completam. Elas devem trabalhar juntas para aumentar o tráfego da sua página. Vejamos agora algumas características importantes no SEO off page. Parcerias Forme parcerias com outros blogs e empresas, de preferência que tenham uma linha editorial parecida com a sua. Essas parcerias são feitas por meio de links em outros sites que levem ao seu e vice-versa. Comentários em outros sites Sua participação na caixa de comentários de outros sites pode render frutos! Mas atenção, cuidado para não fazer spam. As interações devem ser contextualizadas de forma que possam agregar valor aos debates e publicações dessas páginas. Redes sociais As redes sociais são ótimas ferramentas de SEO off page. Se a sua empresa é atuante nesse meio, não deixe de postar conteúdos que direcionem ao seu site. Para melhorar o desempenho, busque produzir conteúdo de qualidade para suas redes. Ficou clara a diferença entre SEO on page e off page não é mesmo? São conceitos muito importantes do marketing digital e é importante contar com profissionais capacitados para colocá-los em prática. Hoje em dia existem empresas especialistas nesse tipo de serviço. A utilização correta dessas estratégias é crucial para otimizar a participação digital de qualquer empresa. Quer saber mais sobre estratégias de marketing digital? Entre em contato agora mesmo!

LGPD: Como irá funcionar a lei de proteção aos dados pessoais?

Provavelmente você deve ter acompanhando nos jornais e em alguns sites os escândalos de vazamentos de dados do Facebook, afinal através da rede social são fornecidos todos os tipos de informações, desde a data de nascimento até o último local em que você esteve. Isso fez com que muitos países apressassem o lançamento de leis com foco na proteção de dados pessoais. Primeiro a União Europeia publicou o seu Regulamento Geral de Proteção de Dados da União Européia (GDPR), logo após o Senado Federal aprovou a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), sancionada com vetos pelo presidente Michel Temer no mês de agosto. A nova lei entra em vigor a partir de fevereiro de 2020, ou seja, o governo, as empresas e a sociedade terão um período de 18 meses para se adaptarem. Mas o que muda com a criação da lei 13.709/18? Quais são as consequências para as empresas não cumprirem com o que foi acordado? Como fica o Marketing Digital? Para encontrar as respostas dessas e outras dúvidas, confira todas as informações, a seguir: O que é a LGPD? Assim como o regulamento europeu, a LGPD foi desenvolvida com o propósito de aumentar a segurança dos dados pessoais e a autoridade das companhias reguladoras para fiscalizar organizações. A legislação define como dados pessoais toda e qualquer informação relacionada à uma pessoa identificada ou identificável. Em razão disso, será cobrado das empresas mais responsabilidade sobre a segurança, transparência, confidência de dados, privacidade e proteção de informações pessoais, definindo regras e limites sobre coleta,  armazenamento e tratamento dos dados por empresas e órgãos públicos, e determinando mais direitos aos usuários. De agora em diante para coletar ou utilizar, de qualquer forma, dados pessoais, as empresas precisarão obter permissão dos titulares – o qual deve ser uma declaração livre, informada e compreensível pela qual o titular concorda com o tratamento de seus dados pessoais para uma finalidade determinada. Esse consentimento deverá vir por meio dos conhecidos termos de uso, entretanto, a lei determina que as empresas devem ser claras em seus textos e específicas na hora de definir a finalidade de uso. Além disso, a LGPD visa assegurar que o titular das informações possa acessar facilmente os dados que as empresas têm sobre ele. O descumprimento da lei pode ocasionar multas ou obrigar as empresas a apagarem as informações obtidas. Será necessário, também, provar que houve a autorização do titular para o uso de dados pessoais. Quem são os responsáveis perante a lei? Como em toda legislação, a LGPD também reconhece cada um dos autores envolvidos no processo de tratamento de dados. São eles: Titular: No dia a dia de trabalho, ele é reconhecido como usuário, visitante ou lead. Controlador: Pode ser considerado tanto a sua empresa quanto o seu cliente. Operador: Trata-se de uma pessoa física ou jurídica, contratada ou terceirizada, encarregada da administração dos dados propriamente ditos. Por exemplo em uma agência, pode ser o analista que atende a conta do seu cliente. Encarregado: Pessoa responsável por responder juridicamente pelo tratamento dos dados. Normalmente, é um profissional especialista no assunto, que fará o intermédio entre o controlador, o titular e a autoridade penal. Multas Ao aprovar a lei, Temer manteve a previsão de multas para as empresas que descumprirem a lei. Os valores podem ir de até 2% do faturamento da empresa, limitados a R$50 milhões por infração. Entretanto, foram vetadas outras punições para as empresas, entre elas: Suspensão parcial ou total do funcionamento do banco de dados e a suspensão do exercício da atividade de “tratamento de dados” por até 12 meses; Proibição parcial ou total do exercício das atividades das empresas relacionadas ao tratamento de dados. A lei também prevê que: Dados de crianças devem ser tratados com o consentimento dos pais; Informações sobre a saúde das pessoas podem ser utilizadas para pesquisa; Dados pessoas deverão ser excluídos após o encerramento da relação entre o cliente e a empresa; Os titulares das informações poderão corrigir dados que estejam de posse de uma empresa; A transferência de dados pessoais só poderá ser feita a países com nível “adequado” de proteção de dados. Quais serão os impactos causados pela lei? As mudanças provocadas pela nova legislação irão afetar todas as empresas que trabalham com dados dos consumidores, o que abrande a maioria dos segmentos atualmente. Entretanto, as mais atingidas serão aquelas que detêm e processam diferentes quantidades de dados do consumidor, como empresas de tecnologia, profissionais de marketing e os corretores de dados que as conectam. Em relação ao marketing digital, entre os primeiros fatores a serem considerados estão as políticas de privacidade que devem ser atualizadas de acordo com as estratégias propostas. Além de tornar o texto entendível para um usuário médio, é fundamental solicitar a permissão de forma transparente, específica e informada. Também é muito importante que informações sobre os métodos de tratamentos de dados e suas finalidades sejam explícitas por meio de alertas, pop-ups e banners. A experiência do usuário deve ser afetada na medida em que, ao aceitar ou recusar os termos de uso, ele poderá ou não continuar usufruindo da plataforma. Referente aos dados que a empresa já tem armazenado, a melhor opção é começar a solicitar o de consentimento dos usuários o mais rápido possível, mas de forma gradativa. Agora que você já sabe todas as informações sobre a LGPD, aproveite para assinar nossa newsletter e receber mensalmente informações sobre ferramentas, técnicas e dicas sobre Marketing Digital!

E-mail marketing ainda funciona? 5 estatísticas que vão te convencer!

E-mail marketing ainda funciona? 5 estatísticas que vão te convencer!

Apesar da constante invenção de novas tecnologias de comunicação, algumas são praticamente imbatíveis. É o caso do e-mail marketing. Mesmo sendo uma das pioneiras, ela resiste e segue como uma das mais importantes em uma estratégia de comunicação. Quer provas? Nós temos! Neste post, você vai conhecer estatísticas que comprovam a força do e-mail marketing e por que ele ainda é um conceito importante e que deve ser incluído em qualquer estratégia que busque ser completa. Venha com a gente para saber mais! E-mail marketing e o funil de vendas O e-mail marketing busca tornar a jornada do cliente mais fácil. Por meio dele, são enviados conteúdos que ajudam o cliente a entender a dificuldade que tem e saber como resolvê-la. Com ele, é possível criar relações com os clientes, aproximá-los da marca e manter uma comunicação direta com eles. Isso porque: no topo do funil, eles têm pouco conhecimento sobre o problema que enfrentam. Então, o material pode ajudá-los a definir com mais precisão a solução de que precisa; no meio do funil, é possível aprofundar o conteúdo e entrar em detalhes que os deixem mais seguros para a decisão de compra; no fundo do funil, o material serve para ajudá-los a se decidir. Para isso, servem comparativos, cases de sucesso ou o contato direto com um consultor da empresa. Em resumo, com o conteúdo certo enviado no momento certo, é possível ajudar o consumidor a se decidir mais rapidamente sobre a compra. Isso torna o funil de vendas mais ágil e eficaz. Por isso, ele é bastante útil tanto para conquistar quanto para reter clientes. Mesmo os millennials, que, teoricamente, têm pouca conexão com o e-mail, usam bastante esse recurso. Um estudo da Adobe mostra que eles verificam o e-mail pessoal com frequência no trabalho. Uma pesquisa da Mapp foi além: descobriu que eles preferem receber mensagens de suas marcas favoritas por e-mail. Estatísticas do e-mail marketing Existem várias pesquisas que provam que o e-mail marketing é eficiente. Veja, a seguir, alguns insights retirados de um levantamento que mostra dados bastante interessantes sobre 1247 participantes que atuam nesse mercado. 1. 96,7% dos respondentes acreditam na eficácia do e-mail marketing Para eles, o método transmite confiança. Tanto que 95% dos participantes recebem alguma newsletter e 73,5% gostam de receber esse tipo de e-mail. Ou seja, a audiência está disposta a receber esse contato. 2. 96,2% segmentam os e-mails enviados A segmentação é muito poderosa, pois permite enviar a mensagem certa para o público ideal no momento adequado. Afinal, não é o volume de e-mails que garante resultados. 3. 88% das empresas usam algum tipo de ferramenta Com uma ferramenta específica, é possível otimizar o tempo gasto, ter mais controle sobre o desempenho da estratégia e, ainda, desenvolver ações de forma mais prática. Pode-se, por exemplo, fazer testes A/B para compreender o comportamento do consumidor e, assim, oferecer algo que ele realmente deseja. 4. 88% têm profissionais dedicados à estratégia de e-mail marketing O levantamento mostra que cerca de 76,2% das empresas têm profissionais dedicados a essa estratégia. 5. 66,2% investem na nutrição de leads Com a nutrição de leads, a empresa leva o cliente a ficar cada vez mais próximo de fazer uma compra. Isso porque o envio de conteúdos de qualidade ajudam a educá-lo e a nutrir a relação. De forma geral, o e-mail marketing continua sendo um recurso muito útil para as empresas que querem desenvolver oseu relacionamento com a clientela. Com ele, a marca aumenta as chances de que o consumidor tenha uma melhor visão sobre a organização. Quer estar sempre por dentro das novidades desse mercado? Siga-nos no Facebook e acompanhe as nossas publicações.

Marketing Digital em Indaial – SC: Como ter uma estratégia de social media mais efetiva?

Marketing Digital em Indaial - SC

Atualmente, construir uma estratégia de social media pode levar o seu negócio a outros caminhos e a aumentar consideravelmente sua visibilidade, trazendo novos consumidores e fãs. Para isso, o marketing digital em Indaial – SC pode te ajudar na elaboração de um plano mais efetivo. Pois, somente estar presente nas redes sociais não é mais suficiente. E se você utiliza as redes sociais para divulgar o seu negócio mas não sabe como fazer isso da maneira correta, fique tranquilo, este artigo irá te ajudar e muito. Primeiro, provavelmente você já ouviu falar que cada rede social é diferente. E que em cada uma delas encontramos um tipo específico de público-alvo, certo? Por este motivo é importante avaliar quais as redes sociais mais importantes para o seu negócio ou em qual delas é possível encontrar o seu público-alvo. A partir disso ficará mais fácil para você determinar ações e planos de social media. Confira mais informações sobre estratégia de social media e o marketing digital em Indaial – SC, abaixo: Estude as redes sociais Como vimos acima, antes de começar definitivamente a sua estratégia de social media é preciso saber para onde você quer ir. Um dos principais erros é estar em uma rede social só porque os outros falaram que é preciso. Mas é necessário que você acredite nos resultados que elas poderão trazer para o seu negócio. Não procure saber somente como essas redes sociais funcionam. Mas qual é o tipo de público que está presente nela e se é o seu público-alvo. Após definir as redes sociais com a qual você irá trabalhar, aprenda a mexer nelas e foque também nas estratégias dos seus concorrentes. Invista em ferramentas de automação Seguindo com a estratégia de social media mais efetiva, de acordo com o plano de marketing digital em Indaial – SC. Chegou a hora de facilitar esse processo e encontrar maneiras de automatizar esse processo. Para quem está perdido no assunto, a automação acontece através de ferramentas que facilitam o agendamento de postagens nas redes sociais. O objetivo é reunir em uma só ferramenta a administração de todas as suas redes sociais e otimizar o seu tempo na hora de postar conteúdos nos seus perfis ou páginas. Na internet você encontra diversas ferramentas que desempenham essa função, entre elas: Hootsuite, MLabs, RD Station e outras. Como se posicionar Ao inserir a sua marca na internet, é importante ter consciência sobre a super exposição que ela irá receber, por isso é importante saber se posicionar neste ambiente. Devido a liberdade que as pessoas possuem nas redes sociais, é preciso ter cuidado para que o seu negócio não se envolva em escândalos. Evite os assuntos clássicos e polêmicos: política, religião e times de futebol. Mantenha a ética e a política da boa vizinhança no mundo online. Se posicione de uma forma que o seu negócio fique reforçado e destacado entre os demais do mesmo segmento. Como utilizar as redes sociais mais populares Facebook O Facebook anunciou há pouco tempo alterações no algoritmo da rede social, o que afeta páginas e perfis de empresas e negócios. Por este motivo, apostar no Facebook Ads Manager é a melhor forma de criar anúncios e obter destaque na internet. A vantagem de promover a publicação é que se consegue alcançar um número maior de pessoas. Já que é possível direcionar a segmentação e o público-alvo. Instagram A facilidade para compartilhar conteúdos transformou o Instagram em uma das redes sociais mais populares atualmente. Se optar por essa rede social para o seu negócio, aposte em um feed organizado que apresente seus produtos/serviços e demonstre a empresa e o clima organizacional. Os stories são outra aposta dessa rede social, invista neles para atingir ainda mais pessoas. Youtube De acordo com algumas pesquisas, os vídeos são o futuro do marketing. Além disso, o Youtube é o segundo maior motor de busca na internet. Por isso, lembre-se de apostar neste formato. Utilize as outras redes sociais para chamar novos visitantes para o seu canal e priorize conteúdos de qualidade para conquistar novos inscritos. Agora que você já sabe como efetivar sua estratégia de social media e tem interesse em marketing digital em Indaial – SC? Entre em contato com a unidade da região clicando aqui.

O mercado de franquias está saturado? Vale a pena investir?

Provavelmente você conhece alguém que já pensou em abrir uma franquia, ou talvez, você mesmo já tenha considerado essa possibilidade, visto que o mercado de franquias no Brasil é um dos maiores do mundo. Mas, antes de tomar qualquer decisão é muito importante saber se o mercado em que você deseja atuar ainda comporta mais uma unidade daquele negócio, ou do mesmo segmento com produtos similares, isto é, se existem demandas. A boa notícia é que de acordo com dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF), o setor teve um crescimento nominal de 8,4% somente no segundo semestre deste ano, na comparação com o mesmo período de 2017. Isso significa que apesar de existir há mais de 50 anos, o segmento de franquias ainda continua em desenvolvimento e possui muito espaço a ser preenchido. Ainda indeciso sobre investir no setor de franquias? Nós separamos algumas informações para te ajudar nessa decisão, confira: O mercado de franquias no Brasil Uma pesquisa realizada pelo International Trade Administration revelou que o Brasil é o quarto país com o maior número de redes de franquias no mundo. O país possui 2.942 redes, atrás da Coreia do Sul (3.691), dos Estados Unidos (3.828) e da China (4.000). Apesar de desenvolvido, nota-se que o mercado de franquias no Brasil ainda é pouco explorado e permite novas oportunidades de empregos para aqueles que buscam por um negócio próprio ou necessitam se sobressair a crise financeira que até então existe. De acordo com dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF) os segmentos que tiveram melhor desempenho em 2017 foram: Alimentação, Casa e Construção, Comunicação, Informática e Eletrônicos, Entretenimento e Lazer, entre outros. O segredo é buscar por segmentos com bons desempenhos e dentro deles encontrar negócios inovadores e que atendem as necessidades das pessoas. Afinal, as pessoas estão sempre em busca de novidades e de produtos de qualidade, por isso, pense fora da caixa e busque por uma rede de franquias que corresponda ao seu perfil e as expectativas dos clientes. A lei de franquias O Brasil é um dos únicos países a possuir uma lei específica que regulamenta o mercado de franquias. Baseada nas normas estabelecidas nos Estados Unidos, a Lei de Franquias 8.955/24 foi sancionada pelo governo Itamar Franco em 1994. Essa legislação possibilita um relacionamento transparente entre ambas as partes, pois ela determina que o franqueador repasse ao candidato da franquia todas as informações sobre o negócio, como balanços e demonstrações financeira, histórico, perfil necessário, total estimado para o investimento, entre outros. Desta forma, o negócio é concretizado com a devida ciência das regras e condições. É importante ressaltar que antes de ser assinado o contrato de franquia, ou o pré-contrato, e efetuar o pagamento de qualquer tipo de taxa para o franqueado, deverá ser entregue ao investidor a Circular de Oferta de Franquia (COF), com antecedência mínima de dez dias. Assim, os interessados em se tornar franqueados contam com o apoio e suporte da Lei de Franquias para realizar um investimento seguro e garantir seu espaço no mercado de franquias. Está esperando o que para se tornar franqueado? Ainda está em busca de opções de negócios? Se você deseja ter horários mais flexíveis e passar mais tempo com a família, as franquias home based podem, com certeza, te ajudar. Mas se você ainda está inseguro e deseja começar com um baixo investimento, as franquias baratas são as melhores opções.

O seu site é user friendly e promove a experiência do usuário?

​Criar um site requer muito mais do que conhecer a linguagem de programação que vai permitir estruturá-lo. É preciso pensar na melhor forma de oferecer uma jornada agradável para quem vai usá-lo. A experiência do usuário é, portanto, o ponto-chave para criar um site user friendly. Para chegar ao melhor resultado, é importante ter em mente que é a usabilidade que define o quanto é fácil para o visitante utilizar as funções da página. Basicamente, então, um site user friendly permite que o usuário, ao interagir com o produto, se localize e entenda como tudo funciona rapidamente. Quer saber que características são essenciais para que a experiência do usuário seja agradável na sua página? Então, continue com a gente e confira a seguir! Como estruturar um site com boa experiência do usuário? A interface tem os elementos que permitem que o usuário interaja com a página. São botões, listas, imagens, menus e assim por diante. Veja as características que devem ser consideradas no desenvolvimento de uma boa interface. Carregamento Um site rápido torna a experiência do usuário mais agradável. Pesquisas indicam que os visitantes não querem esperar mais do que 3 segundos pelo carregamento de um site: 53% deles o abandonam se tiverem de esperar mais do que isso. Então, fique atento a esse aspecto. Navegação É importante que a estrutura do site permita uma navegação fluida. Ou seja, é essencial que o usuário saiba onde está, para onde deve ir e o que tem que fazer no site. Por isso, a navegação deve ser organizada de forma que o visitante tenha interesse em voltar. Funcionalidade O usuário deve ser capaz de completar as tarefas sem dificuldades. Afinal, se a audiência não consegue utilizar o site, por que voltaria a visitá-lo? A curva de aprendizagem deve fazer o usuário se identificar e ser capaz de navegar de forma simples. Acessibilidade Cada vez mais a internet é usada em dispositivos móveis. Por isso, é essencial que o site seja estruturado de forma a se adaptar à plataforma escolhida pelo usuário para a visita. Quando não consegue ter a mesma experiência em diferentes aparelhos, o usuário perde interesse pelo site. Conteúdo O conteúdo é a melhor forma de a empresa criar um vínculo com o cliente. Ele deve trazer o que o usuário busca, em forma de imagens, textos, sons, vídeos ou mídia social, para que ajude a fortalecer a marca e construir a reputação da organização. Como avaliar se o site é user friendly? Os olhos humanos buscam o belo — que varia de pessoa para pessoa — e, por isso, é essencial que seja esteticamente agradável. Isso envolve tipografia, ilustrações, leiaute e até o equilíbrio dos espaços em branco. Confira o que avaliar para saber se sua página tem um padrão adequado. Fonte A fonte (tipologia, tamanho, cor) deve ser confortável aos olhos. Afinal, a tipografia compõe boa parte da interface e, com o uso frequente de dispositivos móveis, é natural que se leia cada vez mais nesses aparelhos. Além do tamanho adequado, é importante que o contraste entre ela e o fundo seja adequado, pois, se o usuário não consegue lê-la, isso afeta sua experiência global. Menus A navegação deve ser a mais simples possível. Por isso, os menus devem facilitar seu acesso enquanto explora a página. Lembre-se de que um bom menu é sempre descomplicado e direto para que o visitante tenha caminho livre para chegar facilmente às informações. Contato A área de contato deve ser encontrada facilmente pelo visitante. É isso que vai garantir que a empresa aproveite ao máximo as oportunidades. Formulários devem ser sucintos, pois é comum que o visitante desista quando encontra formulários muito extensos. Para que no site ofereça uma experiência do usuário agradável, é preciso considerar esses diferentes aspectos da interface. Vale a pena ficar atento a eles para conquistar o visitante com um produto realmente user friendly e que não cause rejeição. Como é a interface do site da sua organização? Deixe seu comentário para contar sua experiência ou expor sua dúvida e participe desta conversa conosco!

Veja como anunciar no Google Shopping e se destacar na ferramenta

Quem tem uma loja sabe que uma vitrine atraente para expor seus produtos é crucial. No universo virtual, o raciocínio é o mesmo. Se, no mundo físico, quando se tem um comércio em uma avenida movimentada, há mais chances de ser encontrado, no virtual, a regra também se aplica: a visibilidade está relacionada à qualidade do local em que a vitrine está. A melhor visibilidade é a oferecida hoje pelo Google Shopping. Uma de suas maiores vantagens é o fato de que, uma vez que o usuário esteja no buscador, pode encontrar produtos facilmente sem ter de entrar em um site específico para isso. Ou seja, é a melhor chance que uma empresa tem de se mostrar para o cliente. Isso porque o Google Shopping não é um marketplace nem integra meios de pagamento: trata-se de uma plataforma para anunciar produtos com o auxílio de imagens — algo essencial para produzir brand awereness para a marca. Quer saber como anunciar no Google Shopping? Então venha conosco! Como o Google Shopping funciona O primeiro passo é o comerciante cadastrar seu produto na plataforma com as especificações corretas. Assim, quando o cliente clicar nele, será direcionado automaticamente para a sua página e, lá, você vai recebê-lo em seu próprio domínio. E ainda há a possibilidade de fazer o artigo aparecer entre as primeiras sugestões. Para isso, só é preciso que o Google o interprete como o mais relevante da lista. A ativação, a configuração e o monitoramento das ferramentas da plataforma são etapas que devem ser feitas da maneira certa para trazerem os resultados esperados. Como anunciar no Google Shopping Quem já anuncia no Google vai perceber que a mecânica de pagamento é semelhante à dos anúncios de texto, ou seja, paga-se por palavra-chave. No caso da venda de mercadorias, entretanto, a diferença é a otimização do feed de produtos. Ativação Para começar a vender no Google Shopping, é essencial que a companhia tenha usuários ativos e que seu domínio seja verificado em outras duas ferramentas do Google: Ads e Merchant Center. Depois, é preciso associar as duas contas (nas configurações de qualquer uma delas). Configuração É essencial que as características do produto sejam apresentadas de forma atraente. Veja quais itens é preciso informar à plataforma: título; descrição; categorias; imagem; preço; marca; categorias de vestuário; impostos; frete; demais informações; rótulos personalizados. Monitoramento e manutenção É importante monitorar os anúncios de uma a três vezes por semana no primeiro mês. Assim, é possível saber quanto é necessário investir em publicidade. Depois desse período, a frequência pode ser ajustada conforme a necessidade. De modo geral, vender no Google é não difícil, mas é preciso estar atento para agir se necessário. Para quem tem pouca experiência nesse mercado, uma alternativa é contratar uma empresa especializada. Ela vai ser capaz de fazer os esforços, de fato, terem o retorno buscado pela companhia. Agora que você já sabe como anunciar no Google Shopping, que tal encontrar o parceiro ideal para ajudá-lo a fazer esse trabalho ter os resultados esperados? Entre em contato com a gente para conhecer nossas soluções e saber como nossa equipe pode ajudá-lo nessa jornada.

Timeline do Facebook: como funciona o algoritmo que ordena os posts?

Altamente tecnológico, o Facebook é uma ferramenta hoje indispensável em uma estratégia de comunicação. Para usá-lo da melhor forma, é essencial compreender como ele funciona. A timeline do Facebook é única para cada usuário, e isso é definido pelos algoritmos que controlam o sistema. Eles são constantemente atualizados para atender às diferentes estratégias elaboradas pelo próprio Facebook, por isso é importante estar sempre antenado nas novidades. Um dos aspectos principais do feed de notícias é a prioridade dada a cada post que aparece para o usuário. Conhecer bem essas características é essencial para ser capaz de criar conteúdos interessantes e que possam aparecer de forma orgânica para os clientes da marca. Quer saber mais sobre a timeline do Facebook? Então continue a leitura deste post! Como é definida a relevância das publicações São os algoritmos que definem a relevância das publicações em uma página do Facebook. Para isso, o sistema analisa as publicações postadas pelos amigos do usuário, pelas páginas seguidas por ele e pelos grupos de que ele participa. Isso é necessário porque, diariamente, são exibidos mais de 1.500 posts para um usuário. A partir dessa análise, um algoritmo específico define o que, de fato, vai aparecer para o usuário. Os posts são categorizados na ordem em que o sistema acredita que o usuário vai preferir — primeiro vêm os posts mais recentes e dos melhores amigos. Dessa forma, a quantidade de publicações é reduzida para cerca de 100. Nessa categorização, amigos e familiares têm preferência. Por isso, é comum que muitas publicações tenham menos curtidas e comentários do que o esperado. Afinal, independentemente da qualidade do material produzido pela empresa, só uma parcela pequena dos clientes do seu negócio vai ver as suas publicações. Como aparecer mais na timeline do Facebook Com esse método de seleção de publicações, as empresas têm que pagar para impulsionar suas publicações e ter mais chances de que seus seguidores as vejam. A fórmula desse algoritmo é extremamente sigilosa, e muitas empresas tentam decifrá-la. Essas atualizações no algoritmo fazem o engajamento total e o tempo de consumo dos conteúdos diminuir. Espera-se, entretanto, que a qualidade do engajamento aumente, já que vai unir os melhores conteúdos e as pessoas mais interessadas. Veja, a seguir, algumas formas de contornar essa situação. Feed de exploração Para justificar as mudanças, o Facebook argumenta que a prioridade é mostrar o que realmente é valioso para o usuário. Por isso, as marcas têm que entender muito melhor suas personas e os hábitos delas no Facebook. Só assim será possível oferecer conteúdo relevante para o consumidor. Anúncios A tendência dos anúncios pagos no Facebook é aumentar cada vez mais. Naturalmente, páginas que investem constantemente em anúncios têm mais chances de ver um aumento no seu alcance orgânico. Conteúdo publicado Conteúdos que estimulam a interação têm prioridade dentro do algoritmo. Sendo assim, busque investir em conteúdos que estimulem a conversa dos clientes com a marca. Como deve ser o futuro nas mídias sociais Com as mudanças constantes no algoritmo, é cada vez menos interessante para as empresas ficar dependente do Facebook (ou de outras redes sociais). Uma alternativa é saber onde o consumidor da companhia se concentra para compreender qual é a rede mais adequada para o negócio. Procure conhecer outras mídias sociais e entender qual é a melhor forma de compor a sua estratégia de comunicação. O Twitter, por exemplo, classifica os posts por ordem cronológica (não por relevância) e busca equilibrar a exibição de publicações orgânicas e anúncios. Lembre-se que é importante investir no site da sua empresa e em estratégias de inbound marketing. Afinal, se a organização for dependente das redes sociais, o que acontece se elas saírem do ar? Gostou deste conteúdo sobre a timeline do Facebook? Agora mãos à obra para oferecer posts que o algoritmo considere relevantes! Quer saber como engajar o público? Então confira dicas importantes sobre o assunto!

6 formas de obter mais engajamento com os posts em redes sociais

6 formas de obter mais engajamento com os posts em redes sociais

Hoje, estar nas redes sociais é quase uma obrigação para a maioria das empresas. Afinal, é lá que grande parte das interações dos clientes com a marca acontecem, por meio do engajamento com os posts, mensagens diretas e etc. E é a qualidade dessas interações que vai garantir que o consumidor se torne ou não fiel a marca. Mas é importante considerar que o engajamento vai muito além das curtidas em uma página ou em um post. Quando o cliente está engajado com a marca, ele permanece mais tempo na plataforma, comenta, sugere, marca os amigos e ainda os influencia a tornarem-se também consumidores do produto. Quer saber como tornar esse envolvido do público com a sua marca mais relevante? Então, acompanhe o post a seguir! 1. Conheça o público-alvo Para atingir a audiência correta, é essencial conhecê-la. Quando se sabe qual é o perfil do cliente, é mais fácil criar uma estratégia que desperte seu interesse. Por isso, é essencial saber o que o consumidor espera da marca para, assim, estabelecer uma relação de proximidade e interação com ele. 2. Desenvolva uma estratégia adequada É fundamental que o planejamento defina como a captação de clientes vai ocorrer nas redes sociais. Lembre-se que é preciso divulgar seu produto para os consumidores que efetivamente têm interesse nele: sem uma estratégia adequada, mesmo que se tenha o melhor produto, as chances de sucesso são pequenas. 3. Crie uma personalidade e um tom de voz para a marca O público deve se identificar com a sua marca e produto para se sentir interessado em comprá-lo. Sendo assim, a personalidade e o tom de voz usados nos posts e interações devem refletir isso. Afinal, o cliente precisa se sentir confortável com a empresa para se relacionar com ela. 4. Responda comentários e inicie conversas Quem está nas redes sociais precisa estar disposto a socializar, ainda que de forma virtual. Portanto, sempre que receber manifestações da audiência, tenha a delicadeza de respondê-las. Mesmo que os comentários sejam negativos, é preciso ter em mente que respondê-los é a melhor ação a tomar. Críticas existem em todos os segmentos, mas quando a empresa responde e se dispõe a corrigir o erro, sua reputação ganha mais pontos do que quando ignora ou apaga o comentário. 5. Produza conteúdo de qualidade de maneira consistente A qualidade do conteúdo oferecido aos clientes deve ser compatível com a dos produtos e serviços oferecidos pela empresa. Além da qualidade, é preciso estar atento, também, à frequência e consistência das publicações. Por fim, os conteúdos devem, ainda, incentivar a participação do leitor — afinal, todos gostam de dar sua opinião! 6. Invista em conteúdo em vídeo Os vídeos podem ajudar a marca a ter mais visibilidade — e, consequentemente, engajamento com os posts em redes sociais. Vale a pena dar prioridade às produções curtas, pois as pessoas querem consumir cada vez mais conteúdos rápidos. Se for usá-los no Facebook, lembre-se de fazer o upload dentro da plataforma, pois links externos desfavorecem o alcance (já que o usuário é levado para fora da rede). De forma geral, garantir que o consumidor tenha engajamento com os posts em redes sociais requer que a empresa se relacione com ele. Por isso, é essencial que ela esteja disposta a interagir de forma constante nas redes sociais, começando com o entendimento sobre o público e indo até a atenção plena às suas opiniões. Então, está preparado para aumentar o engajamento redes sociais da sua empresa? Precisa de ajuda para fazer isso da melhor forma possível? Entre em contato com a gente e descubra como podemos ajudá-lo a melhorar seus resultados!

Google Adwords agora é Google Ads: entenda o que mudou

O dinamismo é uma característica marcante do Google, prova disso é que, frequentemente, a empresa lança novas ferramentas, aprimoramentos e inovações. Recentemente, o que nos impactou foram as mudanças na maior ferramenta de publicidade online, o Adwords, que passou a se chamar Google Ads e, evidentemente, trouxe ótimas novidades. De acordo com o próprio Google, tais atualizações foram implantadas em virtude de pedidos dos próprios clientes, isto é, os anunciantes clamaram por facilidades. Como resultado, não apenas o Adwords foi atualizado, mas também outros serviços, como DoubleClick e Analytics 360 Suite. Quer ficar por dentro de como essas importantes ferramentas de publicidade estão funcionando atualmente? Neste artigo fizemos um apanhado das principais novidades. Confira! Google Ads: a evolução do Google Adwords O Google Adwords, desde a sua expansão, foi o serviço top of mind em relação à publicidade online, pois permitia que anúncios fossem exibidos no site de busca mais utilizado no planeta — isso sem mencionar a imensa gama de parcerias, plataformas e ferramentas complementares. Com a mudança para o Google Ads o saudosismo ficará atrelado à opinião do consumidor? Simplesmente, não! Isso porque estamos falando de uma evolução; conceitualmente, a função do Google Ads é a mesma: exibir anúncios condizentes com as pesquisas dos usuários. Além da marca rebatizada, a grande novidade do Google Ads é a modalidade de campanhas para pequenas empresas, conhecida nos Estados Unidos como Smart campaigns (campanhas inteligentes, traduzindo para o nosso português). Assim, o Google Ads busca ajudar pequenos negócios a alcançarem seus principais objetivos, como: receber ligações; trazer consumidores para o estabelecimento; aumentar o tráfego no site; captar leads. Tudo isso com auxílio de tecnologia de machine learning, a qual permite realizar campanhas sem grandes esforços, ou seja, sem perder o foco no core business. Google Marketing Platform: integração de ferramentas e serviços de sucesso Fora o Google Ads e todas as suas melhorias, os profissionais de marketing passaram a contar com o Google Marketing Platform, ferramenta que reúne o DoubleClick e o Analytics 360 Suite em uma única plataforma. Mas qual o real benefício dessa integração? Agora, o profissional tem em mãos uma série de ferramentas para adquirir conhecimento mais profundo sobre os consumidores, o que reflete em melhor planejamento e otimização de campanhas. Outro recurso que está surgindo no Marketing Platform é o Display & Video 360. Segundo o Google, ele “trabalha com trocas de anúncios, provedores de dados de terceiros e outros produtos no pacote de Marketing Digital da Google Marketing Platform, a fim de oferecer um único lugar em que seja possível gerenciar aquisições de mídia e comprar inventário de anúncios em tempo real”. Google Ad Manager: gerenciamento eficiente e simplificado Seguindo exemplo do Google Marketing Platform, o Google Ad Manager foi criado pensando na integração de produtos, mais precisamente o DoubleClick for Publishers e o DoubleClick Ad Exchange, em uma única plataforma programática. O Google Ad Manager foi criado com o objetivo de adequar os serviços de mídia programática à realidade do “novo mundo multitelas/multiplataformas”, facilitando o gerenciamento das campanhas e reformulando o processo de monetização — ou seja, os produtores de conteúdo receberão mais dinheiro. A importância em contar com uma equipe atualizada Todas essas novidades envolvendo o Google Ads são um reflexo de como o Google tem se preocupado em atender às necessidades do consumidor, ao ponto de promover mudanças significativas em ferramentas consolidadas, utilizadas por milhões de clientes. Em função disso, inclusive, a atenção das empresas quanto às atualizações deve ser redobrada. Conseguiu entender o que mudou no Google Ads? Esse tipo de ferramenta recebe constantes modificações para melhorar cada vez mais a experiência do usuário, por isso, é muito importante estar atento para não perder nenhuma novidade. Falando em se manter a par das principais novidades no mundo do marketing, temos uma ótima sugestão para você ficar bem informado: assine a newsletter para receber novos conteúdos em seu e-mail e não perder nada!

Repasse de franquias: Como funciona e quais os cuidados necessários?

Investir em um negócio próprio trata-se de um plano de vida, principalmente para o franqueado que reúne suas economias para se tornar empreendedor. As franquias são ótimas opções para quem busca um negócio consolidado, com experiência no mercado e um vasto know-how para ser transmitido. Entretanto, os planos podem mudar, seja devido um falecimento na família, um problema de saúde ou uma separação matrimonial, existem diferentes motivos que podem levar o franqueado a desistir do negócio. O que leva a uma prática bastante comum neste mercado: o repasse de franquias. Contudo, essa transferência sempre traz muitas dúvidas sobre o que pode e o que não pode ou como realizar. Para saber mais, confira todas as informações que reunimos abaixo: O que é o repasse de franquias? No sistema de franquias, o franqueador e o franqueado estabelecem um acordo com o objetivo de ambos lucrarem, por isso o contrato é definido em um prazo de médio/longo prazo. Mas, essa relação pode ser afetada devido as mudanças que podem acontecer na vida do franqueado, como nos exemplos que citamos anteriormente. Com isso, a única solução entrada é o repasse de franquias. O repasse é muito parecido com a venda de uma empresa em operação, a única diferença é a necessidade de aprovação da franqueadora no processo. Isso acontece porque existe um contrato estabelecido entre as partes e o mesmo precisa ser respeitado. Como deve ser feito? Bom, a resposta para essa pergunta nunca é fácil, porque não existe uma regra geral ou específica sobre este tema, mas o primeiro local que deve ser consultado é o contrato da franquia. Cada rede trata o repasse de forma diferente, o mais comum é que o contrato seja estabelecido com um franqueado específico, escolhido e treinador pelo franqueador, ou seja, não é permitido o repasse sem o consentimento prévio da rede. Realizar a transferência da unidade sem o conhecimento e a permissão da franqueadora é considerado uma grave violação no contrato da franquia, onde o franqueado pode estar sujeito a rescisão do contrato com a cobrança de multas e taxas. Desta forma, quando surgir a necessidade de afastamento ou substituição por outro interessado, procure o franqueador para uma consulta prévia. É importante ressaltar que o possível candidato precisa ser aprovado pela franqueadora, após isso é normal que esse processo traga atrasos na administração da franquia, pois é necessário realizar um novo treinamento com o futuro franqueado, para que possa se capacitar e se tornar apto a gestão do negócio. Por este motivo, é comum que uma nova taxa inicial seja cobrada, ou parte dela, para cobrir os custos do repasse. Cuidados a serem tomados: Estude o contrato assinado juntamente com o franqueador e verifique se há uma cláusula que trata do repasse da franquia. Entre em contato com a rede e questione o processo poderá ser conduzido, e como e quando a franqueadora deverá participar. Separe também toda a documentação referente a franquia, assim quando aparecer um possível interessado ficará mais fácil para ele analisar a proposta e fechar o negócio. Possui alguma outra dúvida sobre franquias e não encontrou a resposta em nenhum lugar? Deixe seu comentário abaixo para que possamos te ajudar! Aproveite e inscreva-se no nosso canal do Youtube, por lá você encontra vários vídeos sobre esse tema. E se preferir, entre em contato conosco e marque uma reunião com um dos nossos consultores e torne-se um franqueado Echosis!

Quais são as vantagens de um e-mail corporativo personalizado?

Ter um e-mail corporativo personalizado não é uma questão de luxo, mas, sim, de uma valiosa estratégia de marketing e, principalmente, de organização. Isso porque a customização do endereço eletrônico com o nome da empresa e respectivos departamentos influencia diretamente na reputação, bem como garante segurança. Já deu para ter uma ideia do que estamos falando, certo? O e-mail corporativo personalizado é um endereço vinculado ao domínio da empresa na web. Por exemplo, se a empresa se chama XYZ e possui um website contendo o mesmo nome, os endereços seguiriam um padrão do tipo “contato@xyz.com” ou “suporte@equipexyz.com”. Gostou de imaginar o e-mail corporativo com a sua marca embutida nele? Então este artigo foi feito para você! Falaremos sobre a influência da personalização em termos de marketing, como obtê-lo para o seu negócio e três benefícios extras. Portanto, continue com a leitura e confira! Saiba como o e-mail personalizado melhora a imagem da empresa Entre tantos impactos positivos que o e-mail corporativo customizado proporciona, a credibilidade é, sem dúvidas, um dos maiores benefícios quando pensamos em resultados. Para melhor compreendermos o poder disso, vamos refletir a partir da suposição a seguir. Sob uma perspectiva de consumidor, vamos imaginar que você tenha se interessado por um serviço e, ao contatar o fornecedor, percebeu que o e-mail é convencional ou pertencente a uma conta pessoal. Em outras palavras, a impressão que fica é de puro amadorismo — mesmo que o serviço em si seja plenamente eficaz. Porém, ao consultar outra empresa que oferece o serviço pelo mesmo preço, é notável a qualidade do atendimento e meios de contato com as credenciais do empreendimento. Graças à ótima impressão transmitida, ela aparenta ser muito maior que o concorrente — ainda que tenham estruturas similares. Diante da situação, podemos presumir que o segundo fornecedor é a opção certa, não é mesmo? Afinal, ele se mostrou mais bem organizado, já que o domínio da empresa no endereço transmitiu segurança. Ou seja, o e-mail corporativo personalizado coloca o negócio em um patamar elevado. Descubra como personalizar o seu e-mail corporativo Há diversas alternativas no mercado para quem deseja criar um e-mail corporativo personalizado ou, até mesmo, migrar a conta utilizada atualmente para um domínio privado. Logo, os custos para isso são competitivos, cabendo a você optar pelo serviço que melhor atende às suas necessidades. Se a ideia é construir um website, você precisará de um domínio próprio para que a empresa não fique associada à marca do provedor (WordPress, Blogspot etc.), tampouco às limitações dos planos gratuitos. Portanto é conveniente que o provedor de e-mail seja o mesmo contratado para o site. Conheça 3 vantagens do e-mail corporativo personalizado Separamos uma breve lista contendo outros benefícios importantes do e-mail corporativo personalizado que vão além da credibilidade. 1. Segurança Diferentemente do e-mail pessoal, o acesso a contas corporativas é restrito a representantes da empresa e acompanhado de perto pelos gestores. Além disso, elas são protegidas pela equipe de especialistas, o que previne os riscos de invasão de terceiros. 2. Organização Suponhamos que a sua empresa tenha 95 funcionários e, portanto, cada um deles precisa de um endereço próprio para realizar a comunicação interna e com os clientes. Sem um e-mail corporativo personalizado, criar essa quantidade de contas no Gmail, por exemplo, está longe de ser uma boa alternativa. Isso porque além de ser inconveniente, a empresa não contará com uma maior segurança na proteção das informações transmitidas por essas contas. Portanto, além de promover a organização, a contratação do domínio específico permite que o controle e gerenciamento dos usuários sejam feitos sem maiores dificuldades. 3. Taxa de abertura As chances de o cliente abrir um e-mail com domínio personalizado são absolutamente maiores, sobretudo se a mensagem eletrônica for o meio utilizado para estabelecer o primeiro contato. Fora esse detalhe, é bem provável que o endereço entre para a lista de spam dos servidores. Percebeu como o e-mail corporativo personalizado acarreta mudanças importantes para as empresas? Se o seu negócio está precisando implementar o recurso, você pode contar com o suporte de uma parceira que entende do assunto! Se você se interessou e quer adquirir um domínio próprio para a sua empresa, entre em contato conosco agora mesmo!

Como a psicologia explica o comportamento das pessoas nas redes sociais?

Quando planejamos uma estratégia de marketing, um dos aspectos elementares é o conhecimento do público. Logo, entender o comportamento das pessoas nas redes sociais é um requisito para que as estratégias e iniciativas de Social Media tenham sucesso. Para isso, muitas empresas dedicam esforços significativos no monitoramento de redes sociais, algo possível graças às ferramentas específicas oferecidas no mercado, bem como no acompanhamento de estatísticas e psicologia — eis o ponto ao qual queríamos chegar. A psicologia tem sido excelente aliada dos profissionais de marketing atentos a insights do público nas redes sociais, contribuindo, principalmente, com estudos realizados por doutores, institutos e universidades no mundo todo. Com intuito de introduzir esse conhecimento para que o aplique em suas estratégias de marketing digital, elencamos três constatações sobre o comportamento do público nas redes sociais. Confira! As imagens têm forte relação com o engajamento Já pensou se os anúncios em outdoor consistissem em mensagens de texto, talvez escritos em fonte Arial ou Times New Roman, como se fossem pedaços de artigos distribuídos nos incontáveis espaços de publicidade? Por melhor que seja o conteúdo publicado nas redes sociais, o que chama a atenção do usuário é a imagem acoplada a ele — não por acaso, uma imagem relevante pode aumentar em até 94% as visualizações de um artigo (MDG Advertising). Além disso, o tempo para o público tirar conclusões sobre alguém a partir da foto inserida no avatar não chega a 40 milésimos de segundo (Association for Psychologial Science – APS). Isso significa que a escolha da imagem é crucial para todas as suas ações nas redes sociais. Para a sua marca alcançar os melhores resultados possíveis é altamente recomendado fazer testes A/B. Como isso funciona? Basicamente, você seleciona duas ou mais fotos (duas versões do avatar, por exemplo) por um período de tempo e, no final, compara o desempenho de ambas. Muito do comportamento das pessoas nas redes sociais se deve às cores Assim como as imagens, as cores influenciam diretamente as pessoas, inclusive quanto ao comportamento nas redes sociais. O fenômeno acontece, segundo Eva Heller (autora do livro “A psicologia das cores”), devido à mistura de sentimentos que uma determinada cor pode transmitir, em consequência do acorde cromático. Em corroboração a isso está o seguinte dado: 85% dos consumidores consideram a cor como a razão primária pela qual adquirem um determinado produto (Quick Sprout). Sabemos, contudo, que as cores têm um papel extremamente importante na construção da marca e mudá-las representaria uma “crise de identidade”. No entanto, ao transmitir uma mensagem ao público, é interessante levar em consideração a psicologia das cores, ou seja, quais emoções ela tende causar. Participação ativa e feedback são cruciais O aspecto de comunidade dentro das redes sociais é uma realidade que não deve ser ignorada. Pessoas consideradas ativas no Facebook, por exemplo, apreciam a participação em comentários porque se sentem conectadas — de acordo com estudos feitos pela Dra. Stephanie Tobin. Ainda segundo o estudo, quando o feedback acontece, o senso de conectividade aumenta, melhorando também o engajamento. Portanto, a nossa dica é que sua marca participe ativamente e dê atenção ao público nos comentários das publicações e lives. Essas constatações nos levam a entender o quanto cada detalhe influencia substancialmente o comportamento nas redes sociais e, consequentemente, as tomadas de decisão dos usuários. Além disso, observar o público e seu comportamento nas redes sociais ajuda a coletar informações que norteiam boas estratégias de marketing — aliás, você já sabe como utilizá-las da melhor maneira? Gostou deste e outros conteúdos publicados no blog? Aproveite para seguir a nossa página no Facebook.

O que é preciso para que o remarketing dê certo em lojas virtuais?

O remarketing é uma das estratégias mais utilizadas por lojas virtuais (e-commerces) com o intuito de fazer o potencial cliente reconsiderar uma eventual compra não concretizada, ou seja, visitantes que deixaram o site em meio a alguma etapa de compra, abandonaram o carrinho ou, simplesmente, frequentam a página do produto assiduamente. Sabendo disso tudo, eis que entra em pauta a questão: como fazer o remarketing funcionar eficientemente na sua loja virtual? Explicamos tudo a seguir. Confira! Como funciona o remarketing? Remarketing é uma ferramenta presente em serviços de publicidade online (Google Adwords, Facebook Ads e outros) que consiste, basicamente, no redirecionamento de anúncios segmentados a usuários que demonstraram interesse em determinado produto, mas deixaram o site sem efetuar a compra. Isso é possível devido à coleta de dados de navegação deixados pelo consumidor (os famosos “cookies”), a qual permite que suas visualizações sejam impressas nos sites parceiros do Google em que o usuário navegar, como os grandes portais de notícias — essa estratégia é conhecida como retargeting. Nesse sentido, definimos o remarketing como uma ferramenta de retargeting do Adwords capaz de incrementar as campanhas por meio de suas funcionalidades exclusivas e todas as vantagens que a parceria com o Google proporciona. O retargeting, por sua vez, é a estratégia em si, desde a coleta de dados por meio do “cookie” até o disparo de anúncios segmentados ao usuário, individualmente. Como fazer remarketing em lojas virtuais? Agora que já aprendemos o básico sobre remarketing e como o recurso funciona, vejamos quatro dicas valiosas para fazê-lo acontecer na prática. 1. Crie listas de segmentação A criação de listas de segmentação é um recurso valioso que os serviços de links patrocinados oferecem, pois, diferentemente do retargeting básico, a loja virtual consegue alcançar públicos específicos para cada tipo de anúncio. Na prática, o Adwords (por exemplo) é integrado ao Google Analytics, principal ferramenta de coleta de dados de navegação do site, de modo que as características do usuário sejam detectadas. Com isso, anúncios personalizados são criados mirando visitantes que: são recorrentes; acessaram seções específicas do site; geraram conversões de meta; concluíram a compra; etc. 2. Faça ajustes no lance Ser estratégico é um requisito importante para o sucesso na campanha de remarketing. Uma amostra do quanto esse fundamento impacta nos resultados é a possibilidade de ajustar os lances do anúncio (processo do Adwords para selecionar os anúncios a serem impressos) conforme as características do consumidor. Por exemplo, ao descobrir a faixa etária, sexo ou região à qual pertence o consumidor, você ganha a oportunidade de aumentar o valor dos lances para expor o anúncio em sites mais propícios e relevantes para a conversão. 3. Mantenha os anúncios atualizados Imagine a situação: você pesquisou um produto que deseja, mas não finalizou a compra. Pouco tempo depois, recebe um anúncio divulgando aquele produto como uma “oferta imperdível”, mas, ao clicar, ele está mais caro ou indisponível. Como você se sentiria? Infelizmente, tais situações são frequentes no remarketing e prejudicam a reputação das empresas que cometem o erro. Para evitar que o mesmo aconteça com sua loja virtual, preste muita atenção na atualização dos anúncios. Sempre que um produto tiver seu preço alterado, verifique, imediatamente, se existe algum anúncio ativado para ele e faça os devidos ajustes. 4. Analise o desempenho das campanhas Um dos maiores benefícios do marketing digital é a possibilidade de modificar as estratégias instantaneamente. No caso do remarketing, é imprescindível mensurar os resultados gerados por cada ação e, a partir dessas informações, trabalhar na otimização dos anúncios. Por exemplo, é comum acontecer de empresas dispararem anúncios que não estabelecem a devida conexão com o consumidor, pois seus conflitos são diferentes do presumido. Ao detectar esse problema, o anunciante estuda mais detidamente as ações daquele usuário para fazer os ajustes necessários — ou recuar, caso não veja potencial de vendas. Aplicando essas dicas, é certo que suas campanhas de remarketing apresentem melhores resultados e, consequentemente, ajudem a aumentar os lucros de sua loja virtual. Lembre-se que você pode contar com uma agência especializada para cumprir essa missão! Quer aprender como potencializar ainda mais as suas vendas? Veja, também, como aproveitar os benefícios do Social Selling em seu negócio!