3 exemplos que mostram que a inteligência artificial já é realidade
Com o fácil acesso do consumidor a recursos tecnológicos de ponta (como os smartphones) e Internet, houve um enorme impacto na maneira como as empresas disponibilizam seus produtos e serviços, fazendo das inovações uma realidade — diversos exemplos de Inteligência Artificial aplicados a negócio, conforme veremos neste artigo, corroboram com a afirmação. Antes de nos atermos às inovações de Inteligência Artificial, que tal passarmos por uma breve definição dessa tecnologia? Bom, também conhecida pelo termo Artificial Intelligence (AI), do inglês, a Inteligência Artificial consiste no uso do computador para automação de tarefas comumente feitas por humanos, dando a ele autonomia para exercê-las. Processos que envolvam atendimento inicial ao consumidor, assessoria acerca de investimentos, segurança da informação e previsões de mercado são alguns exemplos de como as inovações em AI vêm facilitando a vida das empresas — e do consumidor, principalmente. Quer saber como essa realidade pode ser identificada e, até mesmo, implantada em sua empresa? Então, confira os três exemplos de Inteligência Artificial que separamos para você! 1. Atendimento ao cliente O setor de atendimento ao consumidor é um dos mais beneficiados pela Inteligência Artificial, pois a eficiência do chatbot (o robô atendente) assegura que todo e qualquer usuário seja devidamente atendido, seja solucionando a dúvida do cliente de maneira imediata, seja redirecionando-o ao setor competente. Como o chatbot funciona na prática? Quando o usuário acessa o site da empresa e deseja tirar dúvidas ou falar com um representante, haverá um robô de prontidão para respondê-lo por meio do chat. Ao mesmo tempo em que essa funcionalidade agiliza o processo, visto que ele ocorre de imediato, ela valoriza o tempo dos empregados que prestavam o atendimento inicial, permitindo que eles se dediquem a outros processos internos. 2. Serviços financeiros A chegada das FinTechs no mercado financeiro, antes dominado pelas tradicionais instituições bancárias, expandiu as possibilidades do consumidor com inovações incríveis — as quais costumam envolver o uso de Inteligência Artificial. Algumas das principais ocupações dos robôs nos serviços das FinTechs estão em: análise e aprovação de crédito; monitoramento de comportamento em relação ao consumo do dinheiro; assistência para aplicações em mercados de investimento; entre outras funções desempenhadas a partir do processamento de dados. 3. Marketing É possível fazer marketing por meio da Inteligência Artificial? Certamente, é o campo em que a tecnologia vem impactando mais significativamente na experiência do usuário com a Internet. Não por acaso, 20% das organizações do ramo investiram consideravelmente em Inteligência Artificial (McKinsey Global Institute). Isso acontece porque a Inteligência Artificial pode ser aplicada de várias formas, como em campanhas de links patrocinados, retargeting, captação de leads, além dos próprios chatbots e reconhecedores de voz e imagem, abordados no início do artigo. Um dos exemplos de Inteligência Artificial mais comuns na atualidade é o motor de recomendação usado, principalmente, por empresas, como Netflix (indicação de filmes, séries e documentários adequados às preferências do cliente), Amazon (mesmo propósito da anterior, com adição da recomendação de livros) e Spotify (que leva em consideração o gosto musical). A aplicação dos exemplos de Inteligência Artificial mencionados no artigo por parte das empresas está em constante crescimento e, com isso, os requisitos para manter a competitividade no mercado mudam. Logo, investir em tecnologia e inovação é um passo importante para aproveitar as oportunidades — consulte um especialista para saber o que se pode implantar em seu negócio! Curtindo os conteúdos do blog? Lembre-se de que pode recebê-los diretamente em seu e-mail ao assinar a nossa newsletter. É fácil e muito, mas muito rápido!
Afinal, como é fazer marketing digital realmente na prática?

A sua empresa sabe como fazer marketing digital? Embora o conceito pareça simples — fazer marketing pela Internet —, inúmeros equívocos são praticados por quem ainda é novato no ramo, principalmente quando as mídias sociais entram em questão. O primeiro paradigma a ser quebrado é a ideia de que fazer marketing digital se limita a gerir as redes sociais, ou que práticas contraindicadas — as chamadas estratégias black hat — fazem parte das campanhas. A amplitude do conceito, bem como a ética atrelada nele, não permite que o encaremos dessa forma. Logo, o que devemos ter em mente quando falamos em estratégias de marketing digital? São várias coisas! Alguns exemplos: produção de conteúdos; otimização para motores de busca (SEO); links patrocinados; Email Marketing; gestão de leads; entre outras. Vamos expandir o seu pensamento acerca do assunto? Neste artigo, elencamos quatro estratégias básicas, mas que comprovam o poder do marketing digital para alavancar a sua marca na Web. Confira! Search Engine Optimization (SEO) No marketing digital, trabalhamos com diferentes tipos de tráfego (pago, direto, social etc.) para o site corporativo, sendo o tráfego orgânico um dos mais importantes. Ele consiste em visitas sem custos diretos, geradas a partir de sites de busca — Google, Bing, Yahoo, entre outros. O sucesso com essa estratégia, no entanto, requer uma série de adaptações aplicadas ao site, as quais são conhecidas como técnicas de otimização para motores de busca (Search Engine Optimization – SEO). Por meio delas é possível manter o site bem posicionado no buscador, ou seja, fazê-lo aparecer na primeira página, resultando em mais chances de ser encontrado. Logo, todos os elementos da sua página devem obedecer às melhores práticas acerca de: escaneabilidade de texto, HTML, layout, hyperlinks, imagens, entre outros requisitos do serviço de busca em questão. Marketing de Conteúdo O Marketing de Conteúdo é uma das principais táticas de marketing digital, pois ela atende aos objetivos de atração e, também, complementa outras estratégias relevantes, como SEO, nutrição de leads, Email Marketing, social media etc. Simplesmente, o conteúdo é essencial para que essas e outras atividades funcionem. Mas que tipos de conteúdos podem ser produzidos no marketing digital? Temos vários exemplos de grande potencial, como: infográficos (importante gerador de backlinks e compartilhamentos); ebooks (essenciais para captação de leads); artigos para blog (a base para estratégias de SEO); além de webinars, vídeos, podcasts e muito mais! Email Marketing Quando as estratégias de marketing digital começam a funcionar, a empresa consegue atrair um número considerável de leads para compor a lista de contatos — endereços de email, geralmente. Logo, ela se depara com uma excelente oportunidade de promover ações de disparar mensagens segmentadas para estimular as conversões (o que chamamos “Email Marketing”). As campanhas de Email Marketing servem para manter o processo de educação dos leads, de modo que eles sejam nutridos com conteúdos pertinentes e, assim, passem por cada etapa de funil. Links patrocinados Os links patrocinados são representados por serviços de publicidade online, como Google Adwords e Facebook Ads, que consistem na criação de anúncios que vão de encontro ao interesse do usuário que está navegando nas respectivas plataformas. Vamos supor que você tenha pesquisado por “tênis de corrida” no Google. Quando exibida a tela de resultados, é certo que uma série de anúncios (feitos por e-commerces) surgirá à sua frente com ofertas correspondentes ao tipo de produto que está buscando. Como os serviços são pagos, o anunciante, na maior parte dos casos, paga pelo clique que o anúncio gerou. Em compensação, a oferta será exposta em setores privilegiados da página, acima dos resultados orgânicos, aumentando (e muito) as chances de visualização. Vale frisar que fazer marketing digital envolve a frequente (e constante) mensuração de resultados para o desenvolvimento das campanhas. Portanto, lembre-se de selecionar as métricas mais relevantes e que ajudem a identificar os ajustes necessários. Caso a sua empresa precise de ajuda para planejar e executar ações de marketing digital, saiba que ela pode contar com a assessoria da Echosis, agência especializada nas soluções que seu negócio demanda. Fale com um de nossos consultores!
Métricas de marketing digital: 5 indicadores vitais para acompanhar

As métricas de marketing digital são elementos essenciais para o acompanhamento de uma campanha. Elas nos proporcionam, por exemplo, uma das maiores vantagens do marketing online: saber, precisamente, a efetividade de cada estratégia. Isso significa que a quantidade de indicadores utilizada favorece a mensuração de resultados e, consequentemente, a otimização das campanhas? Bem, tudo depende da qualidade e utilidade dos indicadores em questão. Por isso, cuidados com as métricas de vaidade são necessários. Métricas de vaidade nada mais são do que indicadores irrelevantes em termos práticos. Um perfeito exemplo disso é o alto índice de curtidas nos posts de Facebook, geralmente dissonante do número de visitas ao site oficial gerado pela publicação. Likes são legais e empolgantes, mas, muitas vezes, são ilusórios. Pensando em ajudá-lo a trabalhar com métricas de marketing digital mais eficientes, listamos, abaixo, cinco indicadores extremamente úteis para determinar a qualidade de suas campanhas. Vamos a eles? 1. Retorno sobre investimento Mais conhecido pelo acrônimo ROI (Return on Investment, do inglês), o retorno sobre investimento consiste em calcular a porcentagem de lucro dos esforços financeiros de marketing. Por exemplo, quanto a empresa recebeu em vista de quanto investiu? A fórmula para encontrar a resposta é: ROI = receita gerada – custo de investimento / custo de investimento O que faz do ROI uma das mais importantes métricas de marketing digital é a possibilidade de entendermos, por meio do cálculo, quais ações de marketing estão gerando bons e maus resultados. É, basicamente, o ponto de partida para otimizar as estratégias. 2. Taxa de conversão Uma conversão se caracteriza pelo cumprimento de etapas que aproximam o lead das compras, como: assinatura de newsletter, respostas positivas em telefonemas, download de materiais fornecidos pela empresa, teste do produto ou serviço, consumo de conteúdos do blog etc. A alta taxa de conversão indica não apenas que o lead está prestes a se tornar um cliente, mas, também, que as ações planejadas pelo time de marketing estão surtindo efeito nas campanhas. Por outro lado, a taxa negativa é um alerta para que melhorias sejam feitas. 3. Quantidade de avaliações Contanto que sua empresa venda produtos ou serviços que possibilitem a oferta de avaliação gratuita, a quantidade de solicitações é uma métrica de marketing digital crucial para avaliar o desempenho de marketing. Por que ela é tão importante? Porque, de certa forma, a inscrição para avaliação completa a missão do time de marketing — que convenceu o lead de que o produto solucionará seus conflitos. A conversão de venda ocorrerá mediante o grau de satisfação do lead, algo que depende da qualidade do produto em si. 4. Tráfego do site O tráfego do site é uma métrica bastante simples, afinal, basta colocarmos um site no ar para adquirirmos o anseio em saber quantas pessoas o visualizaram. Todavia, ela continua sendo um excelente indicador de sucesso (ou fracasso) de uma estratégia de marketing. Ao analisarmos o tráfego mais detidamente, explorando a sua origem (orgânico, redes sociais, links patrocinados, acesso direto, backlinks etc.) e o tempo gasto no site, chegaremos aos fatores que estão influenciando diretamente no desempenho. 5. Ticket médio Quanto gasta cada cliente com produtos e serviços oferecidos por sua empresa? Entender a receita gerada acerca do consumo é interessante para que saibamos onde investir os próximos esforços de marketing e, também, descobrir o lucro gerado por cada consumidor. O propósito do ticket médio é, justamente, fornecer essas informações. Para encontrar o ticket médio (valor médio consumido pelo cliente), basta dividirmos a receita mensal pelo respectivo número de clientes (Ticket médio mensal = receita mensal / quantidade de clientes no mês). Frisando que os indicadores mencionados são uma pequena parcela de todas as métricas de marketing digital cuja utilidade é equiparável, como: taxa de abertura de emails, quantidade de comentários, ciclo de vida do cliente, custo por lead, entre outras — que podemos abordar em outra oportunidade. Já pensou no que fazer caso as métricas de marketing digital apontem muitos aspectos negativos? Aproveite para aprender como construir (ou reconstruir) as suas estratégias de marketing digital!
5 dúvidas comuns sobre o contrato da franquia (respondidas)

No início dos anos 90 o sistema de franquias passou por um crescimento acelerado, mas de forma desorganizada. Por este motivo foi necessário a criação da lei 8.955/94, também conhecida por lei de franquias. A partir dessa legislação, tornou-se obrigatório, além do regimento da lei, o cumprimento da Circular de Oferta de Franquia ou COF. Esse documento é fundamental para o contrato da franquia e deve ser estudado com atenção antes de levar sua assinatura. Ao investir em uma franquia é necessário seguir algumas normas que auxiliam a manter o negócio saudável e que já foram testadas anteriomente. Assim, é comum surgir diversas dúvidas sobre os pontos apresentados pela franqueadora e nos documentos. Abaixo, nós listamos 5 perguntas comuns (respondidas) para te ajudar, confira! Dúvidas comuns sobre o contrato da franquia O que deve conter na COF? Na Circular de Oferta de Franquia constam as principais informações sobre a franquia e aquilo que se deseja do perfil do franqueado. Ela é utilizada para esclarecer ao interessado como funciona o modelo que ele pretende adquirir, quanto para ele analisar se o perfil se encaixa naquilo que a rede espera dele. A COF é um documento fundamental durante a negociação, onde são atualizados os dados sobre novos contratos, rescisões e dos processos judiciais, se houver. Por exemplo, quantas unidades em operação, quantas foram fechadas, termos de confidencialidade e outras. Quais são todos os investimentos e taxas inclusos na abertura da franquia? Provavelmente você já deve ter notado que as franquias possuem valores de investimento diversos, assim é possível encontrar opções tanto para quem possui pouco dinheiro disponível, quanto para quem possui um capital mais elevado. Além do valor do investimento, algumas taxas também estão inclusas, como os royalties e a taxa de propaganda. Essas duas taxas são pagas mensalmente, e os valores podem ser fixos ou variáveis, conforme o contrato da franquia determina. Os royalties recompensam todo o know-how e suporte que a franqueadora presta, e a taxa de propaganda é utilizada para pagar as ações de publicidade da rede como um todo. O que determina a lei sobre os territórios das unidades? De acordo com a Lei das Franquias, a franqueadora deve informar na COF qual será o território de atividade do franqueado e se essa operação será exclusiva ou semi exclusiva. Também, se ele tem direito de preferência para operar outra unidade no mesmo ou em outro território, por exemplo. Ou se pode atuar fora do seu território e em quais condições. Posso transferir minha unidade para outra pessoa? Como funciona? Se demonstrar interesse, o franqueado pode repassar o seu negócio a terceiros, mas é necessário que os candidatos sejam avaliados e aprovados pela franqueadora e, respeitem as regras do sistema. Cada franqueador estabelece as medidas que considera importantes para isso. A lei não determina nenhuma política para essa transferência de franquia, assim fica a critério das partes decidir em comum acordo o destino da unidade aberta. Já sou franqueado de uma rede. Mas posso abrir uma nova unidade de outra marca? Para a abertura de uma nova unidade de outra rede, é preciso considerar as condições de não concorrência mencionadas em contrato e, ainda, analisar o quanto de dedicação a franquia em operação atualmente exige por parte do franqueado, para que ela não acabe comprometida. Se for necessário esforço integral, a abertura de outro negócio pode justificar descumprimento ao contrato. Possui alguma outra dúvida sobre franquias e não encontrou a resposta em nenhum lugar? Deixe seu comentário abaixo para que possamos te ajudar! Aproveite e inscreva-se no nosso canal do Youtube, por lá você encontra vários vídeos sobre esse tema. E se preferir, entre em contato conosco e marque uma reunião com um dos nossos consultores e torne-se um franqueado Echosis!
5 tendências tecnológicas e suas aplicações no marketing digital

Quando falamos em fazer marketing digital é bom termos em mente que as estratégias online, sobretudo com a transformação digital, acompanham a evolução da tecnologia. Logo, é interessante sempre ficarmos atentos às tendências tecnológicas para otimizar os esforços de marketing. Felizmente, hoje existe uma diversidade de ferramentas específicas que ajudam grandemente a estabelecer um relacionamento mais próximo com o cliente e, também, a melhorar o serviço prestado pela empresa na Internet. O seu negócio está precisando investir em novas tecnologias? Então aproveite para conhecer as 5 tendências tecnológicas que podem ser aplicadas em suas campanhas de marketing digital. Vamos começar? 1. Chatbot Uma das áreas que mais tem evoluído nos últimos anos, pelo menos em termos práticos, é a de Inteligência Artificial; a cada dia que passa mais robôs ficam à disposição das empresas para interagir direta ou indiretamente com o público. O chatbot é um grande exemplo de como a tecnologia em questão está sendo executada. Trata-se de um robô que realiza o primeiro atendimento no site, por meio de chat, orientando o consumidor e conduzindo suas ações. Para a equipe interna o chatbot traz excelentes resultados, visto que as atividades corriqueiras de atendimento ficam a cargo do robô, enquanto os colaboradores dedicam o tempo ganho realizando tarefas mais importantes. 2. Big Data A Internet nunca gerou tantos dados como atualmente. São bilhões de dispositivos conectados à web espalhados pelo mundo — o que tende a aumentar com a expansão da Internet das Coisas —, dando origem a informações que podem ser utilizadas pela empresa de várias maneiras. No entanto, o processo de mapeamento, coleta, monitoramento e refinamento dos dados, inicialmente obtidos na forma bruta, requer uso de tecnologia específica. É justamente isso que as ferramentas de Big Data se propõem a fazer. Com o auxílio das tendências tecnológicas voltadas ao Big Data e profissionais especializados, a empresa passa a ter condições de coletar dados extremamente valiosos para o desenvolvimento dos serviços e descobertas relevantes sobre o consumidor. 3. Realidade Virtual Por sua vez, a Realidade Virtual é uma das tendências tecnológicas mais quentes para os próximos anos, pois ela pode ser aplicada em diversos setores do mercado — com destaque para o mercado imobiliário, turístico e gastronômico. Por meio dessa tecnologia, o seu negócio pode criar experiências que facilitam a vida do consumidor, como, por exemplo, disponibilizar tour virtual 360º pelo ambiente que o cliente pretende conhecer, dando um aperitivo das experiências que o aguarda. 4. Lives Com a consolidação do Youtube como maior plataforma de vídeos do planeta e a vasta gama de recursos que ele oferece, a exploração desse serviço é constante. De uns tempos para cá, as lives (transmissões online feitas ao vivo no próprio Youtube) têm sido marca dessa mudança. Para as estratégias de marketing digital, fazer lives é uma oportunidade e tanto para promover conhecimento e, ao mesmo tempo, interagir com o seu público — o que é essencial para construir um bom relacionamento. 5. Automação de Conteúdo A Inteligência Artificial, conforme dissemos no tópico sobre chatbot, está evoluindo em grande escala e suas aplicações no marketing digital vêm crescendo. Um dos mais recentes sinais dessa evolução é a automatização de conteúdos. Mas o que isso significa em termos práticos? Um robô escreve artigos para a empresa? Sim, basicamente é disso que estamos falando! No jornalismo, inclusive, já foram realizados testes em que o computador publicou, automaticamente, conteúdos de 500 palavras em questão de segundos. Vale frisar, contudo, que a automação de conteúdos não conta com os aspectos humanos, como criatividade e estilo, sendo, atualmente, válida para divulgar informações provenientes de relatórios e estatísticas. Percebeu como as tendências tecnológicas podem mudar significativamente no modo como a sua empresa faz marketing digital? O próximo passo, agora, é identificar quais delas são aplicáveis em sua empresa — caso já o tenha feito, sinta-se à vontade para nos contar! Está gostando dos conteúdos do nosso blog? Ótimo! Então que tal receber as novidades diretamente em sua caixa de email para ficar atualizado? Assine a nossa newsletter!
5 tipos de conteúdo essenciais no seu blog corporativo e redes sociais

Com a grande ascensão que vive o Marketing de Conteúdo nos últimos anos, surgem muitas empresas, iniciantes no assunto, com dúvidas diversas quanto aos tipos de conteúdo imprescindíveis para todo e qualquer blog corporativo e / ou redes sociais. Embora as estratégias variem de uma empresa para outra, é inegável que há determinados tipos de conteúdo que seguem por via de regras devido aos respectivos objetivos que eles cumprem; como o aumento nas buscas orgânicas e engajamento nas redes sociais. Por exemplo, para ranquear bem no Google o blog necessita de artigos; se a ideia é gerar backlinks, gerar compartilhamentos no Instagram, entre outras metas de compartilhamento, o ideal é criar infográficos incríveis e relevantes. Percebeu como a estratégia está por trás de tudo? Agora que compreendemos que a questão não é, simplesmente, diversificar o conteúdo por capricho, tampouco se basear num único formato que pareça funcionar melhor, que tal conferirmos as principais alternativas para o seu projeto? Veja, a seguir, 5 tipos de conteúdo que podem ajudá-lo! 1. Vídeos Entre os tipos de conteúdo que fazem sucesso hoje em dia, o vídeo é, sem dúvidas, o formato que mais vem ganhando destaque — muito disso se deve ao Youtube, visto que 99% do público que assiste vídeos online usam a plataforma (Google). Outro insight interessante dessa pesquisa do Google é a constatação de que o brasileiro, em média, passa 15,4 horas por semana assistindo a vídeos na web, ou seja, tem tudo para ultrapassar a TV nos próximos anos. A sua empresa pode aproveitar essa oportunidade de várias maneiras, como: publicar tutoriais em vídeo (screencasts, por exemplo); lives no Youtube, campanhas de publicidade etc. 2. Infográficos Conforme dissemos no início do artigo, os infográficos são os tipos de conteúdo ideais para ampliar o alcance da campanha devido às facilidades e tendências de compartilhamento. Isso acontece porque infográficos podem ser publicados na maioria dos canais, são atrativos visualmente e, sobretudo, ricos em informações. Em termos de SEO o resultado que um bom infográfico pode proporcionar é incrível. Dependendo da qualidade e relevância, as chances de outros sites compartilharem-no são grandes, o que geraria backlinks para o seu blog e melhoraria a autoridade da sua marca. 3. Ebooks Os ebooks são essenciais para a sua estratégia de funil de vendas, afinal, como são materiais ricos e de alta relevância para o público-alvo, eles atraem as assinaturas que o blog tanto precisa. Mas por que isso faz tanta diferença? O conceito de funil de vendas está ligado a educar o Lead até que ele se encontre pronto para interagir com os vendedores da empresa, o que exige que ele passe por uma série de etapas que, em geral, consistem na distribuição de conteúdos segmentados via email (nutrição de Leads). 4. Artigos de “como fazer” Aproveitando que mencionamos a nutrição de leads, vale destacar que artigos do tipo “como fazer” (“how to”, do inglês) são excelentes conteúdos tanto para nutrir seus Leads, quanto para gerar tráfego orgânico no blog. Isso porque as pessoas que usam a Internet para buscar informações são potencialmente interessadas em aprender como fazer algo e, quando uma empresa as ensina, a tendência é de que elas confiem na marca a ponto de segui-la. 5. Podcasts Embora esteja bem longe de ser um formato novo, os podcasts — programas gravados em áudio e distribuídos online, muito parecido com o rádio — fazem bastante sucesso com o público — dependendo de suas características, evidentemente. Por exemplo, muitas pessoas gostam de absorver conteúdo enquanto fazem outras atividades, como quando estão no carro rumo ao trabalho, na rua ou até mesmo em casa. Logo, os podcasts são dos poucos tipos de conteúdo que podem ser executados em segundo plano. Além disso, os podcasts têm grande potencial para melhorar o posicionamento do site no Google, visto que atrai assinantes e, consequentemente, um tráfego bastante sólido formado pelos fãs do blog. Ao incluir em sua estratégia os tipos de conteúdo aqui mencionados, além de ampliar as possibilidades no mundo virtual, o seu negócio conquistará mais autoridade e tráfego qualificado para o site. Então, já sabe por qual dos formatos vai começar? Gostou das dicas? Aproveite para compartilhá-las com os seus amigos nas redes sociais!
Conheça o novo recurso do Instagram Stories: o sticker de perguntas!

Desde o seu lançamento, em 2010, o Instagram apresenta regularmente novos recursos e ferramentas para seus usuários, e nesta semana a rede social lançou um novo sticker de perguntas que pode ser utilizado nos stories. Apesar das outras funções disponíveis, enquete e a barra deslizante de emoji, com essa novidade os seguidores podem interagir de forma simples e direta com os usuários. Para utilizar o sticker de perguntas é simples; ao tirar uma foto ou selecionar um vídeo, o usuário pode incluir o item “perguntas” para criar um campo aberto as perguntas que os seguidores desejarem fazer. Assim, os comentários ficam disponíveis na lista de visualizações da história e podem ser respondidos de forma privada ou em uma nova história. Como usar o sticker de perguntas do Instagram Atualize o seu aplicativo do Instagram no Android ou Iphone (iOS) para a versão 52 ou superior. Após isso, capture uma imagem ou selecione um vídeo no Stories e abra a bandeja de adesivos para a ver a nova opção “perguntas”; O sticker possui um título padrão e um campo aberto para que os usuários façam perguntas livremente. Se desejar, altere o título de acordo com o que deseja responder.Também é possível mudar as cores do recurso antes de publicar; Não há limites para perguntas por usuários, para enviar uma nova questão basta visitar a história novamente e repetir o processo; Para acessar as perguntas é necessário ir até as visualizações da história, lá você encontra uma lista das perguntas feitas e pode escolher entre responder de forma privada, em uma nova história ou excluir a questão; Ao publicar a resposta, os demais seguidores verão o conteúdo como uma história comum, sem saber quem foi o autor da pergunta. Somente quem recebeu a pergunta saberá quem a enviou. Você curtiu essa novidade do Instagram? Aproveite para deixar sua opinião ou dúvida aqui nos comentários! É importante lembrar que as redes sociais tem evoluído rapidamente e apresentado funções relevantes para estratégias de marketing digital. Ainda não faz marketing digital na sua empresa? Fique tranquilo, entre em contato com a Echosis e solicite um orçamento, nós possuímos diferentes soluções para te ajudar!
Você sabe quais as diferenças entre franqueado e revendedor?

Seja porque terminou a faculdade e está em busca de um caminho profissional ou porque está desempregado e deseja se recolocar, são diversos motivos que levam os empreendedores a buscarem a opção de um negócio próprio. De acordo com o relatório desenvolvido pelo Sebrae em parceria com o Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP), um em cada três adultos brasileiros, entre 18 e 64 anos, é empreendedor ou está envolvido na abertura do próprio negócio. Com isso, os empreendedores avaliam a possibilidade de embarcar em um negócio já consolidado, como é o caso das franquias e revendedoras. Mas, afinal, qual é a diferença entre essas duas funções? Como saber é a mais adequada ao seu perfil? Deseja investir em um negócio próprio, mas não consegue diferenciar essas duas funções? Confira, abaixo, as características de cada um deles e descubra qual é a opção ideal para você! Franqueado e revendedor: quais as diferenças? Franqueado No sistema de franquia, o franqueador de uma marca concede a outra pessoa o direito de vender e distribuir seus serviços, sua marca e sua patente. Assim, o franqueado, após o pagamento de algumas taxas, principalmente após a quitação da taxa de franquia, fica responsável pela sua própria unidade e passa a fazer parte de uma rede. Ainda, o franqueado está protegido pela lei 8.955/94, também conhecida como lei de franquias. Através dela são determinadas as obrigações e deveres por parte da franqueadora e do franqueado. Como exemplo temos a Circular de Oferta de Franquia (COF), um documento obrigatório entregue ao candidato a franquia antes da assinatura do contrato. Além disso, ao investir no segmento de franquias, o franqueado recebe todo o know-how do negócio, uma gestão completa com direito ao uso da marca, treinamentos específicos e suporte da franqueadora. Revendedor Como revendedor, o empreendedor fica responsável por apresentar e manter a imagem da empresa. E sua fonte de renda é a partir de comissões ou percentuais da venda, mas não se torna proprietário ou responsável juridicamente pela empresa. As principais diferenças entre eles, é que o revendedor não absorve o know-how do negócio sobre a fabricação dos produtos ou prestação dos serviços. Por este motivo, o valor de investimento neste setor acaba sendo menor do que em franquias. Em relação ao suporte, as franquias costumam ficar disponíveis 24 horas por dia para que os seus franqueados possam contar com ajuda e esclarecer dúvidas sobre clientes, produtos ou gestão. Já como revendedor, o empreendedor precisa tomar decisões por conta própria. No momento de escolha é importante lembrar que tanto a função de franqueado e revendedor possui suas vantagens e desvantagens também. Por isso, para escolher a melhor alternativa, é preciso identificar o próprio perfil e entender qual se enquadra em suas habilidades e em sua disponibilidade. Mas se o seu objetivo principal é se tornar dono do próprio negócio, aproveite para conhecer a Franquia de Marketing Digital Echosis! Entre em contato conosco e marque uma reunião com um de nossos consultores. Venha fazer parte do nosso time e aproveite todas as vantagens do modelo home based.
Como e-commerces podem aproveitar os benefícios do social selling?

Social selling é um conceito que consiste no uso das redes sociais para a construção, fortalecimento e manutenção do relacionamento entre a empresa e seus clientes, o que é fundamental para gerar vendas online. A estratégia representa uma oportunidade e tanto aos e-commerces, visto que as mídias sociais concentram a maior parte da clientela e, de quebra, possibilitam às empresas interagir diretamente com o público e compreendê-lo melhor. Mas do que se difere o social selling das ações comuns de muitas empresas que agem nesses canais? Podemos adiantar que são vastas as diferenças. Para começar, o social selling prevê um bom senso de estratégia, foco na socialização e utilização de ferramentas específicas. Para que você entenda melhor como o social selling funciona, continue a leitura do presente artigo, onde abordaremos o tema mais detidamente, certo? Então vamos lá! O conceito de social selling Embora alguns e-commercers pelo mundo estejam realizando vendas diretamente das redes sociais, tanto é que a equipe do Snapchat vem trabalhando na construção de sua própria plataforma de e-commerce. Porém, quando falamos de social selling, mesmo com a palavra “selling” exposta aos nossos olhos / ouvidos, nós temos o dever de entender o seguinte: as mídias sociais não têm como propósito serem instrumentos de venda. Quem navega pelas páginas sociais está interessado em socializar. No mesmo sentido, quem pretende fazer compras online não procura o Facebook ou Instagram, mas acessa sites de e-commerce ou utiliza serviços de busca e plataformas de anúncio. Com respeito a esse princípio das redes sociais, as estratégias de social selling buscam extrair o máximo de informações e métricas do público disponíveis nos canais e, a partir delas, trabalhar as estratégias de venda — falaremos adiante sobre o funcionamento prático. Integração do social selling às estratégias de marketing digital Uma das peculiaridades de toda rede social é que, ali, o público está sempre publicando suas opiniões, comentando postagens, adicionando hashtags, marcando os amigos, entre outros hábitos que dizem muito sobre a personalidade, interesses, grau de instrução sobre um assunto etc. Levando em conta o valor dessas informações na hora de realizar a venda, a primeira medida que o seu e-commerce deve tomar é planejar estratégias de monitoramento. Ou seja, analisar o comportamento do público-alvo e saber o que ele está falando da sua marca. Para isso, indicamos a utilização de ferramentas específicas para redes sociais, como: Tweetdeck; Seekr; Google Alerts; SEMRush Toolkit; Iconosquare; e RiteTag. Com as informações coletadas das redes sociais junto às do seu CRM, a equipe de marketing terá de classificar os Leads, qualificá-los e repassar, aos vendedores, todos os detalhes relevantes acerca do lead, como num processo de Inbound Sales. Daí em diante, o vendedor desenvolverá sua abordagem em momento preciso, com base nas características, comportamento, conflitos e desejos do lead — lembrando que a venda acontecerá como consequência do relacionamento criado na interação. A importância de analisar os resultados Vale frisar que o sucesso com social media depende muito da mensuração e análise de resultados, pois ela permitirá à equipe compreender as táticas que têm funcionado e o que deve ser otimizado para as próximas campanhas. Por exemplo, qual foi o impacto dos conteúdos no processo de qualificação do lead? Quais informações foram cruciais para que a venda se concretizasse? As publicações geraram mais visualizações? É importante observar tudo o que acontece. Conforme vimos até aqui, o social selling, desde que bem planejado e executado, tem muitos benefícios a oferecer ao seu e-commerce. No entanto, caso não tenha uma equipe experiente para coordenar suas campanhas, recomendamos que consulte uma agência especializada e capacitada para entregar os resultados esperados. Está curtindo nossos conteúdos? Aproveite para conhecer o nosso canal do Youtube e tenha acesso a dicas incríveis por meio de nossos vídeos!
Na prática, por onde começar uma estratégia de marketing digital?

Uma das ferramentas indispensáveis para quem quer divulgar uma empresa é o marketing. Para que a estratégia de marketing digital seja efetiva, entretanto, é preciso saber usar o potencial da ferramenta. Para isso, o primeiro passo é criar um planejamento das ações a serem executadas com os respectivos objetivos. Sem ele, a execução pode ser prejudicada. É essencial, portanto, dedicar um tempo para essa fase para evitar os erros mais recorrentes. Quer saber como se planejar e o que incluir nesse processo? Então, acompanhe o post a seguir e compreenda! Planejamento Antes de começar a planejar, é preciso pesquisar. Essa pesquisa aponta o caminho a ser seguido no planejamento. É preciso, então, considerar o cenário em que sua empresa atua, o desempenho da concorrência e as oportunidades do mercado para poder traçar os objetivos da marca e definir as metas que se quer atingir. Plano de ação Nesta etapa, são escolhidos os canais a serem usados na campanha, a partir dos objetivos estabelecidos no planejamento. Vale, ainda, observar que cada canal tem seu tipo específico de linguagem. O plano de ação pode deixar clara essa diferença e as características de cada meio de comunicação utilizado. É preciso ter em mente que se deve diversificar os canais e o conteúdo de acordo com os benefícios de cada um deles. O Facebook é a maior rede social do mundo e tem ótimo alcance. O Twitter, por sua vez, permite comunicação instantânea e direta com o público. Já o LinkedIn garante visibilidade para parcerias. Persona Definir o perfil do consumidor ideal é essencial. Afinal, é com ele que a empresa precisa falar. Por isso, a marca deve conhecer seus interesses e atuar no sentido de satisfazê-los. Caso contrário, existe chance de que a mensagem não chegue a eles da forma como deveria. Quando a comunicação com esse público é eficiente, a empresa consegue encantar justamente os clientes que têm mais chances de serem fidelizados. O objetivo é justamente direcionar a mensagem àqueles que estão mais propensos a comprar o produto da marca. Cronograma O cronograma é essencial para que seja possível controlar a frequência das atualizações e a distribuição do conteúdo. Ele pode ser feito em forma planilha, mas já existem ferramentas específicas para fazer essa tarefa de forma mais eficiente e eficaz. Ter um critério para a frequência das publicações evitar que se publique muito em um único dia e que, depois, passem vários dias sem qualquer sinal de presença da empresa. É preciso lembrar que há muita informação on-line e o consumidor muitas vezes fica sobrecarregado. Vale, então, considerar os horários e os períodos em que a mensagem tem maior alcance. Monitoramento Todo esse trabalho deve ser monitorado para que seja possível determinar se os resultados esperados estão sendo atingidos. Entre as métricas relevantes a serem consideradas estão: número de visitas ao site; páginas com o maior número de acessos; origem de cada visita; compra dos produtos; quantidade de cadastros preenchidos. A mensuração dos resultados é fundamental para que seja possível calcular o retorno sobre o investimento (Return on Investment – ROI), as taxas de conversão e rejeição e o custo de aquisição de clientes (CAC), entre outros. Esses números ajudam o empreendedor a compreender os resultados da campanha e a fazer os ajustes necessários. De forma geral, essas são as considerações fundamentais a serem feitas ao criar uma estratégia de marketing digital. Esses passos ajudam a criar um planejamento mais consistente das ações da campanha e, então, atuar para atingir os resultados estabelecidos. Precisa de ajuda para definir a sua de forma mais eficiente para ter mais chances de sucesso? Entre em contato com a gente e saiba como podemos ajudá-lo nessa tarefa!
Registro e hospedagem de sites: a solução não é ter o mais barato!

Os serviços de registro e hospedagem de sites são indispensáveis para colocar a sua página no ar e ter presença online. Contudo, com a vasta gama de empresas que oferece tais recursos, é comum nos depararmos com preços distintos, ou seja, fornecedores que cobram pela hospedagem um valor muito abaixo do mercado. Ao se deparar com opções tão baratas, muitos usuários acabam cogitando elas por não verem motivos pra pagar mais caro, como se registro e hospedagem de sites fosse algo simples e que a qualidade não muda significativamente. Mas será que isso é verdade? Contratar uma solução com preço muito abaixo da tabela resolverá os problemas? Na verdade, ao fazer isso, a empresa estará apenas gerando dores de cabeça. Para melhor entendermos, vejamos, a seguir, 4 problemas que a contratação pode acarretar. Suporte técnico de má qualidade Contar com um suporte técnico de excelência é fundamental para garantir o bom funcionamento e estabilidade do site, bem como disponibilizar efetivamente os recursos contratados. Não por acaso, na maioria dos casos, o suporte técnico acaba determinando a qualidade do serviço prestado pelo fornecedor, visto que o departamento estabelece a relação mais próxima com o cliente. Isso acontece porque a equipe de suporte técnico se responsabiliza por resolver problemas cuja solução está fora do alcance de sua empresa, ou seja, a recuperação do serviço após uma eventual falha dependerá desses especialistas. Supondo que o suporte técnico do provedor seja ruim. Em outras palavras, você não será atendido rapidamente; o tempo de interrupção será maior; a sua empresa terá prejuízos irreparáveis; as falhas técnicas serão mais recorrentes; os recursos não serão bem aproveitados; entre outras consequências graves. Baixo nível de segurança Mesmo que o preço seja altamente vantajoso, ninguém gosta de comprar gato por lebre, não é mesmo? Se o fornecedor oferece um serviço de hospedagem confiável, eficaz e seguro, é isso que o contratante espera receber. No entanto, é justamente o contrário que acontece. O provedor de qualidade duvidosa cobra menos pelos serviços devido ao fato de não investir em tecnologia e pessoas capacitadas para garantir a segurança do site contra invasores. Um provedor de alta qualidade que trabalha com preços de mercado, sobretudo os mais experientes, dispõe de infraestrutura moderna e sofisticada, além de profissionais de Segurança da Informação devidamente certificados na área. Capacidade e recursos limitados Pagar barato pelo registro de hospedagem do site significa, muitas vezes, adquirir recursos limitados, diferentemente de quando o serviço é fornecido pelas melhores empresas. Mas o quanto isso faz diferença? Se a ideia é criar um site vazio em termos de funcionalidade, como um blog pessoal e minimalista, decerto ele não será significativamente afetado. Porém, estamos falando da página oficial da sua empresa. Imaginemos que o seu plano seja construir um site otimizado para gerar tráfego e conte com várias funcionalidades; quanto mais complexo ele for, maior deverá ser a capacidade de armazenamento do provedor. Logo, um plano que oferece pouco espaço em disco impossibilita o site de funcionar adequadamente. Satisfação não garantida Somente quem vende qualidade está disposto a garantir a satisfação do cliente, concorda? Contratar o serviço mais barato implica, muitas vezes, na perda de dinheiro, pois, caso o contratante não tenha gostado do serviço e solicite seu cancelamento, o fornecedor não devolve o dinheiro. A maioria dos serviços de registro e hospedagem de sites qualificados oferece não apenas a opção de testes, mas, também, a responsabilidade — em termos legais — de entregar o nível de serviço contratado, ou seja, desde que o contratante saiba o que está comprando, ele dificilmente ficará insatisfeito. É por essas e outras razões que o registro e hospedagem de sites devem ser feitos junto a um fornecedor confiável, experiente e disposto a estabelecer uma relação de parceria com o seu negócio. Nós, da Echosis, estamos dispostos a ajudar sua empresa a crescer, portanto, oferecemos serviços de hospedagem com alto desempenho e confiabilidade, tudo para garantir que a sua empresa construa um site / blog de ponta! Clique aqui e preencha o formulário para saber mais informações. Entraremos em contato assim que possível.
Conheça 3 tipos de franquias e como escolher o modelo ideal

Para quem sonha em investir em um negócio próprio e pensa em optar por uma franquia, de acordo com dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF), somente no primeiro trimestre de 2018 o mercado de franquias registrou um crescimento de 5,1%, comparado ao mesmo período do ano anterior. Desta forma, o mercado permanece aquecido e com diversas oportunidades para quem deseja entrar no mundo do empreendedorismo. Mas, o que poucos sabem é que existem diferentes tipos de franquias disponíveis e conhecer melhor cada uma delas poderá ajudar no momento de escolha. Dentre os diversos benefícios proporcionados por este modelo de negócio, o principal é poder utilizar a base de uma empresa de sucesso no mercado. Ou seja, o empreendedor não partirá do zero. Assim, a unidade desenvolvida irá utilizar a imagem, as estratégias de marketing e o conhecimento dos potenciais clientes a respeito do negócio. Para saber quais são os tipos de franquias disponíveis, confira todas as informações abaixo! É importante lembrar que, independentemente, do tipo de franquia que for escolhido pelo franqueado, para alcançar o sucesso nos negócios é necessário muita dedicação e conhecimento sobre o segmento de sua preferência. Franquia Individual No modelo de franquia individual, cada unidade é gerida por um contrato específico, isto é, um franqueado pode possuir mais de uma unidade da mesma rede, mas cada uma delas terá um contrato específico. Esse é o modelo mais comum disponível. Ainda, a franquia individual não permite que seja instalado ou operado no mesmo ponto comercial outra modalidade de negócio. Desta forma, não é possível dividir espaço com outras marcas. Como exemplo dessa modalidade temos cafeterias, lojas de calçados, livrarias e outros. Franquia de conversão O modelo de conversão é ideal para empreendedores que já possuem um negócio e desejam convertê-lo para franquia. Ao realizar essa transformação, o empreendedor pode aproveitar todas as vantagens oferecidas pela rede. Como os padrões de negócio, o potencial da marca e as pesquisas já desenvolvidas. Por exemplo, se o dono de uma lavanderia estiver tendo dificuldades em competir com a concorrência, ele pode optar por se tornar franqueado de uma marca já consolidada. Desta forma, ele poderá usufruir do conhecimento já existente no mercado e das estratégias de marketing para impulsionar suas vendas. Minifranquia A opção de minifranquia permite a formação de pequenas unidades dentro de outras lojas, normalmente em hipermercados ou conveniências. Por serem muito pequenas, necessitam que uma loja maior da rede realize o seu abastecimento. As minifranquias, geralmente, são limitadas aos franqueados que já possuem uma unidade da rede. O que avaliar ao escolher o seu tipo de franquia Além desses tipos de franquias, existem diversos segmentos diferentes como alimentação, prestação de serviços, comunicação e outros, para que você possa escolher. E o primeiro ponto que você deve levar em consideração é, busque por um modelo de negócio que você gosta e que se encaixa no seu perfil. Caso contrário, o risco de frustração e até mesmo de insucesso com a atividade acaba se tornando alto. É fundamental, também, que o empreendedor tenha boas noções de gestão de pessoas, finanças e marketing. Afinal, apesar de poder utilizar o apoio e com o suporte do franqueador, uma franquia é um negócio que, como qualquer empreendimento, possui vários desafios a serem superados. Ainda não sabe por qual modelo ou segmento de franquia optar? Que tal conhecer um pouco mais sobre a Echosis? Entre em contato conosco e marque uma reunião com um de nossos consultores. Torne-se um de nossos franqueados e aproveite todas as vantagens do nosso modelo de negócio.
Não ignore a força dos micro-momentos no marketing digital

Os micro-momentos são ações do consumidor que evidenciam o seu potencial interesse em informações que, em curto ou médio espaço de tempo, podem conduzi-lo à compra de produtos ou serviços oferecidos pela empresa. A adoção desse conceito — bem como sua aplicação — ganhou força após o boom dos smartphones na vida do consumidor. Diferentemente de poucos anos atrás, quando a Internet era explorada em sua plenitude somente via desktop e laptop, hoje a informação está em nossas mãos o tempo todo. Na medida em que as praticidades aumentam, o imediatismo tem seus limites reduzidos e, com isso, cresce a necessidade de satisfação instantânea, ou seja, conseguir o que quer em um determinado momento — cabendo às marcas se esforçarem para entregar a desejada experiência do usuário. Agora que entendemos um pouco sobre a origem dos micro-momentos, falaremos mais detidamente sobre: como o Google vem encarando essa recente realidade e qual a influência no posicionamento da marca. Vamos começar? A importância dos micro-momentos para o Google Nos últimos anos, o Google tem observado diversas mudanças nos hábitos do consumidor, sobretudo quanto a sua jornada de compra, desde quando o smartphone se consolidou como uma das principais ferramentas para uso da Internet. Os micro-momentos representam os principais reflexos dessa transformação, afinal, enquanto conversamos por meio de aplicativos, podemos fazer pesquisas na Web, instalar novos apps, assistir vídeos e muito mais. Essa experiência fragmentada concebe momentos nas quais as empresas, por meio do marketing, podem influenciar positivamente. O Google determinou a existência de quatro tipos de micro-momentos, conforme veremos abaixo. Os 4 tipos de micro-momentos De acordo com o Google, existem momentos em que desejamos saber, fazer, ir e comprar. Ou seja, a sua empresa deve focar não apenas nas vendas, mas em como participar de outras experiências envolvendo o público-alvo. Para melhor compreendermos, vejamos em breves detalhes os tipos de micro-momento. Momento “Eu quero saber” Não é de agora que a Internet tem sido a principal fonte de conhecimento. Porém, graças à mobilidade, aumenta o número de pessoas que buscam saber mais coisas em menos tempo, inclusive para aprender sobre o que viu na TV ou algum produto de vitrine. Momento “Eu quero fazer” Seja para fazer algo habitual, como trocar o chuveiro, seja para aprender a criar algo complexo, como desenvolver um software, a todo instante pessoas estão pesquisando pelo famoso “how to” (como fazer) no Google ou YouTube. Momento “Eu quero ir” A tecnologia trouxe consigo as ferramentas de geolocalização, as quais permitem ao usuário encontrar o que deseja sempre que precisar. Quer um exemplo típico? Pesquisas por restaurantes próximos, delivery de pizzas, trajetos para chegar mais rápido etc. Momento “Eu quero comprar” Diversos micro-momentos envolvendo decisão de compra estão acontecendo neste instante. Isso porque as pessoas conseguem, em questão de poucos minutos, pesquisar as informações que deseja saber acerca do produto antes de adquiri-lo. Sabendo da existência desses micro-momentos, decerto você quer entender como eles influenciam no posicionamento da marca, certo? Então vamos à explicação! A influência dos micro-momentos no posicionamento da marca Conhecer os hábitos e costumes do cliente é o ponto chave para fortalecer a marca online. A empresa que compreende os micro-momentos e a partir desse conhecimento aumenta sua relevância na vida do consumidor, está, sem dúvidas, na frente da concorrência. O segredo está em aproveitar as pesquisas do target e, no mesmo instante, oferecer a ele o que procura — mesmo que ele queira apenas obter algumas informações. Fazendo isso, mesmo que a venda não aconteça na hora, a sua marca constrói autoridade, assegurando um maior crescimento futuro. Concluindo, os micro-momentos estão atrelados aos nossos hábitos de compra atualmente, de modo que as empresas tenham de olhar cada movimento do target como uma verdadeira oportunidade de impactar em sua experiência positivamente e, assim, adquirir valiosa vantagem competitiva. Tudo o que falamos sobre micro-momentos foi útil pra você? Então aproveite o momento para assinar a nossa newsletter e receber os próximos conteúdos em seu e-mail!
Vídeos do Facebook e Instagram? Veja a nova atualização do WhatsApp

Se a sua empresa costuma produzir vídeos de Facebook e Instagram para fazer marketing digital, saiba que a nova atualização do WhatsApp, disponível desde maio de 2018 para o sistema operacional iOS (presente no iPhone, da Apple), traz um verdadeiro plus às suas estratégias online! Com objetivo de otimizar a experiência de vídeo no aplicativo, agora a mais recente versão do WhatsApp está integrada ao Facebook e Instagram, duas das melhores plataformas sociais para compartilhamento de vídeos. Mas o que mudou exatamente? Que tipo de vantagem a sua equipe de marketing pode extrair das novas funcionalidades? Como a nova atualização do WhatsApp reflete na experiência do usuário? Decerto essas são algumas dúvidas frequentes. Pensando nisso, explicaremos a você como funciona a atualização e, também, de que maneira ela ajudará o seu negócio a vender mais. Vamos começar? Como funciona a nova atualização do WhatsApp? Antes da nova atualização do WhatsApp vigorar, o usuário precisava ser redirecionado para visualizar um vídeo proveniente das mídias sociais. Com os links do Youtube o procedimento era o mesmo até que um update permitiu a execução a partir do próprio WhatsApp. A mesma funcionalidade foi agora aplicada às redes sociais, mais precisamente Facebook e Instagram, portanto não há necessidade de acessar uma conta, nem mesmo deixar a tela do seu WhatsApp; os vídeos são reproduzidos como se fossem nativos do app. No entanto, caso o usuário queira ser redirecionado ao perfil social para visualizar, compartilhar e dar o like no conteúdo, ele apenas dará um duplo clique no vídeo para continuar sua navegação na plataforma em que o arquivo está hospedado. Quais são os benefícios para o seu negócio? Sem dúvidas a nova atualização do WhatsApp promete, num futuro bem próximo, agregar nas ações de marketing feitas no aplicativo. Vejamos, a seguir, 3 notáveis benefícios da integração com Facebook e Instagram. Interação com o cliente Por mais que os vídeos estejam hospedados numa plataforma de mídia social, a empresa terá a oportunidade de enviá-los ao público com grandes chances de serem visualizados e, de quebra, poderá receber um contato imediato com o time de vendas. Praticidade para visualização Considerando que o público conseguirá assistir aos vídeos no próprio WhatsApp, inclusive deslocando o player para as laterais da tela, sem que suas conversas tenham de ser interrompidas, não há dúvidas de que ele se sentirá estimulado a abri-los. Alcance das campanhas As suas campanhas de vídeo marketing alcançarão um número maior de pessoas, afinal o alvo não precisará, necessariamente, ser um usuário das redes sociais para assistir aos vídeos. Já pensou em quantos clientes estão distantes das redes sociais? Como o recurso impactará nas estratégias de marketing? A integração com duas das principais mídias sociais será providencial à vasta quantidade de empresas que investem em marketing digital e Social Selling — isto é, uso das redes sociais com objetivo de angariar clientes. Isso porque a execução de vídeos provenientes de outras plataformas livre de redirecionamentos, ou seja, executados no próprio WhatsApp, facilitará o compartilhamento e a visualização, de modo que as conversões se concretizem rapidamente. É fundamental, contudo, se atentar à produção dos vídeos que serão enviados via WhatsApp, pois estes deverão transmitir todas as informações que sua empresa quer passar ao cliente respeitando a uma série de aspectos atrelados à usabilidade do app. Por exemplo, os vídeos serão assistidos em smartphones e tablets, possivelmente. Sendo assim, é preciso garantir que a visualização adequada para telas portáteis, o formato seja leve em termos de consumo de dados e, portanto, tenha curta duração. Aliás, tudo isso deve ser feito sem desconsiderar o público que visualizará o conteúdo nas outras plataformas. Nesse sentido, é imprescindível contar com uma equipe bem preparada ou agência especializada. Concluindo, vale frisar que a nova atualização do WhatsApp, ao que tudo indica, precede uma série de novidades que tendem a fazer sucesso entre os usuários e proporcionar experiências mais ricas — sobretudo com a expansão do 4G no Brasil. Gostou das novas? Lembre-se de compartilhar o conteúdo com sua rede de contatos nas redes sociais!
Marketing nas redes sociais: quais serão as tendências do futuro?

Saber fazer marketing nas redes sociais é hoje uma necessidade. Essa é uma área que está em constante mudança, já que todos os dias surgem novas tecnologias e conceitos. Por isso, para sair na frente, é essencial estar sempre de olho nas tendências do segmento. Preocupar-se com os fundamentos do marketing e da comunicação, a construção da marca, a necessidade de ter uma base de prospects, leads e clientes e, claro, em atender e se relacionar bem com o cliente é fundamental em qualquer cenário. Além disso, porém, acompanhar as tendências faz toda a diferença. No Brasil, 78% dos usuários de internet estão em uma rede social segundo levantamento do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br). Na pesquisa Social Media Trends 2018, 47,1% dos 452 usuários de redes sociais entrevistados disseram preferir o Instagram. O Facebook fica em segundo lugar, com 29,6%. O Instagram é o preferido das mulheres (52,9% contra 41,6% de homens). Já o Facebook tem 29,8% de adeptas mulheres e 30% de preferência masculina. Em terceiro lugar, o YouTube é escolhido majoritariamente pelos homens: são 12,8%, em comparação com os 4,4% de preferência feminina. Para ter sucesso, então, é essencial saber o que é tendência em termos de comportamento nas redes sociais, consumo de conteúdo, preferência de mídia e assim por diante. Neste post, apresentamos algumas das tendências que devem permear as decisões daqui para a frente. Quer conhecê-las? Acompanhe a seguir! Engajamento entre marcas e consumidores Administrar a comunidade de forma a melhorar a interação da marca com os clientes é crucial para empresas de todos os segmentos. Para isso, é preciso estudar a persona, identificar grupos e oferecer conteúdo exclusivo. Essa é uma tendência importante que pode revolucionar esse relacionamento. Afinal, é nesses espaços que a marca pode responder dúvidas, mostrar novidades, encontrar influenciadores, acompanhar os conteúdos produzidos pelos clientes e pedir feedback a eles em tempo real. Isso ajuda a ganhar a confiança deles e estabelecer um relacionamento saudável. Melhora na comunicação a partir do social listening Saber o que falam da empresa nas redes sociais é essencial para melhorar a comunicação com a clientela. O social listening consiste em avaliar as menções da marca e da concorrência nas redes sociais (principalmente no Facebook, no Instagram e no Twitter) para saber quais são as tendências da área de atuação da companhia. A partir disso, é possível montar estratégias de marketing e vendas alinhadas com as necessidades e as expectativas do consumidor. Isso, além de melhorar o atendimento, permite acesso a leads qualificados (que podem se tornar clientes) e ajuda a avaliar a concorrência e quais são seus pontos fortes e fracos. Crescimento do conteúdo em vídeo A produção de vídeos é essencial na composição do mix de conteúdos da empresa. Com eles, é possível capitalizar quando o usuário faz uma pausa para ver um material interessante em vídeo enquanto desliza o feed de notícias. Só que não basta criá-los. É preciso que a produção possa ser adaptada para cada canal de forma a garantir o máximo de exposição. Nesse processo, é essencial entender que cada rede social tem sua própria dinâmica de interação e é a empresa que deve se adaptar ao cliente, não o contrário. Uso de realidade virtual Os ares são futuristas, mas a verdade é que a realidade virtual já é realidade para muitas empresas. Com ela, a companhia pode proporcionar ao potencial cliente uma aproximação mais real do produto, o que aumenta as chances de ele ter interesse em adquiri-lo. Isso porque essa tecnologia torna um cenário desenvolvido em computador mais real para o consumidor. Um exemplo conhecido são os videogames: o jogador assume o controle do personagem em um espaço virtual e tem emoções e sentimentos mais intensos do que nos jogos comuns. É hora, então, de observar de perto essas tendências de marketing nas redes sociais e, na medida do possível, colocar a mão na massa para adotá-las na prática. Isso vai fazer sua empresa se destacar em seu nicho de mercado. Já que está aqui no blog, quer aproveitar para conhecer dicas importantes para ajudar sua empresa a ter mais presença online? Clique para ter acesso ao post e boa leitura!