5 dúvidas comuns sobre o contrato da franquia (respondidas)

No início dos anos 90 o sistema de franquias passou por um crescimento acelerado, mas de forma desorganizada. Por este motivo foi necessário a criação da lei 8.955/94, também conhecida por lei de franquias. A partir dessa legislação, tornou-se obrigatório, além do regimento da lei, o cumprimento da Circular de Oferta de Franquia ou COF. Esse documento é fundamental para o contrato da franquia e deve ser estudado com atenção antes de levar sua assinatura. Ao investir em uma franquia é necessário seguir algumas normas que auxiliam a manter o negócio saudável e que já foram testadas anteriomente. Assim, é comum surgir diversas dúvidas sobre os pontos apresentados pela franqueadora e nos documentos. Abaixo, nós listamos 5 perguntas comuns (respondidas) para te ajudar, confira! Dúvidas comuns sobre o contrato da franquia O que deve conter na COF? Na Circular de Oferta de Franquia constam as principais informações sobre a franquia e aquilo que se deseja do perfil do franqueado. Ela é utilizada para esclarecer ao interessado como funciona o modelo que ele pretende adquirir, quanto para ele analisar se o perfil se encaixa naquilo que a rede espera dele. A COF é um documento fundamental durante a negociação, onde são atualizados os dados sobre novos contratos, rescisões e dos processos judiciais, se houver. Por exemplo, quantas unidades em operação, quantas foram fechadas, termos de confidencialidade e outras. Quais são todos os investimentos e taxas inclusos na abertura da franquia? Provavelmente você já deve ter notado que as franquias possuem valores de investimento diversos, assim é possível encontrar opções tanto para quem possui pouco dinheiro disponível, quanto para quem possui um capital mais elevado. Além do valor do investimento, algumas taxas também estão inclusas, como os royalties e a taxa de propaganda. Essas duas taxas são pagas mensalmente, e os valores podem ser fixos ou variáveis, conforme o contrato da franquia determina. Os royalties recompensam todo o know-how e suporte que a franqueadora presta, e a taxa de propaganda é utilizada para pagar as ações de publicidade da rede como um todo. O que determina a lei sobre os territórios das unidades? De acordo com a Lei das Franquias, a franqueadora deve informar na COF qual será o território de atividade do franqueado e se essa operação será exclusiva ou semi exclusiva. Também, se ele tem direito de preferência para operar outra unidade no mesmo ou em outro território, por exemplo. Ou se pode atuar fora do seu território e em quais condições. Posso transferir minha unidade para outra pessoa? Como funciona? Se demonstrar interesse, o franqueado pode repassar o seu negócio a terceiros, mas é necessário que os candidatos sejam avaliados e aprovados pela franqueadora e, respeitem as regras do sistema. Cada franqueador estabelece as medidas que considera importantes para isso. A lei não determina nenhuma política para essa transferência de franquia, assim fica a critério das partes decidir em comum acordo o destino da unidade aberta. Já sou franqueado de uma rede. Mas posso abrir uma nova unidade de outra marca? Para a abertura de uma nova unidade de outra rede, é preciso considerar as condições de não concorrência mencionadas em contrato e, ainda, analisar o quanto de dedicação a franquia em operação atualmente exige por parte do franqueado, para que ela não acabe comprometida. Se for necessário esforço integral, a abertura de outro negócio pode justificar descumprimento ao contrato. Possui alguma outra dúvida sobre franquias e não encontrou a resposta em nenhum lugar? Deixe seu comentário abaixo para que possamos te ajudar! Aproveite e inscreva-se no nosso canal do Youtube, por lá você encontra vários vídeos sobre esse tema. E se preferir, entre em contato conosco e marque uma reunião com um dos nossos consultores e torne-se um franqueado Echosis!
5 tendências tecnológicas e suas aplicações no marketing digital

Quando falamos em fazer marketing digital é bom termos em mente que as estratégias online, sobretudo com a transformação digital, acompanham a evolução da tecnologia. Logo, é interessante sempre ficarmos atentos às tendências tecnológicas para otimizar os esforços de marketing. Felizmente, hoje existe uma diversidade de ferramentas específicas que ajudam grandemente a estabelecer um relacionamento mais próximo com o cliente e, também, a melhorar o serviço prestado pela empresa na Internet. O seu negócio está precisando investir em novas tecnologias? Então aproveite para conhecer as 5 tendências tecnológicas que podem ser aplicadas em suas campanhas de marketing digital. Vamos começar? 1. Chatbot Uma das áreas que mais tem evoluído nos últimos anos, pelo menos em termos práticos, é a de Inteligência Artificial; a cada dia que passa mais robôs ficam à disposição das empresas para interagir direta ou indiretamente com o público. O chatbot é um grande exemplo de como a tecnologia em questão está sendo executada. Trata-se de um robô que realiza o primeiro atendimento no site, por meio de chat, orientando o consumidor e conduzindo suas ações. Para a equipe interna o chatbot traz excelentes resultados, visto que as atividades corriqueiras de atendimento ficam a cargo do robô, enquanto os colaboradores dedicam o tempo ganho realizando tarefas mais importantes. 2. Big Data A Internet nunca gerou tantos dados como atualmente. São bilhões de dispositivos conectados à web espalhados pelo mundo — o que tende a aumentar com a expansão da Internet das Coisas —, dando origem a informações que podem ser utilizadas pela empresa de várias maneiras. No entanto, o processo de mapeamento, coleta, monitoramento e refinamento dos dados, inicialmente obtidos na forma bruta, requer uso de tecnologia específica. É justamente isso que as ferramentas de Big Data se propõem a fazer. Com o auxílio das tendências tecnológicas voltadas ao Big Data e profissionais especializados, a empresa passa a ter condições de coletar dados extremamente valiosos para o desenvolvimento dos serviços e descobertas relevantes sobre o consumidor. 3. Realidade Virtual Por sua vez, a Realidade Virtual é uma das tendências tecnológicas mais quentes para os próximos anos, pois ela pode ser aplicada em diversos setores do mercado — com destaque para o mercado imobiliário, turístico e gastronômico. Por meio dessa tecnologia, o seu negócio pode criar experiências que facilitam a vida do consumidor, como, por exemplo, disponibilizar tour virtual 360º pelo ambiente que o cliente pretende conhecer, dando um aperitivo das experiências que o aguarda. 4. Lives Com a consolidação do Youtube como maior plataforma de vídeos do planeta e a vasta gama de recursos que ele oferece, a exploração desse serviço é constante. De uns tempos para cá, as lives (transmissões online feitas ao vivo no próprio Youtube) têm sido marca dessa mudança. Para as estratégias de marketing digital, fazer lives é uma oportunidade e tanto para promover conhecimento e, ao mesmo tempo, interagir com o seu público — o que é essencial para construir um bom relacionamento. 5. Automação de Conteúdo A Inteligência Artificial, conforme dissemos no tópico sobre chatbot, está evoluindo em grande escala e suas aplicações no marketing digital vêm crescendo. Um dos mais recentes sinais dessa evolução é a automatização de conteúdos. Mas o que isso significa em termos práticos? Um robô escreve artigos para a empresa? Sim, basicamente é disso que estamos falando! No jornalismo, inclusive, já foram realizados testes em que o computador publicou, automaticamente, conteúdos de 500 palavras em questão de segundos. Vale frisar, contudo, que a automação de conteúdos não conta com os aspectos humanos, como criatividade e estilo, sendo, atualmente, válida para divulgar informações provenientes de relatórios e estatísticas. Percebeu como as tendências tecnológicas podem mudar significativamente no modo como a sua empresa faz marketing digital? O próximo passo, agora, é identificar quais delas são aplicáveis em sua empresa — caso já o tenha feito, sinta-se à vontade para nos contar! Está gostando dos conteúdos do nosso blog? Ótimo! Então que tal receber as novidades diretamente em sua caixa de email para ficar atualizado? Assine a nossa newsletter!
5 tipos de conteúdo essenciais no seu blog corporativo e redes sociais

Com a grande ascensão que vive o Marketing de Conteúdo nos últimos anos, surgem muitas empresas, iniciantes no assunto, com dúvidas diversas quanto aos tipos de conteúdo imprescindíveis para todo e qualquer blog corporativo e / ou redes sociais. Embora as estratégias variem de uma empresa para outra, é inegável que há determinados tipos de conteúdo que seguem por via de regras devido aos respectivos objetivos que eles cumprem; como o aumento nas buscas orgânicas e engajamento nas redes sociais. Por exemplo, para ranquear bem no Google o blog necessita de artigos; se a ideia é gerar backlinks, gerar compartilhamentos no Instagram, entre outras metas de compartilhamento, o ideal é criar infográficos incríveis e relevantes. Percebeu como a estratégia está por trás de tudo? Agora que compreendemos que a questão não é, simplesmente, diversificar o conteúdo por capricho, tampouco se basear num único formato que pareça funcionar melhor, que tal conferirmos as principais alternativas para o seu projeto? Veja, a seguir, 5 tipos de conteúdo que podem ajudá-lo! 1. Vídeos Entre os tipos de conteúdo que fazem sucesso hoje em dia, o vídeo é, sem dúvidas, o formato que mais vem ganhando destaque — muito disso se deve ao Youtube, visto que 99% do público que assiste vídeos online usam a plataforma (Google). Outro insight interessante dessa pesquisa do Google é a constatação de que o brasileiro, em média, passa 15,4 horas por semana assistindo a vídeos na web, ou seja, tem tudo para ultrapassar a TV nos próximos anos. A sua empresa pode aproveitar essa oportunidade de várias maneiras, como: publicar tutoriais em vídeo (screencasts, por exemplo); lives no Youtube, campanhas de publicidade etc. 2. Infográficos Conforme dissemos no início do artigo, os infográficos são os tipos de conteúdo ideais para ampliar o alcance da campanha devido às facilidades e tendências de compartilhamento. Isso acontece porque infográficos podem ser publicados na maioria dos canais, são atrativos visualmente e, sobretudo, ricos em informações. Em termos de SEO o resultado que um bom infográfico pode proporcionar é incrível. Dependendo da qualidade e relevância, as chances de outros sites compartilharem-no são grandes, o que geraria backlinks para o seu blog e melhoraria a autoridade da sua marca. 3. Ebooks Os ebooks são essenciais para a sua estratégia de funil de vendas, afinal, como são materiais ricos e de alta relevância para o público-alvo, eles atraem as assinaturas que o blog tanto precisa. Mas por que isso faz tanta diferença? O conceito de funil de vendas está ligado a educar o Lead até que ele se encontre pronto para interagir com os vendedores da empresa, o que exige que ele passe por uma série de etapas que, em geral, consistem na distribuição de conteúdos segmentados via email (nutrição de Leads). 4. Artigos de “como fazer” Aproveitando que mencionamos a nutrição de leads, vale destacar que artigos do tipo “como fazer” (“how to”, do inglês) são excelentes conteúdos tanto para nutrir seus Leads, quanto para gerar tráfego orgânico no blog. Isso porque as pessoas que usam a Internet para buscar informações são potencialmente interessadas em aprender como fazer algo e, quando uma empresa as ensina, a tendência é de que elas confiem na marca a ponto de segui-la. 5. Podcasts Embora esteja bem longe de ser um formato novo, os podcasts — programas gravados em áudio e distribuídos online, muito parecido com o rádio — fazem bastante sucesso com o público — dependendo de suas características, evidentemente. Por exemplo, muitas pessoas gostam de absorver conteúdo enquanto fazem outras atividades, como quando estão no carro rumo ao trabalho, na rua ou até mesmo em casa. Logo, os podcasts são dos poucos tipos de conteúdo que podem ser executados em segundo plano. Além disso, os podcasts têm grande potencial para melhorar o posicionamento do site no Google, visto que atrai assinantes e, consequentemente, um tráfego bastante sólido formado pelos fãs do blog. Ao incluir em sua estratégia os tipos de conteúdo aqui mencionados, além de ampliar as possibilidades no mundo virtual, o seu negócio conquistará mais autoridade e tráfego qualificado para o site. Então, já sabe por qual dos formatos vai começar? Gostou das dicas? Aproveite para compartilhá-las com os seus amigos nas redes sociais!
Conheça o novo recurso do Instagram Stories: o sticker de perguntas!

Desde o seu lançamento, em 2010, o Instagram apresenta regularmente novos recursos e ferramentas para seus usuários, e nesta semana a rede social lançou um novo sticker de perguntas que pode ser utilizado nos stories. Apesar das outras funções disponíveis, enquete e a barra deslizante de emoji, com essa novidade os seguidores podem interagir de forma simples e direta com os usuários. Para utilizar o sticker de perguntas é simples; ao tirar uma foto ou selecionar um vídeo, o usuário pode incluir o item “perguntas” para criar um campo aberto as perguntas que os seguidores desejarem fazer. Assim, os comentários ficam disponíveis na lista de visualizações da história e podem ser respondidos de forma privada ou em uma nova história. Como usar o sticker de perguntas do Instagram Atualize o seu aplicativo do Instagram no Android ou Iphone (iOS) para a versão 52 ou superior. Após isso, capture uma imagem ou selecione um vídeo no Stories e abra a bandeja de adesivos para a ver a nova opção “perguntas”; O sticker possui um título padrão e um campo aberto para que os usuários façam perguntas livremente. Se desejar, altere o título de acordo com o que deseja responder.Também é possível mudar as cores do recurso antes de publicar; Não há limites para perguntas por usuários, para enviar uma nova questão basta visitar a história novamente e repetir o processo; Para acessar as perguntas é necessário ir até as visualizações da história, lá você encontra uma lista das perguntas feitas e pode escolher entre responder de forma privada, em uma nova história ou excluir a questão; Ao publicar a resposta, os demais seguidores verão o conteúdo como uma história comum, sem saber quem foi o autor da pergunta. Somente quem recebeu a pergunta saberá quem a enviou. Você curtiu essa novidade do Instagram? Aproveite para deixar sua opinião ou dúvida aqui nos comentários! É importante lembrar que as redes sociais tem evoluído rapidamente e apresentado funções relevantes para estratégias de marketing digital. Ainda não faz marketing digital na sua empresa? Fique tranquilo, entre em contato com a Echosis e solicite um orçamento, nós possuímos diferentes soluções para te ajudar!
Você sabe quais as diferenças entre franqueado e revendedor?

Seja porque terminou a faculdade e está em busca de um caminho profissional ou porque está desempregado e deseja se recolocar, são diversos motivos que levam os empreendedores a buscarem a opção de um negócio próprio. De acordo com o relatório desenvolvido pelo Sebrae em parceria com o Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP), um em cada três adultos brasileiros, entre 18 e 64 anos, é empreendedor ou está envolvido na abertura do próprio negócio. Com isso, os empreendedores avaliam a possibilidade de embarcar em um negócio já consolidado, como é o caso das franquias e revendedoras. Mas, afinal, qual é a diferença entre essas duas funções? Como saber é a mais adequada ao seu perfil? Deseja investir em um negócio próprio, mas não consegue diferenciar essas duas funções? Confira, abaixo, as características de cada um deles e descubra qual é a opção ideal para você! Franqueado e revendedor: quais as diferenças? Franqueado No sistema de franquia, o franqueador de uma marca concede a outra pessoa o direito de vender e distribuir seus serviços, sua marca e sua patente. Assim, o franqueado, após o pagamento de algumas taxas, principalmente após a quitação da taxa de franquia, fica responsável pela sua própria unidade e passa a fazer parte de uma rede. Ainda, o franqueado está protegido pela lei 8.955/94, também conhecida como lei de franquias. Através dela são determinadas as obrigações e deveres por parte da franqueadora e do franqueado. Como exemplo temos a Circular de Oferta de Franquia (COF), um documento obrigatório entregue ao candidato a franquia antes da assinatura do contrato. Além disso, ao investir no segmento de franquias, o franqueado recebe todo o know-how do negócio, uma gestão completa com direito ao uso da marca, treinamentos específicos e suporte da franqueadora. Revendedor Como revendedor, o empreendedor fica responsável por apresentar e manter a imagem da empresa. E sua fonte de renda é a partir de comissões ou percentuais da venda, mas não se torna proprietário ou responsável juridicamente pela empresa. As principais diferenças entre eles, é que o revendedor não absorve o know-how do negócio sobre a fabricação dos produtos ou prestação dos serviços. Por este motivo, o valor de investimento neste setor acaba sendo menor do que em franquias. Em relação ao suporte, as franquias costumam ficar disponíveis 24 horas por dia para que os seus franqueados possam contar com ajuda e esclarecer dúvidas sobre clientes, produtos ou gestão. Já como revendedor, o empreendedor precisa tomar decisões por conta própria. No momento de escolha é importante lembrar que tanto a função de franqueado e revendedor possui suas vantagens e desvantagens também. Por isso, para escolher a melhor alternativa, é preciso identificar o próprio perfil e entender qual se enquadra em suas habilidades e em sua disponibilidade. Mas se o seu objetivo principal é se tornar dono do próprio negócio, aproveite para conhecer a Franquia de Marketing Digital Echosis! Entre em contato conosco e marque uma reunião com um de nossos consultores. Venha fazer parte do nosso time e aproveite todas as vantagens do modelo home based.
Como e-commerces podem aproveitar os benefícios do social selling?

Social selling é um conceito que consiste no uso das redes sociais para a construção, fortalecimento e manutenção do relacionamento entre a empresa e seus clientes, o que é fundamental para gerar vendas online. A estratégia representa uma oportunidade e tanto aos e-commerces, visto que as mídias sociais concentram a maior parte da clientela e, de quebra, possibilitam às empresas interagir diretamente com o público e compreendê-lo melhor. Mas do que se difere o social selling das ações comuns de muitas empresas que agem nesses canais? Podemos adiantar que são vastas as diferenças. Para começar, o social selling prevê um bom senso de estratégia, foco na socialização e utilização de ferramentas específicas. Para que você entenda melhor como o social selling funciona, continue a leitura do presente artigo, onde abordaremos o tema mais detidamente, certo? Então vamos lá! O conceito de social selling Embora alguns e-commercers pelo mundo estejam realizando vendas diretamente das redes sociais, tanto é que a equipe do Snapchat vem trabalhando na construção de sua própria plataforma de e-commerce. Porém, quando falamos de social selling, mesmo com a palavra “selling” exposta aos nossos olhos / ouvidos, nós temos o dever de entender o seguinte: as mídias sociais não têm como propósito serem instrumentos de venda. Quem navega pelas páginas sociais está interessado em socializar. No mesmo sentido, quem pretende fazer compras online não procura o Facebook ou Instagram, mas acessa sites de e-commerce ou utiliza serviços de busca e plataformas de anúncio. Com respeito a esse princípio das redes sociais, as estratégias de social selling buscam extrair o máximo de informações e métricas do público disponíveis nos canais e, a partir delas, trabalhar as estratégias de venda — falaremos adiante sobre o funcionamento prático. Integração do social selling às estratégias de marketing digital Uma das peculiaridades de toda rede social é que, ali, o público está sempre publicando suas opiniões, comentando postagens, adicionando hashtags, marcando os amigos, entre outros hábitos que dizem muito sobre a personalidade, interesses, grau de instrução sobre um assunto etc. Levando em conta o valor dessas informações na hora de realizar a venda, a primeira medida que o seu e-commerce deve tomar é planejar estratégias de monitoramento. Ou seja, analisar o comportamento do público-alvo e saber o que ele está falando da sua marca. Para isso, indicamos a utilização de ferramentas específicas para redes sociais, como: Tweetdeck; Seekr; Google Alerts; SEMRush Toolkit; Iconosquare; e RiteTag. Com as informações coletadas das redes sociais junto às do seu CRM, a equipe de marketing terá de classificar os Leads, qualificá-los e repassar, aos vendedores, todos os detalhes relevantes acerca do lead, como num processo de Inbound Sales. Daí em diante, o vendedor desenvolverá sua abordagem em momento preciso, com base nas características, comportamento, conflitos e desejos do lead — lembrando que a venda acontecerá como consequência do relacionamento criado na interação. A importância de analisar os resultados Vale frisar que o sucesso com social media depende muito da mensuração e análise de resultados, pois ela permitirá à equipe compreender as táticas que têm funcionado e o que deve ser otimizado para as próximas campanhas. Por exemplo, qual foi o impacto dos conteúdos no processo de qualificação do lead? Quais informações foram cruciais para que a venda se concretizasse? As publicações geraram mais visualizações? É importante observar tudo o que acontece. Conforme vimos até aqui, o social selling, desde que bem planejado e executado, tem muitos benefícios a oferecer ao seu e-commerce. No entanto, caso não tenha uma equipe experiente para coordenar suas campanhas, recomendamos que consulte uma agência especializada e capacitada para entregar os resultados esperados. Está curtindo nossos conteúdos? Aproveite para conhecer o nosso canal do Youtube e tenha acesso a dicas incríveis por meio de nossos vídeos!