Público-alvo ou buyer persona: o que você sabe sobre o seu cliente?

Planejar as ações de marketing digital é um processo que abrange diversos detalhes, como a seleção das palavras-chave, estabelecimento de metas e escolha dos canais de mídia online. Porém a maioria dessas etapas é irrealizável sem duas importantíssimas definições: do público-alvo e da buyer persona. No entanto, é comum o equívoco de que público e persona são coisas sinônimas. Embora os conceitos estejam ligados entre si, há diferenças significativas a serem ressaltadas, sobretudo quanto ao nível de precisão de cada um deles. É justamente essa disparidade quanto à abrangência que resultou na distinção dos conceitos dentro do marketing, pois, diferentemente de outros tempos, a segmentação começou a ter enorme importância, trazendo à tona a necessidade de conhecer o mais calmamente possível o perfil do cliente. O objetivo deste artigo é esclarecer o significado de público-alvo e de buyer persona na atualidade e o papel deles em um projeto de marketing, enumerando as diferenças e algumas dicas para trabalhar corretamente com tais conceitos. O que é público-alvo? Também chamado “target”, o público-alvo é uma representação de dados demográficos, comportamentais e socioeconômicos de um grupo de pessoas, as quais são vistas pela empresa como futuros/potenciais consumidores de seus produtos e serviços. Por exemplo, se a ideia é vender cursos preparatórios para vestibulares, o sexo não tem relevância, diferentemente da faixa etária, formação educacional, poder aquisitivo, localização, entre outros aspectos que definem, genericamente, o tipo de público que se interessa pelos cursos. Até pouco tempo, dados dessa natureza eram uma fonte de informações vista como eficientes para o desenvolvimento de estratégias, afinal, as campanhas de marketing eram voltadas à grande massa, sem considerar o fator segmentação: bastava anunciar em espaços que faziam parte do cotidiano do público — no exemplo acima, criar anúncios em rádios, escolas, redes sociais, apps, jogos etc. O que é buyer persona? Reiterando, devido ao protagonismo que a segmentação tem no marketing digital, os dados rasos e imprecisos do público-alvo são insuficientes para desenvolver estratégias que, de fato, funcionem. É preciso saber muito mais do que sexo, idade e classe social. Nesse sentido, o conceito de buyer persona, cujo propósito é construir o perfil adequado do cliente (representação semifictícia, livre de achismos e intuições), rapidamente se consolidou como prática elementar em projetos de marketing digital. Isso porque a empresa desvenda o que as pessoas querem, quais são seus conflitos, os hábitos, as preferências, entre outras informações ricas em detalhes, e, com isso, saber o tom e a linguagem que devem ser adotados para a comunicação, que canais utilizar para alcançá-las, bem como as palavras-chave etc. A partir de dados desse tipo, é possível criar iniciativas plenamente condizentes com os costumes e gosto do público, tais como: Marketing de Conteúdo; campanhas de Social Media; links patrocinados; entre outros, aumentando as chances de sucesso. Como são construídas as personas? Para obter informações relevantes e realistas a respeito do potencial cliente, a equipe de marketing planeja e realiza entrevistas com os atuais consumidores — ou profissionais que carregam certo conhecimento a respeito delas: por exemplo, atendentes de telemarketing, vendedores e recepcionistas. Contudo, não existe uma fórmula ou script a se seguir nas entrevistas, pois cada negócio tem seus próprios objetivos, produtos, serviços, princípios, planos etc. Portanto, as perguntas são feitas estrategicamente, enquanto as respostas e conclusões obtidas, analisadas. Após o processo de refinamento de dados, monta-se a buyer persona com o perfil descrito em detalhes. Por exemplo: Rafael, 27 anos, graduado em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, trabalha com sistemas de informação numa empresa de TI. É solteiro e tem como objetivo construir carreira no exterior, mas não consegue tempo para se qualificar em sua área e, assim, preencher as demandas do mercado estrangeiro. Costuma se atualizar pela internet, mas não sabe em que tipo de curso investir. Em suma, ao construir a buyer persona para direcionar as estratégias de marketing, a empresa sobe de patamar na competitividade, obtendo mais chances de atrair leads com verdadeiro potencial de conversão. E aí, gostou do artigo? Então aproveite o momento para tirar as suas dúvidas em relação a quanto do orçamento investir em marketing. Confira!

Afinal, quanto do meu orçamento devo investir em marketing?

Saber como reservar a fração certa do orçamento para investir em marketing digital costuma ser o objetivo primário de quem passa a conhecer os benefícios da estratégia. No entanto, como não existe um valor absoluto para aplicação, ou seja, o orçamento varia de uma empresa para outra, são recorrentes as dúvidas em relação à quantia adequada. Isso acontece porque as metas de uma companhia cuja marca está bem consolidada no mercado são diferentes das que norteiam empresas pouco conhecidas ou novatas, bem como os recursos financeiros à disposição. Você consegue perceber como essas pequenas variáveis já denotam o quão relativo é o orçamento? Com intuito de ajudar a resolver essa questão sem comprometer as finanças, neste artigo abordaremos os principais fatores que devem servir de base no cálculo orçamentário. Acompanhe! Quais são os objetivos do negócio? Antes de definir o quanto deve investir em marketing, é importante que se saiba aonde quer chegar num determinado espaço de tempo – fazendo projeções dentro da realidade, evidentemente. Por exemplo, se atualmente o negócio obtém receitas anuais em torno de R$80 mil, dobrar os ganhos nos próximos 12 meses seria uma boa meta inicial. As metas podem envolver também: aumento de valor e percepção da marca; captação de leads; geração de tráfego no site; crescimento das vendas etc. Outra questão que influencia nesse cálculo é o status da marca no mercado. Quanto mais conhecida ela for, menos esforços financeiros serão necessários para aumentar a visibilidade. Em casos opostos, quando a empresa não tem muita popularidade, é interessante pensar num orçamento maior, pois os investimentos em marketing digital são diretamente proporcionais aos resultados obtidos. Como o valor influencia nos resultados? Vale destacar, em relação às metas, que todas elas estão, de certa maneira, interligadas. Por exemplo, se o foco é aumentar as vendas, é necessário fazer com que cresça o número de leads, o que remete ao crescimento do tráfego no site. Esse crescimento, por sua vez, demanda mais presença online nos canais usados pelo seu público-alvo, como Google e mídias sociais. Retomando o objetivo de dobrar a receita anual, imaginemos que, após diversas análises, a empresa chegue à conclusão de que metade dos leads costuma fechar negócio, sendo que cada um desses gera, em média, R$800,00 anualmente – ou seja, a meta é encerrar o período tendo, pelo menos, 200 clientes. A partir desses dados, presume-se que a quantidade de leads tenha que, no mínimo, dobrar. Para chegar a esse índice é preciso que o tráfego seja significativamente aumentado. Eis que chegamos ao ponto: se a média mensal é de 1000 visitas sem investimento em marketing, o número pode duplicar com um orçamento mensal de R$500,00. Estimando-se que a empresa tenha que investir R$1000,00 por mês para atingir o seu objetivo (receita de R$160 mil em 12 meses), ela pode aumentar os lucros no período à medida que amplia o investimento. Mensurando os resultados Felizmente, atualmente existe uma série de ferramentas especialmente desenvolvidas para mensurar o desempenho da empresa na Internet. A principal delas é o Google Analytics, que tem por objetivo coletar dados referentes ao tráfego do site (visitantes, origem do tráfego, ações do usuário etc.) e apresentá-los em relatórios bem detalhados, permitindo que a estratégia seja otimizada com base nas informações. Quanto a sua empresa deve investir em marketing? Para definir o orçamento de marketing, é fundamental que, além dos fatores mencionados até aqui, a empresa considere a rentabilidade de cada produto e os recursos financeiros disponíveis. Mas quanto do faturamento deve ser investido? Recomendamos entre 6% e 20%, variando conforme os seus objetivos. Contudo, tão importante quanto saber o valor a se investir em marketing digital é fazer com que as estratégias tragam o retorno esperado, isto é, tornar rentável cada ação que sua empresa realizar na internet. Para isso, é imprescindível contar com uma agência especializada e experiente no mercado. Com 8 anos de atuação no mercado, sendo 6 deles com ênfase em marketing digital e soluções digitais, a Echosis coloca à sua disposição uma equipe altamente qualificada, pronta para ajudar o seu negócio a crescer na web. Entre em contato conosco e solicite um orçamento!

Como uma agência pode ajudar na gestão das suas redes sociais?

gestão das suas redes sociais

Hoje em dia, é essencial para uma empresa estar ativa em redes sociais e fazer a gestão de seus leads, clientes e da imagem de sua marca. Mas esse não é um trabalho fácil e que pode ser feito apenas com base em achismos. Para uma estratégia de comunicação ser eficiente, ela deve ser baseada em análises e números reais. Porém, trabalhar com esse alto volume de informações pode gerar receio por grande parte das pessoas não especialistas no assunto. Por isso, hoje vamos conversar sobre como uma agência pode otimizar os resultados de seus clientes com uma gestão de redes sociais eficiente. Ficou curioso? Fique com a gente e saiba mais! Entendendo o perfil do público Para que uma estratégia de marketing seja eficaz, é necessário saber com quem estamos falando. Por isso, é essencial entender o perfil do público e como ele se comporta na internet. Dessa forma, antes de iniciar a gestão de redes, é preciso analisar dados para desenvolver a persona — ou seja, o arquétipo do seu cliente ideal — e definir a melhor estratégia de comunicação da empresa com o cliente. Fazer a análise, a correlação de dados e construir uma estratégia de comunicação não é uma tarefa fácil e pode gerar muitas dúvidas. Uma agência especializada possui a capacidade técnica necessária para tornar as ações da empresa mais eficazes, otimizando os resultados. Criando conteúdo de qualidade Após definir a persona e as plataformas que serão utilizadas para conversar com o seu público, chegou a hora de criar conteúdo relevante e de qualidade para ser compartilhado. Com o fácil acesso à internet, os consumidores estão cada vez mais exigentes e bem informados, ou seja, ter apenas um canal de divulgação de conteúdo promocional não é o bastante! Estratégias de marketing digital — como o Inbound Marketing, que busca educar e nutrir leads e clientes em diferentes estágios da jornada de compra — é uma das opções de maior retorno de investimento. O conteúdo produzido pode ser compartilhado em blogs e redes sociais para gerar leads, aumento do tráfego de pessoas ou outro objetivo que tenha sido definido em sua estratégia de comunicação. Caso a instituição não possua um departamento voltado ao marketing, uma empresa especializada poderá ajudar com a definição de pautas e a produção do conteúdo em si. Analisando métricas Para ter certeza que a empresa está colhendo bons resultados com as estratégias de marketing digital, não basta apenas realizar a gestão de redes sociais. É preciso acompanhar a evolução das métricas. Ações de marketing digital não são baseadas em achismos, mas sim em números que devem ser analisados para verificar o retorno que está sendo obtido. Caso não esteja satisfatório, é fundamental tomar as medidas necessárias para que os resultados sejam otimizados. A análise de métricas pode ser feita por meio de inúmeras ferramentas de gestão de métricas e redes sociais. Algumas delas são: FacebookAds; Google Analytics; Google Trends; Google AdWords; SemRush; mLabs. Ter acesso a diferentes plataformas, coletar dados, tirar conclusões e gerar soluções pode ser motivo de receio para muitas pessoas que não trabalham com marketing. Mas calma! Com a ajuda correta você obterá os resultados que tanto deseja. Outro fator que leva as pessoas a buscar por ajuda na gestão de redes sociais é a falta de tempo. Ao direcionar essa tarefa a um especialista, você terá um resultado mais eficaz em suas estratégias e economizará tempo e dinheiro. Afinal, não estará atirando para todos os lados! Você está precisando de ajuda com a gestão de redes sociais da sua empresa? Entre em contato conosco! Ficaremos felizes em ajudar.

Gestão de redes sociais: As 7 perguntas mais comuns sobre esse tema

Gestão de redes sociais: As 7 perguntas mais comuns sobre esse tema

Quem tem uma empresa sabe quanto é importante estar presente nas redes sociais. É o local perfeito para alcançar um público mais amplo. Mas nem todos sabem como fazer uma boa gestão de redes sociais. Não é um problema ter dúvidas, mas entender como tudo funciona é o primeiro passo para começar. O investimento em redes sociais leva tempo e requer um certo nível de especialização. Veja aqui 7 dúvidas comuns sobre gestão de redes sociais e como você pode saná-las: As perguntas mais comuns sobre gestão de redes sociais: 1. Em quais redes sociais devo estar presente? Este é uma questão válida para muitas marcas, já que nem todas as redes sociais são adequadas para todo tipo de conteúdo. Algumas, como o LinkedIn, são de caráter mais sério, com um público mais engajado e profissional. Já o Twitter e o Instagram, por exemplo, são mais populares entre adolescentes. Antes de começar sua gestão de redes sociais, tenha em mente qual tipo de impacto você deseja causar e onde. Se você produz conteúdos para um nicho específico, veja em qual das redes sociais ele é mais numeroso e foque lá primeiro. É possível estar presente em mais de uma, mas o ideal é começar com apenas uma de cada vez. Diferentes redes seguem diferentes regras e dinâmicas, que precisam ser estudadas quase individualmente. 2. O que é melhor postar? Escolher o que deve ser divulgado é um passo fundamental na gestão de redes sociais. Além de considerar o tipo de público a ser impactado, é necessário verificar quais são as especificidades da rede em questão. É difícil dizer exatamente o que seria ideal sem uma análise de caso mais profunda, mas existem alguns formatos mais indicados para qualquer contexto: Material compartilhável e divertido (gifs, imagens, vídeos); Conteúdo promocional (descontos, campanhas, promoções); Novidades sobre sua página/serviço/produto (novo item no estoque, pré-compras, cupons, eventos); Datas comemorativas (dia da mulher, independência, dia dos pais); Institucionais (fim de ano, meta atingida no número de clientes). A frequência também é relevante. O tempo ideal e número de postagens diárias é específico para cada rede. Mas tente fazer ao menos 3 a 4 postagens diárias. 3. Como devo interagir? A opinião do público é e sempre será seu maior recurso. Ignorar ou desconsiderar qualquer comentário ou avaliação a seu respeito é um erro considerável. Ao criar sua página, você já deve considerar a comunicação com os clientes como parte integrante da gestão de redes sociais. A forma como você se dirige ao seu público pode variar de acordo com a imagem que você deseja transmitir. Mais formal ou mais descontraído. O mais importante é não ignorar quando os clientes entrarem em contato. 4. Por que devo contratar uma agência se eu mesmo faço? Se você já estava se fazendo qualquer uma destas perguntas, uma agência de marketing já será mais do que útil para você. Ao delegar esta função, você poderá focar no core business da sua empresa, além de deixar a gestão de redes socais nas mãos de uma equipe melhor capacitada. Logo você verá como isso aumenta a eficiência das suas campanhas. 5. Como avaliar o resultado? O passo fundamental para analisar o desempenho das suas redes sociais é encontrar os seus indicadores de performance, ou KPIs. Coisas como o número de leads, taxa de conversão, número de seguidores, engajamento do público, alcance médio, entre outras variáveis, podem determinar se uma ação de marketing teve ou não sucesso. Os indicadores a serem escolhidos variam de acordo com o propósito da sua empresa. Produtores de conteúdo precisam de mais seguidores e de alta taxa de visualização. Vendedores precisam de maior taxa de conversão. 6. Com que frequência devo postar? Essa é uma dúvida que geralmente surgem entre aqueles que fazem publicações a todo momento e aqueles que postam uma vez sim e outra não, mas em ambos os casos não existe um resultado real. O ideal é desenvolver um calendário de postagens para manter um equilíbrio e assim fornecer bons materiais (em uma quantidade adequada) para aqueles que acompanham as suas páginas. Além disso, uma boa dica é realizar a regra: 3-3-3, isto é, publicar o mesmo conteúdo três vezes, mas em três dias diferentes e em três horários diferentes. Desta maneira você pode reaproveitar um mesmo conteúdo e descobrir algumas métricas como: melhor horário para postar, a idade dos usuários que se envolveram com a publicação e qual tipo de linguagem faz mais “sucesso”. 7. Posso utilizar uma ferramenta para programar as postagens? A resposta para essa pergunta é: depende. Ter uma ferramenta para programar as postagens da sua empresa nas redes sociais não é algo obrigatório, no entanto, é algo que irá facilitar o seu trabalho – principalmente quando aumentar a frequência de posts. Existem algumas ferramentas no mercado que basicamente oferecem o agendamento de postagens para o Facebook, porém, a própria rede social já oferece esse recurso sem cobrar nenhum valor a mais. Por isso, ao decidir utilizar uma ferramenta, busque por uma que seja completa, como a Buffer, a Postcron ou a MLabs. Ainda tem mais dúvidas sobre como fazer sua gestão de redes sociais? Então entre em contato com a Echosis, converse com nossos especialistas e veja como nossa agência pode ter ajudar a alcançar o máximo do seu potencial.