Você já ouviu falar em Marketing de Nostalgia?

Em um mundo que parece estar evoluindo a toda velocidade, olhar para o passado nos traz um misto de sentimentos carregados de boas lembranças e memórias, ou seja, a famosa nostalgia. Alguns estudos revelaram que esse sentimento dá às nossas vidas uma sensação de continuidade e significado à medida que envelhecemos. Além disso, a nostalgia possui o poder de vender e atrair consumidores! Isso acontece porque os consumidores são motivados a comprar produtos que tragam lembranças felizes e os faça reviver o momento. Até as redes sociais embarcaram nesse túnel do tempo com algumas ações específicas, o Facebook, por exemplo, exibe as lembranças de anos anteriores e o Instagram popularizou a hashtag #TBT – que significa Throwback Thursday. Bacana, né? Por este motivo, as campanhas de marketing de nostalgia se tornaram cada vez mais populares nos últimos anos, pois as empresas e marcas começam a perceber o valor da conexão com seus clientes em um nível emocional mais profundo. Na política essa técnica também é utilizada, alguns exemplos são de Donald Trump que prometeu “tornar a América ótima novamente” e no Reino Unido os apoiadores do Brexit anunciaram um caminho de volta a como o país era antes da existência da União Europeia. A boa notícia é que qualquer empresa pode aproveitar os benefícios proporcionados por essa estratégia de marketing. Para saber como, continue acompanhando o post! Afinal, o que é marketing de nostalgia? A febre do Pokémon Go, as chockers – gargantilhas – e as calças de cintura alta, são tendências que surgiram nos últimos dois anos e apenas afirmaram o valor do marketing de nostalgia. Seja você um adolescente que curte séries e vídeo games, ou um executivo de meia-idade que sonha em ter mais tempo livre, a nostalgia tem algo a oferecer para todas as personalidades e é isso que torna essa tática tão poderosa. Basicamente, essa tática tem como objetivo usar temas do passado que despertem emoções e a vontade no consumidor em adquirir produtos que permitem reviver as boas lembranças. Desta maneira, utilizar as memórias pode ser uma das maneiras mais poderosas de provocar emoções – especialmente se você estiver mirando no público Millennials. Millennials ou geração Y representa os nascidos entre o período da década de 80 até o começo dos anos 2000, e eles são a geração do significado. Isso quer dizer que eles tendem a se conectar emocionalmente com os produtos e serviços que usam, como se criassem um relacionamento. Ainda, segundo uma pesquisa realizada com Dr. Constantine Sedikides da Universidade de Southampton, a nostalgia neutraliza o tédio, a solidão e a ansiedade. Por ser um sentimento que combate péssimas sensações, os consumidores que se deparam com o marketing de nostalgia geralmente associam a marca a algo bom e tendem a serem fiéis a ela. Marcas que usaram a proposta nostálgica Atualmente, vivemos em um mercado altamente competitivo e o marketing de nostalgia permite que marcas novas e antigas se conectem com seu público em um nível emocional poderoso. No entanto, as empresas que utilizam essa tática devem lembrar-se de colocar as referências em um contexto moderno. Se não, correm o risco de serem consideradas desatualizadas ou irrelevantes. O marketing só terá sucesso se a marca criar um gancho emocional ao usar a nostalgia ou oferecer algo completamente novo. Algumas das empresas mais importantes do mundo já começaram a nos mostrar o quão útil esse sentimento pode ser: Netflix Mesmo que você ainda não tenha assistido, provavelmente já ouviu falar sobre Stranger Things, certo? Desenvolvida originalmente pela Netflix, série se tornou um fenômeno na internet desde o seu lançamento em 2016 e o maior sucesso da história do serviço de streaming. Além do clima de terror/suspense, o que mais chama a atenção no programa é a ambientação nos anos 80 e as diversas referências a filmes clássicos da época, como “Os Goonies” e “E.T, O Extraterrestre”. A obra também traz uma trilha sonora bem característica com músicas de The Police, Scorpions, David Bowie e muitos outros, ou seja, a fórmula do seriado é bem atraente para as pessoas que cresceram na época assistindo a esses filmes e ouvindo essas bandas. A série por si só já desperta a nostalgia nos fãs que acompanham todas as temporadas, mas outro fator que contribuiu para o sucesso do programa foi o marketing utilizado pela Netflix. Um bom exemplo é a ação em conjunto com o SBT, em que o primeiro episódio da primeira temporada foi exibido no canal aberto com o intuito de atrair novos usuários para o universo do streaming. Apple Se hoje a Apple é a empresa de tecnologia preferida no mundo, ela deve agradecer seu incrível time de marketing. A marca é conhecida por inserir celebridades conhecidas no mundo todo em suas ações de marketing. Em 2016, a empresa embarcou na onda do Marketing de Nostalgia e convidou o Cookie Monster a demonstrar as atualizações do Iphone 6. No comercial, o personagem clássico da Vila Sésamo – programa dos anos 70 – está assando cookies e mostra aos usuários que para ativar a assistente virtual basta dizer “Ei, Siri” a qualquer momento. Desta maneira, quem utiliza Iphone pode utilizar o aparelho mesmo que esteja com as mãos ocupadas como, por exemplo, fazendo cookies. A ideia da marca era criar um anúncio que atraísse o lado nostálgico de seu público, enquanto retratava um lado mais divertido e acessível à sua marca. Nintendo O mercado de videogames é um dos principais a se beneficiar da popularidade do marketing de nostalgia. Isso porque, como vimos, a geração Y é mais receptiva a esse sentimento relacionado a publicidade, e também que cresceu jogando em consoles feitos pela Nintendo, Sony e Sega. Diante da necessidade de se reinventar, a Nintendo adotou a estratégia para anunciar o lançamento do NES Classic Edition em uma versão mini com 30 jogos, a qual foi vendida 1,5 milhões de unidades em somente 3 meses. De acordo com o presidente da empresa japonesa, o novo console surgiu com o objetivo proporcionar

Como os anúncios da Volkswagen mudaram a publicidade no mundo?

Como os anúncios da Volkswagen mudaram a publicidade no mundo?

Você sabia que houve uma época em que o Fusca era rejeitado? Isso mesmo, logo que foi criado. Mas os anúncios da Volkswagen o transformaram em um desejo de muitos. Mas não foi só esse carro que foi transformado pela publicidade. Todas as outras campanhas e anúncios também. Confira mais sobre essa história a seguir. Como vimos, o Fusca não foi bem recebido logo após seu lançamento e seu sucesso parecia estar em um lugar inalcançável. O desenvolvimento do veículo começou por volta de 1930 e foi o primeiro modelo a ser fabricado pela companhia alemã Volkswagen. Anos mais tarde, o beetle (como era chamado em inglês) chegou aos Estados Unidos provocando uma certa estranheza, pois era um carro alemão (em plena era pós-nazi). Porém esse não era o único desafio a ser superado pela marca, o Fusca tinha vários quesitos contra ele e que o tornavam a última opção entre as famílias da época. Ele era pequeno – comparado com os carros que os consumidores estavam acostumados –, com um motor fraco e ainda associado a Adolf Hitler, que apoiou a fabricação do veículo, pois o considerava ideal para as tradicionais famílias alemãs da época, formadas por dois adultos e três crianças. Os anúncios da Volkswagen nos anos 60 Com o objetivo de reverter essa imagem negativa, a Volkswagen escolheu a agência Doyle Dane Bernbach, ou simplesmente DDB, no final da década de 1950 para criar as novas campanhas da marca. Na época, – marcada pelo “american way of life” – os anúncios eram tão extravagantes quanto os carros, as ilustrações eram coloridas, com pessoas sorridentes e bem vestidas. Logo, Bill Bernbach achou que seria impossível competir com isto, principalmente quando marcas como Ford e Chevrolet gastavam milhões com publicidade. Literalmente! O orçamento das gigantes norte-americanas com campanhas publicitárias ficava acima de US$ 30.000,000 todos os anos, enquanto a Volkswagen disponibilizou cerca de US$ 600.000 no primeiro contrato com a DDB. Parecia impossível criar uma boa campanha publicitária e, claro, que gerasse lucros para Volkswagen, certo? Mas a principal sacada da DDB foi utilizar os pontos negativos do veículo transformando-os em vantagens. Desta maneira, em 1969 circulava pelas páginas da revista Life a primeira peça produzida pela agência para a VW. As famosas campanhas Os anúncios da Volkswagen quebraram todas as barreiras e expectativas da época, era uma imagem do Fusca distante e em preto e branco com a seguinte frase em destaque Think Small, que quer dizer pense pequeno, algo que geralmente tem um sentido negativo. Mas a proposta era justamente evidenciar o fato do automóvel ser pequeno e tornar o momento de guardar na garagem, enfrentar o trânsito na cidade e, também, na hora de estacionar muito mais fácil. Além disso, como era menor que os demais veículos, o Fusca precisava de um motor pequeno e mais econômico, ou seja, gastava menos gasolina. O projeto minimalista da campanha foi criado com o propósito de atrair a atenção das pessoas diretamente para o carro, fez com que a agência economizasse dinheiro com a peça e se destaca-se entre os outros anúncios coloridos da revista. Outros detalhes que merecem destaque são: a imagem não dá ênfase para pessoas ou famílias, diferente dos demais anúncios que eram veiculados, isso promoveu o anúncio entre os mais jovens. E o texto é totalmente fora daquele padrão que tenta convencer as pessoas a comprar algo como se fosse a melhor opção do momento. Porque o Fusca não era. Confira abaixo a tradução da descrição inserida no anúncio Lemon: A propaganda fez com que a marca alemã aumentasse suas vendas em 23% no primeiro ano. Conseguiu também atingir resultados impossíveis de se medir, como converter a Volkswagen em uma referência contracultura nos Estados Unidos. A partir desse momento a publicidade mudou. Tornou-se mais visual, mais conceitual e com menos textos explicando o óbvio. As campanhas seguintes da DDB repetiram a fórmula, porém mostrava ainda mais a ideia de explorar os defeitos do carro como se fossem qualidades. A chegada do Fusca no Brasil Graças ao esforço publicitário, o território estadunidense havia sido conquistado e o Fusca tornou-se um sucesso mundial, chegando ao Brasil em 1950. As publicidades marcantes e quase sempre cômicas trouxeram alguns slogans que fizeram história, como: “A tartaruga mais veloz”, “Quer moleza, compre um Santana”, entre outros. Por aqui, a campanha do Fusca que brincava com a suposta falta de habilidade das mulheres ao volante teve uma grande repercussão. Sua ousadia transformou a publicidade brasileira. Diante do sucesso, o carro passou a ser montado no Brasil a partir de 1953, na antiga Brasmotor, em São Bernardo do Campo. A história do Fusca transformou a história da indústria automobilística no país e até mesmo com a do povo brasileiro, que aprendeu a andar de carro com o modelo, por exemplo. O modelo se tornou o mais amado pelo brasileiro, tanto que quando foi anunciada sua saída do mercado, em 1986, houve uma grande comoção nacional e até homenagem da concorrência. Em 1993, em seu relançamento feito pelo presidente Itamar Franco – um apaixonado pelo “beetle” – diversas campanhas marcaram seu retorno, como a “Buracos, voltei”, “Surpresa”, “Confirmado: existe reencarnação” e “Sorria, ele voltou”. Gostou de saber um pouco mais sobre a história do Fusca, os anúncios da Volkswagen e como o marketing foi o melhor amigo desse modelo? Está esperando o que para conquistar bons resultados também? Entre em contato conosco e invista em marketing digital com os nossos serviços!

Marketing digital para clínicas de estética: como fazer?

Marketing digital para clínicas de estética: como fazer?

Dizem que os brasileiros são obcecados em manter uma aparência perfeita, e por isso recorrem aos tratamentos estéticos e cirurgias plásticas. Para se ter uma ideia, uma pesquisa realizada pela Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (Isaps) mostra que em 2015 foram realizados 1,2 milhões de cirurgias plásticas e 1,1 milhão de procedimentos estéticos no Brasil, colocando o país em segundo lugar no ranking mundial de cirurgias plásticas. Com essa alta demanda, é normal que novas clínicas de estética apareçam no mercado, mas para se destacar da concorrência é fundamental investir em ações de marketing digital para clínicas de estética. Neste post, nós separamos algumas dicas de como você pode utilizar as redes sociais e desenvolver estratégias de marketing que vão impulsionar seu negócio e te ajudar a atrair mais clientes! Como fazer Marketing Digital para clínicas de estética Crie promoções especiais As promoções são umas das táticas de marketing mais antigas para conquistar novos clientes. No Instagram, esse tipo de ação proporciona um bom retorno. Contudo, a dinâmica dessa estratégia deve ser diferenciada em relação às maneiras tradicionais. No Instagram você pode divulgar descontos e também criar promoções especiais para os seguidores. Uma boa ideia é criar cupons de descontos ou pacotes de serviços com preços exclusivos para quem apresentar o print da publicação na clínica durante a contratação dos serviços. Sorteios incentivando seus seguidores a compartilharem suas imagens e marcar os amigos nas publicações também apresentam bons resultados, além de levarem seu conteúdo para mais pessoas que podem ainda não conhecer sua clínica. No entanto, é importante verificar os termos estabelecidos pela rede social sobre essa ação, visto que seu perfil pode acabar prejudicado. Aposte na técnica AIDA Se você possui algum conhecimento em marketing digital, certamente já ouviu falar sobre a técnica AIDA. Esse acrônimo representa as quatro fases ou “etapas” pelas quais o cliente deve passar, de maneira progressiva, para tomar a decisão de conversão. A de atrair: O principal objetivo desta etapa é ganhar a atenção do usuário, fazê-lo perceber a oferta. Utilize uma pergunta ou uma frase de impacto, algo que faça o potencial cliente pensar no que você está falando. I de interesse: Mais do que atrair a atenção, é necessário despertar o interesse do usuário. Para isso, disponibilize somente algumas dicas e o incentive a buscar o conteúdo completo no seu site, blog ou YouTube. D de desejo: Essa etapa exige um pouco mais de tempo, pois os consumidores começam a analisar os detalhes e avaliar se o produto atenderá suas necessidades. Mostre para seu cliente como o seu produto pode ajudá-lo, é preciso convencê-lo de que vale a pena comprar. A de ação: A etapa mais aguardada pelo lojista. Nesta fase a empresa não deve interferir, entretanto é preciso avaliar se os processos estão funcionando normalmente para que o cliente consiga finalizar a compra. Aqui é necessário dirigir o consumidor até o seu objetivo. Por exemplo: ligar para a clínica, clicar em um botão para deixar uma mensagem ou ir para seu site, deixar um comentário na publicação e etc. Confira alguns exemplos que elaboramos para cada fase: A: 6 hábitos do dia a dia que provocam acne no rosto! I: Limpeza de pele: 5 motivos para apostar no tratamento. D: Descubra o segredo das famosas para combater a acne! A: Agora que você já conhece os benefícios da limpeza de pele, agende uma avaliação gratuita. Priorize uma boa identidade visual Normalmente quem busca por tratamentos estéticos deseja ver resultados ou imagens de outros clientes para poder avaliar o trabalho. Por isso, faça registros antes e depois dos procedimentos para publicar nas redes sociais. Esclareça qual foi o procedimento utilizado e não transmita a sensação de resultados imediatos se não foi isso que aconteceu. Sempre crie expectativas de acordo com o que a sua clínica de estética pode realmente cumprir. Ainda, fotos malfeitas não se encaixam no Instagram, elas passam uma sensação de amadorismo e falta de cuidado com a marca. Contrate uma agência de marketing para te ajudar nessa e em outras estratégias, manter uma página de qualidade na internet faz toda a diferença quando se trata de negócios. Outra ideia é divulgar depoimentos e feedbacks dos clientes em formato de imagens ou vídeos nas redes sociais. Além de apresentar a potenciais clientes a eficácia dos seus serviços, o feedback te ajuda a descobrir quais pontos necessitam de melhorias. Use as ferramentas do Google Quem trabalha com marketing sabe que o Google é muito mais do que um simples buscador disponível na internet. As ferramentas criadas pela marca estão cada vez mais poderosas e se tornaram grandes aliadas no dia a dia de um profissional de marketing. Além disso, elas se tornaram indispensáveis para potencializar as estratégias de marketing e disparar as vendas. Conheça alguma das melhores ferramentas e como elas podem te ajudar: 1 – Cadastre-se no Google Meu Negócio Se você não puder investir em um site no momento, não tem problema, o Google Meu Negócio é a ferramenta indicada para “quebrar um galho”. Por meio desse recurso, quando um usuário pesquisar por clínica de estética, por exemplo, ele consegue localizar informações como horário de funcionamento, endereço, fotos, telefone e o site da empresa correspondente a pesquisa. Além de ganhar visibilidade e ter presença online, ajuda muito na comunicação com seu cliente, já que quando ele buscar por seu serviço ou produto no Google, terá acesso a todas essas informações. 2 – Anuncie no Google Adwords Apesar de muitos acharem complicado, o Google Adwords é uma das melhores ferramentas de anúncios e a principal vantagem é que você paga somente por clique ou número de impressões para os potenciais clientes. Com essa ferramenta você pode criar vários tipos de anúncios como de display (ou de banners), remarketing e até anúncios em vídeos do YouTube. Ao criar um anúncio com o Google Adwords você posiciona o site da sua clínica diretamente na primeira página da pesquisa para algumas palavras-chave que você escolher. Priorize palavras que descrevam os serviços

Facebook Messenger 4.0: estreitando os laços com seus clientes

O cenário do marketing digital apresenta uma concorrência feroz, mas costuma recompensar os trabalhos bem feitos. Conteúdos de qualidade, boas prestação de serviços e atendimentos bem realizados geram uma experiência satisfatória para o usuário, que pode se tornar um defensor da marca. Isso acontece graças à extrema interação que existe entre clientes, que relatam suas experiências para outros, determinando o sucesso ou o fracasso de muitas empresas. Sabendo disso, é evidente que o bom atendimento e o relacionamento com o cliente são alguns dos pilares do marketing digital. Uma das muitas ferramentas utilizadas para estabelecer essa conexão é o Facebook Messenger. Por isso, vamos nos aprofundar em sua mais nova atualização — Facebook Messenger 4.0 — e explicar as novidades que podem ajudar sua marca na comunicação com o cliente. O que o Facebook Messenger 4.0 traz de novo? O Facebook não é uma das marcas mais valiosas do mundo à toa. A empresa de Mark Zuckerberg está sempre buscando adaptar seus produtos e serviços para as necessidades e tendências do consumidor. O lançamento do Facebook Messenger 4.0 nada mais é do que um resultado disso. Como mostra uma pesquisa realizada pela Accenture, a maioria dos consumidores digitais dá preferência a empresas que personalizem sua experiência. O novo chat do Facebook se adéqua a essa tendência, possibilitando a customização das janelas de bate-papo com uma atualização chamada “gradiente de cores”. A principal mudança na ferramenta é o design, que se mostra muito mais simplificado. Mais uma vez, o time de marketing do Facebook se mostra atento ao gosto do público, que geralmente tem a simplicidade como prioridade em um aplicativo de chat. Como usar a ferramenta para o marketing? Você sabia que, entre os brasileiros que interagem com empresas na internet, 76% acreditam que a possibilidade de mandar mensagens diretas aumenta o sentimento de confiança na marca? Esse é apenas um dos motivos  que fazem com que o Facebook Messenger 4.0 seja tão importante para o marketing. Em sua nova atualização, a ferramenta potencializa as ações de marketing ao simplificar seu layout e diminuir o número de abas de 9 para 4: home, bate-papos, pessoas e descobrir. A última permite ao usuário contato direto com comércios e anunciantes pagos. Como já falamos, o relacionamento com o cliente é um dos pilares do marketing digital. Por isso, não dá para negligenciar a oportunidade de uma relação direta com os mais de 1,3 bilhão de usuários da ferramenta. Se mostrar presente por lá possibilita uma comunicação mais eficiente com o consumidor. É crucial que o atendimento feito no Facebook Messenger 4.0 seja qualificado, rápido e capaz de resolver as questões do usuário. Por se tratar de um canal de relacionamento direto, a experiência do consumidor é inteiramente ligada à marca e vai ajudar a determinar sua imagem e reputação. As atualizações apresentadas pela ferramenta incentivam o usuário a utilizar a ferramenta com mais frequência, o que é ótimo para empresas que buscam mais uma forma de se conectar com o consumidor. Se a sua empresa já utiliza o Facebook Messenger 4.0, mantenha o olho aberto para possíveis mudanças no comportamento do consumidor. Caso ainda não esteja por lá, ainda dá tempo de dominar o Messenger e estreitar os laços com o cliente. E então, deu para aprender sobre as novidades do Facebook Messenger? Quer ficar ligado nas novidades do marketing digital? Não deixe de seguir nossas redes sociais!

O que podemos aprender com o marketing espacial da Tesla?

Há 50 anos atrás a humanidade acompanhava extasiada a chegada do homem na lua. Após deixar suas pegadas e uma bandeira dos EUA fincada por lá, Neil Armstrong disse a famosa frase: “é um pequeno passo para um homem, mas um salto gigantesco para a humanidade.” Mal ele sabia que anos depois o espaço se tornaria muito mais “acessível”. Isso porque no ano passado, Elon Musk, CEO da Tesla Motors e da SpaceX, lançou o foguete Falcon Heavy, que levou como carga um Tesla Roadster – modelo de carro elétrico –, rumo a marte, seu destino final. A jogada de marketing fez com que Musk fosse considerado por muitos o novo Steve Jobs. Ao volante do Tesla vermelho viajava um boneco, chamado carinhosamente de Starman, com roupa de astronauta ao som da canção “Life on Mars?” do cantor britânico David Bowie (1947-2016). Para o lançamento do foguete, Musk pensou nos mínimos detalhes que foram acompanhados por aproximadamente 2,3 milhões de pessoas grudadas nas telas de seus computadores no mundo todo. Mas, antes de comentarmos sobre as estratégias de marketing da Tesla, que tal conhecer mais sobre a montadora? Confira! Como a Tesla começou Fundada em 2003 por Martin Eberhard e Marc Tarpenning no Vale do Silício, na Califórnia, a Tesla nasceu fora do ninho da indústria automotiva americana, que são os entornos de Detroit, em Michigan, onde estão General Motors, Ford e Chrysler, as “3 grandes” do mercado local. Em 2004, Elon Musk foi o responsável por obter financiamento para a Tesla e passou a fazer parte da montadora junto com os fundadores. Já em 2008, após uma crise econômica, ele assumiu o papel de líder da empresa. A diferença entre ela e as montadoras tradicionais é não ter concessionárias. Desta maneira a montadora possui todo o poder de vendas em mãos e, inclusive, pode lucrar mais com essa medida. Os carros são comercializados somente pelo site oficial da Tesla e fabricados sob encomenda. Desde o início a Tesla se posicionou no mercado como uma montadora de carros elétricos e o primeiro a ser vendido foi o esportivo Roadster, – o mesmo modelo enviado para o espaço – em 2008. Em seguida, surgiu o sedã esportivo Model S (2012), o SUV Model X (2015) e o Model 3 (2017), todos equipados com bateria de íon-lítio, encontradas em notebooks e smartphones só que maiores. As estratégias de marketing da montadora Existem poucas marcas no mundo tão fascinantes como a Tesla, a empresa não perde tempo procurando palavras para conversar com seus clientes e prospects. Elon Musk prefere se concentrar em como o mundo vê a montadora e o que ela faz. Mas isso não significa investir somente em complicadas ações de marketing, – como enviar um carro para o espaço – acredite, o que a Tesla faz você também pode fazer. Comunidade exclusiva Se comparar com outras montadoras, a capacidade de produção da Tesla ainda é baixa, por exemplo, até outubro de 2018 haviam sido produzidos cerca de 80 mil veículos. Assim, quem possui um automóvel da montadora passa a fazer parte de um “clube de fãs”, onde os donos de Tesla conversam com outros donos de Tesla. Quando as pessoas sentem que fazem parte de um grupo seleto, elas são mais comprometidas. E a partir disso, elas despertam a curiosidade das pessoas que estão fora do “clube” e fazem com que elas sintam vontade de querer entrar para entender o motivo de todo o alarde, criando assim um sentimento de exclusividade. No caso da Tesla, a pequena quantidade de veículos comercializados cria um senso de urgência e exclusividade. E no seu negócio você também pode aplicar essa ideia e criar uma rede de consumidores entusiasmados! Por exemplo: Você pode criar ofertas exclusivas apenas para um grupo seleto de consumidores – aqueles famosos programas de fidelidade – ou destacar que determinados produtos só serão vendidos por preço X até uma data estabelecida. Aberto as críticas Apesar de toda fama, o caminho da Tesla não foi construído somente com momentos bons. A empresa enfrentou preocupações sobre as finanças, capacidade de fabricar carros em grande escala, atrasos na entrega e comentários públicos de Elon Musk. No entanto, um golpe de mestre que Tesla e Musk costumam usar é reconhecer e abordar os problemas via mídia social diretamente. Após os escândalos envolvendo o Facebook, a montadora excluiu a página que mantinha na rede social e atualmente está presente no Instagram e no Twitter, onde mantem uma comunicação direta com o público. Independente da rede social em que a sua empresa está presente, mantenha-se aberto as críticas e feedbacks dos seus consumidores. É muito importante que eles percebam que a marca está disposta a realizar melhorias com base nas insatisfações. Por isso, quando receber um comentário crítico não deixe de respondê-lo, ele gera fidelidade com os consumidores e aumenta a confiança da empresa. Informações acessíveis Antes de comprar um carro ou qualquer outro produto é comum avaliar todos os detalhes e benefícios para assegurar que ele realmente se encaixa nas suas necessidades. Como os veículos da Tesla são comercializados somente pelo site oficial, a montadora também disponibiliza uma página com todas as informações de cada um dos modelos produzidos. A página chamada de Press kit reúne todos os dados de forma clara e objetiva. Assim fica mais fácil para os potenciais consumidores decidirem qual modelo comprar. Desta maneira, sempre que os consumidores da Tesla precisarem esclarecer uma dúvida, eles já sabem onde recorrer, ou seja, a montadora encontrou uma forma de mantê-los sempre em seu site, sem a necessidade de procurar as informações em sites terceiros. No site da sua empresa ou nas redes sociais, disponibilize todas as informações possíveis sobre os produtos ou serviços que você faz. Para se ter uma ideia, uma pesquisa realizada pela plataforma Birdie revelou que 80% dos consumidores desistem de realizar uma compra devido à falta de descrição do produto. Independentemente se a compra está sendo feita pela internet ou em uma loja física, o cliente deseja, no

Conheça as tendências de mercado que vão agitar o marketing digital

Ano novo, vida nova, tendências novas. Se você está inserido no grande cenário do empreendedorismo, já deve ter ouvido falar ou até utilizado técnicas de marketing digital. Essa modalidade, que revolucionou o mercado tem uma característica muito importante: está sempre apresentando mudanças. Essa mutabilidade exige que os profissionais envolvidos com marketing digital estejam sempre ligados nas tendências de mercado. Afinal, é a única forma de se manter vivo em um ambiente tão competitivo e ainda atender as diversas demandas dos clientes. Dada a importância de acompanhar as tendências, elaboramos esse texto com algumas das principais novidades que vão agitar o marketing digital. Continue a leitura e confira! Conteúdo em vídeo Uma pesquisa realizada pela Cisco em 2017 estimou que, até 2020, 82% de todo o tráfego da internet será gerado por vídeos. Sabendo da inclinação da audiência a assistir produções audiovisuais, sua empresa pode se preparar para otimizar a comunicação com o público. Não adianta, porém, produzir vídeos apenas para seguir a moda. É preciso um planejamento bem feito para que o conteúdo gere engajamento, inicie diálogos e crie conexões de longa duração com o cliente. Chatbots Em um meio competitivo como é o marketing digital, é importante ter como prioridade a melhor experiência do usuário. Por isso, um atendimento rápido e personalizado se mostra necessário para satisfazer o cliente e buscar sua fidelização. Então, como é possível dar toda essa atenção ao consumidor se você precisa lidar com múltiplos clientes ao mesmo tempo? É aí que entram os chatbots. Tratam-se de atendentes virtuais com tecnologia de inteligência artificial, o que os torna rápidos, precisos e personalizados pelo histórico de interação com o público. Eles podem ser utilizados em diversas plataformas, desde o Messenger do Facebook até chats disponibilizados dentro do website da empresa. Áudio Marketing O uso de conteúdos de áudio para fins publicitários está ganhando cada vez mais força. Sua aplicação é feita em diferentes áreas, como o post narrado, a produção de podcasts e, principalmente, a busca por voz. Um estudo da Gartner, publicado em outubro de 2018, revelou que, até 2020, 20% das sessões de navegações serão a partir de pesquisas por voz. Se o seu conteúdo online não estiver preparado para isso, pode acabar sendo deixado para trás por competidores mais ligados nas tendências de mercado. Conteúdo mobile friendly Já notou como é difícil andar pela rua sem se deparar com pessoas cuja atenção está completamente voltada para um dispositivo móvel? Isso é uma demonstração prática da importância de gerar conteúdo que possa ser consumido por meio de um smartphone ou tablet. De acordo com a pesquisa Tic Domicílios 2017, 49% dos lares brasileiros depende do uso de dados móveis para acessar a web. Isso significa que uma boa parcela do seu público deixará de consumir seu conteúdo se ele não for adaptado para acessos mobile. Prestar atenção nas tendências de mercado é indispensável para um marketing digital de sucesso. É importante ressaltar que cada empresa tem suas particularidades, o que torna impossível traçar uma receita única para o sucesso. Por isso, ao adotar novas tendências e práticas, avalie se elas são compatíveis com os objetivos e características do seu negócio. E aí, gostou de aprender um pouco sobre algumas das tendências que prometem agitar o marketing digital? Compartilhe em suas redes sociais e mostre que seu conhecimento está em dia!

Account Based Marketing: conheça uma das tendências do digital

O marketing digital representa uma mudança drástica na forma como as estratégias de publicidade são traçadas e aplicadas. Entre as diversas características que definem essa modalidade de marketing, uma merece atenção especial: ela está em constante mudança. Gestores e profissionais de marketing que não acompanharem as novidades que são frequentemente introduzidas estão fadados a perder espaço no mercado. Uma das tendências mais fortes no momento é o Account Based Marketing (ABM). Ao longo deste texto, você vai entender exatamente o que é ABM e como essa abordagem pode ser desenvolvida e aplicada. Confira! O que é Account Based Marketing? Sabemos que muitas abordagens de marketing buscam atrair o maior número possível de clientes em potencial. No ABM, é diferente. Nesse método, você seleciona empresas específicas que deseja ter como clientes e produz conteúdos voltados especialmente para elas. Já deu para notar que o nome é autoexplicativo, não é verdade? ABM é o marketing baseado em contas, sejam elas existentes ou prospectivas. A comunicação é voltada para as necessidades dos potenciais clientes, o que faz com que a taxa de sucesso seja consideravelmente mais alta. Uma pesquisa realizada pelo Alterra Group indicou que, dentro do período de 3 anos, líderes do mercado pretendem dedicar 53% do orçamento de marketing para práticas de Account Based Marketing. Acredita que esse é um bom negócio para sua empresa também? Vamos nos aprofundar na aplicação do ABM! Como aplicar o Account Based Marketing? Gestores acostumados a trabalhar estritamente com marketing de conteúdo notarão rapidamente as diferenças de abordagem. Para facilitar o entendimento, vamos dividir a aplicação da estratégia em 6 passos essenciais. 1. Identifique o seu alvo Vamos deixar de lado o velho hábito de atrair o maior número de clientes. É preciso que os times de vendas e marketing se alinhem, de modo a identificar empresas específicas para direcionar todos os esforços. 2. Entenda o seu alvo Após determinar qual empresa deve ser priorizada, é o momento de saber tudo sobre ela: o que precisa, quais suas características estruturais, quem são os tomadores de decisão etc. Entender a fundo o seu alvo é a única maneira de criar um conteúdo personalizado, que passe uma mensagem convincente e tenha relevância para os membros importantes da organização. 3. Crie conteúdo personalizado Agora que você conhece os detalhes da empresa, é hora de aplicar uma técnica comum ao marketing de conteúdo: produção de conteúdos relevantes e pertinentes para engajar os potenciais clientes. 4. Escolha seus canais De nada adianta a produção dos melhores conteúdos se a mensagem não chegar ao destinatário, concorda? Por isso, parte da pesquisa indicada no item 2 deve ser direcionada a definir os melhores canais de comunicação. Por exemplo, quais redes sociais os tomadores de decisão da empresa utilizam para consumir conteúdos relevantes ao negócio? 5. Realize a campanha Se você seguiu todos os passos anteriores, está pronto para lançar sua campanha e iniciar a comunicação que, se bem realizada, deve atingir positivamente o cliente-alvo. 6. Mensure os resultados e faça as mudanças necessárias Como toda estratégia de marketing, o passo final é medir o sucesso dos resultados e determinar se você está no caminho certo ou se mudanças precisam ser feitas. Algumas métricas essenciais para o ABM são: geração de novos contatos dentro das contas; mapeamento de novas oportunidades; taxa de fechamento de negócios. Como o ABM pode beneficiar empresas de tecnologia? Por ser mais relevante no contexto dos negócios B2B, essa estratégia é muito indicada para empresas de tecnologia, pois permite uma comunicação personalizada com os potenciais clientes que têm mais chances de fechamento e cujo perfil é o ideal para as soluções fornecidas. Isso diminui os riscos de falar com empresas não qualificadas e, portanto, traz um excelente retorno sobre o investimento (ROI). Vimos ao longo do texto que o Account Based Marketing é uma das grandes tendências do marketing digital. Sua utilização pode trazer muitos benefícios para negócios que têm outras empresas como clientes, já que precisam lidar com mais de uma pessoa no processo de venda. E aí, gostou do conteúdo do artigo? Que tal continuar a leitura e descobrir como uma agência de marketing pode aumentar sua produtividade e ainda reduzir os custos? Vamos lá!

O que é e quais fatores influenciam o seu custo por lead gerado?

As métricas sempre são mencionadas nos conteúdos de marketing digital, já reparou? Isso acontece porque elas realmente são ferramentas muito valiosas na estratégia. O Custo por Lead (CPL), por exemplo, é capaz de mostrar à empresa se as campanhas estão sendo bem planejadas e executadas. Essa métrica indica qual é o valor médio gasto para converter um visitante em lead qualificado, incluindo todas as etapas, desde a primeira interação com a marca até o momento do interesse de compra. Neste post, você vai entender melhor o que é o CPL e como ele é calculado. Acompanhe! O que é o Custo por Lead (CPL)? O significado do Custo por Lead é bastante intuitivo. O objetivo principal de uma estratégia de marketing digital é atrair novos clientes, não é? Além disso, você certamente tem um orçamento predeterminado para as ações da campanha. Portanto, essa métrica é capaz de mostrar se o valor necessário para atrair um cliente é condizente com o que foi previamente definido. Na conta, entram os gastos com a manutenção de sites (hospedagem, domínio etc.), a alimentação de blogs e redes sociais, a contratação de serviços, como o Google AdWords e o Facebook Ads, os esforços com SEO, entre outros. Ou seja, absolutamente tudo o que é usado para atrair o visitante e convertê-lo para lead da sua empresa. Como essa métrica é calculada? É muito simples: basta dividir o valor total gasto na sua campanha pelo número de pessoas que efetivamente se tornaram potenciais consumidoras do seu produto. Assim: CPL = total do investimento de marketing/total de leads gerados. Por exemplo, seu orçamento com marketing digital era de R$ 10 mil — incluindo todos os recursos, etapas e profissionais envolvidos no planejamento e na execução das ações da estratégia. Ao final do período observado, você verifica que 1.400 visitantes estão interessados em consumir o seu produto, ou seja, são leads/potenciais clientes. Nessa situação, o Custo por Lead foi de R$ 10 mil/1.400 visitantes = aproximadamente R$ 7,15 por pessoa. O CPL indica a conversão de visitante em lead, isto é, você não precisa ter fechado qualquer contrato de venda com o potencial consumidor, apenas levar em conta o interesse dele em adquirir o produto ou serviço. Quais fatores influenciam o Custo por Lead? Muitos fatores influenciam o Custo por Lead e eles estão diretamente relacionados à eficiência da estratégia. Embora não haja um padrão desse valor para comparar se o CPL é alto ou baixo, você deve analisar a taxa de fechamento e o ticket médio do seu produto ou serviço para entender se é preciso diminuir o custo. Um CPL alto pode significar que alguma etapa da sua campanha está sendo excessivamente custosa, sem grandes resultados. Por isso, também é legal fazer o cálculo específico. Por exemplo: total investido em SEO on page/quantidade de leads qualificados. Assim, você consegue identificar qual ponto da estratégia está com problemas. Como você viu, é importante que um gestor esteja ciente do Custo por Lead na estratégia de marketing. Afinal, é um investimento realizado pela empresa que envolve diretamente a atração de clientes. Contar com uma agência especializada é muito útil, pois profissionais qualificados e experientes saberão como otimizar os resultados e reduzir os custos. Por isso, que tal conhecer a Echosis? Entre em contato conosco e veja as soluções que uma grande agência de marketing digital proporciona para o seu negócio!

Áudio marketing: o que é isso e como usar no digital?

O rádio foi por muito tempo o principal meio de comunicação em massa no planeta. A relação interpessoal trazida pela comunicação oral — em vez de escrita — atraiu rapidamente anunciantes ávidos para falar à audiência os motivos para consumir seus produtos e serviços. Hoje, mais de 110 anos depois da primeira transmissão radiofônica do mundo, o áudio marketing está completamente reformulado pelas mudanças tecnológicas e sociais, mas segue tendo um potencial de comunicação que não pode ser deixado de lado. A utilização de uma estratégia de áudio marketing permite a criação de conteúdo prático e acessível. Neste texto, vamos abordar seu uso e importância em campanhas de marketing atuais. Confira! Por que utilizar o áudio marketing? O que estão ouvindo todas essas pessoas que andam por aí com fone de ouvido? Alguns anos atrás, “música” seria a resposta quase automática. Hoje em dia, porém, o cenário é diferente. Empresas redescobriram o potencial do áudio, e a produção de conteúdos variados nesse formato é cada vez maior. Vivemos em uma sociedade que exige a prática de multitarefas. Isso não é uma tendência apenas no mundo profissional, onde trabalhadores precisam ser mais completos. Em nossa vida doméstica, também nos habituamos a fazer várias coisas ao mesmo tempo. Esse comportamento diminui o tempo de atenção médio do ser humano, que perde rapidamente o interesse se colocado frente a frente com algo complexo e desinteressante. A sacada do áudio marketing é que ele pode ser consumido de forma conciliada com outras atividades. Outro ponto sobre essa estratégia é que o conteúdo produzido pode ser ouvido em qualquer lugar e situação. Isso inclui aquele engarrafamento chato e aquele descanso depois do almoço. A facilidade e praticidade de absorver um conteúdo sem precisar sequer abrir os olhos é um dos grandes trunfos desse método. Quais são suas formas de utilização? As técnicas de marketing digital envolvem a produção de conteúdo de qualidade e diversificado. Com o áudio marketing não é diferente. Suas formas de utilização são variadas, mas a necessidade de qualidade e diversidade se mantém. A seguir, vamos explicar algumas formas de utilizar a estratégia a seu favor. Podcasts A produção de podcasts é uma maneira muito interessante de manter uma comunicação próxima com o seu público. Estudos indicam que os usuários dessa ferramenta são geralmente fiéis, consumindo, em média, 90% de cada episódio disponibilizado. O conteúdo deve variar de acordo com as características e objetivos de sua empresa. Episódios curtos com respostas a perguntas frequentes é um formato bastante utilizado, assim como programas sobre novidades, tendências, indicações e curiosidades. Para a produção desse material, é fundamental a utilização de equipamentos de qualidade e um certo grau de conhecimento em edição de áudio. Isso porque os ouvintes costumam ser bastante exigentes. Post Narrado Cada vez mais blogs e sites adotam o uso do post narrado. Esse recurso consiste na utilização de um áudio narrando o conteúdo escrito. Lembra quando falamos da tendência para a multitarefa? Essa opção permite que o conteúdo seja consumido enquanto o ouvinte realiza atividades cotidianas. Os áudios são disponibilizados por meio de plugins e plataformas, e a narração é feita pelo profissional que você escolher. O número de sites que utilizam essa ferramenta ainda é relativamente baixo, o que a torna uma ótima maneira de criar um diferencial para sua marca. Conteúdos em áudio passaram por um período de ostracismo devido ao surgimento de televisões mais avançadas e à vasta utilização de vídeos e textos na internet. O áudio marketing, porém, trouxe de volta a relevância da comunicação publicitária por voz. Por se tratar de uma área pouco explorada do marketing digital, dominar essa estratégia pode ser o diferencial que sua empresa precisa para se destacar das concorrentes. Ficar por dentro de todas as novidades do marketing digital é essencial para qualquer profissional da área. Não perca tempo e nos siga em nossas redes sociais!

Share of mind x share of heart x share of voice: domine os 3 conceitos

Share of mind, share of voice e share of heart. Não se preocupe, este artigo não foi escrito em inglês. De qualquer forma, independentemente da sua fluência nesse idioma, entender o significado desses conceitos é fundamental para alinhar sua estratégia de marketing com o seu posicionamento no mercado. A utilização correta desses conceitos tem influência direta no market share, ou seja, a fatia de mercado na qual seu empreendimento está inserido. Para facilitar o seu entendimento, vamos explicar cada conceito separadamente e reforçar a importância de acompanhá-los de perto. Confira! Share of mind Já se perguntou o que leva empresas gigantes, e já estabelecidas no mercado, a continuar anunciando e promovendo sua marca? A resposta é simples: elas querem continuar ocupando um espaço na sua memória. Ou seja, não querem correr o risco de perder share of mind. Em tradução livre para o português, a expressão significa “fatia da mente”. Então, share of mind nada mais é do que uma forma de medir o quanto as pessoas pensam em uma determinada marca nos momentos decisivos da jornada de compra de um produto específico. Um exemplo muito utilizado de empresa que alcança o topo nessa categoria é a Gillete. Existem pesquisas que comprovam esse fato, mas essa conclusão pode ser alcançada até mesmo de forma intuitiva. Basta notar que a maioria das pessoas usa o nome da empresa para se referir a qualquer aparelho de barbear. Share of heart Sabe quando um cliente é tão fiel a uma empresa que a defende com unhas e dentes, mesmo sem ganhar nada para isso? A marca em questão provavelmente trabalhou uma boa estratégia para ganhar share of heart, ou seja, um espaço no coração do consumidor. Quando o coração do cliente é atingido, proliferam-se os defensores da marca. Esses indivíduos têm uma confiança tão grande no serviço prestado pela empresa que compartilham seus conteúdos de forma completamente espontânea. É evidente como isso é benéfico para qualquer marca. Pense nas campanhas de natal da Coca-Cola. Elas já se tornaram tão tradicionais que são esperadas todo ano por seus entusiastas. A emoção proporcionada pela propaganda faz com que seus admiradores repassem a ideia, possibilitando o alcance a um público muito maior. Share of voice Você provavelmente conhece os trending topics do Twitter, certo? Eles medem quais termos estão sendo mais falados pelos usuários. O conceito de share of voice é parecido. Nesse caso, é medida a quantidade de vezes que sua marca é citada em conversas relacionadas ao mercado em que se insere. A mensuração das citações à empresa é analisada de acordo com o resultado dos competidores, dando origem ao seu percentual na fatia de participação na comunicação entre consumidores. O share of voice pode trazer insights valiosos sobre as épocas em que sua marca é mais procurada e sobre as experiências relatadas por seus consumidores. Um exemplo é o SuperBowl, evento esportivo americano conhecido por ter o intervalo recheado de comerciais caros e criativos. As empresas anunciantes mantêm o olho aberto para o share of voice, de modo a saber se sua campanha foi satisfatória ou um fracasso. Dominar os conceitos de share of voice, share of mind e share of heart é fundamental para qualquer empresa entender, analisar e otimizar suas próprias estratégias de marketing. É crucial acompanhar de perto a utilização desses conceitos. Essa é a única maneira de notar possíveis variações e determinar se o seu plano de mercado está indo na direção correta. E aí, deu para deixar claro o que são esses conceitos? Quer receber informação qualificada sobre marketing digital? É fácil! Basta assinar nossa newsletter no menu à direita!  

Descubra quais foram as novidades do Instagram em 2018

Novidades do Instagram em 2018

Podemos dizer que 2018 foi o melhor ano para o Instagram? Isso porque a plataforma alcançou no mês de junho a marca de 1 bilhão de usuários ativos.  Parte disso se deve ao fato da rede social lançar praticamente todos os meses novos recursos visando melhorar a experiência dos usuários. No ano passado, por exemplo, foram liberados os stories em destaque, arquivo de publicações dentro da própria plataforma, novos filtros, stickers e muito mais. De lá para cá outras novidades surgiram, e foram tantas que elas podem ter passado despercebidas por alguns usuários. Por este motivo, nós selecionamos todas as novidades que surgiram esse ano no Instagram e destacamos também de que forma você pode utilizá-las a favor do seu perfil. Vamos lá! Novidade do Instagram em 2018 Hashtag e menção na bio Em dezembro de 2017 a plataforma permitiu que os usuários passassem a seguir as hashtags de seu interesse, agora é possível incluí-las diretamente no seu perfil, por exemplo, #guitarlover, #makeuptutorial, #vegan e muitos outros. Desta forma, se você possui um perfil comercial de uma loja, por exemplo, pode criar hashtags exclusivas e inserí-las no seu perfil para que os clientes possam ver e encaminhar imagens usando os produtos. Antes o Instagram só permitia um link no perfil e no espaço destinado a site, certo? Entretanto, com a nova atualização, se você quiser, é possível inserir na bio do seu perfil pessoal ou comercial o @ de outra conta que você possui na plataforma.  Logo, ficou mais fácil para direcionar os usuários de maneira eficiente. Silenciar usuários Todo mundo tem aquele amigo que é incrível pessoalmente, mas um chato nas redes sociais, certo? Bom, para não precisar mais aguentar tantas publicações na sua timeline, o Instagram lançou um recurso que não irá abalar as suas amizades. O botão mute já está disponível e agora você pode silenciar os usuários que segue na rede social sem precisar dar unfollow ou bloqueá-los. Além disso, a pessoa que foi silenciada não fica sabendo que você realizou essa ação, ou seja, é discreto e funcional. Integração com o Spotify A era de tirar prints ou gravar a tela do seu celular com sua música favorita tocando no Spotify acabou. A integração dos dois aplicativos permite que os usuários compartilhem as músicas que estão ouvindo diretamente da playlist para os stories, sem a necessidade de sair de um app para outro. A música aparece com a capa do álbum, nome da canção e o autor. Se os demais usuários que te acompanham na rede social quiserem ouvir a música basta clicar no sticker. Função de repost A tão desejada função repost para publicações do feed ainda não foi implantada na plataforma. Mas com o novo recurso disponível você pode repostar stories de outros usuários diretamente para o seu. Funciona assim, quando alguém mencionar o seu @ em uma história, você receberá uma mensagem no seu direct informando essa ação e junto dela a opção de “adicionar a sua história”. Se desejar, você também pode compartilhar publicações do feed diretamente para as suas histórias. Elas ficaram como um sticker, então é possível aumentar ou diminuir o tamanho, inserir emojis, gifs e textos. Muitas influencers utilizam esse recurso para divulgar imagens do feed, pois nem todas são entregues aos seus seguidores devido as atualizações do algoritmo. Reações para stories Talvez você esteja se questionando o motivo de tantas novidades voltadas para os stories, certo? O Instagram tem priorizado esse recurso devido ao número de usuários que o utilizam, hoje são mais de 400 milhões de contas que usam os stories diariamente. Assim, a plataforma tem investido cada vez mais em trazer diferenciais, como as famosas reações. Antes você podia enviar ao usuário uma mensagem em resposta ao story postado, agora é possível reagir de forma personalizada. Como no Facebook, você pode enviar carinhas felizes, palmas, risos e outros. Type Mode Para quem gosta de compartilhar apenas algumas reflexões sem imagens, o Type Mode veio a calhar. Logo que a função stories foi lançada, o Instagram só permitia o uso de textos em conjunto com imagens e tinha uma tipografia básica, para ousar era necessário recorrer a aplicativos de terceiros. Porém outra novidade foi a atualização do Type Mode, onde é possível compartilhar apenas frases ou textos – sem a necessidade de imagens – e utilizar diferentes estilos como, por exemplo, o Moderna, Máquina de Escrever, Neon e outros. Instagram Shopping Visto a crescente utilização de dispositivos móveis para compras online, a plataforma desenvolveu o Instagram Shopping para tornar o processo de compra e venda mais eficiente. Esse recurso permite que as marcas marquem seus produtos apresentados nas fotos, assim, basta o usuário dar um clique na imagem para verificar a disponibilidade e o valor do produto, se tiver interesse é só clicar novamente na etiqueta e ele será redirecionado para a compra do produto. Além disso, as marcas também podem usar tags nos stories para que as pessoas possam descobrir com maior facilidade os produtos e serviços oferecidos na plataforma. Vídeos mais longos com IGTV A crescente utilização de vídeos por influencers e criadores de conteúdo fez o Instagram repensar a forma com que eles seriam transmitidos aos usuários, assim surgiu o IGTV. O Instagram TV permite vídeos com duração de até 1 hora e somente na posição vertical. Muitos atribuíram a criação desse recurso como uma concorrência ao YouTube, mas não houve nenhum posicionamento quanto a isso. Para acessar o IGTV você tem duas opções, pode ser através do aplicativo separado de mesmo nome ou diretamente no Instagram no ícone de TV, no canto superior da tela, próximo ao acesso das mensagens. A conta de acesso é a mesma da rede social, por isso, você segue as mesmas pessoas e fica sabendo dos vídeos novos pelas notificações na timeline. Confira também esse outro conteúdo onde explico como criar um canal no IGTV e informações importantes para a criação do vídeo. Tag de nome Quantas vezes você digitou o @ de uma pessoa no campo

Como uma agência ajuda na redução dos custos no marketing?

Como uma agência ajuda na redução dos custos no marketing?

O investimento em marketing digital se tornou fundamental para qualquer empresa interessada em expandir o negócio. A contratação de uma agência especializada na área não se limita apenas ao interesse de divulgar a marca, mas também de aumentar a produtividade e reduzir custos. Trabalhar com profissionais de agências capacitadas deixou de ser visto como um gasto extra e passou a ser um investimento muito importante para expandir negócios e melhorar o atendimento ao cliente. Neste texto, vamos citar algumas ações de agências capazes de fazer com que sua empresa evolua cada vez mais. Além disso, você vai ver a importância que o marketing digital tem na melhoria do atendimento, das operações e na redução de custos. Confira! Como uma agência pode aumentar produtividade e reduzir custos? O marketing digital não auxilia apenas na visibilidade da sua empresa, mas também nos resultados financeiros. O trabalho das agências provoca uma redução do custo e do esforço para adquirir clientes. As ações promovidas na Internet podem ter gastos muito baixos e um alcance enorme. O mundo virtual te dá a oportunidade de ter menos esforço para alcançar consumidores através das redes sociais, blogs, e-mail marketing e outras ferramentas que possuem custo menor que o marketing tradicional. No mundo corporativo, é preciso ter em mente que tempo é dinheiro. Se você está fazendo o trabalho de marketing digital internamente, saiba que poderia estar focando mais no seu negócio e em outras áreas. Por isso, é preciso reconsiderar o uso do seu tempo. Uma agência pode fazer esse trabalho e aumentar a produtividade. Quais outros benefícios uma agência pode trazer? Como já falamos acima, uma agência de marketing digital pode trazer diferentes benefícios para seu negócio. Além de aumentar a produtividade e reduzir custos, faz a divulgação da sua marca e os profissionais desse segmento podem trazer mais eficiência à sua empresa. Um dos principais benefícios de contratar uma agência de marketing digital é poder trabalhar com profissionais de qualidade e especializados. Na maioria das vezes, é melhor deixar o planejamento e execução das estratégias nas mãos de pessoas com expertise. Confira outros benefícios que a contratação de uma agência especializada pode trazer para o seu empreendimento. Melhoria no atendimento Ter uma presença digital no mundo corporativo é fundamental para os negócios. Apesar dessa importância, uma porcentagem muito baixa de empresas no Brasil investe nesse segmento. Uma agência digital pode indicar o caminho certo para melhorar o atendimento e aumentar a satisfação dos clientes. Apresentação de inovações A rotina conturbada e acelerada de qualquer negócio torna difícil para o gestor acompanhar o que há de novo no mercado. Sabemos que isso é uma prática fundamental para se colocar à frente da concorrência. As agências especializadas em marketing precisam ficar ligadas em tendências para sobreviver. Com isso, a contratação de uma dessas empresas te dá um canal direto para inovações do mercado e novas maneiras de abordar a comunicação com seu público. Estratégias para aumentar produtividade e reduzir custos nem sempre são simples de serem montadas. Por isso, contratar uma empresa especializada pode ser o diferencial de seu negócio em relação à concorrência. A Echosis é uma empresa voltada para soluções em marketing digital e engloba áreas como redes sociais, produção de conteúdo para sites, técnicas de SEO, utilização do Google Ads, entre outras. Interessado em aumentar a produtividade da sua equipe de marketing e, ainda, reduzir os custos no orçamento? Podemos ajudar! Entre em contato agora mesmo!

Instagram e Snapchat se firmam como as redes mais usadas pelos jovens

Desde a febre do Orkut, na primeira década do século XXI, quantas redes sociais você viu nascer e morrer? A migração de rede para rede, geralmente comandada pelo público mais jovem, exige das plataformas de mídias sociais um movimento de constante reinvenção para manter seu espaço. Quando o Facebook ultrapassou o Orkut em número de usuários, bem no início de 2012, a maioria dos jovens já tinha migrado para lá. Atualmente, esse mesmo público está em debandada, priorizando outros serviços de mídia social. Por isso, queremos saber: quais são as redes sociais mais usadas pelos jovens de hoje? As redes sociais mais usadas pelos jovens Facebook, Twitter, Instagram, Snapchat e por aí vai. O que essas redes têm em comum é que deixaram de ser meros sites de relacionamento para se tornarem grandes ferramentas de marketing digital. Sabendo disso, compreender a demografia do público de cada uma é fundamental para qualquer profissional do ramo de marketing. A seguir, vamos falar sobre as duas redes com maior preferência entre os representantes da juventude. Instagram Um estudo conduzido em outubro de 2018 concluiu que o número de jovens que utilizam o Instagram pelo menos uma vez ao mês aumentou 8% em um período de dois anos. Realizada em 48 estados americanos, a pesquisa consultou um total de 8,600 adolescentes. O mesmo estudo aponta que 32% dos entrevistados têm o Instagram como sua rede social preferida. Isso representa um crescimento percentual de 9 pontos em relação a 2016. O vencedor da categoria segue sendo o Snapchat. Quando questionados sobre a melhor plataforma para saber sobre novos produtos e promoções, os entrevistados foram sólidos. Cerca de 68% indicam que o Instagram é o melhor canal para esse uso específico. Logo atrás, vem novamente o Snapchat, ferramenta que vamos nos aprofundar a seguir. Snapchat Quem tiver um olhar apenas financeiro, pode argumentar que o Snapchat (cujo nome na bolsa de valores é SNAP) está em decadência. Isso se justifica pela queda brusca do valor de suas ações no último ano. Avaliadas em 20 dólares no início de 2018, cada fatia custa, hoje, meros 6.43 dólares. Contudo, as questões financeiras não parecem ter reflexo na opinião e adesão do público jovem. De acordo com o estudo da Piper Jaffray, o aplicativo segue como líder na preferência dos adolescentes. Do total de 8,600 entrevistados, 46% indicaram o Snapchat como sua rede favorita. Além da preferência, o Snap conta também com a adesão em massa da juventude. Em média, 80% dos adolescentes entre 14 e 18 anos são usuários ativos da rede. Além disso, o crescimento do número de usuários nos últimos dois anos é de aproximadamente 10%. O declínio do Facebook Nesse ponto você pode estar se perguntando: e o Facebook? A rede social criada por Mark Zuckerberg segue sendo uma das empresas mais valiosas do mundo. Porém, nem tudo são flores. Envolvida em escândalos de vazamento de dados, a companhia vem perdendo força e prestígio entre os usuários. Mesmo com o número de cadastrados sendo equivalente a 1/3 da população mundial, o Facebook viu 42% de seu público diminuir o engajamento diário. É o que indica uma recente pesquisa do Pew Research Center. Mais alarmante: 26% dos usuários declaram ter apagado o app de seus celulares. Além dos escândalos e de acusações de interferência nas eleições americanas de 2016, o Facebook está enfrentando um problema grave. As novas gerações simplesmente estão deixando de usá-lo. Estudos indicam um declínio médio de 10% no engajamento de pessoas entre 14 e 18 anos. Para tentar sanar o problema, a equipe de Zuckerberg vem tentando replicar ferramentas que fizeram sucesso em outras redes. O resultado, porém, é negativo. Basta notar o baixo índice do uso de stories na plataforma. Parece que, prioritariamente, a companhia precisa recuperar sua imagem. As redes sociais mais usadas pelos jovens servem como UM bom parâmetro para entender as tendências que estão por vir. Em seu livro “Marketing 4.0”, Philip Kotler resume o tema ao explicar que os consumidores jovens são os primeiros a adotar novas ideias, mas inspiram os mais velhos a fazerem o mesmo. Interessado no assunto de redes socias? Que tal aprender sobre a importância dos influenciadores digitais?

Initiative Q é a nova febre nas redes sociais, você já conhece?

Nas últimas semanas, muitas pessoas começaram a receber convites através das redes sociais (Facebook e WhatsApp)  sobre a Initiative Q  com uma proposta tentadora: ganhar dinheiro com a Q,  nova “criptomoeda” supostamente desenvolvida por um antigo membro do PayPal e que se compara a Bitcoin. Mesmo sem um lançamento oficial – ainda – a empresa anunciou que mais de 2 milhões de pessoas de mais de 180 países já se inscreveram para usar a rede assim que começar a operar. Apesar de muitos sites de notícias afirmarem que a Moeda Q era o “próximo bitcoin”, o sistema da Initiative Q esclareceu que não se trata de uma nova criptomoeda ou blockchain, e sim uma nova forma de pagamento para o futuro. Muitos tem aderido a ideia por se tratar de “dinheiro fácil”, uma oportunidade única e limitada. O senso de urgência criado pelo marketing (tudo que existe até agora) da Initiative Q é poderoso. As mensagens promovem: Promessa de ganhos sem muito esforço, basta se cadastrar e convidar amigos O sentimento de urgência: quanto antes se cadastrar, maior será o rendimento O senso de oportunidade pela possibilidade de a moeda Q se tornar tão valorizada quanto o Bitcoin; O uso indireto do nome do PayPal para dar mais credibilidade à iniciativa. O que é a Initiative Q? Definida como a rede de pagamentos do amanhã, a ideia da Initiative Q foi constituída a partir de um dos princípios que ajudaram a impulsionar as criptomoedas, que é desenvolver uma moeda digital, usada no mundo todo, descartando o uso de dinheiro em papel ou cartões. Mas como isso é possível? Segundo a Initiative Q, o uso de tecnologias para pagamentos existem há um bom tempo, porém, para que fiquem disponíveis ao público é preciso que o seu uso seja massivo. A proposta é transformar esse cenário com a distribuição de recursos gratuitos aos primeiros usuários que fizerem o cadastro. Como funciona? Para participar é necessário receber um convite. No site eles dão duas opções para conseguir um: Segundo eles, esse é o único critério para participar, você não precisa pagar nada nem fornecer dados importantes, apenas nome e e-mail. Uma vez cadastrado, você pode enviar convite para outras pessoas, mas eles são limitados para evitar concentração de recompensas. É um sistema de pirâmide? Algumas táticas utilizadas pela Initiative Q lembram o sistema de pirâmide. Como, por exemplo, apenas os membros da rede podem convidar mais pessoas e os convites disponibilizados para cada membro são limitados.  Associar esse aspecto com a redução progressiva da recompensa à medida que os cadastros aumentam, cria um aspecto de urgência que remete as pirâmides financeiras. Apesar disso, não dá para classificar essa tendência como uma pirâmide. Não no atual estágio, pelo menos. Pirâmides costumam usar dinheiro dos novos membros para repassar aos que estão em camadas superiores, algo que não existe no Initiative Q. Quais os riscos? Nós estamos na era em que dados valem ouro, portanto, mesmo que seja necessário fornecer apenas nome e e-mail, eles estão formando uma gigantesca lista de leads.  No futuro, podem utilizar essa base para tentar vender algo, ou pior:  fazer o chamado “password spray”. Uma técnica de tentar descobrir senhas em diferentes exchanges. Um risco enorme para quem fornece o e-mail que utiliza normalmente. Para resumir, é como diz o velho ditado: “De graça, nem injeção na testa”, portanto, desconfie. Se recebeu o convite e quer tentar a sorte, crie uma nova conta de e-mail apenas para usar nesse cadastro. Obs: Não existem informações técnicas sobre como será o funcionamento das Q’s. A previsão é para iniciar o desenvolvimento em 2019 e circular a moeda em até 2 anos. E aí, você já conhecia a Initiative Q? Conte-nos o que acha dessa ideia.

Como os vídeos assumem a posição central na produção de conteúdo?

Como os vídeos assumem a posição central na produção de conteúdo?

Qual critério você utiliza para determinar se um vídeo obteve sucesso ou não? É muito comum que “número de visualizações” seja a primeira resposta natural para essa pergunta. Porém, medir o sucesso da produção de conteúdo exige medidas mais complexas. Mais importante do que um número alto de pessoas assistindo ao vídeo, é torná-las engajadas e clientes fiéis. Para isso, é preciso considerar três princípios fundamentais comumente conhecidos como “3 C’s”: conversas, conexões e conversões. Ao longo do texto, vamos tratar individualmente de cada um desses aspectos, além de abordar o crescimento da produção de conteúdo em vídeo nas estratégias de marketing. Usando a produção de conteúdo de vídeos para iniciar diálogos Você não quer uma plateia silenciosa, que assiste ao seu vídeo e passa para o próximo. O ideal é que a audiência sinta-se motivada a interagir com o conteúdo, mas como fazer isso? O primeiro passo é uma descrição instigante. A descrição do vídeo é importante, pois geralmente é o que faz a pessoa decidir apertar o play ou não. Tenha em mente que apenas as primeiras linhas da descrição são visíveis de primeira, por isso seja claro e vá direto ao assunto. Apresente questões ao longo do vídeo que estimulem o espectador a deixar um comentário. Existem muitos tipos de perguntas que podem ser feitas, desde recomendações para o próximo conteúdo até pedidos por relatos e opiniões. Lembre-se de evitar perguntas que tenham respostas simples e vazias, como “sim” ou “não”. O objetivo não é o comentário em si, mas que a pessoa reflita e consolide a relação com seu conteúdo. Lembre-se de que é importante ser ativo nos comentários, mostrando que você se importa com a opinião do público. Criando conexões de longa duração Após finalizar a produção do conteúdo e estimular a interação do público, é hora de transformar essa interação em uma conexão. Estimular, por exemplo, a assinatura de seu canal é uma maneira de fazer com que o público tenha rápido acesso aos conteúdos vindouros. Para isso, a criatividade é bem-vinda. Muitos produtores de vídeo usam a tática de explicar a importância da assinatura do canal e pedir para que o espectador se inscreva. Por mais efetivo que seja, esse método pode se tornar um pouco repetitivo. O youtube permite que sejam adicionados botões de cadastro rápido dentro do próprio vídeo, possibilitando que a audiência assine o canal a qualquer momento sem precisar parar de assistir ao conteúdo. Realize testes e observe a que tipo de chamada seu público responde melhor. Convertendo espectadores em clientes Muitas vezes a produção de conteúdo para vídeos é focada na construção de uma marca ou ideia. Isso não significa que não seja útil também converter a audiência em clientela. Para isso, você pode utilizar recursos que facilitem o direcionamento do público para o seu produto. Uma tática utilizada em estratégias de marketing por vídeo é a inclusão de URLs encurtadas na descrição do conteúdo. Elas podem, por exemplo, ser contextualizadas com explicações sobre o produto. As URLs podem ser usadas também em respostas aos comentários. Como vimos, algumas plataformas, como o Youtube, permitem que você utilize botões interativos em qualquer momento do vídeo. Esses botões podem levar o espectador diretamente ao seu site ou loja. É importante que o recurso seja adicionado no momento certo do conteúdo, quando há maior interesse do espectador. A produção de conteúdo em vídeo tem se tornado peça central nas estratégias de marketing digital. Isso se dá em grande parte pela tendência de aumento do uso de dispositivos móveis, que são amigáveis com esse tipo de material. Além disso, números mostram que a taxa de conversão e de interação é maior em conteúdos que contenham vídeos. Já pensou em adotar essa estratégia? Pode parecer trabalhoso à primeira vista, mas os resultados são compensatórios. O segredo é não se intimidar com as novidades e buscar o melhor para o seu negócio! E aí, ficou clara a maneira como os vídeos vêm assumindo o protagonismo na produção de conteúdo? Não perca tempo! Saiba mais sobre vídeo marketing!