Como usar gatilhos mentais na sua estratégia de marketing digital

Os conhecimentos da psicologia são amplamente utilizados no mundo do marketing, especialmente o marketing digital. Quando alguém trabalha para atrair o público e manter sua atenção, saber a melhor forma de cativá-los é sempre útil. Para isso servem os gatilhos mentais na sua estratégia de marketing digital. Se você souber como usá-los, seus resultados aumentarão consideravelmente. Talvez você não esteja tão familiarizado com esse termo, mas ele certamente já teve um impacto em você e/ou em seu negócio de alguma forma. Dedicar algum tempo a entender como estes gatilhos funcionam vai te dar uma grande vantagem competitiva. Quer aprender mais agora mesmo? Então acompanhe e veja o que são os gatilhos mentais, alguns exemplos e como eles são aplicados em uma estratégia de marketing digital. O que são os gatilhos mentais? De forma bem simplificada, gatilhos mentais são estímulos, grandes ou pequenos, que possuem o objetivo de produzir um comportamento específico. Esse comportamento pode variar bastante, desde uma resposta emocional, como animação, até uma resposta motora, como levantar e andar em direção a algo. Dentro do mundo do marketing, o objetivo final é promover sua marca e ajudar a entregar seu produto. Pense em como você reage imediatamente a alguns estímulos, como cobrir os olhos quando venta para evitar ficar com poeira nos olhos. Essas atitudes, quase involuntárias, são exemplos de gatilhos no seu comportamento. O mesmo princípio pode ser usado para gerar uma reação específica em uma pessoa. Alguns exemplos de gatilhos mentais aplicados ao marketing digital Para esclarecer melhor o tema, listamos aqui alguns dos principais gatilhos mentais utilizados no marketing digital. Acompanhe: 1. Urgência Já notou como você pode tomar algumas atitudes bem rápido, especialmente quando acredita que não há muito tempo para ponderar? Certamente isso aconteceu mais de uma vez, tanto em situações cotidianas quanto em decisões maiores. Esse é um dos efeitos do gatilho da urgência no cérebro humano. E um que pode ser usado a seu favor. O princípio aqui é que, quando uma janela de oportunidade está para se fechar, há maiores chances de que alguém pule nela. Afinal, logo isso não será mais possível. Um exemplo comum desse gatilho é a criação de promoções relâmpago, que exigem do comprador uma decisão quase instantânea. 2. Autoridade Se você tiver que escolher entre confiar em um especialista ou uma pessoa comum, certamente a opinião da primeira tem mais peso. Quando você é reconhecido como uma autoridade em um determinado tema, todos tendem a confiar mais em sua opinião sobre este assunto e acatam às suas sugestões mais facilmente. Em outras palavras, esse é o gatilho da autoridade. Sua aplicação no marketing digital é bem comum, especialmente no estágio de consolidação da imagem da empresa. Uma vez que ela seja reconhecida pelo público, suas sugestões e indicações durante o processo de compra terão muito mais peso aos olhos dos consumidores. 3. Reciprocidade Em um mundo ideal, todos querem que suas boas ações sejam retribuídas na mesma medida. Quando você contribui com alguém, seja uma pessoa ou mesmo uma empresa, você espera que ela também contribua com você. Através desse desejo, é possível ativar o gatilho da reciprocidade em seu público. Como o nome já diz, ele parte do princípio de que você, enquanto dono de um negócio, têm como primeira intenção de ajudar o cliente a solucionar seus problemas. Dessa forma, quando você presta um serviço ou vende um produto, sua imagem será de um amigo, não apenas de um vendedor. Isso ajuda a fidelizar o público e melhora seu relacionamento no médio e longo prazo. 4. Novidade Todos tendem a se mover mais rápido para conhecer algo novo ou incomum. Quando o cérebro se depara com algo que ainda não conhece, ele imediatamente se ativa para captar a informação e registrá-la com o maior número possível de detalhes. Ele fará isso até que esteja satisfeito com a informação nova e passa para a próxima novidade. E assim por diante. Vendo esse padrão, é fácil entender por que o gatilho da novidade pode ser tão poderoso. Graças a ele, empresas que apresentam conceitos inovadores, campanhas criativas, entre outras coisas, tendem a conseguir um desempenho melhor do que a média. Lembrando que a novidade não é necessariamente algo “novo”. Só precisa ser uma novidade para quem está conhecendo agora. 5. História Contar uma história é um dos métodos mais antigos para transmitir uma visão ou perspectiva para outras pessoas. Quando o interlocutor se identifica com um dos personagens, por exemplo, ele tende a entender melhor suas atitudes e concordar com outras opiniões que ele expresse. Elas mexem com as emoções do indivíduo e transportam ele para outra situação hipotética. Se você souber como usar histórias em suas campanhas de marketing, logo verá como mais e mais clientes se encaixarão nesta mesma narrativa. E com mais confirmações, você vai atrair mais e mais pessoas que se identificam com a história que você deseja contar. 6. Curiosidade Por fim, mas não menos importante, a curiosidade é uma característica comum em praticamente todos os seres vivos, em maior ou menor grau. Nos humanos, que passam a maior parte do tempo pensando e sentindo o mundo ao redor, essa é uma parte muito importante de qualquer tomada de decisão. Há várias maneiras de despertar a curiosidade do público, como utilizar produtos pouco conhecidos ou mesmo criar um segredo que só é conhecido pelos seus clientes. Isso atrai a atenção de mais pessoas e incentiva para que elas também queiram descobrir do que se trata. A utilização de gatilhos mentais em uma estratégia de marketing digital não é um feito inédito. Vários negócios já utilizam esse tipo de recurso em suas campanhas, sendo ferramentas já testadas e bem estruturadas. Sendo assim, desde que você estude bem seu funcionamento, terá boas chances de sucesso. O mais importante aqui é a intencionalidade. Cada gatilho deve possui um objetivo, não ser inserido a torto e a direito. Uma estratégia bem planejada sempre terá melhores resultados em comparação
Como criar anúncios no Facebook Ads?

Com a popularização da internet, vários outros fenômenos passaram a acontecer. Dentre eles, a ampliação das redes sociais como principal forma de comunicação e fonte de informação para muitas pessoas. E, assim como a televisão e o rádio, esses canais também possuem uma vasta audiência que você pode prospectar para sua empresa. E para alcançá-la, uma boa ferramenta são os anúncios no Facebook Ads. Você provavelmente já ouviu falar do termo ou ao menos o conhece no seu dia a dia, mesmo que não esteja familiarizado com sua aplicação. Se você procura uma oportunidade de melhorar o desempenho da sua empresa, atrair mais compradores e fidelizar seus clientes, será muito importante investir neste ponto. Para te ajudar, vamos explicar um pouco o que é o Facebook Ads, quais são suas principais vantagens e como você pode criar seus próprios anúncios. Acompanhe. O que é o Facebook Ads? Como você já deve ter ouvido falar, o Facebook Ads é o serviço de divulgação e propaganda paga da rede social Facebook. Através dela, você pode veicular anúncios de produtos, aumentar o alcance de determinados conteúdos e trabalhar para melhorar a taxa de conversão em todas as suas campanhas. Considerando a grande quantidade de usuários que acessam este site todos os dias, não é difícil entender por que esta rede social é um canal tão adequado para focar seus esforços de marketing. Principais vantagens de usar anúncios no Facebook Ads Utilizar o Facebook Ads como parte de suas campanhas pode trazer resultados consideráveis, desde que você saiba como colocá-lo em prática. Veja aqui alguns dos benefícios que você obtém: 1. Alcance otimizado O alcance de uma publicação ou anúncio é fundamental para que ele gere resultados. Se o total de pessoas observando a postagem for muito baixo, você não terá muito material com o qual trabalhar em futuras conversões. Felizmente, com o serviço do Facebook Ads, você não deve ter dificuldades em obter o maior alcance possível para suas publicações. 2. Integração com a maior rede social do mundo A quantidade de informação obtida em redes sociais é muito maior do que você imagina. Preferências de consumo, localização, idade, gênero, círculos de amizades, entre outras coisas, são constantemente catalogadas pela página para cada um de seus usuários. Ter acesso a toda essa informação, mesmo que de forma indireta, fará uma grande diferença no seu planejamento de marketing no médio e longo prazo. 3. Fácil segmentação do público Tentar agradar a todos os públicos é uma das armadilhas mais comuns na qual vários empreendedores caem na hora de preparar seus investimentos de marketing. Porém, para conseguir resultados mais consistentes, a melhor opção é segmentar o público, definindo faixa etária, gênero, localidade, entre outras características. Quanto mais específica e direcionada for sua campanha, maior tende a ser sua taxa de conversão. 4. Melhor relação entre custo e benefício Por fim, um dos grandes empecilhos para muitos negócios investirem um pouco mais em marketing é o alto custo dos meios de comunicação tradicional. Jornais, rádio e TV não estão dentro do orçamento de muitas empresas. Porém, graças ao Facebook Ads, isso não é mais um problema. Você pode obter resultados consistentes e relevantes nestes meios sem ter que investir valores exorbitantes. Passo a passo para criar anúncios no Facebook Ads Agora que você entende melhor a relevância desse canal, é hora de aprender como utilizar o Facebook Ads na prática. Veja aqui o passo a passo: 1. Entre na página do Facebook Ads Levando em conta que você já tenha um negócio e uma página ativa, o primeiro passo que você precisa dar é clicar no ícone “criar anúncio” dentro da sua página. Você também pode obter o mesmo resultado entrando página do Facebook Business e clicando no ícone de mesmo nome. A partir daí, toda a elaboração do anúncio, incluindo seus detalhes, irá começar. 2. Defina um objetivo para sua campanha A primeira coisa que o Facebook vai querer saber antes que você comece a fazer seu anúncio é o objetivo da sua campanha. Para facilitar sua vida, a rede social já oferece um conjunto de 11 opções, que são as mais comuns entre diversos negócios. Cada opção ajuda a orientar as ações e prioriza diferentes indicadores de performance em relação a outros. 3. Segmente seu público-alvo Depois de informar seu objetivo, a página irá perguntar qual é o perfil de cliente que você busca alcançar com esse anúncio. Para isso, você deve começar a segmentação do seu público com base em alguns critérios, como idade, interesses, localidade, etc. Lembre-se: para maximizar a taxa de conversão em vendas, você precisa ser específico e direto. Mas se está apenas começando e quer focar no awareness do público geral, pode ter um perfil um pouco mais abrangente. 4. Estabeleça um orçamento e um prazo Em vez de cobrar o valor do anúncio depois que a campanha é concluída, o Facebook Ads trabalha com um pagamento adiantado, que será o orçamento da campanha. Em seguida, você define a data de início e fim da campanha. O site então divide o orçamento estabelecido igualmente entre todos os dias, criando resultados relativamente estáveis nesse período. Com esse método, você pode produzir um pico de alcance em um determinado tópico, além de manter a estabilidade em outras campanhas de prazo mais longo. 5. Faça o anúncio Por fim, mas não menos importante, você deve montar o anúncio em si, para que a rede social possa veiculá-lo. Para facilitar um pouco sua vida, recomendamos que você siga estas diretrizes: Tenha um título chamativo, com até 25 caracteres; Descrição direta e simples, com até 90 caracteres; Imagem de alta qualidade, dentro das medidas ótimas para o Facebook; Use a opção “preview” para conferir a qualidade da imagem; Garanta uma boa aparição em todos os aparelhos, seja em computadores ou celulares. Com essa informação, você já deve estar mais preparado para criar seus anúncios no Facebook Ads. Se quiser tirar continuar se informando sobre este e outros temas relacionados, assine nossa newsletter e
Como o telefone evoluiu para o principal meio de acesso às redes sociais?

Hoje em dia é difícil se imaginar sem celular, não é? Imagine como seria marcar um encontro com um amigo, avisar os pais sobre determinada situação ou consultar o preço de um determinado produto SEM O CELULAR, isso é impossível! Ao longo dos anos acabamos ficando cada vez mais dependentes dos nossos queridos aparelhos e hoje em dia eles servem para diferentes finalidades. Mas antes que a gente pudesse simplesmente guardá-los nos nossos bolsos, os telefones passaram por uma longa linha de evolução. Para saber mais sobre essa história, continue acompanhando o nosso artigo! A história do telefone Ninguém podia imaginar que a noite do dia 2 de junho de 1875 ficaria marcada pela “descoberta” do telefone. Neste dia, Alexander Graham Bell fazia experiências com um telégrafo harmônico quando seu ajudante, Thomas Watson, puxou a corda do transmissor e emitiu um som diferente que foi ouvido por Bell do outro lado da linha. Um ano depois a invenção foi patenteada, e em 10 de março de 1876 aconteceu a primeira transmissão elétrica da primeira mensagem completa pelo aparelho recém-inventado. Graham Bell estava no último andar de uma hospedaria em Boston, enquanto Watson trabalhava no térreo e atendeu o telefone, que tocou. A partir dali começava uma longa história. A história das telecomunicações, que iria revolucionar o mundo dali em diante. O surgimento do celular e do SMS Atualmente os telefones não ficam mais “presos” as residências e são utilizados como computadores portáteis, onde podemos realizar compras, enviar mensagens e acompanhar nossos amigos através das redes sociais. Contudo, você sabia que o primeiro telefone celular não permitia o envio de SMS? Exatamente. O primeiro modelo lançado em 1984 foi o Motorola DynaTAC 8000x e ele possuía apenas o teclado numérico. Mas esse não era o único motivo que impedia o aparelho de enviar mensagens. A verdade é que o sistema de SMS foi criado somente em 1992 na Inglaterra pela empresa Vodafone. O objetivo da operadora era criar serviços de mensagens curtas e disponibilizá-los aos seus clientes. A primeira mensagem que dizia “Feliz Natal” foi digitada a partir de um computador e enviada ao diretor da Vodafone que a recebeu usando um Orbitel 901. Diferente do que você deve estar imaginando, o SMS não se tornou uma febre logo depois. Para se ter uma ideia, em 1995 clientes de redes GSM enviaram uma média de apenas 0,4 mensagens de texto por mês. No ano 2000, a média ainda era de apenas 35 mensagens no mesmo período. Esse cenário mudou com o surgimento dos planos pré-pagos, que atingiu automaticamente o público jovem que mergulhou de cabeça no sistema de mensagens. Pesquisas mostram que o número total de mensagens de texto enviadas triplicou entre 2007 e 2010, subindo de 1,8 trilhão para 6,1 trilhões. Não demorou muito para que esse recurso fosse direcionado para as vendas, assim as empresas começaram a utilizar o SMS para divulgar promoções, descontos e atrair os consumidores para os estabelecimentos e lojas virtuais. Se você ainda não utilizou mensagens de celular como tática de venda, saiba que pode estar perdendo boas oportunidades. Aqui vai algumas dicas para te ajudar: As ações devem ter prazo de validade, por exemplo: “Não perca as ofertas que preparamos! Aproveite 60% de desconto em todo o departamento de móveis, somente até o dia 17/04/2019.”; Entre uma ligação ou outra, utilize o SMS e e-mail marketing como táticas de follow-up; Ao final da mensagem lembre-se de inserir o link do seu site ou de uma Landing Page personalizada; Forneça cupons de desconto, por exemplo: “Obrigado por comprar no nosso site! Aqui está 20% de desconto para sua próxima compra!”. O primeiro smartphone e a introdução das redes sociais Mas, em que momento aconteceu a junção da telefonia com a computação? O primeiro smartphone da história começou a ser comercializado em 1994, era um aparelho da IBM e ficou popularmente conhecido como Simon. Infelizmente o primeiro smartphone da história não fez tanto sucesso quanto era esperado, apenas 50 mil unidades do aparelho foram vendidas. Mesmo sem ter conquistado o público, o Simon apresentava algumas características interessantes, como o touch screen. Além disso, o celular permitia que seus donos tivessem acesso ao calendário, agenda, calculadora, relógio, bloco de notas e possibilitava que eles enviassem fax. Apesar de tudo, o Simon foi o pai de todos os smartphones e abriu caminho para os mais diferentes modelos que surgiram dali pra frente. O ano de 2007 trouxe outro marco histórico para a tecnologia, foi nessa época que surgiu o primeiro iPhone. O aparelho nas palavras de Steve Jobs era “um iPod, um telefone e um aparelho de internet”, e apesar de não ter sido o primeiro smartphone da história, ele foi o primeiro multitouch. Em 2008 o Facebook lançou um aplicativo para iPhone. Até então, só era possível entrar na rede social pelo navegador do celular, mas o acesso era lento e com menos opções do que a versão para computadores. Esse foi o pontapé para que todos os smartphones viessem com aplicativos para acesso as redes sociais. Para se ter uma ideia, o Facebook registrou 500 milhões de usuários em julho de 2010, sendo que mais de 100 milhões desses acessavam a rede social pelos celulares. Atualmente os celulares já ultrapassaram os computadores e se tornaram o principal meio de acesso à internet, por isso suas estratégias de marketing devem sempre levar em consideração os dispositivos móveis. Quer saber como? Opte por um design responsivo ou adaptável: A maioria das pesquisas realizadas na internet são feitas por meio de celulares, portanto é importante que os conteúdos possam ser visualizados em qualquer dispositivo sem problemas. Invista em aplicativos: De acordo com uma pesquisa divulgada pelo SPC Brasil no ano passado, 74% dos brasileiros utilizam os smartphones para realizar compras na internet. Desta maneira, os aplicativos se tornaram uma excelente alternativa para disponibilizar seus produtos e serviços 24 horas por dia, 7 dias por semana. Aposte no QR Code: Este código de barra 2D permite que os usuários
Femvertising: O novo papel da mulher no marketing e na publicidade

Apesar de parecer que o empoderamento feminino ganhou força somente nos últimos anos, a luta pela igualdade de gêneros começou em meados do século 19 quando organizações femininas protestavam por melhores condições de trabalho, liberdade e, claro, equidade. E foi a partir dessas reivindicações que surgiu o Dia da Mulher. A data foi celebrada pela primeira vez em maio de 1908 nos Estados Unidos quando cerca de 1500 mulheres aderiram a uma manifestação em prol da igualdade econômica e política no país. No entanto, somente em 8 de março 1917 – período da Primeira Guerra Mundial -, quando aproximadamente 90 mil operárias revoltaram-se contra Czar Nicolau II, as más condições de trabalho, a fome e a participação russa na guerra, que a data se consagrou, embora tenha sido oficializada como Dia Internacional da Mulher, apenas em 1921. Assim, a data passou a ter um novo significado e atualmente tem como principal objetivo reforçar os pedidos de igualdade de gênero e celebrar as conquistas nos cenários sociais, políticos e econômicos ao longo dos anos. Mas e quanto a presença da mulher na mídia? Tem sido bem representado? As mulheres na publicidade No âmbito da publicidade, o papel da mulher esteve sempre ligado a estereótipos: objeto sexual, refém dos serviços domésticos e única responsável pelo cuidado com os filhos. E se a sua marca não se comunica direito com as mulheres, seu negócio perde (muito mais do que se imagina). Nos anos passados, as mulheres sempre foram retratadas como sexo frágil, dependentes de seus maridos e sem poder de voz e escolha. As propagandas das décadas de 1940 e 1950 são muito famosas até hoje, infelizmente, pelo seu conteúdo negativo a respeito do sexo feminino. O caminho para transformar esse cenário foi e ainda é muito longo. Para se ter uma ideia, de acordo com o TrendWatching, 65% das mulheres no Brasil não se identificam com a publicidade e com a forma com que elas são representadas em campanhas. E esse problema se agravou tanto que as mulheres não se sentem mais impactadas pela publicidade. Segundo uma pesquisa realizada pelo Think Eva, para 62,4% das entrevistadas a publicidade desperta o sentimento de “mesmice”. Enquanto 55,7% não conseguiram se lembrar de propagandas que chamaram sua atenção. Em razão disso, as marcas começaram a mudar suas estratégias a fim de proporcionar novas experiências para o público feminino. E nos dias atuais levantar bandeiras da causa feminista é uma escolha que está provando dar resultados, principalmente porque as mulheres estão cada vez mais empoderadas. Assim surgiu o termo femvertising – junção de duas palavras da língua inglesa, feminism (feminino) e advertising (anunciar) – que representam, em união, a publicidade do empoderamento feminino. Isto é, desconstruir antigos padrões estéticos relacionados ao gênero feminino e os posicionamentos diante das questões culturais. Por este motivo, as marcas tem se preocupado cada vez mais em se reinventar e inovar as maneiras de se comunicar, para que as mensagens transmitidas não destoem dos valores da sociedade. Principalmente porque grandes anunciantes possuem um papel fundamental como formadores de opinião. Portanto o posicionamento de uma marca deve ser sempre discutido, sem deixar de lado o seu possível impacto social. Marcas que valorizam as mulheres e desenvolvem campanhas publicitárias com: poucos retoques ou manipulação nas imagens, biótipos representativos (plus size) e diferentes idades, percebem um aumento significativo em suas receitas ao abordar a verdadeira imagem feminina longe dos padrões estabelecidos desde sempre. A seguir, confira bons exemplos de femvertising: Retratos da real beleza – Dove O vídeo produzido pela Dove mostra que as mulheres são as principais críticas em relação à sua própria beleza. Na verdade, apenas 4% da população feminina mundial se considera bonita. A proposta era que um artista criasse autorretratos com base na descrição das mulheres convidadas. Em seguida, outro desenho era criado com base na descrição de pessoas que conheceram essas mulheres. A diferença dos trabalhos é surpreendente. Like a Girl – Always Em 2014, a marca de absorventes Always fez com que as pessoas repensassem o significado do termo “como uma garota”. No vídeo, jovens são desafiados a representarem o que é “correr como uma garota”, “brigar como uma garota” e outras situações. As reações são estereotipadas e exageradas entre os meninos e adultos. Já as garotas mais novas desenvolvem um comportamento de maior confiança e determinação. PS: Ative as legendas! #SportsNights – Budweiser Geralmente as propagandas de cerveja envolvem mulheres de biquíni e situações em que elas são desejadas pelos homens, certo? Em 2015, a marca de cervejas Budweiser inovou ao trazer como garota-propaganda Ronda Rousey, lutadora campeã da modalidade Peso Galo Feminino do UFC. O vídeo gravado nos arredores e em uma academia em Los Angeles, mostra como Ronda estava se preparando para sua próxima luta que aconteceu no Brasil e que praticar esportes também é coisa de mulher. Como fazer marketing para mulheres do jeito certo? Já deu para perceber que a comunicação com o público feminina deve ser bem feita, né? Um segredo é: inteligência e independência são os atributos com os quais as mulheres gostariam de ser representadas. Sendo 85,5% para inteligência e 72,3% para independência. Para te ajudar a desenvolver boas campanhas de marketing para o público feminino, nós separamos algumas dicas bem legais. Vamos lá! Não pense nas mulheres como um grupo exclusivo Primeiro, pare de pensar que as mulheres são um nicho de mercado. No Brasil, existem 6,3 milhões de mulheres a mais que homens, e elas também compram cervejas, carros, produtos tecnológicos e assistem futebol. E se o seu produto é focado em mulheres (como produtos de higiene feminina, cosméticos, moda feminina, etc.) é um grande erro acreditar que todas as clientes são iguais ou pensam e se comportam da mesma maneira. Construir personas é fundamental para saber com quem seu negócio está conversando. Se você está vendendo cosméticos, por exemplo, sua persona não pode ser “mulheres de todas as idades que são vaidosas”. É necessário realizar pesquisas e avaliar métricas a fim de descobrir qual é a sua persona e como desenvolver
O que é Marketing Digital? Aprenda TUDO sobre essa estratégia!

Será que todos realmente sabem o que é marketing digital? Se não, basta dedicar alguns minutos na internet para encontrar diversos conteúdos sobre esse tema. Além de dicas, cursos e ferramentas para utilizar. Provavelmente você nos encontrou justamente porque estava procurando mais informações sobre esse tema, certo? Há um tempo a web vem sendo utilizada como a principal fonte para informações, visto que é o lugar que recorremos quando precisamos encontrar dados sobre determinado assunto. Assim, quem é encontrado na internet possui resultados melhores. A internet passou a influenciar também o processo de compras, onde os clientes/usuários passaram a ser mais ativos e participativos. De acordo com estudos cerca de 66% dos brasileiros já adquiriram algum produto ou serviço por causa de um anúncio visto na internet. Entretanto, no Brasil o marketing digital ainda está “engatinhando”. Uma pesquisa realizada pela Consultoria McKinsey, com o apoio da Associação Brasileira de Anunciantes (Aba), destacou que 80% das empresas brasileiras ainda estão começando a utilizar essa estratégia. Ou seja, não investir ou não saber como utilizar marketing digital, significa que o seu negócio pode estar perdendo grandes oportunidades simplesmente por não ser visto na internet. Então, para te ajudar, listamos tudo o que aprendemos na prática e o que realmente funciona, a partir desse conteúdo você não terá mais desculpas para resultados ruins. Navegue pelo artigo O que é Marketing Digital? Vantagens de investir em Marketing Digital Como fazer Marketing Digital? As ferramentas recomendadas O que é Marketing Digital? Você consegue se lembrar do tempo em que a internet não “existia”? Ou de quando era necessário esperar até a meia noite para se conectar em dias de semana? Hoje em dia passamos tantas horas conectados que realizar simples atividades do dia a dia sem a web parece ser um desafio. Mas, se a nossa vida mudou com a chegada da internet o mesmo se pode dizer dos métodos utilizados para divulgação, publicidade e propaganda. Criado na década de 1990, o Marketing Digital ganhou força somente nos últimos dez anos devido a frequente utilização da internet e dos dispositivos móveis. Logo esse tema começou a ser tratado constantemente em notícias, palestras, cursos, eventos e cases de sucesso. Porém, o conceito de Marketing Digital ainda gera muitas dúvidas, pois muitos acreditam que qualquer ação realizada na internet caracteriza-se como Marketing Digital. O marketing digital basicamente é um conjunto de ações e técnicas realizadas com o objetivo de destacar uma empresa, marca, produtos ou serviços na internet. Para isso são utilizados os canais digitais como, por exemplo, blogs, sites, e-mail, redes sociais, buscadores e outros, com o objetivo de sanar as dores e desejos dos clientes e potenciais clientes. Desta maneira, ficou muito mais fácil encontrar e conquistar o seu público-alvo, porque independente do segmento em que seu consumidor está presente, sem dúvida ele estará online também. E o ponto principal é: Todos podem usar o Marketing Digital! Sejam pessoas, empresas, instituições de ensino, ONGs, associações, lojas, clínicas, igrejas e quem mais você puder imaginar. Por este motivo, fatores psicológicos, culturais, geográficos e jurídicos também influenciam as pessoas na hora de comprar ou vender um produto ou serviço. Contudo, ainda existem muitos negócios que não acreditam no poder do Marketing Digital e preferem não investir em ações estratégicas. Para demonstrar que elas podem estar perdendo (e muito), confira alguns dados que comprovam o seu potencial: Inbound Marketing x Outbound Marketing Antigamente, todas as empresas, digitais ou não, utilizam o Outbound Marketing, apenas como uma estratégia de convencer o consumidor a comprar um produto ou serviço por meio de propagandas e publicidades vibrantes. Dessa maneira, a empresa controlava, tecnicamente, o que cada consumidor poderia comprar devido à intensa quantidade de pressões para a aquisição da compra. Ao usar o Outbound hoje é provável que a sua empresa não alcance resultados tão altos quanto é possível com Inbound. Em resumo, o Outbound Marketing é uma abordagem ativa que utiliza mala direta, outdoors, flyers, telemarketing, TV, rádio e muitos outros meios para prospectar potenciais clientes que correspondem ao perfil ideal, que é definido por um conjunto de parâmetros ligados às características do cliente que se adapta melhor a opção sugerida. Já o Inbound Marketing é a estratégia de mercado se que volta para o ambiente virtual, das redes sociais. Essa tática foi criada para suprir as necessidades das empresas online, atingindo os consumidores mesmo com as mudanças de comportamento e hábitos de consumo criados pela tecnologia. Também chamado de marketing de permissão, o Inbound Marketing tem como objetivo fazer com que o cliente venha até a marca. Para isso são feitas publicações em sites e blogs, ações através das redes sociais, e outras formas de exibição como e-books, newsletters, videoconferências, podcasts, entre outros. Agora ficou claro para você quais são as diferenças entre um termo e outro, certo? Bom, ainda tem muitas outras informações a serem destacadas nesse universo do Marketing Digital para que você possa realmente compreender como usá-lo a favor do seu negócio. Continue acompanhando o post! Os principais termos utilizados Assim como todo médico, advogado, engenheiro, químico e demais profissionais de diferentes áreas, quem trabalha com Marketing Digital também possui uma linguagem própria. Para quem não está familiarizado pode parecer complicado, mas tenho certeza que com o nosso conteúdo e um pouco prática, você estará dominando todos os conceitos principais. Vamos lá? Vantagens de investir em Marketing Digital Já deu para perceber o quanto o Marketing Digital revolucionou a forma de criar anúncios e propagandas, né? Além disso, esse recurso permitiu que as empresas criassem estratégias mais efetivas e descobrissem detalhes mais específicos sobre alcance, cliques, usuários e muito mais. Mas existem outras vantagens que merecem a sua atenção. Confira: Marque presença na internet Fazer Marketing Digital é mais fácil do que parece. Criar um site ou uma fanpage por si só já agrega valor para a marca. Afinal, estar nas redes sociais hoje é fundamental para que qualquer potencial cliente encontre a sua empresa. Assim, possuir perfis, blog ou páginas na web é um passo muito importante para
Como as pessoas consomem na era digital?

Imagine reunir os amigos em casa no final de semana, curtir uma pizza pedida via aplicativo de comida, compartilhar aquela cerveja artesanal que chegou nos últimos dias pelo clube de assinaturas, enquanto ouvem suas músicas prediletas que estão em uma playlist compartilhada no Spotify. Para completar, vocês se reúnem para uma foto que será publicada no Facebook e Instagram, e para encerrar o encontro decidem assistir uma série ou filme pela Netflix. E tudo isso sendo feito por meio do seu celular que você comprou seis meses atrás por meio de um e-commerce. Ao perceber que realmente fazemos tudo isso, parece surreal, né? Principalmente quando comparamos aos anos passados em que esse modo de consumo simplesmente não existia. Você conseguiria viver sem todas essas facilidades que a tecnologia proporciona? Ao mesmo tempo que o comportamento do consumidor mudou com a chegada da internet, as empresas precisaram – e precisam – se adaptar as exigências atuais para não perder clientes e sair no prejuízo. Por este motivo, nós separamos várias informações sobre esse assunto que podem te ajudar. Confira! Como a internet mudou o consumidor? A internet chegou às terras brasileiras há exatos 30 anos e inicialmente foi disponibilizada para setores industriais, empresariais e acadêmicos, até chegar comercialmente para a população em meados da década de 90. De lá para cá a internet mudou completamente, principalmente com o frequente uso dos motores de busca – como Google, Bing e Yahoo! – e a popularização das redes sociais, que transformaram completamente o modo como nós nos relacionamos e como o consumidor interage com as marcas. Hoje, o usuário tem o poder de opinar, compartilhar e, principalmente, indicar (ou não) a seus amigos uma empresa com um bom serviço ou produto por meio de avaliações ou mesmo dividir sua experiência – positiva ou negativa – com a marca. Além disso, o mercado tornou-se mais exigente e as marcas precisam oferecer: Qualidade na entrega do que é oferecido; Praticidade na hora de comprar, pagar e receber; Preço cada vez mais competitivo; Soluções rápidas e que cumpram as expectativas do consumidor; Relacionamento próximo e transparente com o cliente. Com meios de comunicação instantâneos, a tecnologia fez o velho ditado “botar a boca no mundo” se tornar realidade. Basta que o consumidor publique um vídeo simples no YouTube sobre determinado produto, marca ou atendimento para interferir em investimentos milionários de marketing. Como as pessoas consomem na era digital? Definir o perfil do consumidor na era digital não é uma tarefa fácil, afinal, as mudanças nas preferências acontecem cada vez mais rápido e as pessoas estão cada vez mais exigentes. E com a popularização das redes sociais as pessoas tiveram a oportunidade de se aproximar das marcas. Para as empresas, essa mudança também foi importante, pois atualmente elas contam com um feedback mais rápido, sendo capazes de monitorar as reações do público em tempo real. Assim, o melhor caminho para qualquer marca na era digital é ouvir e conversar com seus consumidores. Para isso, ter um site, um blog, contas de e-mail, perfis em redes sociais e apps de mensagem é fundamental para estabelecer um contato mais próximo com os usuários. Quanto mais uma empresa se aproxima de um cliente, maiores as chances de atender às expectativas. Outro detalhe perceptível no perfil do consumidor moderno é a exigência. Devido a quantidade de informações que estão disponíveis a todo momento, os clientes se tornaram muito mais seletivos. Além disso, com a internet eles estão a poucos cliques de distância de outras empresas, ou seja, eles não precisam de muitos motivos para se deixar levar pela concorrência. Isso faz com que eles fiquem mais atentos às maneiras como as marcas se posicionam, trabalham seu conteúdo e vendem seus produtos. A mobilidade é outra característica marcante desse novo perfil consumidor. Atualmente as pessoas utilizam smartphones para se conectar, interagir, consumir seus produtos e comprar suas ofertas de onde quer que estejam. O consumo que antes se resumia às lojas físicas e depois foi para os desktops, agora pouco a pouco passa a estar em qualquer local, seja no transporte público, nos shoppings, no trabalho, na escola/faculdade, etc. É importante frisar que para atender com qualidade os usuários de dispositivos móveis é preciso se adaptar para aparecer bem em todas as telas. Dicas para vender mais na era digital Nem todos os negócios conseguem lucrar com o fim do ano e o Carnaval, por isso o Dia do Consumidor é uma boa oportunidade para conseguir elevar o número de vendas, visto que a data está posicionada estrategicamente pouco antes da Páscoa e longe de outras datas sazonais, justamente para atrair aqueles que querem comprar produtos para si ou já preferem aproveitar os ovos de páscoa e outros produtos relacionados ao feriado. Assim como a Black Friday, essa data não se resume a apenas um dia, ela movimenta a semana inteira. Para se ter uma ideia, quando comparado os anos de 2017 e 2018, o volume de busca por Dia do Consumidor aumentou 92%. E tem mais: em 2018, o número de visitas em e-commerce cresceu 13% no dia do evento. Levando em consideração toda a Semana do Consumidor, foram 11% mais visitas, o que corresponde a 13 milhões de acessos a mais do que a média semanal, que é 113 milhões. Deixar a data passar em branco significa perder boas oportunidades de vendas e negócios. Por este motivo, invista em ações criativas e adequadas para a Semana do Consumidor, por exemplo: Descontos e preços especiais Lembre-se que esse é um dia para celebrar o consumidor. Portanto, pense em ofertas relevantes, como um desconto naquele produto favorito do seu site ou crie promoções personalizadas de acordo com o que os consumidores mais procuram no seu e-commerce. Aproveite também o momento pré Dia do Consumidor para cadastrar e engajar novos leads. Muitas pessoas começam a realizar pesquisas uma semana antes da data, e você vai querer ser a primeira marca que vem na cabeça dos clientes quando elas pensarem em realizar compras, certo? Desenvolva uma
Como atrair mais visitas para o meu blog?

O marketing digital é a melhor forma de divulgar qualquer negócio hoje em dia, independente do tamanho do seu negócio. E um dos meios mais eficientes para captar e nutrir mais leads é ter um blog. Através dele, você pode criar conteúdos que chamem a atenção do público e facilitem o processo de venda. Porém, para isso, você precisa se concentrar em como atrair mais visitas primeiro. O número de visitantes regulares em seu blog é uma métrica muito importante para seu sucesso. Afinal, ela é a base para a conversão de visitas em leads e, posteriormente, em clientes. Além disso, páginas mais populares tendem a ganhar prioridade em pesquisas de conteúdo nos motores de busca. Se você quer entender como atrair mais visitas para seu blog, acompanhe. Por que meu blog não aparece no Google? Uma das primeiras questões que aparecem quando falamos em blogs é o seu posicionamento nas pesquisas através do Google. Quando alguém busca por um tema ou palavra-chave, os primeiros resultados tendem a receber todos os clicks. Sendo assim, aquelas que ficam mais para baixo quase nunca recebem visitantes. Algumas das principais causas para isso são: Falta de SEO O Search Engine Optimization, ou “SEO”, é um conjunto de práticas utilizadas para melhorar o posicionamento da sua página diante dos motores de busca, como o Google. Isso envolve desde a escolha correta das palavras usadas ao longo do texto até sua quantidade e posicionamento. Se você não conhecia o termo ou não entende bem como ele se aplica ao seu blog, então é bem provável que essa seja uma das causas da sua baixa performance. Estudar SEO é fundamental para o sucesso do seu blog. Página não responsiva A responsividade de uma página é a facilidade com a qual ela se adapta a diferentes aparelhos, navegadores e sistemas operacionais. Considerando que a maior parte dos acessos realizados em todo o mundo hoje em dia ocorre através de aparelhos móveis, como celulares ou tablets, esse fator tem ganhado cada vez mais peso para os motores de busca. Felizmente, também é cada vez mais fácil atender a esta demanda. A maioria das ferramentas de criação de blogs já possui uma funcionalidade assim. Lembre-se apenas de testar os layouts em seu aparelho primeiro. Tags mal estruturadas A estrutura de Tags, ou Marcadores, de um site indica quais palavras melhor representam o conteúdo. Dessa forma, se alguém pesquisar por um dos termos marcados, seu site tem mais chances de aparecer entre os resultados. O que diz se as tags são bem estruturadas é principalmente sua adequação e quantidade. Se houverem muitos termos, por exemplo, o Google interpreta isso como uma manobra para conseguir visitantes e reduz sua prioridade nos resultados. Conhecendo o seu público O primeiro passo em como atrair mais visitas para o seu blog é conhecer profundamente quem eles são e o que desejam. Sem essas informações, você estará completamente às cegas quando criar seus conteúdos e suas campanhas. E quanto mais específico for o seu direcionamento, maior tende a ser sua taxa de conversão. Em primeiro lugar, tente estabelecer algumas características básicas, como faixa etária, gênero, localidade, etc. Depois, tente refinar estas características, incluindo preferências de redes sociais, linguagem e outros interesses. Mesmo que pareçam informações muito banais, algumas delas podem contribuir muito com a elaboração de conteúdos úteis. Orgânico vs. Pago Enquanto você cria seu blog, deve notar entre as estatísticas de visitantes que há um volume orgânico e um volume pago no total de acessos. O orgânico se refere às pessoas que descobriram seu blog naturalmente, através de pesquisas no Google ou de links externos. Já as visitas pagas são aquelas geradas através das campanhas feitas através do Google. Ambos são importantes para o crescimento do seu blog, mas o alcance orgânico é sempre o de maior valor. Afinal, ele reflete a real qualidade da sua página e estes visitantes possuem maior chance de se converterem em clientes. Veja aqui alguns dos melhores métodos para conseguir alcance orgânico em seu blog: Redes sociais As mídias sociais, como o Facebook, Twitter e LinkedIn, são ótimos lugares para divulgar conteúdos, incluindo seu blog. Neles, a maioria dos usuários está mais propensa a aceitar e interagir com qualquer conteúdo, o que aumenta suas chances de que suas postagens sejam respondidas. Se você tiver uma boa integração entre suas redes sociais e o material divulgado em seu blog, logo você verá os resultados no seu número de visitantes recorrentes. Conteúdo relevante Uma das maiores dificuldades para quem está começando a criar um blog pela primeira vez é justamente não conseguir pensar em temas que sejam de interesse do seu público. Não é apenas uma questão de “isso tem a ver com meu produto/serviço”, mas sim de “isso pode atender a alguma demanda dos meus leitores”. Através de conteúdos mais relevantes, você constrói uma audiência fiel e mais rentável para seu blog em bem menos tempo. Parcerias de divulgação Por fim, há sempre a possibilidade de trocar favores com outras empresas que também possam se beneficiar com uma divulgação extra. Especialmente se vocês já forem parceiros em suas áreas de atuação. Basta que você indique os produtos e serviços das outras empresas envolvidas em algum momento e você também terá seus conteúdos e serviço divulgados, aumentando o movimento orgânico em seu blog. Além disso, o número elevado de links externos também contribui com o posicionamento da sua página nos motores de busca. Regra 3x3x3 Uma questão recorrente quando à operação de um blog é como divulgar seus novos conteúdos e postagens. E, acredite, isso faz toda a diferença na sua taxa de respostas, desempenho e, claro, na sua taxa de conversão. Para isso, é utilizada a regra 3x3x3, que significa: você deve fazer 3 postagens, utilizando 3 canais diferentes ao longo de 3 dias. Dessa forma, você otimiza o alcance do seu blog combinado ao de suas redes sociais. Agora que você entende melhor como atrair mais visitas para seu blog, é hora de colocar esse conhecimento em
Como vender meu produto ou serviço usando um blog?

A venda de produtos através da internet mudou consideravelmente a forma como diversas empresas fazem negócios. Especialmente na interação com seu público. O blog, por exemplo, é uma ferramenta cada vez mais utilizada para vender produtos e serviços online, ou ao menos para captar clientes para sua loja virtual. Talvez você esteja se perguntando “mas como vender meu produto usando um blog?” Apenas ter um blog não é suficiente para gerar resultados visíveis. Você precisa saber como estruturá-lo, entender as necessidades do seu público, como fazer seu posicionamento de marca, entre outras coisas. Dedicar tempo, energia e recursos a uma página sem saber como construí-la adequadamente apenas diminuirá seu desempenho. Parece que estamos falando grego? Calma, a gente descomplica para você. Acompanhe e descubra como um blog pode contribuir para os resultados do seu negócio: Foco no produto, não na empresa Um dos maiores erros na hora de montar um blog é começar a criar conteúdos apenas sobre sua empresa. Sim, é importante construir a imagem do seu negócio, mas também é importante manter o público engajado com seu blog e, consequentemente, com sua empresa. Ao invés de forçar a imagem que você deseja da sua empresa para o público, há outras opções mais efetivas: 1. Responda dúvidas comuns do seu público Quando um novo visitante chega ao seu blog, ele não costuma ter uma boa ideia do que você faz, do que se trata o seu produto ou quais são as condições de contratação. Tudo isso precisa ser esclarecido antes que você possa fazer qualquer proposta de venda ao seu público. Nesse ponto, o melhor a fazer é pesquisar quais são as dúvidas mais comuns entre seus clientes em relação ao seu produto ou serviço. Podem ser coisas simples, como o método de uso ou situações adequadas de aplicação, desde que isso traga algum valor real e imediato ao leitor. Dessa forma, ele sairá satisfeito e você tem mais chances de convertê-lo. 2. Destaque sempre sua utilidade Quando você estiver falando especificamente de seus produtos e serviços, pode ser tentador apenas dizer que eles são “ótimos” e “de excelente qualidade”. Você pode dizer isso, mas é importante ter argumentos sólidos para embasar todas as suas afirmações. É uma armadilha terrivelmente comum fazer afirmações vazias em um blog. Sempre que você escolher um produto para divulgar, pergunte-se “por que alguém precisa disso?”. Se você tiver a resposta, então já pode começar a desenvolver um conteúdo mais relevante para seu público. Se o texto não responde esta pergunta, então é melhor revisar seu conteúdo planejado. Use o Google e Facebok Ads Dentro da página de estatísticas do seu blog, você encontrará dois tipos de visitas: pagas e orgânicas. O alcance orgânico é aquele obtido naturalmente por links externos e pesquisas, possuindo maior valor para você e para sua empresa. O alcance pago, como o nome diz, é resultado de campanhas de atração com focos mais específicos. Em um mundo ideal, você já teria visitantes suficientes com o alcance orgânico, mas esse não costuma ser o caso. Para alimentar a movimentação em seu blog, você deve sempre investir em divulgação paga. O Google Ads e o Facebook Ads são as melhores opções disponíveis, pois possuem alcance mais amplo. Se você souber como direcionar suas campanhas, elas podem gerar uma alta taxa de conversão. Invista bastante na geração de Leads Caso você não conheça o termo, o lead é um indivíduo que tem potencial para se tornar um cliente no futuro próximo. Esse tipo de pessoa geralmente precisa do seu produto ou serviço, mas ainda não entende o próprio problema e precisa de mais informações antes. Quanto mais leads você é capaz de gerar com seu blog, mais fácil é fechar novos negócios. Para te ajudar neste ponto, veja aqui as melhores formas de captar e nutrir leads em seu blog: 1. Call to Action A chamada para ação, ou CTA, é uma mensagem que fica incluída em um conteúdo ou mensagem, sempre direcionando o cliente a outras ações, como assinar sua newsletter, ler outro artigo ou mesmo indo diretamente para a compra. A intenção aqui é bem simples: manter o lead engajado e levá-lo mais e mais para a decisão de compra. A chave aqui é saber qual chamada usar para cada momento. Afinal, você não pode enviar um novo visitante diretamente para a página de compra sem construir uma relação com ele primeiro. Seja paciente e planeje esse desenvolvimento para obter melhores resultados. 2. Tenha um follow up para cada contato O processo de follow up, de forma simples, consiste em sempre ter um próximo passo para seu público executar. A chamada em si é uma forma de gerar um follow up, pois leva o cliente a tomar uma nova ação. Porém, o mesmo vale para newsletters e outras formas de contato. O importante é não deixar que seu lead perca o engajamento. Ele deve sempre ter algo mais a fazer depois de cada ação. Se você deixá-lo sem direcionamento, logo ele perderá interesse. 3. Formulário de cadastro Em algum momento, você vai precisar captar informações mais específicas sobre seus leads. Coisas que apenas eles podem informar. Para isso, uma boa opção é criar formulários de cadastro em seu blog. Dessa forma, você pode coletar os dados que precisa sem grande dificuldade. Claro que ninguém vai preencher um cadastro a troco de nada. Você precisa oferecer algo em troca, como um e-book ou cupom por exemplo. Com essa pequena recompensa, seus leads estarão muito mais dispostos a cooperar. 4. Integração com outros canais Por fim, mas não menos importante, você pode gerar leads com mais facilidade ao integrar suas ações com outros canais de divulgação, especialmente as redes sociais. Dessa forma, você pode redirecionar seu público entre estes meios de comunicação e aumentar o engajamento com a marca. E, se você tiver vários canais bem estruturados, verá os resultados mais diretamente em suas taxas de conversão e rentabilidade. Agora que você entende melhor como
Saiba como utilizar o WhatsApp para negócios

Desde a popularização da internet móvel, é cada vez mais comum ver pessoas utilizando o WhatsApp como seu principal meio de comunicação. A maioria hoje em dia dá preferência a estas mensagens de texto pela internet no lugar das ligações telefônicas. Sendo assim, também é um ótimo lugar para as empresas se comunicarem com seu público. Daí surgiu o WhatsApp para negócios. Essa opção do aplicativo corresponde a uma empresa. Isso permite que ele seja acessado de múltiplos aparelhos, facilitando o processo de atendimento. Além disso, ele oferece outros recursos que melhoram a gestão do público. Se você está pensando em adotar o WhatsApp em seu negócio, veja aqui o que precisa fazer. Primeiros passos Para começar a usar esta ferramenta, você primeiro precisa fazer o seu download. Você pode baixá-lo gratuitamente através do celular, então não haverá nenhuma dificuldade. Uma vez que ele esteja ativo em seu aparelho, é hora de abri-lo e começar o cadastro de seus dados de perfil empresarial. Dentre as informações destacadas aqui, devem estar inclusas: Endereço da empresa; E-mail; Número de contato; Seu site; Descrição do produto/serviço. Estes são todos os dados básicos necessários para que o público identifique o perfil da sua empresa ao entrar em contato. Como criar mensagens automáticas Você provavelmente já notou que algumas empresas utilizam respostas rápidas e automáticas em alguns contatos. Crie uma mensagem para enviar ao cliente assim que alguma condição é atendida, como logo após o primeiro contato ou quando o pedido é entregue. Não é algo tão complexo a ponto de poder responder por conta própria em toda ocasião. Mas já será de grande ajuda se houverem mensagens pré-gravadas e um comando associado a cada uma delas. O uso de etiquetas Outra ferramenta que pode ser utilizada são as etiquetas. Sua função é marcar em que estágio de compra está aquele cliente específico. Por exemplo, se ele já recebeu seu pedido, se pagamento já foi aprovado ou se ele ainda está apenas tirando dúvidas. Com estes marcadores, será bem mais fácil identificar quais são os pedidos que ainda estão pendentes e contabilizar aqueles que já foram encerrados. Estatísticas e análise do fluxo de mensagens Falando em verificação e contabilização, o WhatsApp para negócios também possui funcionalidade similar à de um CRM. Nele, você pode gerar estatísticas relativas aos seus clientes marcados. Além de comparar seu avanço no caminho de compra ao longo do tempo. Também há algumas métricas mais específicas do próprio aplicativo, como total de mensagens enviadas antes do fechamento do negócio, por exemplo. Crie um catálogo para seus produtos Com essa opção, os lojistas podem criar catálogos de produtos diretamente na plataforma. A apresentação dos produtos é feita de forma semelhante aos tradicionais aplicativos de entrega e lojas virtuais, o lojista poderá fazer uma lista de seus itens, com foto, descrição e valor. Desta maneira o processo de compra se torna mais prático e rápido, visto que os usuários podem visualizar todos os produtos de forma otimizada. Além disso, apresentar os seus produtos aos usuários e leads será muito mais fácil, principalmente porque o WhatsApp é o principal aplicativo usado pelos brasileiros, ou seja, explore ao máximo a ferramenta para garatir excelentes resultados. Com estas informações, você já está mais preparado para utilizar o WhatsApp para negócios. Lembre-se também de acompanhar mudanças na ferramenta e atualizações, pois elas podem incrementar o seu desempenho e facilitar seu trabalho. Quer continuar acompanhando nossas dicas? Então assine nossa newsletter e receba nossos melhores conteúdos em primeira mão.
Interatividade x usabilidade x navegabilidade: quais são as diferenças?

A competição ferrenha que caracteriza o ambiente do marketing digital faz com que o menor dos detalhes possa determinar a escolha de um cliente entre uma empresa ou outra. Por isso, toda a experiência do consumidor com uma marca deve ser otimizada de modo a atrair sua confiança e conquistar sua fidelidade. Os conceitos de interatividade x usabilidade x navegabilidade estão diretamente ligados a essa experiência. É comum que haja confusão entre esses termos, mas cada um trata de aspectos diferentes. Neste texto, vamos nos abordar esses três conceitos e, ainda, explicar algumas das principais características que os diferem. Continue lendo! Interatividade x usabilidade x navegabilidade Sabemos que é desejo de todo gestor que seu cliente tenha uma experiência da melhor qualidade em suas páginas e ferramentas. Então, vamos nos aprofundar nesses três conceitos essenciais para garantir que o tempo do consumidor em suas páginas seja bem gasto. Interatividade A interatividade é o modo que o visitante e a página se relacionam. Esse conceito envolve muitos aspectos, começando pelo design. Se você cria um site com conteúdo de qualidade, mas as cores ou tamanhos das letras tornam o texto difícil de ser lido, não haverá interatividade. Usabilidade A usabilidade mede a facilidade que o usuário encontra para realizar ações dentro de um sistema ou ferramenta. Caso ele não encontre essa facilidade, provavelmente, deixará de fazer uso do produto. Existem quatro pontos fundamentais que devem ser considerados para definir a usabilidade. São eles: aprendizagem: a facilidade encontrada para o uso; eficiência: o funcionamento de forma eficaz; memorização: a facilidade para memorizar a forma de uso; satisfação: o contentamento após o uso. Navegabilidade A navegabilidade nada mais é do que a facilidade encontrada pelo usuário para navegar dentro de um website. Ou seja, um site tem a navegabilidade eficiente quando o cliente pode, em poucos cliques, encontrar o conteúdo que busca. Diferenças fundamentais Como vimos, os três conceitos apresentam ideias diferentes, mas que, de alguma forma, se relacionam. Em comum, todos têm impacto direto na satisfação do usuário. Vamos agora nos ater às suas diferenças em alguns pontos fundamentais. Experiência do usuário Como cada um dos conceitos afeta a experiência do usuário? A interatividade é essencial para que haja o engajamento entre cliente e marca. Um site interativo dá poder ao cliente de se relacionar facilmente com o conteúdo. Já os conceitos de usabilidade e navegabilidade estão diretamente entrelaçados. A navegabilidade dá ao usuário o poder de explorar um website de forma intuitiva, enquanto a usabilidade garante que essa navegação seja feita de forma simples, com poucos cliques. Desempenho na conquista do cliente Os três conceitos são essenciais para melhorar o desempenho na conquista do cliente, mas agem de maneiras levemente diferentes. De qualquer forma, não adianta aperfeiçoar um dos aspectos e negligenciar os outros. Um site com boa interatividade, por exemplo, atrairá o cliente para consumir o conteúdo. Porém, se a navegabilidade e usabilidade não forem bem trabalhadas, o seu consumidor logo se sentirá desinteressado. Da mesma forma, um site de fácil navegação pode ser atrativo, mas ao ser notada qualquer dificuldade na interação, a tendência é que a conquista do cliente se torne uma tarefa mais árdua. Entender os conceitos de usabilidade, interatividade e navegabilidade é crucial para desenvolver soluções eficientes de marketing digital. Tratar cada um deles com a mesma importância é o único caminho para garantir a satisfação do cliente e possibilitar a publicação de conteúdo relevante e qualificado. E aí, deu para entender o que cada termo significa e a diferença entre eles? Que tal continuar seu aprendizado lendo sobre o relacionamento com clientes no Facebook Messenger 4.0?
Como promover minha empresa no Facebook?

Graças à maior popularização e difusão da internet sem fio e dos aparelhos móveis, a forma como as pessoas se comunicam evoluiu consideravelmente nos últimos 10 anos. Isso tanto no âmbito da vida pessoal quanto dentro dos negócios. Hoje em dia, por exemplo, já é possível promover uma empresa no Facebook com bastante facilidade e baixo custo. Porém, assim como qualquer investimento em divulgação, você precisa saber como este canal funciona, quais são suas principais exigências e como pode gerar valor a partir de todo esse trabalho. Se você ainda não sabe por onde começar, então é melhor esperar até ter um pouco mais de preparo. E para te ajudar com essas preparações, viemos falar um pouco sobre como promover sua empresa no Facebook. Acompanhe. Primeiros passos O principal meio de divulgação para uma empresa através do Facebook é a criação de uma página de negócios. Nela você pode inserir suas informações de contato, link para seu site ou blog, divulgar anúncios e informações pertinentes ao seu público, entre outras coisas. E para criar sua página, você deve seguir os seguintes passos: 1. Abra o Facebook em sua conta pessoal Quando você abre as opções do seu perfil pessoal, pode ver uma opção dizendo “criar uma página”. Apenas clique nela e você já estará no caminho certo. 2. Escolha sua categoria O Facebook pede que você coloque sua página em uma das categorias disponibilizadas pelo site. Dessa forma, será mais fácil para os usuários encontrarem suas postagens. A lista é bem clara e, se você estiver confuso, há uma descrição mais detalhada em cada opção. 3. Insira suas informações Digamos que você tenha escolhido a opção “negócio local”. Para que a página seja útil para você e para o público, ela precisa ter alguns dados importantes sobre sua empresa, como o seu site de referência, uma foto de perfil fácil de identificar e meios de contato. O Facebook pedirá essas coisas, mesmo que nem todas sejam obrigatórias. Mas é recomendado não deixar nenhum espaço em branco. 4. Convide pessoas para curti-la Com tudo ajustado, tudo que falta é chamar todas as pessoas possíveis para curtir sua página. Estas curtidas também contribuem com o aumento do seu alcance, além de ser necessário ter um número mínimo de curtidas para abrir algumas configurações. Estude a política de anúncios do Facebook Outra coisa que você precisa saber sobre o Facebook é que o tipo de conteúdo usado em seus anúncios deve seguir algumas regras. Antes de liberar a informação para o grande público, o Facebook faz uma avaliação detalhada do conteúdo utilizado para que ele se encaixe nas regras estabelecidas. Alguns dos critérios aos quais você deve estar atento são: 1. Conteúdo impróprio Obviamente, o Facebook não permite que as imagens ou texto possuam imagens impróprias, seja de nudez, violência ou similares. Qualquer coisa do tipo é imediatamente barrada pelos filtros de conteúdo. 2. Links fora do ar Todo anúncio deve levar a outra página, geralmente relacionada ao produto ou serviço em questão. Porém, pode ser que o link esteja fora do ar, seja de forma temporária ou permanente. Se este for o caso, então o anúncio também é reprovado. 3. Animações automáticas Qualquer animação ou áudio envolvido no anúncio precisa ser apresentado apenas após o click no anúncio. Animações automáticas, antes de qualquer interação, não são permitidas. 4. Excesso de texto Há um número ideal de palavras e caracteres em um anúncio para que ele tenha a informação necessária e ainda seja funcional. Sendo assim, anúncios com excesso de palavras também são barrados. Impulsione seus Posts Seja em uma postagem ou anúncios, você já deve ter notado o botão “Promover” que sempre fica destacado. Com o nome já diz, ele serve para aumentar o alcance dos seus conteúdos, mostrando-os a um número maior de pessoas. Com isso, você também poderá expandir seu público. E para campanhas menores, a relação entre custo e benefício é bem favorável. Você também não precisa começar com um investimento em larga escala. Pode fazer testes com orçamento mais baixo e partir para campanhas maiores quando tiver um pouco mais de informação e segurança. Mesmo com bastante dinheiro na conta, ainda é necessário ter preparo e precaução. Utilize o gerenciador de anúncios para segmentações específicas A forma correta de impulsionar para promover sua empresa no Facebook depende do seu tipo de produto e público-alvo. Ao desenvolver suas campanhas, lembre-se de segmentar seu público e criar uma estratégia de divulgação que maximize sua taxa de conversão. Para isso, você deve trabalhar o seu gerenciamento de anúncios junto ao seu plano de marketing. Cada empresa possui um público-alvo ideal, com faixa etária, gênero, linguagem e preferências específicos. Quando você direcionar seus conteúdos e suas campanhas para este público de forma específica, aumenta consideravelmente sua taxa de conversão, que é a proporção entre o total de pessoas alcançadas e aquelas que fecham negócios. Nenhuma campanha é bem-sucedida se não gerar algum retorno financeiro direto para a empresa. Considere uma agência especializada em marketing digital para obter melhores resultados Mesmo depois de ler todo o texto e ter alguma orientação, o processo de promover uma empresa no Facebook ainda é bem complexo e exige bastante especialização. Sendo assim, pode ser uma boa ideia buscar uma equipe profissional para te acompanhar nesse trabalho, especialmente nos estágios iniciais, quando há maiores riscos e dúvidas. O trabalho da agência de marketing digital é, basicamente, estudar o seu produto/serviço e determinar qual é a melhor estratégia para captar a atenção do público e conseguir transformá-los em clientes. E, claro, para fazer com que as pessoas que interagem com seu Facebook também se tornem compradores frequentes e evangelizadores para sua marca. Com estas dicas, você já está bem melhor preparado para promover sua empresa no Facebook. Mas lembre-se de continuar se atualizando sobre o tema sempre que possível. Políticas de divulgação podem ser mudadas, novas estratégias podem surgir com a chegada de mais tecnologias. Quanto mais preparado você estiver para estas mudanças, melhor será seu desempenho.
Por que devo criar um blog para a minha empresa?

Hoje em dia, independentemente do tamanho do seu negócio, a internet é o melhor meio de comunicação para divulgar sua empresa. Seja como microempreendedor individual, grande empresário ou como franqueado, criar um blog para a empresa pode contribuir bastante com seu desempenho ao longo do tempo. Mas, à primeira vista, um blog pode não parecer a melhor opção disponível para divulgar e consolidar sua marca. Apesar de não ser o suficiente por conta própria, ele é uma ótima ferramenta para melhorar o posicionamento da sua marca sem grandes custos. Quer entender melhor a importância desse investimento para sua empresa? Então, acompanhe. Quais são as vantagens de criar um blog para minha empresa? Claro que ninguém investiria em um blog se isso não trouxesse resultados reais para os negócios. Veja aqui algumas das vantagens que ele oferece. 1. Maior alcance de público Por meio da internet, sua empresa pode ter um alcance muito maior em comparação àquele que seria conseguido em outros meios, como TV ou jornal. Isso ocorre principalmente graças à facilidade de retransmitir qualquer informação. Se você souber como usar isso a seu favor, pode ter acesso a leads que jamais conseguiria com outros métodos. 2. Oportunidades de interação Além de ser uma plataforma para transmitir novidades e manter seu público informado, o blog também é um ótimo espaço para interagir com seus potenciais clientes. Por meio de comentários ou informações de contato, você pode manter um contato bem mais próximo com todos, tirando dúvidas e acelerando o ciclo de compras. Como criar um blog para minha empresa? Considerando os benefícios de ter um blog para a empresa, já é fácil entender por que você deve começar o seu logo. Para ajudar, separamos aqui 3 passos principais que você deve seguir para iniciar seu blog. 1. Monte um domínio O mais importante para uma empresa ter um blog é ter um domínio com um nome próprio. Em parte, isso ajuda a transmitir profissionalismo, mas também é uma forma de conseguir outras funcionalidades, como um endereço de e-mail corporativo e estatísticas aprofundadas sobre seu desempenho. 2. Defina seu público-alvo Alguns acreditam que ter um público mais amplo é o melhor para qualquer empresa, mas é justamente o contrário. Quanto mais específico for seu público-alvo, mais eficiente tende a ser seu investimento em divulgação. Ao desenvolver seus conteúdos, pense sempre em como você quer que esse grupo específico reaja. 3. Crie uma agenda de postagens Com um blog já estruturado, você precisará de conteúdo relevante e consistente para manter o interesse do seu público. Escolha temas que atendam a alguma demanda, como tirar dúvidas ou transmitir informação, e monte uma agenda de postagens. Isso aumenta a regularidade de seus conteúdos, o que também dá ao leitor mais razões para retornar com frequência. Entenda a diferença entre blog e site Antes de você ir, vale a pena esclarecer que blog e site não são a mesma coisa. Ambos são páginas disponíveis na internet, mas possuem propósitos bem diferentes. O site da empresa tende a ser um contato mais direto com o cliente, para que ele faça seus pedidos e confira suas aquisições. Já o blog é mais destinado à divulgação de informações, novidades e opiniões. Ambos são relevantes para todo negócio, mas devem ser conduzidos de formas diferentes. Agora que você sabe por que deve criar um blog para a empresa, é hora de colocar esse conhecimento em prática. Quer mais ajuda para obter sucesso? Então entre em contato com a Echosis e descubra como podemos ajudar.
Fique de olho em 3 tendências tecnológicas para os próximos anos

Que o mercado digital está em constante mudança todo mundo sabe, mas será que você conhece a maneira certa de lidar com esse fenômeno? Devido à velocidade imensa em que essas variações ocorrem, apenas reagir a elas não é uma boa ideia. É preciso de proatividade para prever e se adaptar às tendências. Pensando nisso, elaboramos este texto com um apanhado das principais tendências tecnológicas para os próximos anos. Vamos apresentar 4 novidades e explicar como elas podem influenciar o mercado. Confira! 1. Coisas autônomas Carros que andam sozinhos, robôs com tarefas domésticas e objetos com inteligência artificial habitam o imaginário do ser humano há décadas. Basta conferir qualquer filme de ficção científica para notar esse interesse. Bem, não estamos mais tão distantes desse futuro. Gigantes da tecnologia como a Google e a Apple já realizam testes de carros sem motorista, enquanto a Amazon já utiliza drones para entregar produtos. Tudo indica que a evolução da tecnologia tem o potencial de transformar objetos em itens colaborativos. Pela capacidade de acelerar processos e trazer facilidades ao cotidiano, a automação dos objetos é uma das tendências tecnológicas para os próximos anos. 2. Blockchain Você já ouviu falar em blockchain? Se não, pode ter certeza de que ouvirá bastante em um futuro próximo. O mecanismo é definido como um agrupamento de diversas bases de dados coerentemente relacionadas, distribuídas por uma grande rede de computadores. O que isso significa? Significa que é uma alternativa aos modelos clássicos de se firmar acordos comerciais. No modelo atual as transações são confiadas a autoridades centrais, como bancos, governos e outras instituições. A mudança que o blockchain oferece se baseia em dois princípios. O primeiro é o peer-to-peer. De forma simples, trata-se de um sistema que garante que ambas as partes terão igual acesso a qualquer informação. O segundo é o uso de um banco de dados distribuído e descentralizado, evitando que a falha em um dos pontos comprometa uma operação inteira. 3. Privacidade digital O debate em torno da privacidade digital vem se tornando cada vez mais intenso e importante. Casos como o vazamento de dados do Facebook e a prática de venda de dados pessoais por diversas empresas são responsáveis diretos por essa nova preocupação. O que tornava tudo mais confuso era a falta de uma legislação clara sobre o assunto, questão que foi resolvida com a aprovação, pelo congresso brasileiro, da Lei Geral de Proteção de Dados, que entra em vigor no ano 2020. Portanto, se a privacidade dos dados de usuários já era uma questão ética bastante sensível, agora se tornou um assunto legal. Empresas que desrespeitarem as normas de privacidade não serão apenas mal-vistas pelo público, mas também financeiramente punidas. Prestar atenção nas principais tendências tecnológicas para os próximos anos é crucial para qualquer empreendedor que não deseje ser deixado para trás. Mais do que estar atento, é preciso investir de forma inteligente na tecnologia a fim de se manter atualizado, seguro e dentro da lei. E aí, gostou de ler sobre as novidades tecnológicas que vêm por aí? Que tal se aprofundar mais um pouquinho e aprender sobre as tendências de mercado que vão agitar o marketing digital? Vamos lá!
Estratégias de marketing no Facebook que podem ajudar a sua empresa

O Facebook comemora hoje 15 anos de existência na internet e, apesar de todos os escândalos do ano passado, ele continua sendo a rede social mais utilizada, com mais de 2 bilhões de usuários ativos no mundo todo. Mas você sabe como tudo começou ou de onde surgiu a ideia desse canal? Talvez você já tenha assistido ao filme ou lido o livro A Rede Social em que a história do Facebook é retratada. Se não, tudo bem, nós contamos um pouco dela aqui. Tudo começou no campus da Universidade de Harvard, onde os universitários Mark Zuckerberg, Chris Hughes, Eduardo Saverin e Dustin Moskovitz criaram uma rede social em que os colegas pudessem escolher os amigos mais atraentes. Durante dois anos (2004/2005), o thefacebook, primeiro nome dado a rede social, era restrito apenas aos estudantes de Harvard. Somente em 2006 a plataforma foi liberada para que qualquer pessoa criasse um perfil e pudesse se conectar com seus amigos. De lá para cá muitas mudanças aconteceram e o Facebook passou a ser um canal para amigos, família e, claro, empresas. De acordo com uma pesquisa realizada pela Rock Content, empresas afirmam que os principais benefícios das redes sociais são: divulgar a marca (77,4%), engajar a audiência (63,2%), aumentar tráfego no blog/site (50,3%), ampliar as vendas e o número de clientes (48,5%). Ou seja, é o canal ideal para você apresentar o seu negócio, visto que todo mundo está conectado por lá. Que tal algumas dicas de marketing para aproveitar ao máximo os benefícios do Facebook e melhorar os resultados da sua página e, consequentemente, do seu negócio? Confira! Estratégias de Marketing para o Facebook Conheça os recursos Todos os anos o Facebook apresenta novidades e melhorias, pois o objetivo da rede social é oferecer uma ótima experiência ao usuário. Além disso, a rede social também é utilizada para gerar oportunidades de negócios, por isso, ao criar uma página para o seu negócio, busque descobrir quais as ferramentas disponíveis e como elas podem contribuir para melhores resultados. Por exemplo, uma loja de roupas pode inserir quais são os horários de atendimento, o endereço da loja física e, se preferir, criar uma loja virtual integrada ou inserir um botão que direciona o consumidor diretamente para o ecommerce. Estabeleça um diferencial Prepare-se para encontrar concorrentes em todos os lugares, principalmente nas redes sociais. Por este motivo é fundamental criar uma identidade para o seu negócio e definir ações de marketing para se diferenciar da concorrência. Invista em conteúdo originais, em um bom design e uma forte divulgação de seus produtos e serviços. Vale ressaltar que um bom relacionamento com os clientes faz toda a diferença quando se trata de “derrubar” a concorrência. Ofereça conteúdo relevante Não saia postando qualquer coisa. Antes de publicar no Facebook e nas demais redes sociais, é muito importante criar uma estratégia com os responsáveis pelo marketing da empresa. Liste quais são os seus objetivos com a página, por exemplo, se é pra reforçar a presença da marca ou aumentar o número de vendas, selecione o público que quer atingir, defina os investimentos em anúncios e elabore um cronograma de publicações para seguir e manter a coisa organizada. Ainda, é necessário que os seus conteúdos entreguem algum conteúdo relevante, algo que fará a diferença para o consumidor. Fale sobre os seus produtos ou serviços, mas também dê dicas. Use uma linguagem de acordo com o seu público-alvo para que o mesmo se identifique com sua marca. Torne-se o especialista da sua área, a empresa referência. Busque se colocar no lugar dos clientes e imagine quais são as principais dúvidas ou as dores que o impedem que realizar a compra do seu produto ou serviço. Mas se você não sabe o que postar, realize enquetes e questione o que os usuários desejam ver ou saber. Verifique também o que outras empresas da mesma área têm publicado e o que tem dado certo para elas. Utilize essas informações apenas como referência, nada de copiar os concorrentes! Frequência de conteúdo O ideal é realizar postagens todos os dias. Para isso, tente seguir a regra 80-20, isto é, 80% de conteúdo relacionados a sua área de atuação e 20% sobre seus produtos e serviços. Se não for possível, tente realizar publicações 3 vezes na semana ou deixe as postagens agendadas, assim você não perde o ritmo do cronograma. Interaja com os usuários Nunca deixe os consumidores sem respostas. Seja elogios ou críticas, responda a todos os usuários de forma educada e respeitando as opiniões. Nunca exclua um comentário negativo, exclua somente comentários que desrespeitarem as regras de boas práticas e uso. Estimule também o seu público a enviar comentários ou dúvidas, desta maneira você pode verificar quais são os pontos que merecem atenção e melhorias na empresa. Coloque-se a disposição para resolver questões mais urgentes (inclusive por telefone). Além de fidelizar quem já está na página, com certeza os clientes divulgarão para outros amigos e familiares também. Quer aproveitar ao máximo o Facebook e atrair bons resultados para o seu negócio? Entre em contato com a Echosis e descubra como!
Dia do Publicitário: 5 filmes e 3 séries incríveis que todo profissional da área deve assistir!

Para trabalhar com publicidade e propaganda é necessário apenas um requisito: a criatividade. Muitos acreditam que somente algumas pessoas nascem com o dom de ser criativo, quando na verdade essa condição é aprimorada ao longo dos anos por meio de referências que encontramos em viagens, livros, músicas e, claro, boas histórias. Por este motivo e para celebrar o dia do publicitário, nós aproveitamos para reunir alguns filmes e séries – sem Mad Men na lista, ok? – que trazem a publicidade, o marketing e a arte em sua narrativa para te inspirar e colaborar para a expansão do seu conhecimento. Vamos lá! Agência de Assassinos – 1980 Pouco conhecido, o filme Agência de Assassinos conta a história de um milionário (Robert Mitchum) que compra uma agência de publicidade e substitui os funcionários antigos por pessoas que não entendem da área profissional. O ex-funcionário, interpretado por Saul Rubinek, descobre que a intenção do milionário é usar propagandas subliminares para favorecer políticos e corporações, e conta a descoberta ao seu amigo (Lee Majors), que passam a ser perseguidos por assassinos. Crazy People (Muito loucos) – 1990 Depois de ser abandonado por sua esposa, o publicitário Emory Leeson (Dudley Moore) tem uma crise de honestidade e cria uma campanha publicitária baseada em dizer a verdade sobre produtos. O seu chefe recusa a ideia e obriga Leeson a se internar em uma clínica psiquiátrica, mas a campanha se torna um sucesso e o publicitário é chamado de volta para a agência. Apaixonado pela interna Kathy Burgess (Daryl Hannah), Leeson se recusa a sair da clínica e, ajudado pelos outros pacientes, começa a elaborar novas campanhas. Do que as mulheres gostam – 2000 Após sobreviver a um acidente, Nick Marshall (Mel Gibson), um publicitário machista e egocêntrico, se torna capaz de ouvir os pensamentos das mulheres. Perturbado com as vozes que repercutem ao seu redor, Marshall percebe com o tempo que seu novo dom pode lhe trazer vantagens para agradar a sua nova chefe, Darcy Maguire (Helen Hunt). Obrigado por fumar – 2006 O filme apresenta um profissional de comunicação em situações desafiadoras e suas estratégias para promover o que parecer ser “impossível”, o cigarro. O ponto principal da trama é a habilidade que Nick Naylor (Aaron Eckhart) tem para contornar os problemas, mascarar a verdade e, sobretudo, um poder de persuasão quase sobrenatural. Ele transmite com perfeição o cenário publicitário, onde não é suficiente (e nem aceitável) que um publicitário entenda só de propaganda – ele precisa também conhecer ferramentas e técnicas de marketing. Amor por contrato – 2007 Nesse filme uma família aparentemente perfeita se muda para uma cidade nos Estados Unidos e começa a chamar atenção dos vizinhos devido seu estilo de vida. O fato é que eles não são uma família de verdade, e sim funcionários de uma empresa de marketing. A estratégia é usar a imagem da “família perfeita” – num marketing oculto – para alavancar a venda de produtos luxuosos entre os moradores da localidade e incentivá-los a criar um novo estilo de vida. Trust Me (série) – 2009 A série Trust Me, produzida em 2009 e que durou apenas uma temporada devido ao baixo número de audiência, descreve o universo da agência de publicidade americana ‘RGM’, em que dois melhores amigos formam uma famosa dupla no meio profissional. A história se transforma quando um deles é promovido e o outro não, e a amizade dos dois começa a ser testada em meio a uma briga de egos. Selfie (série) – 2014 Eliza Dooley é uma jovem viciada nos seus perfis nas redes sociais e vive mais preocupada com seus “likes” no mundo virtual do que com seus relacionamentos no mundo real. Mas sua obsessão cibernética e narcisista acaba lhe trazendo problemas sérios. É então que ela vai atrás de ajuda para recuperar sua imagem pública. Assim ela procura Henry, um especialista em marketing e viciado em trabalho, para que ele possa ensiná-la a dosar entre os relacionamentos reais e os virtuais. Assim, ele aceita a nova “empreitada”, e os dois acabam aprendendo muito um com outro além de formar uma linda amizade. Abstract: A arte do design (série) – 2017 É uma série documental produzida pela Netflix, com oito episódios, cada um com uma média de 40 minutos de duração. A série é completamente focada em arte e cada episódio aborda um artista influente dentro de uma área do design (gráfico, cenografia, fotografia, arquitetura, etc). Apesar de focar em arte, a produção é indicada para todos os gostos e serve de inspiração para quem busca criatividade. Você já assistiu alguma dessas opções? Se sim, conta para gente nos comentários qual foi e o que você achou!