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SPAM: O que é e como evitar que seus e-mails acabem na lixeira

Você já recebeu e-mails com ofertas de plano de saúde, dicas de remédios para emagrecer em menos de 10 dias ou para ficar rico do dia para noite? Esses são os famosos SPAM. Essa prática é feita por pessoas mal intencionadas ou empresas que acreditam ser o caminho mais rápido para divulgar seus produtos ou serviços. Mas na verdade acabam apenas “manchando” a reputação do negócio. É preciso tomar muito cuidado com o conteúdo inserido nos e-mails para que eles não sejam considerados como spam e acabem indo direto para a lixeira dos seus contatos. Por isso, separamos todas as informações e dicas necessárias para te ajudar. Vamos lá! O que é SPAM? Engana-se quem pensa que o spam é algo recente. Antes mesmo de ser conhecido por esse termo, o envio de conteúdos indesejados e em excesso era recorrente. Panfletos de propagandas entregues na rua, cartas de correntes nas caixas de correios e ligações telefônicas sobre algum produto são alguns exemplos. Essa prática recebeu o nome de spam devido a uma esquete do grupo britânico de humor Monty Python. Durante o programa, dois clientes chegam em uma lanchonete e notam que os enlatados da marca norte-americana SPAM fazem parte de todos os itens do cardápio, praticamente forçando o cliente a não ter outra escolha. E o spam (Sending and Posting Advertisement in Mass) trata-se do envio de mensagens eletrônicas NÃO solicitadas. Geralmente as propagandas são o tipo de spam mais comuns. Mas mensagens com correntes (envie para 10 amigos ou terá 7 anos de azar, clássico!), fake news, malwares (vírus para roubar dados) ou pornografia também são considerados spam. O problema dessa prática é que ela acaba prejudicando o relacionamento entre os consumidores e as empresas. Afinal, quando chegam milhares de e-mails sobre algo que não te interessa, certamente você perderá qualquer desejo de fazer negócios com a empresa responsável. Hoje em dia os próprios serviços de e-mail detectam esse tipo de mensagem e as desviam diretamente para a lixeira sem te perturbar. Porém, ainda acontece de alguns e-mails serem confundidos e acabam não sendo entregues para o usuário. Para evitar que os e-mails do seu negócio enviados para sua lista acabem na lixeira, confira nossas dicas de como não praticar spam. Como evitar que seus e-mails se tornem SPAM? Todo mundo que está na internet tem um e-mail, certo? Por isso o e-mail marketing é uma das melhores estratégias para as empresas promoverem seus produtos e serviços, e também criarem um relacionamento com os clientes. Mas para que as suas mensagens sejam entregues para os usuários, elas não podem ser consideradas spam. Por este motivo, listei algumas boas práticas que podem te ajudar a evitar esse problema: Não compre listas de e-mails Optar pelo caminho mais fácil é sempre tentador, né? Mas acredite, é melhor ficar bem longe dele! Listas compradas possuem destinatários aleatórios, que não aceitaram o recebimento dos seus e-mails, e certamente não estão interessadas no que a sua empresa tem a oferecer. Você não iria gostar nem um pouco de receber mensagens que nem foram autorizadas, né? Os usuários da lista comprada também não. Com isso eles acabam marcando as mensagens como spam, e isso afeta totalmente sua entregabilidade. Além disso, a credibilidade da empresa acaba indo por água abaixo. Por mais que seja trabalhoso, nada melhor do que conquistar um por um dos e-mails e formar uma lista de contatos realmente interessada nos seus serviços. Deixe o usuário livre para se descadastrar O principal diferencial do e-mail marketing é que os usuários podem escolher cadastrar seus e-mails para receberem conteúdos. Entretanto, é normal que em algum momento alguém perca o interesse e não queira mais receber suas mensagens. Assim, tenha sempre um botão de descadastramento visível em seus e-mails para que os contatos que não estão mais interessados possam parar de receber seus e-mails. Envie conteúdos relevantes Se um usuário cadastrou seu e-mail para receber conteúdos é porque ele está curioso sobre o que você a oferecer. Contudo, esse interesse pode ser perdido caso você envie todo e qualquer tipo de informação. Lembre-se de oferecer aos seus contatos mensagens que sejam importantes e se destaquem entre os outros e-mails. Para isso, aproveite os conteúdos do blog da sua empresa, notícias relacionadas ao seu mercado ou até mesmo vídeos do seu canal do YouTube. O importante é enviar materiais que condizem com o que os usuários esperam. Além dessas dessas dicas, lembre-se do ponto mais importante: envie e-mails somente para quem tem interesse! Ou seja, sempre solicite a autorização para o envio de conteúdos. Agora que você já sabe o que é spam e como evitá-lo, que tal aprimorar sua estratégia de e-mail marketing? Para saber mais sobre ela é só conferir nosso artigo sobre o tema, clicando aqui.
Capital de giro: O que é e por que ele é tão importante para a empresa?

O desejo de abrir uma empresa é algo que muitos brasileiros tem em comum. Porém existem tantos detalhes por trás do próprio negócio que a maioria desiste antes de começar. Afinal, é preciso adquirir equipamentos, contratar funcionários, obter autorização dos órgãos fiscalizadores e muito mais. No entanto, um fator que é constantemente negligenciado pela falta de conhecimento é o capital de giro. O capital de giro é o dinheiro necessário para bancar as atividades da empresa e manter as despesas em dia. Com valor em caixa, a empresa tem “giro” para funcionar até que entrem receitas. Sem ele o negócio corre o risco de enfrentar problemas financeiros que atrapalham o seu crescimento e, em situações mais graves levam o negócio à falência. Se você ainda não entendeu, não tem problema, tudo o que você precisa saber sobre o capital de giro está aqui. Confira: O que é capital de giro? Em resumo, o capital de giro é o dinheiro que a empresa deve manter em caixa — como uma reserva — para assegurar o seu funcionamento, cobrir todas as despesas e fazê-la crescer. O termo “giro” se refere a todas as movimentações de dinheiro do negócio. Nesse caso, há recursos que entram (ativos) e outros que saem (passivos) do caixa da empresa, porém não se espante se em alguns momentos houver mais despesas do que fonte de receita. Por isso é muito importante ter capital de giro suficiente para arcar com todas as despesas do negócio nesse intervalo entre os pagamentos e recebimentos, mantendo o equilíbrio entre ativos e passivos. Existem 4 tipos diferentes de capital de giro, e é fundamental entender quais são as diferenças entre eles. Olha só: Líquido: São os recursos financeiros da empresa, exceto os não circulantes, como bens e imóveis; Negativo: Se trata de um alerta e acontece quando os recursos disponíveis não são suficientes para quitar os débitos existentes; Próprio: É o capital da empresa, sem a necessidade de empréstimos; Associado a investimentos: É usado para cobrir as despesas que a empresa terá ao fazer determinado investimento. Como fazer o cálculo? O primeiro passo é ter um bom planejamento, detalhar todos os gastos a curto e longo prazo e as possíveis entradas de dinheiro. Agora, para saber o seu capital de giro é possível usar o seguinte cálculo: separe suas contas a receber e some com o valor disponível em estoque. Em seguida, subtraia do resultado, as contas a pagar e o valor de impostos e despesas. Quando for necessário determinar o capital de giro líquido disponível (CGL) em um período específico, basta somar do ativo circulante (AC), que é o valor de pagamentos dos clientes, e subtrair o passivo circulante (PC), que representa os gastos da empresa. Como manter a saúde financeira da empresa saudável? Saber o que é o capital de giro e como calculado é fundamental para toda e qualquer empresa. Contudo, para manter o financeiro em dia e de preferência no azul é preciso tomar algumas medidas preventivas. Por isso, separei algumas dicas para você: Faça corte de gastos Avalie seus custos e identifique quais deles podem ser cortados sem afetar drasticamente a empresa. Mantenha sempre o olho no fluxo de caixa para manter as despesas em dias. Muitas empresas acabam indo a falência devido a má administração do capital de giro. Você não quer que isso aconteça com seu negócio, né? Seja disciplinado Nada de usar o capital de giro para cobrir alguma despesa e não repor a mesma quantia quando entra dinheiro em caixa, esse pode ser o começo da bola de neve. Então seja cuidadoso com o financeiro da sua empresa, reduzindo possíveis riscos no futuro. Faça empréstimo (se necessário) Caso tenha dívidas para quitar e não tenha dinheiro em caixa, o empréstimo é a melhor alternativa. Porém, é preciso se planejar para não acabar enfiando os pés pelas mãos. Não faça um empréstimo se a sua empresa não possui opções para quitá-lo. Pronto! Agora ficou claro o que é o capital de giro e todos os seus detalhes? Que tal receber conteúdos como esse diretamente na sua caixa de entrada?
Como preparar a sua empresa para as vendas de fim de ano

O comportamento dos consumidores está em constante transformação. Mas devido as turbulências que aconteceram esse ano, com certeza as mudanças foram ainda maiores. Devido a pandemia do Covid-19 as pessoas começaram a passar mais tempo online. Começaram explorar, pesquisar e planejar as suas compras, tanto online quanto no mundo real. Ou seja, as vendas de fim de ano serão diferentes dessa vez. Assim, recorrer as ferramentas e estratégias digitais é uma ótima maneira de preparar sua empresa para se conectar as pessoas que desejam realizar compras nos últimos meses do ano. Separei algumas dicas que podem te ajudar, vamos conferir? 4 dicas para preparar sua empresa para as vendas de fim de ano Tenha uma conta no Google Meu Negócio A maioria das pessoas ainda está receosa sobre o coronavírus e quer se sentir segura ao fazer compras. Por isso, antes de irem as lojas físicas, é normal usarem a internet para checar horários, confirmar estoques e se há possibilidade de retirada no local. O Google Meu Negócio é o recurso perfeito para os consumidores esclarecem dúvidas e encontrarem o seu negócio. Com essa ferramenta você cria um perfil para sua empresa e pode informar o endereço, horário e telefone. Também é possível inserir fotos e destacar outras informações importantes. No exemplo abaixo, os usuários descobrem que podem comer no local, mas também podem optar por retirar ou receber em casa. Outro detalhe bem interessante é que no Google Meu Negócio você pode informar quais são os horários de pico, ou seja, em que momento do dia aparecem mais clientes. Evitando assim aglomerações. Descubra como criar uma conta no Google Meu Negócio e todos os benefícios deste recurso ao conferir nosso conteúdo aqui. Crie um catálogo para seus produtos Se investir em uma loja virtual está fora de cogitação no momento, um catálogo de produtos pode te ajudar. Esse recurso funciona basicamente como uma vitrine, onde você cadastra seus produtos e os clientes podem conferir e escolher à vontade. Em seguida o pedido é feito pelo WhatsApp de forma fácil e prática e os usuários nem precisam sair de casa para comprar com você. Algumas pessoas ainda possuem dúvidas sobre comprar online, se sentem inseguras e desconfiadas. Porém, com o catálogo online você pode oferecer suporte diretamente no WhatsApp e esclarecer todas as dúvidas que o consumidor tiver. Tenha horários especiais No final do ano é normal que as pessoas comprem mais devido as datas comemorativas, principalmente o Natal. Isso significa que o movimento de clientes no seu estabelecimento vai aumentar. Para poder dar atenção a todos é importante ter horários estendidos. Com mais opções de horários você evita que as pessoas fiquem aglomeradas e consegue atender aqueles que possuem uma agenda lotada. Essa é uma atitude simples, mas que pode fazer toda a diferença no seu faturamento. Não esqueça das redes sociais Redes sociais como o Facebook e o Instagram possuem recursos específicos para te ajudar a vender na internet, como a ferramenta Shopping e o Marketplace. Além disso, as redes sociais servem como canais de comunicação disponíveis 24 horas por dia. E é por meio delas que os usuários preferem esclarecer dúvidas ou fazer pedidos. Aproveite para compartilhar fotos e vídeos dos seus produtos, divulgar promoções e descontos. Manter uma presença digital nas redes sociais é indispensável nos dias de hoje. Você também pode criar anúncios e alcançar um número maior de pessoas interessadas na sua empresa. Ou seja, não faltam estratégias relacionadas as redes sociais para te ajudar. Gostou das nossas dicas para as vendas de fim de ano? Quer receber conteúdos como este diretamente na sua caixa de entrada? Assine nossa newsletter! 💌
Vídeos: Por que é importante incluí-los na estratégia de marketing?

Se uma imagem vale mais que mil palavras, já dá pra imaginar o poder que tem os vídeos, né? Atualmente esse formato de conteúdo é essencial para toda e qualquer empresa. De acordo com uma pesquisa do Google, cerca de 90% das pessoas assistem vídeos para entender ou descobrir novos produtos. Além disso, 50% dos usuários afirmam que os vídeos ajudam a decidir qual marca ou produto específico comprar. Com conteúdos audiovisuais as chances de a sua empresa ou seus produtos serem encontrados por pessoas interessadas são muito maiores. Mas se você ainda está em dúvidas sobre usá-los na sua estratégia de Marketing, as informações a seguir vão te convencer. Olha só! Por que usar vídeos na estratégia de Marketing? Os vídeos possibilitam que as marcas explorem novas possibilidades em diferentes formatos. Outro detalhe importante é que eles conseguem despertar dois dos sentidos que exercem a maior influência na tomada de decisões: visão e a audição. Ou seja, quando são adicionados a uma página, e-mail ou publicação, os vídeos podem aumentar as conversões em leads em até 80%. Então, que tal se aventurar em tutoriais, entrevistas, webinares, demonstrações de produtos ou até mesmo animações? Os conteúdos audiovisuais geram interesse e engajamento porque são dinâmicos, ativam nossos sentidos e servem de entretenimento. Fora que — comparados a outras mídias — são mais baratos e fáceis de serem produzidos, por isso tantas marcas apostam neles. No entanto, não basta apenas gravar algo aleatoriamente e que não faça sentido para o seu público. Quando se trata de divulgar e investir em Marketing Digital, é necessário ter um planejamento para alcançar os objetivos desejados. Quais são os benefícios para o negócio? Aumenta o engajamento As principais redes sociais, Facebook, Instagram e Twitter, já perceberam que os vídeos tem um forte poder de gerar engajamento, tanto que criaram ferramentas próprias para a criação de vídeos, transmissão ao vivo, entre outras. Isso acontece porque através dos vídeos é possível transmitir muitas informações, com imagens, áudios, músicas ou animações. Todos esses elementos ajudam a atrair o usuário e, consequentemente, engajá-lo. Segundo a Buzzsumo, as publicações mais atraentes do Facebook são os vídeos. Os posts geram pelo menos 59% a mais de envolvimento do que outros tipos de postagem. Melhora o ranqueamento Um dos principais objetivos das empresas ao investirem em Marketing Digital é conquistar o topo do Google, ou seja, melhorar o ranqueamento. A inclusão de vídeos em sites e blogs faz com que o usuário permaneça mais tempo na página e servem de complemento para o conteúdo, e esses são dois fatores principais para o algoritmo do buscador. Maiores chances de conversão Através dos vídeos é possível contar histórias, explicar conceitos e apresentar todo o potencial de um produto ou empresa. Além disso, o foco do Marketing Digital é justamente criar materiais relevantes a fim de educar a audiência e, consequentemente, convertê-los em clientes. Então, nada melhor do que usar vídeos para essa finalidade. Para se ter uma ideia, cerca de 93% das empresas afirma ter recebido um novo cliente graças a um vídeo nas mídias sociais, de acordo com o relatório da Animoto. Gera emoção e proximidade Quantas vezes você chorou, sorriu, sentiu raiva ou tranquilidade ao assistir um filme, novela ou um comercial? Os conteúdos audiovisuais tem esse poder sobre nós, despertam nossas emoções. E quando algo desperta nossos sentimentos, geralmente compartilharmos com outras pessoas. Os vídeos também criam uma sensação de proximidade, ajudam a transmitir mais convicção e credibilidade. Todos esses fatores ajudam as marcas a criarem um relacionamento com os consumidores. Pronto, agora é só arregaçar as mangas e começar a produção de vídeos para o seu negócio. Se precisar de ajuda, conte conosco! Entre em contato e saiba mais sobre nossos serviços.
Como funcionam os algoritmos das redes sociais?

Não é segredo para ninguém que os algoritmos das redes sociais são cheios de mistérios e que cada um deles funciona de uma maneira. Quem trabalha com redes sociais ou faz uso delas nas estratégias de Marketing Digital já deve ter tentado, uma vez ou outra, “burlar” os algoritmos com o intuito de conseguir mais alcance e engajamento. Porém, a melhorar maneira de alcançar bons resultados na internet é conhecer e entender como funcionam os algoritmos. Dessa maneira é possível traçar estratégias mais eficientes e otimizadas. Além de se destacar da concorrência. Para saber mais sobre os robozinhos e como usá-los a favor do seu negócio, continue a leitura. 😉 O que são algoritmos? Os algoritmos são um conjunto de regras e dados matemáticos que tem como objetivo solucionar problemas. Na internet os algoritmos realizam ações automatizadas recebendo valores de entrada e produzindo valores de saída. Parece complicado? Vamos simplificar. Quando você faz uma pesquisa no Google, o algoritmo seleciona os resultados que melhor correspondem ao que você busca e os lista conforme sua relevância. Nas redes sociais esse sistema funciona praticamente da mesma forma. Quando um usuário abre o feed, ele recebe primeiro as publicações que o algoritmo considera importantes para ele. Ou seja, esses robozinhos analisam as milhares de publicações feitas todos os dias, selecionam as mais relevantes de acordo com cada usuário e as apresentam para eles. Os algoritmos das redes sociais geralmente usam como fator principal o engajamento. Isto é, existem mais chances de serem mostradas para você postagens das pessoas com quem você interage mais. Mas não é só isso, o algoritmo é um conjunto de fatores — como uma máquina —, então é necessário fazer testes para entender melhor como ele funciona. Principalmente porque os fatores podem mudar de uma rede social para outra. Como vamos ver mais a seguir. Como funcionam os algoritmos das redes sociais? Algoritmo do Facebook O Facebook foi a primeira rede social a ter um algoritmo para organizar as publicações, porque a quantidade de postagens era demais para os usuários e fazia com que os posts se perdessem pelo feed. Com mais de 2 bilhões de usuários ativos, o Facebook é a maior rede social do mundo e possui anúncios, pessoas, grupos, páginas pessoais, empresariais e muito mais, em um só lugar. No entanto, a rede social ainda tem como prioridade as pessoas e por isso faz uso do algoritmo com o intuito de deixar o conteúdo mais relevante para cada usuário. Até hoje ninguém sabe exatamente como funciona o algoritmo da rede, visto que ele é composto por centenas de milhares de fatores. Porém, alguns pontos fundamentais usados como base são: Engajamento: Quanto mais reações, comentários e compartilhamentos uma publicação recebe, o algoritmo entende que é um assunto relevante e a entrega para um maior número de pessoas; Relacionamento: O nível de relacionamento e o quanto você interage com a pessoa (ou empresa) na rede influencia na quantidade de publicações dela e posts semelhantes que você vai receber; Formato: Conteúdos em imagem ou vídeo tem mais chances de serem entregues aos usuários e receberem interação. Além disso, um tempo atrás Mark Zuckerberg, fundador da rede, anunciou que o Facebook deve priorizar cada vez mais as postagens feitas por amigos e familiares e em grupos que o usuário participa. Então, para conseguir bons resultados com o Facebook é preciso criar um relacionamento com os usuários e incentivá-los a interagir com suas postagens. Peça para que marquem outros usuários nas postagens, para que elas tenham um alcance maior. Além disso, faça um bom uso de conteúdos visuais. Mas lembre-se: o algoritmo dessa rede social muda constantemente, então se os seus resultados não saírem como esperado, algo pode ter sido alterado. É importante sempre pesquisar e ficar por dentro das novidades. Algoritmo do Instagram Quando foi criado, o Instagram não possuía algoritmo e as postagens eram mostradas de acordo com uma ordem cronológica das publicações. Entretanto, em 2016 isso mudou e hoje a plataforma entrega resultados relevantes para os usuários, baseando-se no engajamento e naquilo que ele mais curte, visita e busca. E assim como o algoritmo do Facebook, não se sabe ao certo com o do Instagram funciona. Mas existem 3 fatores fundamentais que afetam como as postagens aparecem: Temporalidade: Apesar das postagens não serem mais cronológicas, a rede social dá prioridade as mais recentes; Engajamento: Os comentários e curtidas, principalmente quando o post foi feito recentemente, faz com que ele seja priorizado; Relacionamento: A plataforma prioriza as publicações de perfis que já possuem um relacionamento com o usuário, seja por meio de comentários, curtidas, mensagens diretas ou buscas. Para conseguir se destacar no Instagram é preciso criar conteúdos de qualidade — tanto a mensagem quanto a imagem — relevantes e usar todas as funções da plataforma, como as hashtags, os stories e comentários. Também é muito importante identificar o melhor horário para suas postagens. Saber em que momento o seu público está online é essencial para garantir o engajamento do seu conteúdo. Algoritmo do Twitter Diferente das outras redes sociais, o Twitter não é comandado totalmente por um algoritmo. Isso porque essa rede social prioriza que os usuários reportem os últimos acontecimentos, ou seja, não faz sentido que ela perca seu perfil cronológico. Porém, o Twitter não é 100% livre dos algoritmos. Na verdade ele conta com um que verifica os temas, formato de conteúdo e o relacionamento com a conta que postou o tweet. Também é levado em conta o engajamento daquele tweet em si. Essa avaliação é feita com todos os tweets e interfere nas três categorias criadas pela rede: Tweets ranqueados: São tweets selecionados pela própria rede, que leva em consideração tanto o comportamento do usuário quanto tweets que tiveram algum destaque e foram relevantes para a rede de seguidores do usuário; Caso você tenha perdido: Traz tweets que o usuário ainda não viu e que pode considerar interessante. São conteúdos relevantes, como notícias e tweets com muito engajamento; Timeline do Twitter: Nela aparecem todos os tweets em ordem cronológica e também alguns tweets curtidos ou respondidos por amigos, anúncios e
Como preparar minha empresa para a Black Friday 2021?

Já tem um tempo que Novembro é aguardado ansiosamente pelos brasileiros, isso porque nesse mês acontece a famosa chuva de descontos da Black Friday. Ou seja, é o momento ideal para comprar algo que desejava a tanto tempo com um preço mais barato e também lucrar muito, caso você tenha um próprio negócio. Mas já estamos quase lá e é hora de começar a se preparar para a Black Friday 2021. Apesar de toda a crise desse ano causada pela pandemia do coronavírus, as expectativas para essa data são altas, principalmente por conta do sucesso de vendas desse período no ano passado e aos novos hábitos de consumo dos brasileiros. Para se ter uma ideia, uma pesquisa divulgada pelo Méliuz, que revela que 72% dos brasileiros pretendem comprar algo na Black Friday deste ano. E se a sua empresa ainda não está preparada para esse período, com certeza as nossas dicas podem te ajudar. Confira: Como se preparar para a Black Friday 2021? Para alcançar bons resultados com a Black Friday é muito importante começar a se planejar desde já. Qualquer empresa que queira participar do evento deve construir uma estratégia assertiva e com antecedência. Por isso, aqui estão algumas dicas para que você possa se organizar: Escolha os produtos que terão descontos O primeiro passo é determinar quais produtos serão colocados à venda com oferta. Verifique seu estoque e veja qual dos seus produtos tem maior aceitação e qual deles está parado (é uma boa oportunidade para vender tudo). Depois é hora de começar a trabalhar nas divulgações. Crie ações nas redes sociais e envie e-mails para sua base de contatos. Não esqueça de usar gatilhos mentais, reforce que o estoque é limitado e as ofertas possuem prazo, isso irá gerar senso de urgência nos clientes. Faça anúncios online Uma das melhores maneiras de alcançar o maior número de pessoas na internet é através de anúncios. Você pode criar anúncios no Facebook, Instagram e, claro, no Google Ads. Os anúncios permitem que você faça uma segmentação bem detalhada e divulgue seus produtos ou serviços para quem nem sabe que estava procurando por algo, até aquele usuário que já tinha interesse, mas estava em dúvida. Se possível, crie uma landing page própria para a Black Friday. Assim você consegue capturar os dados dos interessados e, além de vender, pode iniciar um relacionamento com os leads e transformá-los em clientes frequentes. Prepare seus colaboradores Um dos fatores principais ao se preparar para a Black Friday 2021 é treinar seu time de vendas. Nesse período é normal um aumento de consumidores nos pontos comerciais, sejam eles físicos ou virtuais. Por este motivo é fundamental preparar seus colaboradores para oferecer um atendimento empático, humanizado, eficiente, ágil e personalizado. Um bom atendimento é capaz de convencer o cliente a comprar e promover uma boa experiência de compra. Ofereça mais do que descontos Quando se trata dessa data os descontos são o principal atrativo. No entanto, todas as outras lojas e empresas também vão oferecer isso, inclusive seu concorrente. Por isso, vá além dos descontos e inclua outros benefícios à compra, por exemplo vendas adicionais (do tipo “leve 3 e pague 2”), cartão fidelidade ou garantia extra gratuita. No caso das lojas online o frete grátis é a melhor opção para ser agregada ao preço. Pronto, agora é só arregaçar as mangas e colocar essas ações em prática! Mas se você quiser vender mais na Black Friday 2021 e em todos os outros dias do ano, que tal investir em um bom planejamento de Marketing? Entre em contato conosco e saiba como podemos te ajudar.
Como manter o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional?

Quem acha que ao abrir o próprio negócio irá trabalhar menos está muito enganado. A verdade é que a rotina do empreendedor é cheia de compromissos e, geralmente, é necessário ir além do horário comercial e trabalhar por muitas horas. No entanto, a vida não se resume só a trabalho e para não acabar ficando doente — tanto mental, quanto fisicamente — é preciso encontrar o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional. Conciliar essas duas áreas não é impossível, mas é preciso muito planejamento e organização no seu dia a dia. Ao equilibrar esses dois lados, você terá uma melhor qualidade de vida, aumento de produtividade e menos problemas pessoais e na carreira profissional. Para te ajudar a alcançar o tão sonhando equilíbrio entre a vida pessoal e profissional, separei algumas dicas simples que você pode inserir no seu cotidiano a partir de agora. Vamos lá! 4 dicas para manter o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional Para encontrar e manter o equilíbrio entre essas duas áreas é preciso fazer escolhas e tomar algumas atitudes que resultarão em uma melhor qualidade de vida. Então não tenha medo de tomar decisões difíceis pelo seu bem. Confira nossas dicas: Saiba dizer NÃO Apesar de parecer fácil, muitas pessoas tem dificuldades em dizer “não”, principalmente no trabalho. Mas isso pode causar muitos problemas para a produtividade e o gerenciamento de tempo. Você não precisa aceitar todos os convites de festas, jantares e reuniões. Sempre avalie se é algo realmente importante para você, para sua empresa e se vale a pena seu tempo. Caso contrário comece a praticar o famoso “não”. Lembre-se, não tenha medo de recusar certas ofertas e demandas, confie nos seus instintos e priorize um tempo livre para cuidar de si mesmo. Estabeleça horários Ser o dono do próprio negócio é bem diferente de trabalhar como funcionário em uma empresa. Às vezes são tantas demandas e tarefas que é preciso levá-las para casa. Porém, é muito importante definir os horários para se dedicar ao trabalho, às tarefas pessoais e ao descanso. Além disso, deixe os e-mails, ligações e afazeres para serem resolvidos somente no horário estabelecido para o trabalho. Essa “separação” é a melhor maneira de se alcançar uma vida equilibrada. Tenha uma agenda para organizar todos os seus compromissos, tarefas e assuntos relacionados ao trabalho. Desta forma você consegue ter tempo para descansar, relaxar e curtir. Aprenda a delegar Há muitos detalhes que só podem ser resolvidos pelo dono do negócio. Mas também há várias atividades que podem ser delegadas com o intuito de otimizar o seu tempo e permitir que possa se concentrar na gestão da empresa. É normal ter o desejo de resolver tudo sozinho, contudo é muito importante que você transfira algumas demandas para os profissionais responsáveis. Assim você demonstra o quanto confia e valoriza seus colaboradores e não fica sobrecarregado. Fique um tempo off Quando se trata de trabalho a internet, geralmente, é nossa melhor amiga. Porém, é fundamental dar um tempo e ficar um tempo offine. Você pode fazer isso desativando as notificações do celular enquanto desenvolve alguma demanda do trabalho ou desconectar o wi-fi nos momentos de lazer. Aproveite para curtir o momento e deixar a mente descansar, sem pensar em outras atividades ou preocupações. Todas as etapas acima são fundamentais para que você possa cumprir essa, ok? Trabalhar é muito importante, mas cuidar de você e descansar não tem nenhum problema. Para manter o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional é necessário começar a priorizar o que realmente é importante para você. Quer receber conteúdos como este diretamente na sua caixa de entrada? Assine nossa newsletter!
Pós-venda: Entenda porque criar uma boa experiência é importante

O que acontece depois que um cliente faz uma compra com você? Existe alguma ação pós-venda ou o cliente simplesmente vai embora? Se você acha que não há mais o que fazer após a compra, saiba que está enganado. Assim como o relacionamento com o cliente começa bem antes da compra, ele não termina depois dela. O pós-venda é o momento ideal para que o consumidor volte a adquirir produtos da sua marca e, mais do que isso, divulgue e influencie outras pessoas a comprarem de você. Por este motivo é tão importante manter contato com os consumidores mesmo após a venda ter sido feita. Não sabe como fazer isso? Nossas dicas podem te ajudar. Confira: O que é pós-venda? São todos os processos realizados após o cliente realizar uma compra, como um contato por e-mail, por telefone, o envio de um cupom de compras no aniversário, descontos para segunda compra, entre outros. Apesar de ser uma etapa muito importante no relacionamento com o cliente, a maioria das empresas acaba deixando-a de lado, pois pensam que o objetivo principal (vender) já foi atingido. O pós-venda não se limita apenas ao SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor). Se esse fosse o caso, as empresas estariam dispostas apenas a receber as reclamações e solucioná-las. Claro que isso é muito importante, mas o pós-venda também se trata de demonstrar aos clientes que eles foram lembrados e fazer com que se sintam valorizados pela marca e continuem a comprar com ela. Por que essa etapa é tão importante? Já dizia Philip Kotler — um dos maiores especialistas de marketing: “conquistar um novo cliente custa entre 5 e 7 vezes mais do que manter um atual”. Isso acontece porque você precisa investir em estratégias para atrair, conquistar e converter os novos clientes. Mas todo esse investimento de tempo e dinheiro pode ser reduzido com a inclusão do pós-venda, pois os clientes já conhecem a marca, os produtos e já confiam na empresa. Ou seja, estão prontos para comprar de novo. Outro benefício dessa etapa é que ela ajuda a transformar os clientes em defensores da marca. Quando o consumidor é bem atendido, ele se sente valorizado e tende a recomendar a empresa para familiares, amigos e nas redes sociais. E como somos influenciados a comprar com base na opinião de outras pessoas, com certeza clientes satisfeitos podem te ajudar a conquistar novos consumidores. Como colocar o pós-venda em prática? Bom, já vimos que o pós-venda é essencial durante o relacionamento com o cliente. Mas de que forma essa etapa pode ser implantada no negócio? Separei alguns exemplos de estratégias para você conhecer, olha só: Ofereça descontos Para fazer com que um cliente retorne, nada melhor do que oferecer uma oferta especial ou um cupom de desconto. Nesse caso você pode apostar em descontos para quem já comprou algum produto ou para quem está em contato com a sua marca pela primeira vez, dando aquele “empurrãozinho” que faltava para comprar. Faça uma pesquisa de satisfação A pesquisa de satisfação ou NPS (Net Promoter Score) é uma escala de 0 a 10 sobre a chance dos clientes indicarem a sua empresa para outras pessoas. Se as notas forem: 0 a 6: os clientes ficaram insatisfeitos e provavelmente vão criticar a marca nas suas redes; 7 a 8: os clientes até ficaram satisfeitos, mas não vão se engajar com a marca; 9 a 10: os clientes perceberam o valor do seu produto e vão indicar nas suas redes. Você pode complementar a NPS com mais algumas perguntas, mas de preferência que sejam rápidas e objetivas. Esse método é uma ótima forma de coletar feedbacks dos clientes e aplicar melhorias na experiência de compra. Crie um programa de fidelidade Uma das estratégias mais usadas, o programa de fidelidade é um conjunto de ações que busca reter os clientes e incentivar a recompra em troca de recompensas para eles. Geralmente os programas de fidelidade são um sistema de acúmulo de pontos a cada compra, que geram descontos, brindes ou acesso a ofertas exclusivas. Contudo existem outras opções desse programa, como o cashback (dinheiro de volta como recompensa), grupos exclusivos (participação em um grupo VIP, pago ou não) ou programas de parcerias (descontos em produtos e serviços de terceiros). Tenha um bom serviço de suporte ao cliente Na verdade o serviço de suporte ao cliente é fundamental em toda empresa. Afinal, após a compra de um produto ou aquisição de um serviço o consumidor pode entrar em contato por causa de alguma dúvida ou reclamação. A maioria das reclamações na internet estão relacionadas ao suporte oferecido pelas empresas. E quando os problemas não são solucionados, ou pior, nem são ouvidos, isso faz com que os clientes desistam de comprar novamente com a empresa e ainda espalham feedbacks negativos. Por isso, invista em um canal de comunicação aberto e funcional. E não precisa ser apenas centrais de atendimento pelo telefone. Hoje em dia, o suporte tem sido cada vez mais virtual (em chats online ou e-mails) ou até automatizado (com os chatbots). Um bom atendimento — que continua mesmo após a venda — é capaz de reverter uma insatisfação e melhorar a reputação da empresa. Envie conteúdo exclusivo Não há ninguém melhor do que você para falar sobre o seu negócio. Assim, invista na criação de conteúdos exclusivos para sua audiência. O ideal é que 80% do conteúdo seja destinado a esclarecer dúvidas dos clientes, e apenas 20% seja focado no produto e nas vendas. Você pode apostar em textos, vídeos, infográficos, podcasts e diversos outros formados. Quando o consumidor pronto para comprar novamente, ele lembrará da empresa devido ao conteúdo recebido e certamente fechará negócio com você. Pronto, agora você já sabe o que é pós-venda, a importância dessa etapa e como fazer. Além disso, é fundamental investir em outras ações de retenção de clientes, confira nosso post com alguns exemplos e saiba como colocá-los em prática.
Jornada de compra: O que é e por que ela é tão importante?

A nossa decisão de comprar um produto ou contratar um serviço é resultado de diferentes etapas e estímulos que influenciam nossa escolha, esse processo é chamado de Jornada de Compra. Por isso, saber quais são essas fases e os fatores que influenciam a tomada de decisão é fundamental para construir uma estratégia de marketing assertiva e com mais chances de conversão. A seguir você confere: O que é a Jornada de Compra; Quais são as etapas; Que tipo de abordagem usar em cada uma delas. Vamos lá? O que é Jornada de Compra? A Jornada de Compra, também conhecida como Buyer’s Journey, é o caminho que o potencial consumidor percorre antes de realizar uma compra. Dividido em 4 etapas, essa estrutura te auxilia a entender e planejar conteúdos que se adequem a cada uma delas: Aprendizado: Nesta etapa o cliente não sabe ou não tem certeza de que tem um problema ou a necessidade de um produto ou de um serviço; Reconhecimento: Aqui a pessoa busca informações que a ajudam a descobrir a existência de um problema ou de uma necessidade; Consideração: Ao identificar que tem um problema, o consumidor continua pesquisando soluções e verifica qual se encaixa na sua necessidade; Decisão: Por fim, após analisar as opções do mercado, é tomada a decisão e a compra pode acontecer. Cada fase representa uma necessidade pela qual o consumidor está passando, assim é necessário criar ações correspondente a cada uma delas. Quanto mais você fornecer informações de valor, mais chances deles se tornarem clientes. Além disso, ao usar esse “mapa” na sua estratégia, fica mais fácil de entender em qual fase o cliente está e de que forma você pode conduzi-lo para a conclusão da compra. As 4 etapas da Jornada de Compra Já vimos acima quais são as etapas e um breve resumo sobre cada uma delas. No entanto, é importante entender detalhadamente cada uma delas, para que você saiba que tipo de abordagem ter ao longo do caminho. Acompanhe: Aprendizado e descoberta Nesse primeiro momento o usuário está “perdido”. Na verdade ele não sabe (ou desconfia) que tem um problema. Ou seja, é preciso despertar o interesse dele e capturar sua atenção. Para isso, invista em conteúdos educativos, como listas. Por exemplo: Silvia é dona de um salão de beleza. Para reter seus clientes ela pensou em fazer cartões de fidelidade e algum brinde. Se a sua empresa trabalha com materiais gráficos, nesse caso poderia oferecer a Silvia conteúdos no blog que abordem essa situação, como “5 informações que não podem faltar no seu cartão de fidelidade”. Provavelmente antes de criar o cartão ela irá procurar por exemplos e dicas, logo encontrará o seu conteúdo na internet. Reconhecimento do problema Nesta etapa o consumidor já foi em busca de informações e percebeu que pode ter um problema, no entanto ele ainda não sabe exatamente o que é. Assim, invista em conteúdos que o ajudem a diagnosticar qual é a necessidade dele. Nesse caso se encaixam bem conteúdos em vídeo para responder às dúvidas dos clientes, tutoriais ou webinares sobre um tema específico. Consideração da solução Agora o cliente já sabe que tem um problema e qual é, por isso está em busca de possíveis soluções. Porém ele ainda não considera realizar uma compra. Por isso é necessário que você mostre a ele que o seu produto ou serviço é a melhor solução. Nessa fase é interesse criar um senso de urgência para que ele avance no processo e não deixe para resolver o problema depois (ou tenha tempo para ir atrás de outras soluções). Faça campanhas de e-mail marketing e mantenha um relacionamento próximo com o usuário. Como ele ainda não está pronto para a compra, invista em conteúdos que demonstrem as vantagens dos seus produtos e de que maneira pode ajudá-lo. Decisão de compra Por fim, o cliente está pronto para tomar uma decisão, é o momento da compra. Aposte em conteúdos que apresentem os diferenciais da sua marca em relação a concorrência. Por exemplo, divulgue depoimentos de clientes, estudos de casos ou ofereça testes grátis. Demonstre ao cliente porque a sua marca é a melhor opção e não esqueça de incluir um bom CTA ao final do conteúdo. Pronto! Agora você já sabe o que é a Jornada de Compra, suas etapas e que tipo de conteúdo usar em cada uma delas para que o cliente chegue ao objetivo final. No entanto, ter um planejamento é fundamental para que você não fique estagnado criando conteúdo apenas para uma etapa. Leia mais sobre Planejamento de Marketing aqui!
Echosis recebe selo de Melhores Franquias do Brasil pela PEGN

Todos os anos a revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios, em conjunto com o Serasa Experian, realiza a premiação das Melhores Franquias do Brasil e neste ano a Echosis está entre elas! 🎉 Nesse caso, as empresas que adotaram as melhores práticas no segmento são premiadas com um selo de excelência. Confira abaixo mais informações sobre a premiação: O que é o prêmio Melhores Franquias do Brasil? Esse projeto em conjunto tem como objetivo reconhecer às redes que atuam no mercado brasileiro. Para os interessados em se tornar franqueado, trata-se de um importante indicador de qualidade que pode ser decisivo na hora de investir em uma franquia. Essa premiação é feita com base na avaliação da marca e sua atuação como rede de franquias. Também são consideradas informações sobre valores de investimento inicial, capita de giro e prazo de retorno são estudados pela PEGN. Mas não pense que a avaliação se detém apenas nos números e dados, a qualidade e desempenho da rede, e a satisfação do franqueado também são fatores extremamente importantes no momento de escolha. Essa é a primeira vez que a Echosis recebe o selo de Melhores Franquias do Brasil, porém no ano passado já havia sido citada pela revista no no Guia de Franquias 2019/2020. Faça parte da Franquia Echosis de Marketing Digital Considerada uma das 50 empresas mais inovadoras do estado de Santa Catarina. A Echosis é apoiada pelo Sebrae e premiada pelo programa Exporta SC. E você pode encontrar mais informações nas redes sociais como Facebook, Linkedin, Instagram, Youtube e agora no Spotify. Tem acompanhando a Echosis e o mercado de marketing digital, e quer saber mais? Torne-se um franqueado. Conheça a franquia de Marketing Digital Echosis. Ou, se desejar entre em contato conosco e saiba mais sobre os nossos serviços.
Marketing de Influenciadores: Como usar essa tática no seu negócio

Certamente você já ouviu falar ou até mesmo segue determinados influenciadores nas redes sociais, né? E quantas vezes você se sentiu impulsionado a realizar uma compra depois que alguém falou sobre? De acordo com um estudo feito pela empresa Spark em parceria com o Instituto QualiBest, de pesquisas, apontou que 76% dos consumidores já compraram algum produto ou serviço com base na recomendação feita por um influenciador digital. E isso é o que chamamos de Marketing de Influenciadores. Quer saber mais sobre essa estratégia e como ela pode ser favorável para o seu negócio? É só continuar a leitura! 😎 O que é Marketing de Influenciadores? Antigamente era muito comum as marcas convidarem celebridades para estrelarem comerciais de TV para anunciar seus produtos. Naquela época atores, atrizes e até mesmo cantores atuavam como influenciadores, com o objetivo de despertar o interesse dos telespectadores. A televisão ainda continuam sendo um meio muito importante para a comunicação, mas não há como negar que a internet hoje é o principal território para as marcas e empresas divulgarem seus produtos ou serviços. Agora as empresas podem conversar diretamente com os consumidores através das redes sociais, canal no YouTube, dentre outros canais. Com a evolução da internet surgiram também os influenciadores — ou criadores de conteúdo — que são personalidades populares nas redes sociais que compartilham histórias e suas rotinas com os seguidores. Isso faz com que muitos seguidores enxerguem essas pessoas como amigos e confiem no que eles indicam. Hoje eles possuem um papel semelhante ao das celebridades em comerciais de TV, fazem “propaganda” de produtos ou serviços nos seus perfis, às vezes demonstram como usam no dia a dia. Ou seja, o Marketing de Influenciadores é uma estratégia que transmite confiança e credibilidade, já que é feito por alguém que é bastante conhecido, mas que possui uma proximidade com o público. Quem são os influenciadores digitais? Os influenciadores são pessoas de todos os perfis que possuem reconhecimento nas redes sociais e um certo poder de persuasão, ou seja, as celebridades continuam sendo influenciadoras, mas outras pessoas também podem exercer esse papel. Geralmente a função dessas personalidades é influenciar o consumidor de forma mais natural, então ele não vai te dizer diretamente “compre esse produto!”, mas sempre vai deixar claro que se trata de uma ação comercial. Porém, mais do que instigar uma compra, o ponto de vista dessa figura pode gerar curiosidade, necessidades e desejos que nem existiam, aprimorar a percepção sobre a marca e, dependendo do caso, transformar a visão de alguém sobre uma empresa. Encontre o influenciador certo para seu negócio Para que o Marketing de Influenciadores funcione para o seu negócio, é importante escolher a personalidade certa. Muitos focam apenas na quantidade de seguidores que o influenciador tem, claro que esse é um detalhe importante, entretanto é preciso avaliar outros fatores. Confira dados e métricas, como taxa de engajamento. Analise também a frequência de postagens, a qualidade e o formato do conteúdo e também os comentários e interações. Mas, o mais importante é se certificar de que o público que acompanha determinado influenciador é o mesmo que o da sua empresa. Assim, mesmo que o influenciador não tenha tantos seguidores — os chamados micro influenciadores — ele irá conseguir atingir o objetivo esperado pois conversa diretamente com o seu público-alvo, diferente daqueles que são muito famosos, mas não tem nada em comum com sua audiência. Como aplicar essa estratégia? O primeiro passo, assim como em qualquer outra campanha, é definir um planejamento e listar os objetivos. Eles podem ser vários, como gerar mais leads, awareness para a marca, melhorar a presença digital da empresa ou conquistar mais vendas. Com esses detalhes definidos, é hora de pensar qual canal será usado (como blogs, YouTube, redes sociais, etc.), que tipo de conteúdo será feito e como será a parceria com os influenciadores. Por fim, é necessário escolher qual é o tipo de influenciador que melhor se encaixa na ação que você pretende desenvolver. Os principais são: Top celeb São influenciadores muito famosos que, geralmente, todo mundo conhece. Contudo, não possuem uma conexão direta com o seu público. São mais indicados para trazer visibilidade para marca. Fit celeb Também se trata de influenciadores conhecidos, porém eles tem uma relação com sua audiência. Esse tipo exige um investimento mais alto, mas traz o retorno esperado. Autoridade É o tipo de pessoa que sabe muito bem do que está falando e com isso transmite credibilidade para aqueles que o acompanham. É a opção ideal para estratégias de vendas. Ecossistema Trata-se de vários pequenos influenciadores falando sobre o mesmo tema, o que gera uma maior repercussão. Indicado para aumentar a visibilidade e gerar leads. Pronto! Agora você já sabe mais sobre o Marketing de Influenciadores e o poder dele durante a decisão de compra. Além dessa, existem muitas outras estratégias de Marketing Digital que podem impulsionar o seu negócio. Entre em contato conosco e saiba mais sobre nossos serviços. 🚀
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Descubra o que é Psicologia das Cores e como aplicá-la ao Marketing

Você sabia que as cores tem o poder de nos transmitir sentimentos e sensações? As cores são capazes de influenciar nosso humor, organismo e nos fazer tomar decisões com base na experiência que tivemos. Por este motivo, existe um estudo aprofundado sobre como o cérebro humano identifica as cores e as relaciona com emoções, que é a Psicologia das Cores. No marketing cada detalhe é pensado para que cause impacto no consumidor de uma determinada forma que o estimule a realizar uma ação ou adquirir o produto ou serviço. Portanto, é muito importante estudar as cores para entender o significado delas e saber como usá-las nas estratégias. Para te ajudar, mais informações sobre o que é a Psicologia das Cores, porque ela é importante e, claro, como aplicá-la ao seu marketing digital. Então, vamos lá? O que é Psicologia das Cores? Bom, vamos começar com uma viagem no tempo. Legal, né? Em 1666, Isaac Newton descobriu as cores primárias — provavelmente você ouviu sobre elas na escola — ao perceber que a luz branca, ao passar por um prisma, separava-se em diversas outras cores. Essas outras cores junto com as primárias geravam as secundárias. Essa descoberta abriu caminho para o cientista alemão, Johann Wolfgang Von Goethe, escrever o livro Teoria das Cores. A obra traz uma percepção de que a cor não depende somente do ambiente e da luz. É preciso levar-se em conta a impressão que cada um tem sobre o objeto de maneira individual. Com o passar do tempo e novos estudos, surgiu o termo “Psicologia das Cores”. Esse estudo busca compreender como a cor é percebida pelo cérebro humano, os efeitos que cada cor transmite, como mudanças nas emoções, nos sentimentos, a criação de desejos e muito mais. Por isso é tão importante entender como cada cor influencia nosso comportamento. E assim construir estratégias de marketing que sejam realmente assertivas e alinhadas com os objetivos. A importância das cores e seus significados Existem diferentes fatores que despertam em nós a necessidade de saber e adquirir um produto ou serviço. Como vimos até agora, as cores também tem esse poder de influência. Estudos apontam que: 84,7% dos consumidores acreditam que as cores de um produto são muito mais importantes do que outros fatores; 93% das pessoas avaliam as cores de um produto na hora de comprar; Mais da metade dos consumidores desistem de comprar um produto porque ele não tem sua cor favorita. Ou seja, não deixe de lado a Psicologia das Cores ao construir a imagem da sua empresa. Uma decisão equivocada da cor da sua marca, produto ou anúncio pode acabar prejudicando seus resultados. Porém, antes de sair por aí escolhendo as cores aleatoriamente ou apenas porque gosta, vamos descobrir o significado de algumas e quais sensações elas transmitem: Amarelo O amarelo é uma cor quente que transmite otimismo e energia. Também tem a capacidade de chamar a atenção das pessoas e estimular a concentração. Por essa razão é frequentemente usada em CTAs (Call To Action). O amarelo também é associado ao conforto, felicidade e fome. Isso mesmo, as marcas a usam para estimular o apetite, como Burger King e McDonald’s. Vermelho O vermelho é uma cor primária, extremamente chamativa. Por isso é muita usada em promoções. Assim como o amarelo, o vermelho também é associado à fome, geralmente usado por empresas do ramo alimentício. Essa cor é usada para transmitir a sensação de alta intensidade e confiança. E também é relacionada ao amor, paixão, calor, perigo, violência, ira e outros sentimentos. Azul O azul possui diferentes tons e é relacionado com calma, serenidade e tranquilidade. Por isso, é muito utilizado no meio corporativo representar profissionalismo, estabilidade e segurança. Outros sentimentos que estão relacionados com a cor azul, de acordo com a Psicologia das Cores, são: lealdade, tranquilidade, confiança; limpeza, frio e outros. Laranja O laranja é uma cor secundária e, assim como o vermelho, transmite a ideia de excitação e desejo de ação. Mas o laranja não chega a ser tão impactante. A Psicologia das Cores atribui a sensação de alegria, sociabilidade e animação para o laranja. Outros sentimentos relacionados a essa cor são: humor, energia, calor, extravagância, entusiasmo e amigabilidade. Roxo O roxo traz a sensação de calmaria e tranquilidade também estão relacionados com o roxo. Por essa razão, vários temas espirituais e ligados à fé são representados com esta cor. O roxo também é frequentemente relacionado à tecnologia e inovação, pois é uma cor chamativa, que conota inovação, extravagância, modernidade. Verde O verde está associado com a saúde, a vitalidade, a natureza e fertilidade. Para os psicólogos, essa cor possui a capacidade de acalmar as pessoas e aliviar o stress. Essa cor também transmite a sensação de frescor e por isso muitas marcas de higiene fazem uso dela. No ambiente corporativo, as empresas costumam usar o verde para uma ideia de coerência, especialmente quanto ao atendimento ao cliente e o relacionamento com ele. Rosa Assim como o azul, o rosa possui diferentes tonalidades e tende a transmitir delicadeza, simboliza inocência, romantismo e proteção. O rosa costuma ser utilizado em marcas femininas e infantis. Além disso, esse tom também é usado em lojas jovens e as que vendem doces. Isso acontece porque a cor transmite a sensação de inovação e diferenciação, despertando o desejo e a atenção do público por conhecer algo novo e diferenciado. Como aplicar esse estudo no Marketing? Como vimos, as cores estimulam nosso cérebro e provocam sentimentos e sensações, positivos ou negativos. Mesmo que a percepção seja relativa, cada tom de cor possui um sentido amplo e que pode ser usado de forma geral. Ao começar a estruturar o seu negócio é fundamental que você pense na mensagem, sentimento ou sensação que você quer transmitir ao seus clientes. Também é importante que você se questione sobre a mensagem que a sua persona precisa receber. Por fim, faça uma análise da sua concorrência e confira quais são as cores que eles utilizam. A partir daí você já tem uma base para começar a definir as cores. Lembre-se de destacar as características do seu negócio, de modo