Métricas de marketing digital: 5 indicadores vitais para acompanhar

As métricas de marketing digital são elementos essenciais para o acompanhamento de uma campanha. Elas nos proporcionam, por exemplo, uma das maiores vantagens do marketing online: saber, precisamente, a efetividade de cada estratégia. Isso significa que a quantidade de indicadores utilizada favorece a mensuração de resultados e, consequentemente, a otimização das campanhas? Bem, tudo depende da qualidade e utilidade dos indicadores em questão. Por isso, cuidados com as métricas de vaidade são necessários. Métricas de vaidade nada mais são do que indicadores irrelevantes em termos práticos. Um perfeito exemplo disso é o alto índice de curtidas nos posts de Facebook, geralmente dissonante do número de visitas ao site oficial gerado pela publicação. Likes são legais e empolgantes, mas, muitas vezes, são ilusórios. Pensando em ajudá-lo a trabalhar com métricas de marketing digital mais eficientes, listamos, abaixo, cinco indicadores extremamente úteis para determinar a qualidade de suas campanhas. Vamos a eles? 1. Retorno sobre investimento Mais conhecido pelo acrônimo ROI (Return on Investment, do inglês), o retorno sobre investimento consiste em calcular a porcentagem de lucro dos esforços financeiros de marketing. Por exemplo, quanto a empresa recebeu em vista de quanto investiu? A fórmula para encontrar a resposta é: ROI = receita gerada – custo de investimento / custo de investimento O que faz do ROI uma das mais importantes métricas de marketing digital é a possibilidade de entendermos, por meio do cálculo, quais ações de marketing estão gerando bons e maus resultados. É, basicamente, o ponto de partida para otimizar as estratégias. 2. Taxa de conversão Uma conversão se caracteriza pelo cumprimento de etapas que aproximam o lead das compras, como: assinatura de newsletter, respostas positivas em telefonemas, download de materiais fornecidos pela empresa, teste do produto ou serviço, consumo de conteúdos do blog etc. A alta taxa de conversão indica não apenas que o lead está prestes a se tornar um cliente, mas, também, que as ações planejadas pelo time de marketing estão surtindo efeito nas campanhas. Por outro lado, a taxa negativa é um alerta para que melhorias sejam feitas. 3. Quantidade de avaliações Contanto que sua empresa venda produtos ou serviços que possibilitem a oferta de avaliação gratuita, a quantidade de solicitações é uma métrica de marketing digital crucial para avaliar o desempenho de marketing. Por que ela é tão importante? Porque, de certa forma, a inscrição para avaliação completa a missão do time de marketing — que convenceu o lead de que o produto solucionará seus conflitos. A conversão de venda ocorrerá mediante o grau de satisfação do lead, algo que depende da qualidade do produto em si. 4. Tráfego do site O tráfego do site é uma métrica bastante simples, afinal, basta colocarmos um site no ar para adquirirmos o anseio em saber quantas pessoas o visualizaram. Todavia, ela continua sendo um excelente indicador de sucesso (ou fracasso) de uma estratégia de marketing. Ao analisarmos o tráfego mais detidamente, explorando a sua origem (orgânico, redes sociais, links patrocinados, acesso direto, backlinks etc.) e o tempo gasto no site, chegaremos aos fatores que estão influenciando diretamente no desempenho. 5. Ticket médio Quanto gasta cada cliente com produtos e serviços oferecidos por sua empresa? Entender a receita gerada acerca do consumo é interessante para que saibamos onde investir os próximos esforços de marketing e, também, descobrir o lucro gerado por cada consumidor. O propósito do ticket médio é, justamente, fornecer essas informações. Para encontrar o ticket médio (valor médio consumido pelo cliente), basta dividirmos a receita mensal pelo respectivo número de clientes (Ticket médio mensal = receita mensal / quantidade de clientes no mês). Frisando que os indicadores mencionados são uma pequena parcela de todas as métricas de marketing digital cuja utilidade é equiparável, como: taxa de abertura de emails, quantidade de comentários, ciclo de vida do cliente, custo por lead, entre outras — que podemos abordar em outra oportunidade. Já pensou no que fazer caso as métricas de marketing digital apontem muitos aspectos negativos? Aproveite para aprender como construir (ou reconstruir) as suas estratégias de marketing digital!
5 tendências tecnológicas e suas aplicações no marketing digital

Quando falamos em fazer marketing digital é bom termos em mente que as estratégias online, sobretudo com a transformação digital, acompanham a evolução da tecnologia. Logo, é interessante sempre ficarmos atentos às tendências tecnológicas para otimizar os esforços de marketing. Felizmente, hoje existe uma diversidade de ferramentas específicas que ajudam grandemente a estabelecer um relacionamento mais próximo com o cliente e, também, a melhorar o serviço prestado pela empresa na Internet. O seu negócio está precisando investir em novas tecnologias? Então aproveite para conhecer as 5 tendências tecnológicas que podem ser aplicadas em suas campanhas de marketing digital. Vamos começar? 1. Chatbot Uma das áreas que mais tem evoluído nos últimos anos, pelo menos em termos práticos, é a de Inteligência Artificial; a cada dia que passa mais robôs ficam à disposição das empresas para interagir direta ou indiretamente com o público. O chatbot é um grande exemplo de como a tecnologia em questão está sendo executada. Trata-se de um robô que realiza o primeiro atendimento no site, por meio de chat, orientando o consumidor e conduzindo suas ações. Para a equipe interna o chatbot traz excelentes resultados, visto que as atividades corriqueiras de atendimento ficam a cargo do robô, enquanto os colaboradores dedicam o tempo ganho realizando tarefas mais importantes. 2. Big Data A Internet nunca gerou tantos dados como atualmente. São bilhões de dispositivos conectados à web espalhados pelo mundo — o que tende a aumentar com a expansão da Internet das Coisas —, dando origem a informações que podem ser utilizadas pela empresa de várias maneiras. No entanto, o processo de mapeamento, coleta, monitoramento e refinamento dos dados, inicialmente obtidos na forma bruta, requer uso de tecnologia específica. É justamente isso que as ferramentas de Big Data se propõem a fazer. Com o auxílio das tendências tecnológicas voltadas ao Big Data e profissionais especializados, a empresa passa a ter condições de coletar dados extremamente valiosos para o desenvolvimento dos serviços e descobertas relevantes sobre o consumidor. 3. Realidade Virtual Por sua vez, a Realidade Virtual é uma das tendências tecnológicas mais quentes para os próximos anos, pois ela pode ser aplicada em diversos setores do mercado — com destaque para o mercado imobiliário, turístico e gastronômico. Por meio dessa tecnologia, o seu negócio pode criar experiências que facilitam a vida do consumidor, como, por exemplo, disponibilizar tour virtual 360º pelo ambiente que o cliente pretende conhecer, dando um aperitivo das experiências que o aguarda. 4. Lives Com a consolidação do Youtube como maior plataforma de vídeos do planeta e a vasta gama de recursos que ele oferece, a exploração desse serviço é constante. De uns tempos para cá, as lives (transmissões online feitas ao vivo no próprio Youtube) têm sido marca dessa mudança. Para as estratégias de marketing digital, fazer lives é uma oportunidade e tanto para promover conhecimento e, ao mesmo tempo, interagir com o seu público — o que é essencial para construir um bom relacionamento. 5. Automação de Conteúdo A Inteligência Artificial, conforme dissemos no tópico sobre chatbot, está evoluindo em grande escala e suas aplicações no marketing digital vêm crescendo. Um dos mais recentes sinais dessa evolução é a automatização de conteúdos. Mas o que isso significa em termos práticos? Um robô escreve artigos para a empresa? Sim, basicamente é disso que estamos falando! No jornalismo, inclusive, já foram realizados testes em que o computador publicou, automaticamente, conteúdos de 500 palavras em questão de segundos. Vale frisar, contudo, que a automação de conteúdos não conta com os aspectos humanos, como criatividade e estilo, sendo, atualmente, válida para divulgar informações provenientes de relatórios e estatísticas. Percebeu como as tendências tecnológicas podem mudar significativamente no modo como a sua empresa faz marketing digital? O próximo passo, agora, é identificar quais delas são aplicáveis em sua empresa — caso já o tenha feito, sinta-se à vontade para nos contar! Está gostando dos conteúdos do nosso blog? Ótimo! Então que tal receber as novidades diretamente em sua caixa de email para ficar atualizado? Assine a nossa newsletter!
5 tipos de conteúdo essenciais no seu blog corporativo e redes sociais

Com a grande ascensão que vive o Marketing de Conteúdo nos últimos anos, surgem muitas empresas, iniciantes no assunto, com dúvidas diversas quanto aos tipos de conteúdo imprescindíveis para todo e qualquer blog corporativo e / ou redes sociais. Embora as estratégias variem de uma empresa para outra, é inegável que há determinados tipos de conteúdo que seguem por via de regras devido aos respectivos objetivos que eles cumprem; como o aumento nas buscas orgânicas e engajamento nas redes sociais. Por exemplo, para ranquear bem no Google o blog necessita de artigos; se a ideia é gerar backlinks, gerar compartilhamentos no Instagram, entre outras metas de compartilhamento, o ideal é criar infográficos incríveis e relevantes. Percebeu como a estratégia está por trás de tudo? Agora que compreendemos que a questão não é, simplesmente, diversificar o conteúdo por capricho, tampouco se basear num único formato que pareça funcionar melhor, que tal conferirmos as principais alternativas para o seu projeto? Veja, a seguir, 5 tipos de conteúdo que podem ajudá-lo! 1. Vídeos Entre os tipos de conteúdo que fazem sucesso hoje em dia, o vídeo é, sem dúvidas, o formato que mais vem ganhando destaque — muito disso se deve ao Youtube, visto que 99% do público que assiste vídeos online usam a plataforma (Google). Outro insight interessante dessa pesquisa do Google é a constatação de que o brasileiro, em média, passa 15,4 horas por semana assistindo a vídeos na web, ou seja, tem tudo para ultrapassar a TV nos próximos anos. A sua empresa pode aproveitar essa oportunidade de várias maneiras, como: publicar tutoriais em vídeo (screencasts, por exemplo); lives no Youtube, campanhas de publicidade etc. 2. Infográficos Conforme dissemos no início do artigo, os infográficos são os tipos de conteúdo ideais para ampliar o alcance da campanha devido às facilidades e tendências de compartilhamento. Isso acontece porque infográficos podem ser publicados na maioria dos canais, são atrativos visualmente e, sobretudo, ricos em informações. Em termos de SEO o resultado que um bom infográfico pode proporcionar é incrível. Dependendo da qualidade e relevância, as chances de outros sites compartilharem-no são grandes, o que geraria backlinks para o seu blog e melhoraria a autoridade da sua marca. 3. Ebooks Os ebooks são essenciais para a sua estratégia de funil de vendas, afinal, como são materiais ricos e de alta relevância para o público-alvo, eles atraem as assinaturas que o blog tanto precisa. Mas por que isso faz tanta diferença? O conceito de funil de vendas está ligado a educar o Lead até que ele se encontre pronto para interagir com os vendedores da empresa, o que exige que ele passe por uma série de etapas que, em geral, consistem na distribuição de conteúdos segmentados via email (nutrição de Leads). 4. Artigos de “como fazer” Aproveitando que mencionamos a nutrição de leads, vale destacar que artigos do tipo “como fazer” (“how to”, do inglês) são excelentes conteúdos tanto para nutrir seus Leads, quanto para gerar tráfego orgânico no blog. Isso porque as pessoas que usam a Internet para buscar informações são potencialmente interessadas em aprender como fazer algo e, quando uma empresa as ensina, a tendência é de que elas confiem na marca a ponto de segui-la. 5. Podcasts Embora esteja bem longe de ser um formato novo, os podcasts — programas gravados em áudio e distribuídos online, muito parecido com o rádio — fazem bastante sucesso com o público — dependendo de suas características, evidentemente. Por exemplo, muitas pessoas gostam de absorver conteúdo enquanto fazem outras atividades, como quando estão no carro rumo ao trabalho, na rua ou até mesmo em casa. Logo, os podcasts são dos poucos tipos de conteúdo que podem ser executados em segundo plano. Além disso, os podcasts têm grande potencial para melhorar o posicionamento do site no Google, visto que atrai assinantes e, consequentemente, um tráfego bastante sólido formado pelos fãs do blog. Ao incluir em sua estratégia os tipos de conteúdo aqui mencionados, além de ampliar as possibilidades no mundo virtual, o seu negócio conquistará mais autoridade e tráfego qualificado para o site. Então, já sabe por qual dos formatos vai começar? Gostou das dicas? Aproveite para compartilhá-las com os seus amigos nas redes sociais!
Conheça o novo recurso do Instagram Stories: o sticker de perguntas!

Desde o seu lançamento, em 2010, o Instagram apresenta regularmente novos recursos e ferramentas para seus usuários, e nesta semana a rede social lançou um novo sticker de perguntas que pode ser utilizado nos stories. Apesar das outras funções disponíveis, enquete e a barra deslizante de emoji, com essa novidade os seguidores podem interagir de forma simples e direta com os usuários. Para utilizar o sticker de perguntas é simples; ao tirar uma foto ou selecionar um vídeo, o usuário pode incluir o item “perguntas” para criar um campo aberto as perguntas que os seguidores desejarem fazer. Assim, os comentários ficam disponíveis na lista de visualizações da história e podem ser respondidos de forma privada ou em uma nova história. Como usar o sticker de perguntas do Instagram Atualize o seu aplicativo do Instagram no Android ou Iphone (iOS) para a versão 52 ou superior. Após isso, capture uma imagem ou selecione um vídeo no Stories e abra a bandeja de adesivos para a ver a nova opção “perguntas”; O sticker possui um título padrão e um campo aberto para que os usuários façam perguntas livremente. Se desejar, altere o título de acordo com o que deseja responder.Também é possível mudar as cores do recurso antes de publicar; Não há limites para perguntas por usuários, para enviar uma nova questão basta visitar a história novamente e repetir o processo; Para acessar as perguntas é necessário ir até as visualizações da história, lá você encontra uma lista das perguntas feitas e pode escolher entre responder de forma privada, em uma nova história ou excluir a questão; Ao publicar a resposta, os demais seguidores verão o conteúdo como uma história comum, sem saber quem foi o autor da pergunta. Somente quem recebeu a pergunta saberá quem a enviou. Você curtiu essa novidade do Instagram? Aproveite para deixar sua opinião ou dúvida aqui nos comentários! É importante lembrar que as redes sociais tem evoluído rapidamente e apresentado funções relevantes para estratégias de marketing digital. Ainda não faz marketing digital na sua empresa? Fique tranquilo, entre em contato com a Echosis e solicite um orçamento, nós possuímos diferentes soluções para te ajudar!
Como e-commerces podem aproveitar os benefícios do social selling?

Social selling é um conceito que consiste no uso das redes sociais para a construção, fortalecimento e manutenção do relacionamento entre a empresa e seus clientes, o que é fundamental para gerar vendas online. A estratégia representa uma oportunidade e tanto aos e-commerces, visto que as mídias sociais concentram a maior parte da clientela e, de quebra, possibilitam às empresas interagir diretamente com o público e compreendê-lo melhor. Mas do que se difere o social selling das ações comuns de muitas empresas que agem nesses canais? Podemos adiantar que são vastas as diferenças. Para começar, o social selling prevê um bom senso de estratégia, foco na socialização e utilização de ferramentas específicas. Para que você entenda melhor como o social selling funciona, continue a leitura do presente artigo, onde abordaremos o tema mais detidamente, certo? Então vamos lá! O conceito de social selling Embora alguns e-commercers pelo mundo estejam realizando vendas diretamente das redes sociais, tanto é que a equipe do Snapchat vem trabalhando na construção de sua própria plataforma de e-commerce. Porém, quando falamos de social selling, mesmo com a palavra “selling” exposta aos nossos olhos / ouvidos, nós temos o dever de entender o seguinte: as mídias sociais não têm como propósito serem instrumentos de venda. Quem navega pelas páginas sociais está interessado em socializar. No mesmo sentido, quem pretende fazer compras online não procura o Facebook ou Instagram, mas acessa sites de e-commerce ou utiliza serviços de busca e plataformas de anúncio. Com respeito a esse princípio das redes sociais, as estratégias de social selling buscam extrair o máximo de informações e métricas do público disponíveis nos canais e, a partir delas, trabalhar as estratégias de venda — falaremos adiante sobre o funcionamento prático. Integração do social selling às estratégias de marketing digital Uma das peculiaridades de toda rede social é que, ali, o público está sempre publicando suas opiniões, comentando postagens, adicionando hashtags, marcando os amigos, entre outros hábitos que dizem muito sobre a personalidade, interesses, grau de instrução sobre um assunto etc. Levando em conta o valor dessas informações na hora de realizar a venda, a primeira medida que o seu e-commerce deve tomar é planejar estratégias de monitoramento. Ou seja, analisar o comportamento do público-alvo e saber o que ele está falando da sua marca. Para isso, indicamos a utilização de ferramentas específicas para redes sociais, como: Tweetdeck; Seekr; Google Alerts; SEMRush Toolkit; Iconosquare; e RiteTag. Com as informações coletadas das redes sociais junto às do seu CRM, a equipe de marketing terá de classificar os Leads, qualificá-los e repassar, aos vendedores, todos os detalhes relevantes acerca do lead, como num processo de Inbound Sales. Daí em diante, o vendedor desenvolverá sua abordagem em momento preciso, com base nas características, comportamento, conflitos e desejos do lead — lembrando que a venda acontecerá como consequência do relacionamento criado na interação. A importância de analisar os resultados Vale frisar que o sucesso com social media depende muito da mensuração e análise de resultados, pois ela permitirá à equipe compreender as táticas que têm funcionado e o que deve ser otimizado para as próximas campanhas. Por exemplo, qual foi o impacto dos conteúdos no processo de qualificação do lead? Quais informações foram cruciais para que a venda se concretizasse? As publicações geraram mais visualizações? É importante observar tudo o que acontece. Conforme vimos até aqui, o social selling, desde que bem planejado e executado, tem muitos benefícios a oferecer ao seu e-commerce. No entanto, caso não tenha uma equipe experiente para coordenar suas campanhas, recomendamos que consulte uma agência especializada e capacitada para entregar os resultados esperados. Está curtindo nossos conteúdos? Aproveite para conhecer o nosso canal do Youtube e tenha acesso a dicas incríveis por meio de nossos vídeos!
Na prática, por onde começar uma estratégia de marketing digital?

Uma das ferramentas indispensáveis para quem quer divulgar uma empresa é o marketing. Para que a estratégia de marketing digital seja efetiva, entretanto, é preciso saber usar o potencial da ferramenta. Para isso, o primeiro passo é criar um planejamento das ações a serem executadas com os respectivos objetivos. Sem ele, a execução pode ser prejudicada. É essencial, portanto, dedicar um tempo para essa fase para evitar os erros mais recorrentes. Quer saber como se planejar e o que incluir nesse processo? Então, acompanhe o post a seguir e compreenda! Planejamento Antes de começar a planejar, é preciso pesquisar. Essa pesquisa aponta o caminho a ser seguido no planejamento. É preciso, então, considerar o cenário em que sua empresa atua, o desempenho da concorrência e as oportunidades do mercado para poder traçar os objetivos da marca e definir as metas que se quer atingir. Plano de ação Nesta etapa, são escolhidos os canais a serem usados na campanha, a partir dos objetivos estabelecidos no planejamento. Vale, ainda, observar que cada canal tem seu tipo específico de linguagem. O plano de ação pode deixar clara essa diferença e as características de cada meio de comunicação utilizado. É preciso ter em mente que se deve diversificar os canais e o conteúdo de acordo com os benefícios de cada um deles. O Facebook é a maior rede social do mundo e tem ótimo alcance. O Twitter, por sua vez, permite comunicação instantânea e direta com o público. Já o LinkedIn garante visibilidade para parcerias. Persona Definir o perfil do consumidor ideal é essencial. Afinal, é com ele que a empresa precisa falar. Por isso, a marca deve conhecer seus interesses e atuar no sentido de satisfazê-los. Caso contrário, existe chance de que a mensagem não chegue a eles da forma como deveria. Quando a comunicação com esse público é eficiente, a empresa consegue encantar justamente os clientes que têm mais chances de serem fidelizados. O objetivo é justamente direcionar a mensagem àqueles que estão mais propensos a comprar o produto da marca. Cronograma O cronograma é essencial para que seja possível controlar a frequência das atualizações e a distribuição do conteúdo. Ele pode ser feito em forma planilha, mas já existem ferramentas específicas para fazer essa tarefa de forma mais eficiente e eficaz. Ter um critério para a frequência das publicações evitar que se publique muito em um único dia e que, depois, passem vários dias sem qualquer sinal de presença da empresa. É preciso lembrar que há muita informação on-line e o consumidor muitas vezes fica sobrecarregado. Vale, então, considerar os horários e os períodos em que a mensagem tem maior alcance. Monitoramento Todo esse trabalho deve ser monitorado para que seja possível determinar se os resultados esperados estão sendo atingidos. Entre as métricas relevantes a serem consideradas estão: número de visitas ao site; páginas com o maior número de acessos; origem de cada visita; compra dos produtos; quantidade de cadastros preenchidos. A mensuração dos resultados é fundamental para que seja possível calcular o retorno sobre o investimento (Return on Investment – ROI), as taxas de conversão e rejeição e o custo de aquisição de clientes (CAC), entre outros. Esses números ajudam o empreendedor a compreender os resultados da campanha e a fazer os ajustes necessários. De forma geral, essas são as considerações fundamentais a serem feitas ao criar uma estratégia de marketing digital. Esses passos ajudam a criar um planejamento mais consistente das ações da campanha e, então, atuar para atingir os resultados estabelecidos. Precisa de ajuda para definir a sua de forma mais eficiente para ter mais chances de sucesso? Entre em contato com a gente e saiba como podemos ajudá-lo nessa tarefa!
Registro e hospedagem de sites: a solução não é ter o mais barato!

Os serviços de registro e hospedagem de sites são indispensáveis para colocar a sua página no ar e ter presença online. Contudo, com a vasta gama de empresas que oferece tais recursos, é comum nos depararmos com preços distintos, ou seja, fornecedores que cobram pela hospedagem um valor muito abaixo do mercado. Ao se deparar com opções tão baratas, muitos usuários acabam cogitando elas por não verem motivos pra pagar mais caro, como se registro e hospedagem de sites fosse algo simples e que a qualidade não muda significativamente. Mas será que isso é verdade? Contratar uma solução com preço muito abaixo da tabela resolverá os problemas? Na verdade, ao fazer isso, a empresa estará apenas gerando dores de cabeça. Para melhor entendermos, vejamos, a seguir, 4 problemas que a contratação pode acarretar. Suporte técnico de má qualidade Contar com um suporte técnico de excelência é fundamental para garantir o bom funcionamento e estabilidade do site, bem como disponibilizar efetivamente os recursos contratados. Não por acaso, na maioria dos casos, o suporte técnico acaba determinando a qualidade do serviço prestado pelo fornecedor, visto que o departamento estabelece a relação mais próxima com o cliente. Isso acontece porque a equipe de suporte técnico se responsabiliza por resolver problemas cuja solução está fora do alcance de sua empresa, ou seja, a recuperação do serviço após uma eventual falha dependerá desses especialistas. Supondo que o suporte técnico do provedor seja ruim. Em outras palavras, você não será atendido rapidamente; o tempo de interrupção será maior; a sua empresa terá prejuízos irreparáveis; as falhas técnicas serão mais recorrentes; os recursos não serão bem aproveitados; entre outras consequências graves. Baixo nível de segurança Mesmo que o preço seja altamente vantajoso, ninguém gosta de comprar gato por lebre, não é mesmo? Se o fornecedor oferece um serviço de hospedagem confiável, eficaz e seguro, é isso que o contratante espera receber. No entanto, é justamente o contrário que acontece. O provedor de qualidade duvidosa cobra menos pelos serviços devido ao fato de não investir em tecnologia e pessoas capacitadas para garantir a segurança do site contra invasores. Um provedor de alta qualidade que trabalha com preços de mercado, sobretudo os mais experientes, dispõe de infraestrutura moderna e sofisticada, além de profissionais de Segurança da Informação devidamente certificados na área. Capacidade e recursos limitados Pagar barato pelo registro de hospedagem do site significa, muitas vezes, adquirir recursos limitados, diferentemente de quando o serviço é fornecido pelas melhores empresas. Mas o quanto isso faz diferença? Se a ideia é criar um site vazio em termos de funcionalidade, como um blog pessoal e minimalista, decerto ele não será significativamente afetado. Porém, estamos falando da página oficial da sua empresa. Imaginemos que o seu plano seja construir um site otimizado para gerar tráfego e conte com várias funcionalidades; quanto mais complexo ele for, maior deverá ser a capacidade de armazenamento do provedor. Logo, um plano que oferece pouco espaço em disco impossibilita o site de funcionar adequadamente. Satisfação não garantida Somente quem vende qualidade está disposto a garantir a satisfação do cliente, concorda? Contratar o serviço mais barato implica, muitas vezes, na perda de dinheiro, pois, caso o contratante não tenha gostado do serviço e solicite seu cancelamento, o fornecedor não devolve o dinheiro. A maioria dos serviços de registro e hospedagem de sites qualificados oferece não apenas a opção de testes, mas, também, a responsabilidade — em termos legais — de entregar o nível de serviço contratado, ou seja, desde que o contratante saiba o que está comprando, ele dificilmente ficará insatisfeito. É por essas e outras razões que o registro e hospedagem de sites devem ser feitos junto a um fornecedor confiável, experiente e disposto a estabelecer uma relação de parceria com o seu negócio. Nós, da Echosis, estamos dispostos a ajudar sua empresa a crescer, portanto, oferecemos serviços de hospedagem com alto desempenho e confiabilidade, tudo para garantir que a sua empresa construa um site / blog de ponta! Clique aqui e preencha o formulário para saber mais informações. Entraremos em contato assim que possível.
Não ignore a força dos micro-momentos no marketing digital

Os micro-momentos são ações do consumidor que evidenciam o seu potencial interesse em informações que, em curto ou médio espaço de tempo, podem conduzi-lo à compra de produtos ou serviços oferecidos pela empresa. A adoção desse conceito — bem como sua aplicação — ganhou força após o boom dos smartphones na vida do consumidor. Diferentemente de poucos anos atrás, quando a Internet era explorada em sua plenitude somente via desktop e laptop, hoje a informação está em nossas mãos o tempo todo. Na medida em que as praticidades aumentam, o imediatismo tem seus limites reduzidos e, com isso, cresce a necessidade de satisfação instantânea, ou seja, conseguir o que quer em um determinado momento — cabendo às marcas se esforçarem para entregar a desejada experiência do usuário. Agora que entendemos um pouco sobre a origem dos micro-momentos, falaremos mais detidamente sobre: como o Google vem encarando essa recente realidade e qual a influência no posicionamento da marca. Vamos começar? A importância dos micro-momentos para o Google Nos últimos anos, o Google tem observado diversas mudanças nos hábitos do consumidor, sobretudo quanto a sua jornada de compra, desde quando o smartphone se consolidou como uma das principais ferramentas para uso da Internet. Os micro-momentos representam os principais reflexos dessa transformação, afinal, enquanto conversamos por meio de aplicativos, podemos fazer pesquisas na Web, instalar novos apps, assistir vídeos e muito mais. Essa experiência fragmentada concebe momentos nas quais as empresas, por meio do marketing, podem influenciar positivamente. O Google determinou a existência de quatro tipos de micro-momentos, conforme veremos abaixo. Os 4 tipos de micro-momentos De acordo com o Google, existem momentos em que desejamos saber, fazer, ir e comprar. Ou seja, a sua empresa deve focar não apenas nas vendas, mas em como participar de outras experiências envolvendo o público-alvo. Para melhor compreendermos, vejamos em breves detalhes os tipos de micro-momento. Momento “Eu quero saber” Não é de agora que a Internet tem sido a principal fonte de conhecimento. Porém, graças à mobilidade, aumenta o número de pessoas que buscam saber mais coisas em menos tempo, inclusive para aprender sobre o que viu na TV ou algum produto de vitrine. Momento “Eu quero fazer” Seja para fazer algo habitual, como trocar o chuveiro, seja para aprender a criar algo complexo, como desenvolver um software, a todo instante pessoas estão pesquisando pelo famoso “how to” (como fazer) no Google ou YouTube. Momento “Eu quero ir” A tecnologia trouxe consigo as ferramentas de geolocalização, as quais permitem ao usuário encontrar o que deseja sempre que precisar. Quer um exemplo típico? Pesquisas por restaurantes próximos, delivery de pizzas, trajetos para chegar mais rápido etc. Momento “Eu quero comprar” Diversos micro-momentos envolvendo decisão de compra estão acontecendo neste instante. Isso porque as pessoas conseguem, em questão de poucos minutos, pesquisar as informações que deseja saber acerca do produto antes de adquiri-lo. Sabendo da existência desses micro-momentos, decerto você quer entender como eles influenciam no posicionamento da marca, certo? Então vamos à explicação! A influência dos micro-momentos no posicionamento da marca Conhecer os hábitos e costumes do cliente é o ponto chave para fortalecer a marca online. A empresa que compreende os micro-momentos e a partir desse conhecimento aumenta sua relevância na vida do consumidor, está, sem dúvidas, na frente da concorrência. O segredo está em aproveitar as pesquisas do target e, no mesmo instante, oferecer a ele o que procura — mesmo que ele queira apenas obter algumas informações. Fazendo isso, mesmo que a venda não aconteça na hora, a sua marca constrói autoridade, assegurando um maior crescimento futuro. Concluindo, os micro-momentos estão atrelados aos nossos hábitos de compra atualmente, de modo que as empresas tenham de olhar cada movimento do target como uma verdadeira oportunidade de impactar em sua experiência positivamente e, assim, adquirir valiosa vantagem competitiva. Tudo o que falamos sobre micro-momentos foi útil pra você? Então aproveite o momento para assinar a nossa newsletter e receber os próximos conteúdos em seu e-mail!
Vídeos do Facebook e Instagram? Veja a nova atualização do WhatsApp

Se a sua empresa costuma produzir vídeos de Facebook e Instagram para fazer marketing digital, saiba que a nova atualização do WhatsApp, disponível desde maio de 2018 para o sistema operacional iOS (presente no iPhone, da Apple), traz um verdadeiro plus às suas estratégias online! Com objetivo de otimizar a experiência de vídeo no aplicativo, agora a mais recente versão do WhatsApp está integrada ao Facebook e Instagram, duas das melhores plataformas sociais para compartilhamento de vídeos. Mas o que mudou exatamente? Que tipo de vantagem a sua equipe de marketing pode extrair das novas funcionalidades? Como a nova atualização do WhatsApp reflete na experiência do usuário? Decerto essas são algumas dúvidas frequentes. Pensando nisso, explicaremos a você como funciona a atualização e, também, de que maneira ela ajudará o seu negócio a vender mais. Vamos começar? Como funciona a nova atualização do WhatsApp? Antes da nova atualização do WhatsApp vigorar, o usuário precisava ser redirecionado para visualizar um vídeo proveniente das mídias sociais. Com os links do Youtube o procedimento era o mesmo até que um update permitiu a execução a partir do próprio WhatsApp. A mesma funcionalidade foi agora aplicada às redes sociais, mais precisamente Facebook e Instagram, portanto não há necessidade de acessar uma conta, nem mesmo deixar a tela do seu WhatsApp; os vídeos são reproduzidos como se fossem nativos do app. No entanto, caso o usuário queira ser redirecionado ao perfil social para visualizar, compartilhar e dar o like no conteúdo, ele apenas dará um duplo clique no vídeo para continuar sua navegação na plataforma em que o arquivo está hospedado. Quais são os benefícios para o seu negócio? Sem dúvidas a nova atualização do WhatsApp promete, num futuro bem próximo, agregar nas ações de marketing feitas no aplicativo. Vejamos, a seguir, 3 notáveis benefícios da integração com Facebook e Instagram. Interação com o cliente Por mais que os vídeos estejam hospedados numa plataforma de mídia social, a empresa terá a oportunidade de enviá-los ao público com grandes chances de serem visualizados e, de quebra, poderá receber um contato imediato com o time de vendas. Praticidade para visualização Considerando que o público conseguirá assistir aos vídeos no próprio WhatsApp, inclusive deslocando o player para as laterais da tela, sem que suas conversas tenham de ser interrompidas, não há dúvidas de que ele se sentirá estimulado a abri-los. Alcance das campanhas As suas campanhas de vídeo marketing alcançarão um número maior de pessoas, afinal o alvo não precisará, necessariamente, ser um usuário das redes sociais para assistir aos vídeos. Já pensou em quantos clientes estão distantes das redes sociais? Como o recurso impactará nas estratégias de marketing? A integração com duas das principais mídias sociais será providencial à vasta quantidade de empresas que investem em marketing digital e Social Selling — isto é, uso das redes sociais com objetivo de angariar clientes. Isso porque a execução de vídeos provenientes de outras plataformas livre de redirecionamentos, ou seja, executados no próprio WhatsApp, facilitará o compartilhamento e a visualização, de modo que as conversões se concretizem rapidamente. É fundamental, contudo, se atentar à produção dos vídeos que serão enviados via WhatsApp, pois estes deverão transmitir todas as informações que sua empresa quer passar ao cliente respeitando a uma série de aspectos atrelados à usabilidade do app. Por exemplo, os vídeos serão assistidos em smartphones e tablets, possivelmente. Sendo assim, é preciso garantir que a visualização adequada para telas portáteis, o formato seja leve em termos de consumo de dados e, portanto, tenha curta duração. Aliás, tudo isso deve ser feito sem desconsiderar o público que visualizará o conteúdo nas outras plataformas. Nesse sentido, é imprescindível contar com uma equipe bem preparada ou agência especializada. Concluindo, vale frisar que a nova atualização do WhatsApp, ao que tudo indica, precede uma série de novidades que tendem a fazer sucesso entre os usuários e proporcionar experiências mais ricas — sobretudo com a expansão do 4G no Brasil. Gostou das novas? Lembre-se de compartilhar o conteúdo com sua rede de contatos nas redes sociais!
Marketing nas redes sociais: quais serão as tendências do futuro?

Saber fazer marketing nas redes sociais é hoje uma necessidade. Essa é uma área que está em constante mudança, já que todos os dias surgem novas tecnologias e conceitos. Por isso, para sair na frente, é essencial estar sempre de olho nas tendências do segmento. Preocupar-se com os fundamentos do marketing e da comunicação, a construção da marca, a necessidade de ter uma base de prospects, leads e clientes e, claro, em atender e se relacionar bem com o cliente é fundamental em qualquer cenário. Além disso, porém, acompanhar as tendências faz toda a diferença. No Brasil, 78% dos usuários de internet estão em uma rede social segundo levantamento do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br). Na pesquisa Social Media Trends 2018, 47,1% dos 452 usuários de redes sociais entrevistados disseram preferir o Instagram. O Facebook fica em segundo lugar, com 29,6%. O Instagram é o preferido das mulheres (52,9% contra 41,6% de homens). Já o Facebook tem 29,8% de adeptas mulheres e 30% de preferência masculina. Em terceiro lugar, o YouTube é escolhido majoritariamente pelos homens: são 12,8%, em comparação com os 4,4% de preferência feminina. Para ter sucesso, então, é essencial saber o que é tendência em termos de comportamento nas redes sociais, consumo de conteúdo, preferência de mídia e assim por diante. Neste post, apresentamos algumas das tendências que devem permear as decisões daqui para a frente. Quer conhecê-las? Acompanhe a seguir! Engajamento entre marcas e consumidores Administrar a comunidade de forma a melhorar a interação da marca com os clientes é crucial para empresas de todos os segmentos. Para isso, é preciso estudar a persona, identificar grupos e oferecer conteúdo exclusivo. Essa é uma tendência importante que pode revolucionar esse relacionamento. Afinal, é nesses espaços que a marca pode responder dúvidas, mostrar novidades, encontrar influenciadores, acompanhar os conteúdos produzidos pelos clientes e pedir feedback a eles em tempo real. Isso ajuda a ganhar a confiança deles e estabelecer um relacionamento saudável. Melhora na comunicação a partir do social listening Saber o que falam da empresa nas redes sociais é essencial para melhorar a comunicação com a clientela. O social listening consiste em avaliar as menções da marca e da concorrência nas redes sociais (principalmente no Facebook, no Instagram e no Twitter) para saber quais são as tendências da área de atuação da companhia. A partir disso, é possível montar estratégias de marketing e vendas alinhadas com as necessidades e as expectativas do consumidor. Isso, além de melhorar o atendimento, permite acesso a leads qualificados (que podem se tornar clientes) e ajuda a avaliar a concorrência e quais são seus pontos fortes e fracos. Crescimento do conteúdo em vídeo A produção de vídeos é essencial na composição do mix de conteúdos da empresa. Com eles, é possível capitalizar quando o usuário faz uma pausa para ver um material interessante em vídeo enquanto desliza o feed de notícias. Só que não basta criá-los. É preciso que a produção possa ser adaptada para cada canal de forma a garantir o máximo de exposição. Nesse processo, é essencial entender que cada rede social tem sua própria dinâmica de interação e é a empresa que deve se adaptar ao cliente, não o contrário. Uso de realidade virtual Os ares são futuristas, mas a verdade é que a realidade virtual já é realidade para muitas empresas. Com ela, a companhia pode proporcionar ao potencial cliente uma aproximação mais real do produto, o que aumenta as chances de ele ter interesse em adquiri-lo. Isso porque essa tecnologia torna um cenário desenvolvido em computador mais real para o consumidor. Um exemplo conhecido são os videogames: o jogador assume o controle do personagem em um espaço virtual e tem emoções e sentimentos mais intensos do que nos jogos comuns. É hora, então, de observar de perto essas tendências de marketing nas redes sociais e, na medida do possível, colocar a mão na massa para adotá-las na prática. Isso vai fazer sua empresa se destacar em seu nicho de mercado. Já que está aqui no blog, quer aproveitar para conhecer dicas importantes para ajudar sua empresa a ter mais presença online? Clique para ter acesso ao post e boa leitura!
O marketing de automação é imprescindível para a estratégia online

Quando falamos em estratégias de Inbound Marketing, considerando, enfaticamente, o benefício por elas proporcionado em mensurar os resultados de cada ação, podemos encarar a automação de marketing como recurso imprescindível para que seus esforços sejam otimizados. Mas o que significa automatizar o marketing da empresa? A prática consiste na utilização de ferramentas de software especificamente desenvolvidas para auxiliar a equipe em todos os processos de marketing — mensuração, testes, análises, captação, nutrição e qualificação de leads. Para melhor compreendermos a importância da automação de marketing, vejamos, a seguir, os seus cinco principais benefícios. Vamos a eles! Gestão de relacionamento Supondo que a sua empresa tenha cerca de 300 leads para gerenciar. Caso a equipe não tenha ferramentas de automação de marketing à disposição, ela terá que fazer todos os processos manualmente, gerenciando cada lead individualmente. Ou seja, selecionar os grupos de leads segmentados para disparar e-mails e, com isso, os conduzir aos estágios do funil, sem nenhum meio eficiente para mensurar o resultado da estratégia. Imagine, então, se a lista de leads for superior a 1000 contatos? A automação é, sem dúvidas, imprescindível para a gestão de relacionamento com os clientes, pois ela permite que a maioria dos processos seja feita pelo software, de acordo com as configurações que a equipe ajustou. Suporte ao time de vendas Com a eficiência da gestão dos leads, o preparo destes para as vendas fica muito maior em relação ao método manual, visto que cada lead é nutrido conforme o estágio do funil em que se encontra — detalhe, inclusive, que pode ser medido com a tecnologia. Sendo assim, os leads repassados ao departamento de vendas estão bem informados e prontos para tomar a decisão de compra. Isso faz toda a diferença no desempenho dos vendedores, afinal, quando o status do potencial cliente é uma incógnita, é muito difícil elaborar uma estratégia de venda. Análise de dados com o marketing de automação As ferramentas de automação de marketing possibilitam à equipe visualizar indicadores e outras informações, como as ações dos usuários no site, índice de conversão e fontes de tráfego, imprescindíveis para medir a eficiência das estratégias e, a partir daí, otimizá-las cirurgicamente. A ausência desses dados à disposição tende a conduzir a empresa a cometer erros, já que ela estará se baseando no achismo e na intuição, sem saber, ao certo, em que aspectos a estratégia está prejudicando o atingimento das metas. Economia de tempo O tempo é um dos fatores mais impactados pelas automatizações. Imaginemos, por exemplo, quantas horas de trabalho são poupadas quando a tecnologia realiza dezenas de processos corriqueiros em poucos minutos? Por outra perspectiva, podemos imaginar a quantidade de atividades relevantes que a equipe está deixando de executar por conta dos pequenos — porém numerosos — processos de marketing? Portanto, a economia de tempo é essencial para que os colaboradores foquem nas tarefas que exigem, de fato, suas habilidades na área. Marketing de automação reduz custos Na medida em que as ferramentas de automação de marketing reduzem a carga de trabalho e o tempo gasto para concluir cada processo, os custos como um todo são substancialmente reduzidos, inclusive o CAC (Custo de Aquisição de Cliente) — devido, também, à eficiência na nutrição do lead e demais interações. Nesse sentido, vale destacar que o suporte ao time de vendas, conforme explicamos acima, gera melhores índices de conversão, logo, quanto mais se vende, menor será o custo final de cada venda realizada. Em suma, acreditamos que todos os benefícios da automação de marketing sejam, hoje, elementares para o sucesso das campanhas, visto que elas ficam mais rentáveis, eficazes e menos burocráticas. Gostou da ideia de implementar o marketing de automação na sua empresa? Clique aqui e preencha o formulário. Entraremos em contato com você.
O que é UX e como a experiência do usuário afeta as vendas?

Você sabe o que é UX? A sigla tem sido recorrente nos últimos anos e refere-se ao conceito chamado User Experience (Experiência do Usuário, em português), que orienta as empresas a desenvolverem seus serviços com o propósito de proporcionar experiências ricas aos clientes. Um e-commerce, por exemplo, não deve se limitar a competir pela melhor oferta de preços. Se o site demora para carregar e/ou a navegação é burocrática, são grandes as chances da venda ser perdida, pois, em questão de segundos, o mesmo produto pode ser rapidamente comprado em outro site. O conceito de User Experience veio para eliminar esse problema. A ideia é contribuir, por meio de melhores práticas, com o desenvolvimento da comunicação entre cliente e empresa. Mas, por que e como trabalhar isso? Este artigo tem as respostas. Confira! Por que a UX é tão importante? Antes de nos atermos às influências do UX nas vendas, é interessante entendermos os motivos que conduziram o mercado a essa nova realidade, que coloca o cliente como elemento que determina o sucesso ou fracasso de uma empresa. Certamente, você já sabe que o uso da internet por meio de dispositivos móveis sofreu um verdadeiro boom nos últimos anos, conectando uma quantidade significativa de pessoas em todo o país, não é mesmo? De acordo com o IBGE, no ano de 2016, 64,7% da população já estava conectada. Tamanho crescimento gerou aumento na quantidade de empresas competindo entre si, deixando o poder nas mãos do cliente que, por sua vez, adquiriu um perfil exigente, bem informado e, acima de tudo, imediatista. Qual o impacto da UX nas vendas? A empresa que não entende o que é UX tem muito a perder em suas vendas, sobretudo quando seus principais concorrentes estão despertos quanto à sua importância. Afinal, são valiosos os diferenciais que a empresa adquire ao se preocupar com a experiência do cliente, como: qualidade de navegação; estímulo a comprar mais vezes no site; ganho de credibilidade para o serviço; aumento da satisfação do cliente; fidelização do público; atração de mais tráfego. Em suma, compreender o que é UX e como fazer as aplicações necessárias é o que decretará a sobrevivência de seu negócio no mercado, haja vista que, cedo ou tarde, tudo isso deixará de ser expectativa para se tornar requisito para a compra. Como potencializar os resultados em UX? A seguir, apresentaremos dicas essenciais para otimizar as estratégias de UX e, consequentemente, melhorar a prestação de serviço. Fique de olho no tráfego mobile Os usuários de dispositivos móveis representam uma enorme parcela de consumidores hoje em dia, detalhe que direciona os olhares da empresa a esse tipo de tráfego, ao mesmo tempo em que as visitas provindas de desktops e notebooks continuam a todo vapor. Em meio a esse cenário é possível resolver a questão de duas maneiras: investindo no design responsivo, que permite que o site carregue adequadamente em todos os tipos de tela, ou construindo um site mobile, administrado isoladamente — requer mais investimento, mas os resultados são melhores em termos de UX. Melhore o desempenho e design do site O site deve carregar rapidamente sem exigir muito da conexão com a internet, logo, a primeira medida é trazer leveza ao design, deixando-o limpo de elementos irrelevantes, além de reduzir o tamanho das imagens — priorizando o carregamento das fotos do produto. Desenvolver um design intuitivo é outra questão crucial, pois quanto mais fácil for navegar, maior será a velocidade do processo de compra. Sendo assim, o que facilita a navegação? Destacam-se: localização dos botões; etapas de compra reduzidas; categorias bem definidas; e mecanismo de busca inteligente. Forneça conteúdos de qualidade As publicações do blog também fazem parte da jornada do consumidor e, portanto, são levadas em conta na sua experiência. Publicar conteúdos ricos e bem produzidos é fundamental para que o cliente conclua suas ações no site com plena satisfação. Agora que você já sabe o que é UX e aprendeu o que fazer para melhorar o site, que tal analisar o que deve ser melhorado e colocar tudo em prática? Para ficar por dentro dos próximos conteúdos, siga-nos pelo Facebook!
O que é SEO? 4 ações simples para aparecer no Google

Quando o assunto é conquistar espaço e autoridade na Internet, aparecer no Google é um dos requisitos fundamentais para alcançar o objetivo. Contudo, mesmo que estejamos falando dos primeiros passos rumo ao sucesso online, conseguir os resultados almejados é sempre um desafio. Isso ocorre por conta de vários fatores, como a alta concorrência disputando posições na primeira página e a infinidade de critérios que afetam o desempenho do site. Não por acaso, aprender SEO — Search Engine Optimization, do inglês ou Otimização para Motores de Busca, em português — é crucial para manter a evolução. Isso porque ele consiste na aplicação de técnicas e estratégias específicas para tornar o site mais amigável aos buscadores. Na prática, as técnicas de SEO facilitam a indexação e aumentam a reputação da página, de modo que o Google reconheça as qualidades do site e seu potencial para atender às expectativas do usuário. Quer saber como trabalhar o SEO em seu site? Confira, abaixo, 4 ações pelas quais você pode iniciar. 1. Heading tags As heading tags são como o esqueleto de um texto, visto que são elementos que mapeiam a estrutura do conteúdo, ou seja, proporcionam ao robô (indexador) do Google a identificação do título principal — o qual deve aparecer nos resultados de busca — e dos subtítulos. Quando usamos o MS Word para fazer um trabalho acadêmico, por exemplo, aplicamos uma espécie de hierarquia na parte textual por meio das heading tags, ou, no caso das versões em português-BR, as opções de Título 1, Título 2, Título 3 e assim por diante. O mesmo processo é feito em uma publicação online. Isso é extremamente importante para que, ao varrer o banco de dados em busca de resultados condizentes à pesquisa do usuário, o robô compreenda o tema do post, bem como os assuntos secundários presentes no conteúdo. 2. Características de conteúdo Existem diversos aspectos que fazem do conteúdo uma influência positiva para aparecer no Google, e o mais importante deles é a qualidade! Um post que responde às dúvidas e conflitos do usuário tende a receber novas visitas, o que reflete em crescimento de tráfego, construção de reputação e, consequentemente, a confiança do Google. O tamanho do conteúdo também é algo que requer atenção da empresa. Como o Google analisa o aprofundamento do texto, as chances de ranquear aumentam substancialmente quando a publicação é composta de 1000 palavras ou mais. Porém, isso não significa que ele deve ser interminável, afinal, a experiência do leitor deve ser a melhor possível. 3. Backlinks Se caracteriza pela referência que um site faz à sua página, por meio de hyperlink, possibilitando que, ao clicar, o leitor seja redirecionado. Logicamente, quanto maior o número de sites qualificados apontarem para o seu, melhor será a influência dos backlinks para sua empresa aparecer no Google. Além disso, os backlinks são indicadores de outro fator que, conforme dissemos, é extremamente valorizado: a reputação do site! A partir do momento em que ele é referenciado em várias publicações no segmento, o Google reconhece que há autoridade e que os serviços são úteis. 4. Responsividade A responsividade é uma característica que passou a ser “obrigatória” a todo e qualquer site que não tem versão mobile. Trata-se, basicamente, da capacidade dos elementos da página (layout, imagens, corpo de texto, botões etc.) se redimensionarem automaticamente, adaptando-se, assim, a telas de todas as dimensões. Por exemplo, um determinado site, quando acessado via smartphone, SmartTV e notebook, deve carregar na plena integridade em todos os dispositivos. Muitos pontos são perdidos com o Google quando o site não tem essa capacidade. Conforme constatamos em meio às dicas aqui elencadas, considerando que existe uma vasta gama de outras ações — entre mais e menos relevantes, mas que geram impacto —, aparecer no Google consistentemente está longe de ser uma tarefa simples, detalhe que faz da agência digital ser um parceiro imprescindível. Há mais de 8 anos, a Echosis ajuda empresas a conquistar espaço na Internet, permitindo que os resultados apareçam com rapidez e eficiência. Entre em contato com um de nossos consultores e conheça as nossas soluções!
Público-alvo ou buyer persona: o que você sabe sobre o seu cliente?
Planejar as ações de marketing digital é um processo que abrange diversos detalhes, como a seleção das palavras-chave, estabelecimento de metas e escolha dos canais de mídia online. Porém a maioria dessas etapas é irrealizável sem duas importantíssimas definições: do público-alvo e da buyer persona. No entanto, é comum o equívoco de que público e persona são coisas sinônimas. Embora os conceitos estejam ligados entre si, há diferenças significativas a serem ressaltadas, sobretudo quanto ao nível de precisão de cada um deles. É justamente essa disparidade quanto à abrangência que resultou na distinção dos conceitos dentro do marketing, pois, diferentemente de outros tempos, a segmentação começou a ter enorme importância, trazendo à tona a necessidade de conhecer o mais calmamente possível o perfil do cliente. O objetivo deste artigo é esclarecer o significado de público-alvo e de buyer persona na atualidade e o papel deles em um projeto de marketing, enumerando as diferenças e algumas dicas para trabalhar corretamente com tais conceitos. O que é público-alvo? Também chamado “target”, o público-alvo é uma representação de dados demográficos, comportamentais e socioeconômicos de um grupo de pessoas, as quais são vistas pela empresa como futuros/potenciais consumidores de seus produtos e serviços. Por exemplo, se a ideia é vender cursos preparatórios para vestibulares, o sexo não tem relevância, diferentemente da faixa etária, formação educacional, poder aquisitivo, localização, entre outros aspectos que definem, genericamente, o tipo de público que se interessa pelos cursos. Até pouco tempo, dados dessa natureza eram uma fonte de informações vista como eficientes para o desenvolvimento de estratégias, afinal, as campanhas de marketing eram voltadas à grande massa, sem considerar o fator segmentação: bastava anunciar em espaços que faziam parte do cotidiano do público — no exemplo acima, criar anúncios em rádios, escolas, redes sociais, apps, jogos etc. O que é buyer persona? Reiterando, devido ao protagonismo que a segmentação tem no marketing digital, os dados rasos e imprecisos do público-alvo são insuficientes para desenvolver estratégias que, de fato, funcionem. É preciso saber muito mais do que sexo, idade e classe social. Nesse sentido, o conceito de buyer persona, cujo propósito é construir o perfil adequado do cliente (representação semifictícia, livre de achismos e intuições), rapidamente se consolidou como prática elementar em projetos de marketing digital. Isso porque a empresa desvenda o que as pessoas querem, quais são seus conflitos, os hábitos, as preferências, entre outras informações ricas em detalhes, e, com isso, saber o tom e a linguagem que devem ser adotados para a comunicação, que canais utilizar para alcançá-las, bem como as palavras-chave etc. A partir de dados desse tipo, é possível criar iniciativas plenamente condizentes com os costumes e gosto do público, tais como: Marketing de Conteúdo; campanhas de Social Media; links patrocinados; entre outros, aumentando as chances de sucesso. Como são construídas as personas? Para obter informações relevantes e realistas a respeito do potencial cliente, a equipe de marketing planeja e realiza entrevistas com os atuais consumidores — ou profissionais que carregam certo conhecimento a respeito delas: por exemplo, atendentes de telemarketing, vendedores e recepcionistas. Contudo, não existe uma fórmula ou script a se seguir nas entrevistas, pois cada negócio tem seus próprios objetivos, produtos, serviços, princípios, planos etc. Portanto, as perguntas são feitas estrategicamente, enquanto as respostas e conclusões obtidas, analisadas. Após o processo de refinamento de dados, monta-se a buyer persona com o perfil descrito em detalhes. Por exemplo: Rafael, 27 anos, graduado em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, trabalha com sistemas de informação numa empresa de TI. É solteiro e tem como objetivo construir carreira no exterior, mas não consegue tempo para se qualificar em sua área e, assim, preencher as demandas do mercado estrangeiro. Costuma se atualizar pela internet, mas não sabe em que tipo de curso investir. Em suma, ao construir a buyer persona para direcionar as estratégias de marketing, a empresa sobe de patamar na competitividade, obtendo mais chances de atrair leads com verdadeiro potencial de conversão. E aí, gostou do artigo? Então aproveite o momento para tirar as suas dúvidas em relação a quanto do orçamento investir em marketing. Confira!
Jedi x Sith: Quem sua empresa é no Marketing Digital?
A luta entre Jedi x Sith é incessante, cada um com suas motivações e pensamentos. As duas esferas são muito diferentes e funcionam de forma completamente opostas. Fizemos um paralelo traçando relações entre as duas categorias comparando com duas estratégias do Marketing Digital: Inbound e Outbound. Descubra como cada uma funciona e veja em qual das categorias sua empresa mais se encaixa! Jedi x Sith: Quem sua empresa é no Marketing Digital? Jedi (Inbound) Jedis são os guardiões do “lado da luz” da força. Eles são sutis e mostram suas habilidades somente quando é realmente necessário, como já observamos no primeiro episódio (A Ameaça Fantasma) quando Qui-Gon Jinn e seu Padawan Obi-Wan Kenobi estão em missão para resolver uma disputa que envolve a Federação do Comércio, mas não utilizam a força até se tornar realmente necessário. Ações: Distribuem seu conhecimento de forma sutil para atrair padawans Os Jedis preparam seu ambiente para que os aprendizes venham até eles. Disparando conteúdo relevante, é bem provável que a sua empresa atraia mais potenciais clientes. Validam possíveis membros da Ordem Jedi Eles vêem se a pessoa realmente quer e pode fazer parte da Ordem, como fazem com Anakin quando o encontram em Tatooine e o perguntam se ele quer ser parte. Empresas que validam os contatos que recebem, são mais exatos na hora de mandar conteúdo que supra a necessidade do possível cliente. Honram seu compromisso Mesmo com a falta de Qui-Gonn, o jovem Obi-Wan continua o treinamento de Anakin a fim de torná-lo um bom Jedi. Mesmo depois de fechar um bom negócio, continue oferecendo um serviço/conteúdo de qualidade para o seu cliente. Sith (Outbound) Os Siths, que representam o “lado negro” da força, sempre são invasivos e gostam de controlar todos que ficam a sua volta. Utilizam-se de estratégias agressivas e sempre acham que seu lado é o certo. A estratégia não é categorizada como errada, mas nós bem sabemos a que lado a força favorece. Ações: São insistentes e desconhecem limites A tática do Império para atrair Luke Skywalker para o “lado negro” da força é sempre agressiva e insistente. Não imponha seu produto ou serviço de forma insistente, essa tática normalmente afasta possíveis compradores. Não se importam com a visão dos outros Em nenhum momento eles olham pelo lado de Luke, apenas vislumbram seus próprios ganhos. Entender a visão dos outros e conseguir oferecer o conteúdo que eles necessitam, é importante para fazer com que o cliente compre seu serviço ou produto final. Mas não se engane em pensar que uma é melhor ou pior que a outra. Porque a melhor forma de se praticar marketing é usar cada estratégia no momento certo: aí está o segredo. O jeito mais fácil de descobrir qual das duas se encaixa melhor na sua empresa é testar, saiba como seu público-alvo funciona e realize uma campanha focada nisso. De qual lado sua empresa está? E aí, sua empresa é do lado da luz ou do lado negro da força? De qual lado você quer que a sua empresa esteja? Quais são seus objetivos? Quer saber qual é o ideal para o seu negócio? Receba agora uma demonstração gratuita de como o marketing digital pode ajudar a sua empresa a lucrar mais!